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Argelino desbanca Messi e CR7 para ser artilheiro do mundo em 2018
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Rafael Reis

O artilheiro do futebol mundial neste ano que chega ao fim não é Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Mohamed Salah, Neymar, Kylian Mbappé ou qualquer outro jogador acostumado a disputar as principais competições do planeta e que esteve na Copa da Rússia.

Em 2018, ninguém balançou mais as redes que Baghdad Bounedjah, um centroavante argelino de 27 anos que construiu sua carreira dentro da própria África e atualmente é companheiro de Xavi (ex-Barcelona) no Al-Sadd, do Qatar.

Crédito: Reprodução

O camisa 11 é um fenômeno na arte de marcar gols. Foram 59 nos últimos 12 meses, oito a mais que o multipremiado Messi, do Barça, que encerra o ano na segunda colocação do ranking.

Só na atual temporada da primeira divisão do país-sede da próxima Copa do Mundo, Bounedjah já marcou 29 vezes. E isso em apenas 15 rodadas. Ou seja, sua média na competição é de quase dois gols por partida (1,93).

Ao longo do ano, o centroavante anotou três hat-tricks (três gols em um jogo), um pôquer (quatro bolas nas redes em uma partida) e conseguiu uma proeza histórica: marcar sete vezes em apenas 90 minutos, na goleada por 10 a 1 aplicada pelo Al-Sadd contra o Al-Arabi, em agosto.

O sucesso de Bounedjah deve levá-lo em breve para a elite do futebol mundial. Apesar de ter renovado recentemente seu contrato até 2024, o argelino tem sido especulado pela imprensa inglesa como possível reforço de Leicester e Leeds United para a segunda metade da temporada.

O atacante do Al-Sadd não é o único jogador da “periferia da bola” que se destacou em 2018 pela facilidade em fazer gols.

O brasileiro Diogo, ex-Santos e Palmeiras, marcou 43 vezes pelo Buriram United, da Tailândia, e ocupa o quinto lugar no ranking dos maiores artilheiros do planeta. Dave Turpel, do Dudelange, de Luxemburgo, é o oitavo, com 40 gols. E o equatoriano Jhon Cifuente, da Universidad Católica, o décimo, com 38.

Mas o pódio, com exceção de Bounedjah, é ocupado pelos protagonistas “de sempre”. Se Messi é o segundo principal goleador do ano, o português Cristiano Ronaldo, que trocou o Real Madrid pela Juventus, está no terceiro lugar, com 49 gols.

Maior artilheiro do planeta em 2017, quando anotou 56 tentos, o inglês Harry Kane, do Tottenham, desta vez tem de contentar com a sétima colocação. O centroavante deixou sua marca 42 vezes nas redes adversárias em 2018.

OS 10 MAIORES ARTILHEIROS DE 2018

1 – Baghdad Bounedjah (ALG/Al-Sadd) – 59 gols
2 – Lionel Messi (ARG/Barcelona) – 51
3 – Cristiano Ronaldo (POR/Juventus) – 49
4 – Robert Lewandowski (POL/Bayern de Munique) – 46
5 – Mohamed Salah (EGI/Liverpool) – 44
6 – Diogo (BRA/Buriram United) – 43
7 – Harry Kane (ING/Tottenham) – 42
8 – Antoine Griezmann (FRA/Atlético de Madri) – 40
Dave Turpel (LUX/Dudelange) – 40
10 – Jhon Cifuente (EQU/Universidad Católica) – 38
Luis Suárez (URU/Barcelona) – 38


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Com CR7 no topo, conheça os 10 jogadores de maior sucesso no Instagram
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Rafael Reis

O número de seguidores no Instagram é um importante indicativo de popularidade no mundo das celebridades. Atores, cantores e modelos ganham mais dinheiro com publicidade dependendo da quantidade de pessoas que costumam acompanhar suas postagens nas redes sociais.

Com jogadores de futebol, não é muito diferente. Apesar de eles normalmente faturarem mais com os salários pagos pelos clubes do que fazendo campanhas para patrocinadores, os principais atletas do mundo também fazem questão de bombar no Instagram.

Crédito: Instagram

Mas qual será que é o jogador de maior sucesso na rede social das fotos e dos vídeos?

A resposta para a pergunta acima não é surpresa nenhuma. Afinal, o astro português Cristiano Ronaldo não é apenas o atleta de futebol mais popular do Instagram, como também o perfil individual de maior sucesso de toda a rede.

O camisa 7 da Juventus assumiu a primeira colocação no final de outubro, quando ultrapassou Selena Gomez. Atualmente, sua página é acompanhada por 147 milhões de pessoas. Já a cantora tem 144 milhões de seguidores.

Em sua conta no Instagram, Ronaldo costuma alternar postagens de jogos e treinos da Juventus com fotos familiares ao lado da esposa, Georgina Rodríguez, e de seus quatro filhos. Propagandas até dão as caras, mas são relativamente raras.

Dentre os jogadores de futebol, a vantagem de CR7 é imensa. O craque tem 41 milhões a mais de assinantes em seu perfil que o segundo no ranking, o brasileiro Neymar, do Paris Saint-Germain. Esse número equivale aproximadamente à população inteira de um país como a Ucrânia.

Além de Ronaldo e Neymar, apenas mais um nome do mundo da bola está na casa dos 100 milhões de seguidores: o argentino Lionel Messi, do Barcelona, outro pentacampeão do prêmio de melhor do planeta.

O quarto colocado no ranking, o colombiano James Rodríguez, não tem nem 50% da audiência dos integrantes do pódio. O meia do Bayern de Munique conta com cerca de 40 milhões de assinantes.

O top 10 conta com jogadores de nove nacionalidades diferentes. O Brasil é o único país com dois nomes na lista. O lateral esquerdo Marcelo, do Real Madrid, que tem 33,6 milhões de seguidores e aparece na sétima posição, faz companhia a Neymar.

Já a França, atual campeã do mundo, aparece apenas no nono lugar, com o meia Paul Pogba, do Manchester United, seguido por 30,6 milhões de pessoas.

Os atacantes Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid, e Kylian Mbappé, do PSG, as outras estrelas da seleção, ficaram fora da lista. O primeiro tem pouco mais de 22 milhões de seguidores, enquanto o jovem astro conta 23,2 milhões de “curiosos” no seu encalço.

OS 10 JOGADORES DE MAIOR SUCESSO NO INSTAGRAM

1 – Cristiano Ronaldo (POR/Juventus) – 147 milhões de seguidores
2 – Neymar (BRA/Paris Saint-Germain) – 106 milhões
3 – Lionel Messi (ARG/Barcelona) – 102 milhões
4 – James Rodríguez (COL/Bayern de Munique) – 40,5 milhões
5 – Gareth Bale (GAL/Real Madrid) – 37,6 milhões
6 – Zlatan Ibrahimovic (SUE/Los Angeles Galaxy) – 35,7 milhões
7 – Marcelo (BRA/Real Madrid) – 33,6 milhões
8 – Luis Suárez (URU/Barcelona)  – 31,1 milhões
9 – Paul Pogba (FRA/Manchester United) – 30,6 milhões
10 – Sergio Ramos (ESP/Real Madrid) – 28,5 milhões


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Maiores vencedores, Messi e CR7 correm atrás de líderes da Chuteira de Ouro
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Rafael Reis

Maiores vencedores da história da Chuteira de Ouro e principais protagonistas do futebol mundial nos últimos anos, o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo ainda estão longe da briga pelo prêmio de artilheiro dos campeonatos nacionais da Europa nesta temporada.

Apesar de serem vice-líderes do ranking de goleadores das ligas que disputam, o camisa 10 do Barcelona e o número 7 da Juventus não aparecerem nem no top 15 da disputa pelo troféu continental.

Crédito: Luis Gene/AFP

Messi, que ganhou na temporada passada sua quinta Chuteira de Ouro e também venceu em 2010, 2012, 2013 e 2017, já marcou nove vezes, e Cristiano Ronaldo, campeão em 2008, 2011, 2014 e 2015, já marcaram nove vezes nos Campeonatos Espanhol e Italiano, respectivamente.

Com 18 pontos, já que cada gol marcado nas ligas de primeiro escalão europeu vale em dobro, a dupla divide a 18ª colocação com nomes como o espanhol Paco Alcácer (Borussia Dortmund), o uruguaio Edinson Cavani (Paris Saint-Germain) e o sérvio Luka Jovic (Eintacht Frankfurt).

No último fim de semana, Ronaldo marcou uma vez na vitória por 2 a 0 da Juventus sobre o Spal. Já Messi passou em branco no empate por 1 a 1 com o Atlético de Madri, que custou ao Barcelona a liderança do Espanhol.

O topo da classificação da Chuteira de Ouro continua ocupado por jogadores de campeonatos menores, que adotam um calendário anual e já terminaram ou estão nas últimas rodadas.

Líder da corrida pelo prêmio, com 31 pontos, o brasileiro Liliu, do Nömme Kalju, é um desses jogadores que já não têm mais como pontuar, já que o Campeonato Estoniano chegou ao fim no começo do mês.

Dentre os 10 primeiros colocados da artilharia, apenas dois, o francês Kylian Mbappé, do PSG, e o argentino Emiliano Sala, do Nantes, jogam em campeonatos que costumam consagrar vencedores da Chuteira de Ouro. Os co-líderes do ranking de goleadores do Francês ocupam a oitava posição, com 22 pontos.

O Brasil não fatura o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante do Grêmio também levantou a taça em 1998/99. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

“Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 31 pontos (31 gols)
2º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 30 pontos (30 gols)
Paulinho (BRA, BK Häcken) – 30 pontos (20 gols)
4º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 27 pontos (27 gols)
Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 27 pontos (18 gols)
7º – Pavel Savitskiy (BLR, Dínamo Brest) – 22,5 pontos (15 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 22 pontos (11 gols)
Emiliano Sala (ITA, Nantes) – 22 pontos (11 gols)
10º – Mbaye Diagne (FRA, Kasimpasa) – 21 pontos (14 gols)
Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 21 pontos (21 gols)


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Aos 19, Mbappé é melhor na seleção que Messi e Cristiano Ronaldo
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Rafael Reis

Vinte e seis jogos, dez gols e o principal: um título mundial conquistado com papel de protagonista. Aos 19 anos e 10 meses, Kylian Mbappé já tem currículo de gente grande pela seleção francesa.

Tão grande que seu início de trajetória pelos Bleus é mais rico do que as histórias que foram construídas pelos mais valiosos jogadores do primeiro escalão do futebol mundial contemporâneo quando tinham a mesma idade.

O português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o brasileiro Neymar não tinham o mesmo número de partidas que Mbappé por suas seleções antes do 20º aniversário. A quantidade de gols marcados com as camisas nacionais também fica abaixo das bolas metidas nas redes pelo jovem astro francês.

CR7 é quem mais se aproxima do camisa 7 do Paris Saint-Germain no jogos disputados pela seleção como sub-19. O pentacampeão do prêmio de melhor jogador do mundo foi a campo 20 vezes por Portugal nessa condição.

Já na força goleadora, o melhor do grupo é Neymar. O hoje companheiro de ataque de Mbappé marcou oito vezes pela seleção brasileira antes de chegar aos 20 anos.

O craque do futebol pentacampeão mundial é também o único que supera o francês na frequência de gols com a camisa nacional durante a juventude. Quando tinha a idade do jovem astro, o brasuca ostentava média de 0,53 bola na rede por partida.

Os números do francês ficam um pouco abaixo: 0,38 gol por jogo. Ele, no entanto, possui no currículo algo que os rivais até hoje não conseguiram: o título mais importante de todos, o da Copa do Mundo.

O craque, que teve uma atuação de gala nas oitavas de final, contra a Argentina, foi apenas o segundo jogador sub-20 da história a marcar na decisão da competição. Além dele, somente um tal de Pelé conseguiu o feito (em 1958).

Rei da precocidade, Mbappé estreou pela seleção principal na vitória por 3 a 1 sobre Luxemburgo, em 25 de março de 2017, quando tinha 18 anos, três meses e cinco dias. O primeiro gol demorou cinco meses (e cinco partidas): saiu nos minutos finais do 4 a 0 aplicado sobre a Holanda, em agosto do mesmo ano.

O atacante é o segundo jogador mais novo da história a jogar pela equipe adulta francesa (perde para Maryan Wisniewski, que fez sua estreia aos 18 anos e dois meses na década de 1950) e o mais jovem a balanças as redes desde 1963.

Com Mbappé como estrela, a França visita a Holanda, nesta sexta-feira, pela penúltima rodada do Grupo 1 da Liga das Nações. Os atuais campeões mundiais só precisam de um empate para assegurar a classificação para a fase final da competição europeia.

CRAQUES AOS 19 ANOS (POR SUAS SELEÇÕES)

Kylian Mbappé (FRA) – 26 jogos, 10 gols (0,38 gol por partida)
Cristiano Ronaldo (POR) – 20 jogos, 7 gols (0,35 gol por partida)
Neymar (BRA) – 15 jogos, 8 gols (0,53 gol por partida)
Lionel Messi (ARG) – 14 jogos, 4 gols (0,29 gol por partida)


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Pérola inglesa dá show na Europa e cria mais gols que Messi, Neymar e CR7
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Rafael Reis

Jadon Sancho ainda não faz parte do grupo dos maiores craques do futebol mundial, aqueles que são festejados e admirados por torcedores do planeta inteiro. Mas, se depender do início de temporada 2018/19, sua entrada nesse seleto clube é apenas uma questão de tempo.

A pérola inglesa de 18 anos se tornou a nova sensação do futebol europeu ao mostrar que é uma máquina de criar gols, uma máquina que tem sido mais eficiente até que Lionel Messi, Neymar, Cristiano Ronaldo e Antoine Griezmann.

Em 15 jogos oficiais nesta temporada, o camisa 7 do Borussia Dortmund já marcou cinco gols e deu oito assistências. Como começou vários jogos no banco e só ficou em campo por 687 minutos, isso significa que criou uma jogada que terminou com bola na rede a cada 52,8 minutos de futebol.

A marca é melhor que às dos mais conhecidos e importantes homens de frente do futebol mundial.

O argentino Lionel Messi, do Barcelona, que já foi eleito o melhor jogador do planeta em cinco oportunidades, tem um gol ou uma assistência a cada 53,4 minutos nesta temporada. E Cristiano Ronaldo, da Juventus, outro pentacampeão do prêmio da Fifa, uma jogada decisiva a cada 85,3 minutos.

Dos principais atacantes do planeta, o único que supera o jovem inglês nesta temporada é a sensação francesa Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, que tem uma participação em gol a cada 51,1 minutos.

É graças principalmente ao poder de decisão de Sancho que o Dortmund tem mostrado força para voltar a brigar por títulos e campanhas expressivas no futebol europeu.

Os aurinegros estão à frente do Bayern de Munique e lideram o Campeonato Alemão nesta temporada. Além disso, são os donos da melhor campanha da Champions, com 100% de aproveitamento nos três primeiros jogos, oito gols marcados e nenhum sofrido.

Na competição europeia, Sancho deu um passe para gol na vitória por 3 a 0 sobre o Monaco e balançou as redes uma vez na goleada por 4 a 0 aplica sobre o Atlético de Madri. Nesta terça-feira, no reencontro com os espanhóis, pode selar sua classificação antecipada para as oitavas de final.

O jovem meia-atacante é tratado como uma das maiores pérolas do futebol inglês para um futuro não tão distante assim. Revelado nas categorias de base do Manchester City, recusou um pedido feito pelo técnico Pep Guardiola e rumou à Alemanha no ano passado por julgar que lá teria mais oportunidades de jogar entre os profissionais.

Quinze meses depois, a arriscada opção já se mostrou certeira. Sancho já é titular absoluto do Dortmund, estreou em outubro pela seleção inglesa principal e acabou de renovar seu contrato pelo triplo do salário que recebia até então.

O motivo do aumento é o interesse cada vez maior de clubes importantes no futebol do garoto. Segundo o “Guardian”, da Inglaterra, Manchester United, Arsenal, Liverpool, Chelsea e Tottenham sonhar em repatriar o jogador.

Enquanto isso não acontece, Sancho continua criando gols… e em um ritmo superior ao de Messi, Neymar, Cristiano Ronaldo e Griezmann.

MINUTOS NECESSÁRIOS PARA CRIAR UM GOL (2018/19):

Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain): 51,1 minutos
Jadon Sancho (ING/Borussia Dortmund): 52,8
Lionel Messi (ARG/Barcelona): 53,4
Neymar (BRA/Paris Saint-Germain): 64,8
Cristiano Ronaldo (POR/Juventus): 85,3
Antoine Griezmann (FRA/Atlético de Madri): 156


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Por que a Chuteira de Ouro está sendo dominada por desconhecidos?
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Rafael Reis

A Chuteira de Ouro, prêmio concedido ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa na temporada, continua nas mãos dos nanicos.

O brasileiro Liliu, que iniciou a carreira no interior paulista e hoje defende o Nömme Kalju, da Estônia, mantém a liderança, com 30 pontos. E seus principais oponentes no ranking são, assim como ele, praticamente desconhecidos no cenário internacional.

Os setes primeiros colocados na corrida para a Chuteira de Ouro jogam em ligas pouco expressivas. Além de Liliu, há mais dois jogadores que atuam na Estônia (Zakaria Beglarishvili e Roman Debelk) e atletas que defendem times de Irlanda (Patrick Hoban), Suécia (Paulinho e Linus Hallenius) e Finlândia (Klauss).

Só então aparece o primeiro jogador que atua em um país de futebol mais expressivo, o francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, que ocupa a oitava posição, com 20 pontos.

Além do jovem campeão mundial, o top 10 do prêmio conta com apenas mais um jogador de um campeonato grande: o polonês Krzysztof Piatek, do Genoa, décimo, com 18 pontos. Neymar é o 21º colocado (16). Cristiano Ronaldo e Lionel Messi dividem o 37º lugar (14).

A vantagem dos nanicos neste início de temporada pode ser explicada pela diferença no calendário dos países. Os primeiros colocados da artilharia europeia jogam em ligas que começaram no primeiro semestre, e não apenas depois da Copa do Mundo.

O Campeonato Estoniano, por exemplo, já está em sua 34ª rodada, e cada time só jogará mais duas vezes antes de entrar de férias. Já as ligas mais importantes do continente estão completando agora a primeira dezena de partidas.

Com o tempo, a tendência é que os grandes artilheiros da Europa ultrapassem os jogadores menos conhecidos e assumam a dianteira do prêmio. Afinal, seus gols rendem até o dobro de pontuação–cada tento marcado em Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França vale dois pontos.

Ou seja, por mais que esteja na liderança, Liliu dificilmente conquistará a Chuteira de Ouro.

O Brasil não ganha o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 30 pontos (30 gols)
2º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
3º – Paulinho (BRA, BK Häcken) – 28,5 pontos (19 gols)
4º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 267 pontos (27 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 25 pontos (25 gols)
6º – Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 24 pontos (16 gols)
7º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 20 pontos (10 gols)
9º – Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 19 pontos (19 gols)
10º – Krzysztof Piatek (POL, Genoa) – 18 pontos (9 gols)
Liviu Antal (ROM, Zalgiris Vilnius) – 18 pontos (18 gols)
Henok Goitom (ERI, AIK Solna) – 18 pontos (12 gols)


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Mais que Brumar: 6 casais famosos do futebol que não tiveram “final feliz”
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Rafael Reis

O relacionamento entre Neymar e Bruna Marquezine chegou ao fim mais uma vez. A atriz confirmou na semana passada que não está mais namorando o principal nome do futebol brasileiro na atualidade e que a decisão de rompimento partiu do próprio jogador.

Com o fim do “Brumar”, é tempo de lembrar outros casais conhecidos do mundo do futebol que também não conseguiram ter uma conclusão digna de conto de fadas e não “viveram felizes para sempre”.

Apresentamos abaixo seis relacionamentos de astros da bola com estrelas de outras áreas que não tiveram um final feliz.

PELÉ E XUXA

Durante a década de 1980, o maior jogador da história do futebol teve um relacionamento de seis anos com a modelo que se tornaria a grande apresentadora infantil do Brasil. De acordo com Xuxa, que tinha só 18 anos quando conheceu Pelé, o ex-jogador se incomodou com o fato de ela ainda ser virgem e a traia constantemente. Após o fim do namoro, Xuxa ainda se envolveu com outro ídolo do esporte, o piloto de F-1 Ayrton Senna.

RONALDO E DANIELA CICARELLI

O casamento do único brasileiro eleito por três vezes o melhor jogador do mundo com a modelo que fazia sucesso como apresentadora da MTV, em 2005, foi digno de conto de fadas. O casal trocou alianças no paradisíaco Castelo de Chantilly, no norte da França. Mas a união só durou três meses. Segundo Cicarelli, o matrimônio chegou ao fim porque ela “levou chifre”. Anos depois, Ronaldo confirmou que sua ex-mulher teve uma crise de ciúmes e “quebrou tudo” na casa onde moravam.

ALEXANDRE PATO E BARBARA BERLUSCONI

O atacante brasileiro, que atualmente joga na China, é um colecionador de namoradas/esposas famosas e já esteve em relacionamentos com as atrizes Stephany Brito e Fiorella Mattheis, além da modelo canadense Danielle Knudson. No período em que jogou no Milan, Pato acabou se envolvendo com nada menos do que a filha do então dono do clube e ex-primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi. O romance entre o brasileiro e Barbara durou dois anos e meio.

ASHLEY COLE E CHERYL

Casais midiáticos no mundo do futebol não são exclusividade do Brasil. Na Inglaterra, o ex-lateral Ashley Cole, que disputou três Copas do Mundo (2002, 2006 e 2010) e foi campeão europeu pelo Chelsea, teve um casamento de quatro anos com a cantora pop Cheryl, que já emplacou cinco músicas no topo do ranking das mais ouvidas do Reino Unido e foi jurada do reality show “X Factor”. O relacionamento chegou ao fim em 2010. Segundo a documentação do divórcio, o motivo foi o excesso que traições que Ashley Cole cometia.

CRISTIANO RONALDO E IRINA SHAYK

Antes do relacionamento atual com Georgina Rodríguez, mãe da sua filha mais nova, Cristiano Ronaldo teve um namoro de cinco anos, cheio de términos e voltas, com Irina Shayk, uma das modelos mais importantes da Rússia. A ex de CR7 encontrou o estrelato quando virou o rosto de uma famosa marca de roupas íntimas. Depois, começou a fazer catálogos de várias grifes importantes do mundo da moda. Hoje, Shayk é casada com o ator norte-americano Bradley Cooper.

GIANLUIGI BUFFON E ALENA SEREDOVA

Um dos maiores goleiros de todos os tempos, o camisa 1 do Paris Saint-Germain teve um relacionamento de nove anos com a ex-participante do Miss Mundo e capa de várias revistas masculinas na Europa, como Playboy e Penthouse. O casamento chegou ao fim em 2014, quando já eram fortes os rumores de ele estava tendo um caso com a apresentadora de TV Ilaria D’Amico, sua atual esposa.


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5 escândalos que arranharam a imagem de CR7 antes da acusação de estupro
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Rafael Reis

Eleito cinco vezes o melhor jogador do mundo e um dos maiores nomes do futebol no século XXI, o português Cristiano Ronaldo vive hoje o momento mais delicado de sua carreira. Mas isso não tem nada ver com o que tem feito com a camisa da Juventus.

O camisa 7 está sendo acusado de ter praticado sexo sem consentimento pela professora norte-americana de educação física Kathryn Mayorga.

O estupro teria acontecido em 2009, mas o caso ficou adormecido durante anos devido a um acordo extrajudicial costurado entre os advogados do jogador e a suposta vítima.

O caso só veio à tona no ano passado, quando a revista alemã “Der Spiegel” descobriu a existência dessa acusação. A investigação foi reaberta pela polícia dos EUA no último dia 1º de outubro.

CR7 nega ter praticado qualquer violação e diz que a relação sexual com Kathryn foi consensual.

Relembre abaixo outros cinco escândalos envolvendo o astro português:

CRIANÇAS SEM MÃE

Dos quatro filhos de Cristiano Ronaldo, apenas a caçula, Alana Martina, é fruto de um relacionamento público do jogador. Cristianinho e os gêmeos Mateo e Eva Maria simplesmente foram anunciados à imprensa, sem que fossem revelados os nomes de suas mães. A identidade delas é um mistério porque, na prática, o atacante “comprou” as crianças: pagou para as progenitoras se afastarem das crianças e não contarem nada para ninguém. De acordo com o jornal britânico “Daily MIrror”, o silêncio da mãe do filho mais velho de CR7, supostamente uma garçonete que vivia nos EUA, custou 12 milhões de euros (R$ 52 milhões) ao astro.

SUPOSTO ABUSO SEXUAL

Antes do caso atual explodir, o craque da Juventus já havia sido acusado anteriormente de abuso sexual. Em 2005, quando tinha 20 anos e jogava pelo Manchester United, o português precisou depor em uma delegacia de Londres sob um suposto abuso sexual cometido por ele contra uma mulher em um hotel de luxo inglês. CR7 alegou que a acusação não passava de uma “armação”, e o caso acabou sendo arquivado.

DESTRUIDOR DE FERRARI

Em 2009, dias depois de ser eleito pela primeira vez na carreira o melhor jogador do mundo, o então camisa 7 do Manchester United destruiu a Ferrari 599 GTB Fiorano F1 a caminho do treino. O atacante bateu o automóvel avaliado em 250 mil euros (mais de R$ 1 milhão) dentro de um túnel em Manchester. Apesar de o carro ter ficado bastante danificado, Cristiano Ronaldo escapou ileso do acidente.

AMEAÇAS CONTRA URACH

De acordo com a brasileira Andressa Urach, Cristiano Ronaldo ameaçou “mandar gente atrás dela” depois que a modelo revelou à imprensa inglesa que havia tido relações sexuais com o astro português. Urach também afirmou ter sido trancada durante três horas e meia pelos seguranças de CR7 para que não tirasse uma foto ao lado do jogador. Após se tornar evangélica, ela admitiu ter inventado várias histórias para aumentar sua fama, mas confirmou que aquilo que falou sobre o atacante é verdade.

AMIGO CONDENADO

Um dos melhores amigos de Cristiano Ronaldo durante sua passagem pelo Real Madrid tem ficha suja na Justiça e até já foi condenado a prisão. O lutador de kickboxing Badr Hari, que vivia recebendo o atacante em sua casa, no Marrocos, foi condenado a dois anos de reclusão em 2017 por agredir um homem em uma casa noturna, seis anos atrás. A amizade entre os dois deu uma “esfriada” depois do escândalo.


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4 motivos para Modric ser eleito o melhor jogador do mundo
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Rafael Reis

Cristiano Ronaldo, Luka Modric ou Mohamed Salah: qual desses três será o eleito o melhor jogador do mundo na temporada 2017/18?

A resposta para esta pergunta será dada nesta segunda-feira, quando a Fifa anuncia os vencedores do “The Best”, seu prêmio anual concedido aos destaques em diferentes categorias do mundo da bola.

Desde sábado, apresentamos os pontos fortes de cada finalista, os motivos pelos quais cada um deles merece ser eleito o jogador número um do planeta.

Após Cristiano Ronaldo e Salah, chegou a vez de Modric. O meia de 33 anos foi uma espécie de coadjuvante de luxo durante a maior parte de sua carreira, mas ganhou protagonismo na última temporada.

Agora, tenta colocar fim aos dez anos consecutivos de domínio de CR7 e Lionel Messi no prêmio da Fifa. Será que ele consegue?

PAPANDO PRÊMIOS

Modric chega à eleição do “The Best” credenciado pelas vitórias nos dois principais prêmios individuais da temporada passada que já foram entregues. Em julho, o croata foi eleito nada menos que o craque da Copa do Mundo. Já no fim de agosto, derrotou justamente Cristiano Ronaldo e Salah para ganhar o troféu de melhor jogador do futebol europeu entregue pela Uefa.

UM HOMEM, UM PAÍS

Ao contrário dos seus rivais na eleição da Fifa, que tiveram quedas prematuras na Copa do Mundo, Modric foi longe na Rússia-2018. O camisa 10 da Croácia não foi apenas o craque da competição, mas também o maestro de um país que fez a melhor campanha de sua história. Foi graças ao meia que sua seleção conseguiu disputar pela primeira vez a final da competição de futebol mais importante do planeta.

JOGO COLETIVO

Em uma época em que o futebol coletivo tem se sobressaído ao talento individual, nada mais natural do que premiar Modric. O meia do Real Madrid não costuma brilhar tanto quanto CR7 e Salah, mas é uma engrenagem essencial para o funcionamento do clube espanhol e também da seleção croata. Os espanhóis Xavi e Iniesta, de perfis semelhantes, nunca ganharam o melhor do mundo, mas Modric pode mudar essa história.

CONJUNTO DA OBRA

Em tese, o prêmio de melhor jogador do mundo deve levar em consideração apenas o desempenho do atleta durante a última temporada. No entanto, na prática, não é bem isso que acontece. O que o jogador fez no passado costuma, sim, ser levado em conta, principalmente na hora do voto popular. E, aos 33 anos, Modric tem uma carreira brilhante a mostrar para seus possíveis eleitores. São quatro títulos de Liga dos Campeões no currículo, três Mundiais de Clubes e o vice-campeonato da última Copa do Mundo.


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4 motivos para Salah ser eleito o melhor jogador do mundo
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Rafael Reis

Cristiano Ronaldo, Luka Modric ou Mohamed Salah: qual desses três será o eleito o melhor jogador do mundo na temporada 2017/18?

A resposta para esta pergunta será dada na próxima segunda-feira (24), quando a Fifa anuncia os vencedores do “The Best”, seu prêmio anual concedido aos destaques em diferentes categorias do mundo da bola.

Desde sábado, apresentamos os pontos fortes de cada finalista, os motivos pelos quais cada um deles merece ser eleito o jogador número um do planeta.

Após Cristiano Ronaldo, hoje é a vez de Salah. O atacante de 26 anos nunca havia sequer passado perto de ser cotado para um prêmio de craque do ano. No entanto, explodiu na temporada passada com a camisa do Liverpool.

Agora, sonha repetir o feito obtido pelo liberiano George Weah em 1995 para se tornar apenas o segundo jogador africano eleito o melhor do planeta.

REGULARIDADE

Enquanto seus adversários diretos pelo prêmio da Fifa se destacaram principalmente em competições com fase final em mata-mata (Liga dos Campeões e Copa do Mundo), o egípcio brilhou mesmo foi em um torneio que exige um nível muito maior de regularidade, o Campeonato Inglês. Na liga nacional mais importante do planeta, Salah foi o artilheiro (32 gols) e também levou três prêmios de craque da temporada.

O CARA DE LIVERPOOL

Salah foi o grande nome da reconstrução do Liverpool como um time importante do cenário europeu na última temporada. Foi graças ao atacante egípcio que os Reds voltaram a ser uma das equipes mais admiradas da Inglaterra e que retornaram à decisão da Liga dos Campeões após uma década. Na final contra o Real Madrid, Salah pouco pode fazer para evitar a derrota vermelha, já que precisou ser substituído após apenas 30 minutos em campo.

HOMEM DE DECISÃO

Dos três finalistas ao prêmio de melhor do mundo, Salah foi o que mais criou gols no período analisado pela Fifa (temporada 2017/18). Entre bolas empurradas por ele próprio para as redes adversárias e passes para companheiros marcarem, o egípcio produziu 66 situações que mudaram o placar de sua equipe, uma a mais que Cristiano Ronaldo. Já a soma de gols e assistências de Modric ficou em 14.

SALAHMANIA

O egípcio foi o “nome novo” do futebol europeu na última temporada. Após passagens discretas por Chelsea e Roma, explodiu no Liverpool e caiu no gosto popular por ser um cara muito ligado a obras sociais e com um carisma acima da média. Como a eleição da Fifa também é um concurso de popularidade (votos de torcedores comuns são contabilizados), a “Salahmania” acaba jogando a favor do atacante.


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