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7 personalidades do futebol que já falaram mal de Neymar
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Rafael Reis

É difícil encontrar alguém que não tenha uma opinião sobre Neymar. Muita gente o ama e sempre faz questão de colocá-lo no grupo dos candidatos a melhor jogador do mundo. Mas também não são poucos os que não têm muita paciência para ele e aproveitam qualquer oportunidade para espinafrá-lo em público.

A Copa do Mundo mostrou bem como o camisa 10 atrai opiniões fortes. Antes da competição, era comum ler nas redes sociais algo como “ele é o cara que vai levar o Brasil à conquista do hexa”.

Durante e depois da competição, seu comportamento foi duramente e criticado e algumas “valorizadas” em entradas dadas por adversários viraram memes de repercussão global.

E as críticas a Neymar não são exclusividade de torcedores e jornalistas. Várias pessoas do mundo do futebol também já o atacaram. Apresentamos abaixo sete delas:

ERIC CANTONA

O polêmico francês, um dos maiores nomes da história do Manchester United, passou boa parte da última Copa com o artilharia mirada para Neymar. Ainda no início do Mundial, Cantona ironizou o cabelo descolorido do atacante e o comparou a “miojo”. Depois, quando o camisa 10 chorou no fim da partida contra a Costa Rica, classificou o ato como “lágrimas de crocodilo”.  Por fim, entrou na onda de sacanear o craque por supostamente valorizar demais as faltas que recebe. “Essa é minha nova mala. Eu a chamo de Neymar. Por causa da cor, mas principalmente por causa disso: você mal encosta e ela gira, e gira por horas. À propósito, Neymar, você é um grande jogador e um grande ator.”juan

JOEY BARTON

O ex-meio-campista, que já chegou a ser preso por espancar um adolescente e até apagou um charuto no olho de um companheiro de time, foi durante muito tempo o crítico “número 1” de Neymar. Barton vivia usando o Twitter para ironizar as atuações do brasileiro quando jogava pelo Barcelona, questionou o valor da transferência para O PSG e também chamou o atacante de “Justin Bieber” do futebol. Aposentado desde o ano passado e agora técnico na terceira divisão inglesa, o ex-jogador deixou Neymar um pouco de lado e amenizou nos últimos meses suas críticas ao astro.

JUANFRAN

O lateral direito do Atlético de Madri protagonizou vários encontros explosivos dentro de campo contra Neymar enquanto brasileiro defendia as cores do Barcelona. Fora das quatro linhas, o espanhol afirmou à rádio Cadena Ser que não “faria muitas das coisas” que o atacante faz para provocar seus adversários porque foi “criado em um ambiente diferente, com família e amigos diferentes”.

JORDAN AMAVI

O lateral esquerdo do Olympique de Marselha, um dos principais rivais do Paris Saint-Germain na França, é outro que não é muito chegado em Neymar. Em fevereiro, o jogador afirmou, logo após a grave lesão no pé sofrida pelo brasileiro, que o camisa 10 do PSG joga o tempo todo pedindo para sofrer faltas e levar pancadas dos seus adversários. “Todo mundo sabe que ele tem talento, mas [atuando assim] é um pouco mais fácil dele se jogar”, disse, ao jornal “L’Équipe”.

 

CHRISTOPHER DUGARRY

As mais duras críticas ao comportamento de Neymar no futebol francês vieram do ex-atacante, campeão da Copa-1998 com os “Bleus”. Em abril, ao comentar sobre o fato de o brasileiro não ter ido ao estádio acompanhar o jogo que consagrou o Paris Saint-Germain como campeão nacional, Dugarry disse à rádio RMC Sports: “Ele cospe no clube. Eu acho isso escandaloso. Eu não aguento mais esse tipo de jogador que olha apenas para o próprio umbigo. É o coletivo que ganha as partidas, jamais as individualidades. E a gente pensa que o PSG pode ganhar a Champions League com atitudes como essa.”

CASAGRANDRE

O ex-atacante e hoje comentarista da TV Globo é mais um crítico recorrente de Neymar.  No começo do brasileiro, Casão chamou o atacante de “mimado” e reclamou do seu individualismo. Durante a Copa, atacou o jogador por não ter dado entrevista após a eliminação para a Bélgica: “Falar via Instagram é fácil e pouco significa.” Já no amistoso contra El Salvador, na última terça, o ex-centroavante detonou Neymar por falta de seriedade e abuso nas firulas contra um adversário de nível técnico bastante inferior.

RENÉ SIMÕES

“Estamos criando um monstro”. A crítica mais conhecida já feita a Neymar nasceu em 2010 e até hoje é replicada em redes sociais quando o atacante faz algo digno de reprovação. O autor da frase foi René Simões, então técnico do Atlético-GO. Após uma partida contra o Santos, o treinador alegou ter sido ofendido pelo futuro astro, que estava ainda em sua segunda temporada como profissional e tinha 18 anos.


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Como nova geração pode ajudar Tite a acabar com dependência de Neymar
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Rafael Reis

“A seleção brasileira é Neymar e mais dez jogadores”. Ao longo dos últimos anos, ouvir um torcedor (ou mesmo jornalista) soltando uma frase como essa foi algo relativamente corriqueiro.

Mas, pela primeira vez desde que estreou com a camisa amarela, logo após a Copa do Mundo-2010, o atacante pode mudar de status.

Neymar abre nesta sexta-feira, no amistoso contra o Estados Unidos, o ciclo de preparação para o Mundial do Qatar-2022 ainda como principal protagonista da seleção. Mas, ao longo dos próximos quatro anos, tudo indica que ganhará valiosa companhia.

É que uma nova safra de jovens brasileiros talentosos tem feito sucesso nos clubes que defendem. E eles prometem a, médio prazo, diminuir a “Neymardependência” da seleção comandada por Tite.

Richarlison, 21 anos, marcou três vezes nas quatro primeiras rodadas da Premier League inglesa pelo Everton e ocupa a vice-artilharia do campeonato nacional mais badalado do planeta.

O meia Arthur, 22, campeão da Libertadores do ano passado pelo Grêmio, ainda é reserva do Barcelona, mas vem ganhando elogios frequentes de Xavi, uma das maiores lendas da história do clube catalão.

Já Lucas Paquetá, 21, também meio-campista, é possivelmente o melhor jogador do Flamengo na temporada, apesar de não viver, propriamente, em lua de mel com o torcedor rubro-negro.

O trio foi convocado por Tite para a primeira data Fifa depois da Copa-2018 e deve estrear pela seleção principal contra os EUA ou ante El Salvador, na terça.

Dos 23 jogadores chamados para os dois amistosos, 12 não participam do Mundial da Rússia e nove jamais disputaram uma partida com a camisa brasileira.

E, mesmo fora dessa primeira lista de convocados para o novo ciclo, há um número expressivo de jovens que podem ganhar espaço na seleção nos próximos meses/anos e fazer com que a seleção chegue no Qatar-2022 não dependendo tanto de Neymar.

Vinícius Júnior e Rodrygo são os jogadores sub-18 mais caros da história do futebol. Cada um deles custou 45 milhões de euros (R$ 215 milhões).

O primeiro, que chegou à maioridade em julho, desembarcou no Real Madrid nesta temporada e, por enquanto, tem defendido o Castilla, a equipe B do atual tricampeão da Champions. Já o segundo tem 17 anos e ficará no Santos até a concretização da sua ida para o mesmo Real, provavelmente em julho de 2019.

Além disso, o Brasil tem ainda com David Neres, 21, destaque do último Campeonato Holandês pelo Ajax, e Malcom, 21, que chegou ao Barcelona depois de brilhar no Francês pelo Bordeaux.

E, claro, há ainda os “sobreviventes” da Copa-2014, os contemporâneos de Neymar que têm idade suficiente para disputar o próximo Mundial ainda em boas condições físicas, como Philippe Coutinho (Barcelona), 26, Douglas Costa (Juventus), 27, e Casemiro (Real Madrid), 26.

Ou seja, o astro do Paris Saint-Germain pode ficar tranquilo. Tudo indica que, nos próximos anos, a seleção brasileira não será “Neymar e mais dez”.


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Em nova temporada pelo PSG, Neymar finaliza, dribla e passa menos
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Rafael Reis

Após cair com a seleção brasileira nas quartas de final da Copa-2018 e protagonizar vários memes mundo à fora por supostamente exagerar na simulação de faltas, Neymar começou a temporada 2018/19 em baixa.

Segundo o site “WhoScored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, o desempenho do brasileiro nas duas primeiras partidas do Paris Saint-Germain no Campeonato Francês ficou aquém do registrado no seu primeiro ano pelo clube.

Nas vitórias por 3 a 0 sobre o Caen e 3 a 1 contra o Guingamp, os dados relativos a Neymar nos principais fundamentos ofensivos do jogo ficaram abaixo da média registrada pelo brasileiro na temporada passada.

A quantidade de dribles foi a que mais despencou. Em sua temporada de estreia na Ligue 1, o camisa 10 do PSG vencia em média 7,1 confrontos individuais com seus marcadores por jogo. No início da atual, foram apenas cinco dribles dados na soma das duas partidas.

A média de finalizações também está em trajetória de descendente (de 4,5 para 3,5 a cada 90 minutos de futebol), assim como a de passes distribuídos para seus companheiros de time (de 66,8 para 54).

O aproveitamento nos passes caiu junto. Na temporada passada, Neymar acertou 79,6% dos toques que tentou. Contra Caen e Guingamp, só 75% dos passes dados pelo atacante chegaram ao alvo certo.

O único fundamento ofensivo em que as estatísticas do brasileiro aumentaram também não é um bom sinal. A média de bolas perdidas por jogo do astro subiu de 6,3 em 2017/18 para 8,5 nesta temporada.

Nas duas primeiras partidas desta edição do Francês, Neymar marcou dois gols e deu uma assistência. Essa marca sim não é muito diferente da do ano anterior, quando meteu 19 bolas nas redes e deu 13 passes certeiros para seus companheiros em 20 apresentações na Ligue 1.

Reforço mais caro da história do futebol mundial, o homem de 222 milhões de euros (R$ 1 bilhão) não conseguiu levar o PSG ao sonhado título da Liga dos Campeões da Europa em seu primeiro ano na França.

O atacante perdeu os três últimos meses da temporada em virtude de uma fratura no pé direito e só voltou aos gramados nos amistosos pré-Copa da seleção brasileira.

Sem mostrar um grande futebol no Mundial da Rússia, ele ainda viu um dos seus companheiros de time, o atacante Kylian Mbappé, desempenhar papel de protagonista na conquista francesa e retornar ao PSG como o novo queridinho da torcida e da imprensa.

Atual campeão francês e líder da Ligue 1, a equipe da capital volta a campo neste sábado, quando enfrenta o Angers, em casa. Uma chance de ouro para Neymar sepultar o momento conturbado e voltar a mostrar o futebol da temporada passada.


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Recuperar a imagem tende a ser o maior desafio da carreira de Neymar
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Rafael Reis

Aos 26 anos, Neymar já superou inúmeros desafios ao longo de sua vida profissional. Primeiro, conseguiu se tornar jogador de futebol. Depois, provou que poderia se tornar um dos grandes do planeta. Também ganhou a Liga dos Campeões da Europa e conduziu a seleção brasileira ao título que lhe faltava, a medalha olímpica de ouro.

Mas, a partir deste domingo, às 16h (de Brasília), quando o Paris Saint-Germain recebe o Caen, pela primeira rodada do Campeonato Francês, o camisa 10 provavelmente terá de lidar com a missão mais complicada de sua trajetória: resgatar a imagem de ídolo global que tinha até pouco tempo atrás.

A tarefa é especialmente delicada porque não depende apenas da bola que Neymar é capaz de jogar. Só mostrar talento dentro das quatro linhas não será suficiente para que o brasileiro consiga ser o que dele se espera.

A Copa do Mundo foi extremamente prejudicial ao atacante, que imaginava antes da Rússia-2018 que poderia transformá-la em uma catapulta rumo ao prêmio de melhor jogador do planeta.

Bem, isso passou longe de acontecer. Neymar não conseguiu ser um dos protagonistas da competição e, de quebra, viu suas inúmeras quedas (algumas delas seguidas de vários rolamentos em campo e cara de dor digna de uma fratura) se transformarem em memes globais.

Resultado: seus críticos deixaram de ser vozes isoladas na Inglaterra, na Catalunha (região espanhola onde fica Barcelona), entre adversários do futebol francês e em parte do Brasil para virarem a maioria.

Hoje em dia, é muito mais fácil encontrar quem critique o astro do que quem levante a voz para defendê-lo.

Como mudar isso? A primeira tiro dado por seu estafe saiu completamente pela culatra. O vídeo publicitário bancado por um dos seus patrocinadores e exibido em horário nobre na Rede Globo em que o atacante pede desculpas ao povo brasileiro deu tão errado que virou piada nas redes sociais.

Para recuperar a simpatia dos torcedores e voltar a ser um fenômeno de popularidade similar a Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, Neymar terá de mudar de atitude.

O melhor caminho passa por adotar uma atitude mais discreta. Dentro de campo, o ideal é que ele passe a evitar tanto os contatos físicos com os adversários, para sofrer menos faltas, cair menos e não dar mais munição a quem tanto o acusa de ser “cai-cai”.

Longe das quatro linhas, o melhor a se fazer é desaparecer um pouco. Usar menos as redes sociais e não criar factoides que alimentem a imprensa é a chave para que apenas seu desempenho esportivo seja analisado.

Evitar possíveis conflitos com Kylian Mbappé também pode ser essencial. O jovem atacante, que aceitou ser seu fiel escudeiro na temporada passada, cresceu demais com a conquista do título mundial pela seleção francesa e ameaça seu protagonismo no PSG.

Bater de frente com ele e tentar manter “na marra” a posição de maior estrela do elenco não é das atitudes mais inteligentes. Afinal, seu companheiro de time virou um dos xodós do futebol mundial. Além disso, tudo que Neymar não precisa é se meter em alguma encrenca que possa arranhar ainda mais sua imagem.


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Conheça as vendas mais caras da história dos grandes clubes da Europa
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Rafael Reis

Quase todo mundo que acompanha de perto o mundo do futebol sabe que Neymar é a contratação mais cara da história do Paris Saint-Germain (e de qualquer outro clube). Mas quem aqui se lembra qual foi a maior venda do time francês em todos os tempos?

A resposta também é um brasileiro: David Luiz. O zagueiro cabeludo foi negociado pelo PSG com o Chelsea, há dois anos, por 35 milhões de euros (R$ 153,2 milhões).

O valor até parece pequeno se comparado aos 222 milhões de euros (R$ 971 milhões) da compra do camisa 10 da seleção brasileira, mas foi o máximo que a equipe parisiense já arrecadou com a transferência de um jogador.

Assim como David Luiz e Neymar, vários outros brasileiros estão na história por serem as maiores vendas já realizadas por clubes do primeiro escalão do futebol europeu.

Philippe Coutinho ocupa esse posto no Liverpool. Kaká ostenta esse recorde no Milan. O goleiro Alisson é o número um no ranking das transações da Roma. E Douglas Costa é a saída que mais colocou dinheiro nos cofres do Bayern de Munique.

Mas nenhum deles carrega o mesmo feito de Cristiano Ronaldo. O astro vencedor de cinco prêmios de melhor jogador do mundo, que defenderá a Juventus nesta temporada, é a maior venda da história de dois gigantes: Manchester United (94 milhões de euros, em 2009) e Real Madrid (117 milhões de euros, no mês passado).

Outro caso que chama a atenção é o do Manchester City. Um dos clubes do planeta que mais gastam com reforços, o atual campeão inglês nunca faturou mais que 31,5 milhões de euros (R$ 137,8 milhões) com a negociação de um jogador.

Sua maior venda aconteceu há 13 anos, quando o clube ainda nem era uma potência dentro do seu próprio país. Na ocasião, o atacante Shaun Wright-Philipps deixou Manchester para defender o Chelsea e bateu um recorde que nunca mais foi alcançado.

VENDAS MAIS CARAS DA HISTÓRIA DE CADA CLUBE:

Barcelona (ESP): Neymar (BRA/2017/Paris Saint-Germain) – 222 milhões de euros
Monaco (FRA): Kylian Mbappé (FRA/2018/Paris Saint-Germain) – 180 milhões
Liverpool (ING): Philippe Coutinho (BRA/2018/Barcelona) – 160 milhões
Real Madrid (ESP): Cristiano Ronaldo (POR/2018/Juventus) – 117 milhões
Borussia Dortmund (ALE): Ousmane Dembélé (FRA/2017/Barcelona) – 115 milhões
Juventus (ITA): Paul Pogba (FRA/2016/Manchester United) – 105 milhões
Tottenham (ING): Gareth Bale (GAL/2013/Real Madrid) – 101 milhões
Manchester United (ING): Cristiano Ronaldo (POR/2009/Real Madrid) – 94 milhões
Napoli (ITA): Gonzalo Higuaín (ARG/2016/Juventus) – 90 milhões
Inter de Milão (ITA): Zlatan Ibrahimovic (SUE/2009/Barcelona) – 69,5 milhões
Chelsea (ING): Diego Costa (ESP/2018/Atlético de Madri): 66 milhões
Milan (ITA): Kaká (BRA/2009/Real Madrid) – 65 milhões
Roma (ITA): Alisson (BRA/2018/Liverpool) – 62,5 milhões
Porto (POR): James Rodríguez (COL/2013/Monaco): 45 milhões
Atlético de Madri (ESP): Radamel Falcao García (COL/2013/Monaco) – 43 milhões
Benfica (POR): Ederson (BRA/2017/Manchester City) – 40 milhões
Bayern (ALE): Douglas Costa (BRA/2018/Juventus) – 40 milhões
Arsenal (ING): Marc Overmars (HOL/2000/Barcelona) – 40 milhões
Sporting (POR): João Mário (POR/2016/Inter de Milão) – 40 milhões
Paris Saint-Germain (FRA): David Luiz (BRA/2016/Chelsea) – 35 milhões
Manchester City (ING): Shaun Wright-Phillips (ING/2005/Chelsea) – 31,5 milhões


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Só Neymar movimentou mais dinheiro que CR7 em transferências na história
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Rafael Reis

Anunciado na última terça-feira como reforço da Juventus para as próximas quatro temporadas, Cristiano Ronaldo se tornou o segundo jogador da história do futebol que mais movimentou dinheiro em mudanças de clube.

Com os 105 milhões de euros (R$ 406 milhões) pagos ao clube italiano ao Real Madrid, o atacante português de 33 anos soma agora 218 milhões de euros (mais de R$ 990 milhões) em transferências acumuladas durante a carreira. Os dados são do Transfermarkt.

CR7 só movimentou menos dinheiro no Mercado da Bola que Neymar. O brasileiro, o jogador mais caro de todos os tempos, fez girar 310,2 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão) nas suas mudanças do Santos para Barcelona e, posteriormente, Paris Saint-Germain.

No caso de Cristiano Ronaldo, a transferência para a Juventus é sua terceira mudança de endereço desde que se tornou profissional.

O português estreou pelo Sporting aos 17 anos e permaneceu por lá apenas por uma temporada. Em 2003, foi contratado pelo Manchester United por 19 milhões de euros (R$ 86,3 milhões, na cotação atual) com a missão de ser o substituto de David Beckham, transferido para o Real.

Ronaldo seguiu o mesmo caminho e também se mandou para Madri, mas só depois de seis anos, três títulos ingleses, uma Liga dos Campeões e um prêmio de melhor jogador do mundo com a consagrada camisa 7 vermelha.

Para tirar o astro de Manchester, o Real teve desembolsar em 2009 uma quantia que jamais havia sido paga por um atleta de futebol: 94 milhões de euros (R$ 409 milhões). O valor permaneceu como recorde até 2013, quando o clube espanhol gastou 101 milhões de euros (R$ 459 milhões) para ter o galês Gareth Bale.

Em nove temporadas na Espanha, Ronaldo se tornou um dos nomes mais vencedores da história do Real e o maior artilheiro do clube em todos os tempos. Foram 451 gols em 438 partidas, além de quatro títulos de Champions e outras quatro vitórias na eleição de melhor do planeta.

Com o valor de mercado já reduzido devido à idade elevada, o português não teve mais como protagonizar uma transferência na casa dos 222 milhões de euros (R$ 1 bilhão), como a de Neymar para o PSG na última temporada.

No entanto, a ida para a Juventus faz de CR7 o primeiro trintão a ter uma negociação na casa dos 100 milhões de euros.

Antes dele, o veterano mais caro da história havia sido o zagueiro italiano Leonardo Bonucci, comprado pelo Milan na temporada passada, quando tinha 30 anos, por 42 milhões de euros (R$ 190,8 milhões).

JOGADORES QUE MAIS MOVIMENTARAM GRANA EM TRANSFERÊNCIAS

1 – Neymar (BRA) – 310,2 milhões de euros
2 – Cristiano Ronaldo (POR) – 218 milhões
3 – Kylian Mbappé (FRA) – 180 milhões
4 – Ángel di María (ARG) – 179 milhões
5 – Zlatan Ibrahimovic (SUE) – 169,1 milhões
6 – Philippe Coutinho (BRA) – 141,8 milhões
7 – Gonzalo Higuaín (ARG) – 141 milhões
8 – James Rodríguez (COL) – 140,6 milhões
9 – Romelu Lukaku (BEL) – 138,6 milhões
10 – Ousmane Dembélé (FRA) – 130 milhões

Fonte: Transfermarkt

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Por que Neymar desperta tanta antipatia?
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Rafael Reis

Neymar não é Pelé, Garrincha, Zico, Falcão, Romário, Ronaldo ou Ronaldinho Gaúcho. Apesar de ter futebol para pelo menos pleitear um lugar neste seleto grupo, o maior astro brasileiro de sua geração está longe de ser um ídolo nacional.

O que acontece é justamente o contrário. Cada meme sobre seu gosto por valorizar as faltas que recebe ou comentário nas redes sociais sobre seu novo penteado ou chance de gol desperdiçada mostram que boa parte dos torcedores brasileiros nutre uma grande antipatia pelo camisa 10 da seleção.

E esse sentimento vai além das nossas fronteiras. Só na Copa-2018, Neymar já foi acusado de fazer “palhaçadas” (Juan Carlos Osorio, técnico do México), de ser “patético” (Alan Shearer, ex-atacante da Inglaterra) e de parecer que “estava morrendo” por conta de uma suposta simulação (Peter Schmeichel, ex-goleiro da Dinamarca).

O fenômeno não é exclusivo do Mundial. A lista de jogadores, treinadores e comentaristas que já fizeram comentários ácidos sobre o atacante é farta e inclui até mesmo o atual comandante da seleção, Tite.

Mas, de onde será que vem toda essa onda de antipatia pelo craque do Paris Saint-Germain?

Não dá para classificar todo esse sentimento negativo como inveja pela qualidade técnica e os milhões que o jogador possui em sua conta bancária.

Afinal, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi até possuem seus “haters”, mas eles não fazem 10% do barulho de quem não gosta de Neymar. E a imagem global do português e do argentino é mais do que positiva. Eles são admirados e amados como o brasileiro não consegue ser.

Falar que as pessoas não gostam do jogador mais caro da história devido à sua fama de “cai-cai” também seria um grande exagero. O camisa 10 da seleção não é o único jogador que simula ou valoriza faltas.

Até mesmo os jogadores de melhor caráter já exageraram na cara de dor ao sofrerem uma entrada mais dura ou tentaram forçar um pênalti alguma vez na carreira.

A grande chave (apesar de não ser a única) para se compreender a antipatia que Neymar desperta parece ser mesmo a gestão de sua carreira.

Todo jogador tem o direito de mudar de clube quantas vezes quiser e sempre almejar algo melhor para a sequência de sua trajetória. O nome disso é profissionalismo. Mas o planeta parece achar que Neymar exagera nesse direito.

Seu estafe simplesmente não dá ao brasileiro a oportunidade de se tornar ídolo de uma torcida.

Os santistas, que viram o atacante nascer para o futebol, até hoje reclamam do fato de ele ter disputado a final do Mundial de Clubes-2011, contra o Barcelona, já acertado com o rival. Os culés, por sua vez, ainda não digeriram bem a saída do jogador para o Paris Saint-Germain. E os apoiadores do PSG não sentem segurança nenhuma de que em breve seu astro não retornará à Espanha para defender o Real Madrid.

O curioso é que todo mundo que convive com Neymar fala bem dele. O atacante costuma ser descrito por seus interlocutores e companheiros de time como um cara do bem, gente boa mesmo. As opiniões diferentes são bem raras.

Mas essa imagem de quem conhece bem o expoente máximo do futebol brasileiro na atualidade fica restrita a um pequeno grupo.

A antipatia por Neymar é bem maior. E reverter esse sentimento talvez seja sua missão mais complicada. Mais difícil até do que realizar seu sonho de ser eleito o melhor jogador do mundo.


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“Estrelas e estrelos”: 7 casais de celebridades da Copa do Mundo
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Rafael Reis

A Copa do Mundo-2018 é um palco para estrelas. A maior parte delas, como Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Mohamed Salah, a gente costuma ver dentro de campo nos gramados da Rússia.

Mas também há celebridades que ficam bem distante da área de jogo. Elas estão espalhadas pelas arquibancadas. São ex-jogadores, narradores, fãs de futebol ou simplesmente gente conhecida que foi ao estádio para torcer pelo amor de sua vida.

Afinal, muitos jogadores de futebol de primeiro escalão são casados ou namoram com personalidades tão ou até mais conhecidas do que eles próprios.

Apresentamos abaixo sete casais de celebridades que fazem parte da Copa-2018.

NEYMAR E BRUNA MARQUEZINE

Entre várias idas e vindas, o camisa 10 da seleção brasileira e a atriz antagonista da novela “Deus Salve o Rei” estão juntos desde 2012. Os dois começaram a namorar após os Jogos Olímpicos de Londres, mas só assumiram o relacionamento no ano seguinte. Depois de alguns términos e reaproximações, eles reataram em dezembro. Recentemente, protagonizaram um ensaio publicitário sensual para uma loja de departamentos.

GERARD PIQUÉ E SHAKIRA

O zagueiro da seleção espanhola e a cantora colombiana formam um dos casais mais conhecidos do futebol. Eles se conheceram na gravação do clipe de “Waka Waka”, música de Shakira escolhida como tema da Copa do Mundo-2010 e estão juntos desde então. O relacionamento deu origem a dois filhos: Milan, de 5 anos, e Sasha, de 3.

KEVIN TRAPP E IZABEL GOULART

O goleiro reserva do Paris Saint-Germain também deve assistir do banco aos jogos da Alemanha na Copa do Mundo, mas tem uma das namoradas mais conhecidas da competição. Trapp namora há dois anos a modelo brasileira Izabel Goulart, que integrou durante mais de uma década o seleto grupo de “angels” da Victoria Secret, e até aprendeu português para melhorar o relacionamento com ela.

SERGIO RAMOS E PILAR RUBIO

Não é por causa do casamento de seis anos com o capitão do Real Madrid e uma das estrelas da seleção espanhola que Pilar Rubio tem mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. A atriz tem uma carreira consolidada na TV espanhola e já apresentou programas em cinco emissoras diferentes. Atualmente, participa do elenco do talk show “El Hormiguero” e apresenta um reality show de luta.

DAVID DE GEA E EDURNE GARCÍA

Os jogadores da seleção espanhola são bem chegados em uma celebridade. No caso do goleiro De Gea, a escolhida é a cantora Edurne García, sua namorada desde 2010. Apesar de pouco conhecida fora da Espanha, ela já lançou seis álbuns e é muito famosa em sua terra natal. Não à toa, é uma das juradas da versão espanhola do reality show “Got Talent”, que foi produzido no Brasil pela Record.

ROBERT LEWANDOWSKI E ANNA LEWANDOWSKA

O centroavante e principal jogador da seleção polonesa sonha conquistar na Rússia-2018 um feito que, de certa forma, é corriqueiro para sua esposa. Anna Lewandowska, que é casada com o camisa 9 há cinco anos, já conquistou três medalhas em Campeonatos Mundiais de caratê. Também foi medalhista em dois Europeus da modalidade e subiu ao pódio 29 vezes em competições nacionais.

RADAMEL FALCAO GARCÍA E LORELEI TARÓN

O capitão e centroavante da seleção colombiana é casado há 11 anos com a cantora e compositora argentina Lorelei Tarón. Especializada em música gospel, ela lançou em 2017 seu álbum mais recente “No Me Rendiré”, com 12 canções. A mais famosa delas, justamente a que dá nome ao disco, já tem mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.


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7 jogadores da Copa-2018 que já tiveram problemas com a Justiça
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Rafael Reis

Jogadores de futebol, especialmente os de primeiro escalão que estarão em campo a partir desta quinta-feira (14) na Copa do Mundo-2018, são ídolos endeusados por crianças, adolescentes e adultos.

Mas, por mais talento que eles demonstrem com a bola nos pés, também são pessoas normais, que acertam e erram no dia a dia de suas vidas pessoais. E esses erros muitas vezes os levam a responder processos judiciais.

Apresentamos abaixo sete jogadores de futebol inscritos no Mundial da Rússia que já tiveram problemas judiciais. E, sim, a dupla que vem protagonizando o futebol na última década faz parte desta lista.

LIONEL MESSI
Meia-atacante
30 anos
Barcelona (ESP)
Argentina

O melhor jogador do mundo em 2009, 2010, 2011, 2012 e 2015 chegou a ser condenado a 21 meses de prisão no ano passado por ter sonegado 4,1 milhões de euros (R$ 18,2 milhões) em impostos ao Fisco espanhol entre 2007 e 2009. A pena do craque da seleção argentina e do Barcelona foi posteriormente reduzida para uma multa superior a 500 mil euros (R$ 2,2 milhões).

CRISTIANO RONALDO
Atacante
33 anos
Real Madrid (POR)
Portugal

Também eleito cinco vezes o melhor do planeta (2008, 2013, 2014, 2016 e 2017), o astro português também tem problemas com a Justiça espanhola em virtude de fraudes fiscais. Cristiano Ronaldo é acusado de ter deixado de pagar 14,7 milhões de euros (R$ 55,6 milhões) em impostos e chegou a ter a prisão pedida por uma das chefes da Receita espanhola. O caso de CR7, no entanto, ainda não foi julgado.

NEYMAR
Atacante
26 anos
Paris Saint-Germain (FRA)
Brasil

O camisa 10 da seleção de Tite na Copa da Rússia-2018 enfrentou processos judiciais por questões fiscais no Brasil e também na Espanha. Por aqui, o craque é acusado de ter usado empresas que possui em sociedade com o pai para deixar de pagar R$ 63,6 milhões em impostos entre 2012 e 2014. Já na Europa, chegou a ter a prisão solicitada pela promotoria espanhola por supostas fraudes na transferência do Santos para o Barcelona. Ambos os casos ainda não foram julgados.

JAVIER MASCHERANO
Zagueiro-volante
34 anos
Hebei Fortune (CHN)
Argentina

O que não falta são jogadores com problemas judiciais por sonegação de impostos, principalmente na Espanha. Em 2015, quando ainda atuava no Barcelona, Mascherano admitiu ter cometido fraude fiscal no valor de 1,5 milhão de euros (R$ 6,7 milhões) entre 2011 e 2012. Condenado a um ano de prisão, pagou multa de 816 mil euros (R$ 3,6 milhões) e escapou da cadeia.

RAHEEM STERLING
Atacante
23 anos
Manchester City (ING)
Inglaterra

A sonegação de impostos é o mais frequente, mas não o único motivo que lega jogadores de futebol a terem problemas judiciais. Um dos principais nomes da seleção inglesa, Raheem Sterling foi acusado duas vezes de agressão a mulheres com quem estava se relacionando. Em ambos os casos, o atacante acabou absolvido.

FABIAN DELPH
Meia
28 anos
Manchester City (ING)
Inglaterra

O problema no meio-campista do English Team foi misturar álcool com direção. Em 2008, quando ainda estava no início da carreira e defendia o Leeds United, ele foi preso por conduzir um veículo com mais quatro pessoas sob efeito de bebida. Delph foi julgado, considerado culpado e condenado a pagar uma multa de 1.400 libras (R$ 7.100).

MANUEL DA COSTA
Zagueiro
32 anos
Basaksehir (TUR)
Marrocos

O zagueiro nascido na França, que defendeu as seleções de base de Portugal e hoje faz parte do elenco de Marrocos, tem um histórico cheio de problemas disciplinares. Em 2011, ele foi indiciado por assédio sexual e agressão contra uma garota em uma boate na Inglaterra. Da primeira acusação, ele escapou. Mas, na segunda, acabou condenado. Da Costa também já foi preso por dirigir sob efeito de álcool.


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Sem CR7 e com Neymar? Como será o Real Madrid da próxima temporada?
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Rafael Reis

Campeão europeu pela 13ª vez na história e vencedor de quatro das cinco edições mais recentes da Champions, o Real Madrid pode passar por uma verdadeira revolução na próxima temporada.

O clube, que sonha com a contratação de Neymar e também pretende buscar reforços para a meta e para a defesa, corre risco de ficar sem Cristiano Ronaldo depois da Copa do Mundo-2018.

A revelação foi feita em tom misterioso pelo próprio jogador depois da vitória por 3 a 1 sobre o Liverpool, no sábado, que deu ao Real mais um título do torneio interclubes mais importante do planeta.

“Foi muito bonito jogar no Real Madrid. Nos próximos dias, darei uma resposta aos torcedores, que sempre estiveram ao meu lado. Por enquanto, é hora de desfrutar”, disse o português à “Bein Sports”.

Caso o veterano de 33 anos realmente deixe o Santiago Bernabéu, o Real já sabe quem deseja contratar para liderar sua equipe a partir de agosto.

Neymar é sonho antigo da equipe da capital espanhola. E vem convivendo nos últimos meses com vários rumores que sua passagem pelo Paris Saint-Germain pode ser encurtada por uma transferência para Madri.

Até mesmo o ex-atacante Ronaldo, que é embaixador do Real, foi escalado para ajudar na tentativa de tirar o camisa 10 da seleção brasileira da capital francesa para levá-lo de volta à Espanha.

O maior empecilho ao negócio é o fato de o atual contrato de Neymar não prever multa rescisória. Ou seja, se quiser contratar o atacante, o atual tricampeão europeu terá de convencer o PSG a vendê-lo.

Mas o maior craque brasileiro da atualidade não é o único representante do futebol pentacampeão mundial que está na lista de compras do Real para a próxima temporada.

A diretoria do time dirigido pelo técnico francês Zinédine Zidane não está satisfeita com o goleiro costarriquenho Keylor Navas e pretende aproveitar a janela de transferências para encontrar um novo camisa 1.

O favorito para a vaga seria Alisson, titular da Roma e também da seleção de Tite. De acordo com o jornal italiano “Corriere dello Sport”, o clube italiano planeja fazer jogo duro e só aceitará se desfazer do brasileiro se receber uma proposta na casa dos 100 milhões de euros (R$ 426 milhões).

Outro nome da Roma que pode aparecer no Real é o zagueiro grego Kostas Manolas. Segundo o jornal “Marca”, o defensor foi oferecido aos espanhóis, que contam atualmente com Sergio Ramos, Raphaël Varane, Nacho e Jesús Vallejo para o setor.

O clube também tem o direito de pedir já no meio deste ano a integração do meia-atacante brasileiro Vinícius Júnior. O garoto foi contratado no Flamengo ainda em 2017 e vai continuar atuando no Brasil enquanto o Real não quiser levá-lo à Espanha.

POSSÍVEIS SAÍDAS

Cristiano Ronaldo não é o único nome importante do Real cotado para deixar o clube na próxima temporada. Karim Benzema e Gareth Bale, seus companheiros de ataque nos últimos anos, também vivem essa situação.

O francês, autor do primeiro gol da decisão contra o Liverpool, vem sendo especulado em vários clubes ingleses, como Manchester United, Tottenham e West Ham. Já Bale, que marcou os outros dois gols contra os Reds, vem sendo “namorado” pelo Chelsea.

Outro nome também bastante cotado para deixar Madri é o croata Mateo Kovacic, uma espécie de primeiro reserva de Casemiro, Luka Modric e Toni Kroos. De acordo com o “Marca”, Juventus e Inter de Milão têm interesse em contratá-lo.


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