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Messi alcança Neymar, mas ainda não chega ao top 10 da Chuteira de Ouro
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Rafael Reis

A exibição de gala de Lionel Messi na goleada por 4 a 0 contra o Espanyol, no sábado, fez o astro do Barcelona subir algumas colocações no ranking da Chuteira de Ouro, mas ainda foi insuficiente para colocá-lo no top 10 do prêmio destinado ao maior artilheiro das competições nacionais da Europa na temporada.

O argentino, que é o atual campeão e maior vencedor da história do troféu, com cinco conquistas (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018), marcou duas vezes no clássico da Catalunha, ambas em cobranças perfeitas de falta.

Crédito: Divulgação

Com a grande atuação, Messi chegou a 11 gols no Campeonato Espanhol e 22 pontos na Chuteira de Ouro. Agora, o craque está empatado com o brasileiro Neymar, do Paris Saint-Germain, na 13ª colocação.

A dupla está a nove pontos de distância do líder do ranking, o brasileiro Liliu, do estoniano Nömme Kalju, que já encerrou sua participação na temporada. Na prática, precisa marcar cinco vezes para tirar essa diferença.

Os únicos integrantes do top 10 que atuam em ligas de primeira grandeza do Velho Continente são Kylian Mbappé (PSG) e o argentino Emiliano Sala (Nantes), que dividem a liderança da artilharia do Campeonato Francês, com 12 gols, somam 24 pontos no prêmio e estão na sétima posição.

O Brasil não fatura o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/99. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

Vencedor da última temporada, Messi marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos para conquistar a Chuteira de Ouro pela quinta vez na carreira.

“Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 31 pontos (31 gols)
2º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 30 pontos (30 gols)
Paulinho (BRA, BK Häcken) – 30 pontos (20 gols)
4º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 27 pontos (27 gols)
Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 27 pontos (18 gols)
7º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 24 pontos (12 gols)
Mbaye Diagne (SEN, Kasimpasa) – 24 pontos (16 gols)
Emiliano Sala (ARG, Nantes) – 24 pontos (12 gols)
8º – Nikolay Komlichemko (RUS, Mlada Boleslav) – 22,5 pontos (15 gols)
Pavel Savitskiy (BLR, Dínamo Brest) – 22,5 pontos (15 gols)
Robert Skov (DIN, Copenhague) – 22,5 pontos (15 gols)


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Neymar entra no top 10 da Chuteira de Ouro e fica a 5 gols da liderança
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Rafael Reis

Apesar do primeiro tropeço do Paris Saint-Germain nesta edição do Campeonato Francês e das dores na virilha que o fizeram ser substituído, Neymar teve um bom motivo para comemorar no último fim de semana.

Com o gol marcado no empate por 2 a 2 com o Bordeaux, no domingo, o brasileiro entrou pela primeira vez na temporada no top 10 da Chuteira de Ouro, o prêmio concedido ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa.

Crédito: Divulgação/PSG

O camisa 10 do PSG soma 11 gols nesta temporada Ligue 1 e, consequentemente, 22 pontos no ranking da disputa promovida por vários veículos de imprensa da Europa. Assim, divide a décima colocação com o argentino Emiliano Sala (Nantes) e com o uruguaio Cristhian Stuani (Girona).

O trio está a nove pontos de distância do líder da Chuteira de Ouro, o brasileiro Liliu, do estoniano Nömme Kalju, que já encerrou sua participação em 2018/19. Na prática, precisa marcar cinco vezes para tirar essa diferença.

Além de Neymar, Sala e Stuani, apenas mais um jogador que atua em uma liga nacional de primeira grandeza (aquelas em que cada gol vale dois pontos) está no top 10 do ranking: o francês Kylian Mbappé, companheiro do astro brasileiro do PSG, que ocupa o sétimo lugar, com 24 pontos.

O Brasil não fatura o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/99. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

“Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 31 pontos (31 gols)
2º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 30 pontos (30 gols)
Paulinho (BRA, BK Häcken) – 30 pontos (20 gols)
4º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 27 pontos (27 gols)
Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 27 pontos (18 gols)
7º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 24 pontos (12 gols)
8º – Nikolay Komlichemko (RUS, Mlada Boleslav) – 22,5 pontos (15 gols)
Pavel Savitskiy (BLR, Dínamo Brest) – 22,5 pontos (15 gols)
10º – Emiliano Sala (ITA, Nantes) – 22 pontos (11 gols)
Neymar (BRA, Paris Saint-Germain) – 22 pontos (11 gols)
Cristhian Stuani (URU, Girona) – 22 pontos (11 gols)


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Marcador de Neymar, ex-Atlético faz sucesso na França como “carrapato”
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Rafael Reis

Com 100% de aproveitamento nesta edição do Campeonato Francês, Neymar e o Paris Saint-Germain têm pela frente neste domingo um dos maiores “carrapatos” da liga do país vencedor da última Copa do Mundo.

Ex-jogador do Atlético-PR, o volante brasileiro Otávio, do Bordeaux, é o terceiro maior ladrão de bolas da Ligue 1 nesta temporada. De acordo com o site “WhoScored?”, o meia de 24 anos tem uma média de 4,1 desarmes por jogo.

Crédito: Divulgação/Bordeaux

O camisa 5 só fica atrás do malinês Adama Mbengue, do Caen, que tira 4,5 bolas dos adversários por partida, e do marfinense Ibrahim Sangaré, do Toulouse, com 4,3 desarmes a cada 90 minutos em campo.

Dentre os brasileiros, Otávio sobra. Quem mais se aproxima de sua marca na primeira divisão francês é o meia Lucas Evangelista, ex-São Paulo e atualmente no Nantes, que recupera em média 2,5 posses por jogo.

É nesse poder de marcação do brasileiro, que deve ficar responsável por tentar neutralizar Neymar, que o Bordeaux confia para fazer algo que ninguém na França conseguiu na atual temporada: tirar pontos do PSG.

O campeão nacional venceu todas as 14 partidas que disputou até o momento no campeonato e já disparou rumo a mais um título. Seus números de gols marcados (46) e sofridos (7) são outras provas do quanto está sobrando na competição.

“O PSG tem um time fantástico, ganharam o campeonato na temporada passada e montaram um grupo ainda mais forte. São todos jogadores de muita qualidade, nível de seleção. Mas no futebol tudo pode acontecer, as coisas se decidem dentro de campo. É difícil, mas não impossível. Até agora ninguém conseguiu, mas vamos fazer o nosso melhor e aproveitar que estaremos jogando em casa para tentar surpreendê-los”, afirmou Otávio.

Esta é a segunda temporada do brasileiro na França. No ano de estreia, revezou-se bastante entre o time titular e o banco de reservas. Agora, conseguiu virar absoluto no esquema do técnico Eric Bedouet e o grande ladrão de bolas da equipe.

“Hoje consigo entender bem melhor como funcionam as coisas por aqui, o futebol é um pouco diferente do Brasil e você precisa passar por esse período de aprendizado. Estou feliz pela sequência de jogos e tenho plena confiança na comissão técnica. O trabalho está sendo bem feito e acredito muito no potencial da nossa equipe.”

Além de Otávio, o Bordeaux conta com mais um brasileiro no elenco: o zagueiro Pablo, ex-Corinthians, que tem feito parte das últimas convocações de Tite para a seleção.


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Com CR7 no topo, conheça os 10 jogadores de maior sucesso no Instagram
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Rafael Reis

O número de seguidores no Instagram é um importante indicativo de popularidade no mundo das celebridades. Atores, cantores e modelos ganham mais dinheiro com publicidade dependendo da quantidade de pessoas que costumam acompanhar suas postagens nas redes sociais.

Com jogadores de futebol, não é muito diferente. Apesar de eles normalmente faturarem mais com os salários pagos pelos clubes do que fazendo campanhas para patrocinadores, os principais atletas do mundo também fazem questão de bombar no Instagram.

Crédito: Instagram

Mas qual será que é o jogador de maior sucesso na rede social das fotos e dos vídeos?

A resposta para a pergunta acima não é surpresa nenhuma. Afinal, o astro português Cristiano Ronaldo não é apenas o atleta de futebol mais popular do Instagram, como também o perfil individual de maior sucesso de toda a rede.

O camisa 7 da Juventus assumiu a primeira colocação no final de outubro, quando ultrapassou Selena Gomez. Atualmente, sua página é acompanhada por 147 milhões de pessoas. Já a cantora tem 144 milhões de seguidores.

Em sua conta no Instagram, Ronaldo costuma alternar postagens de jogos e treinos da Juventus com fotos familiares ao lado da esposa, Georgina Rodríguez, e de seus quatro filhos. Propagandas até dão as caras, mas são relativamente raras.

Dentre os jogadores de futebol, a vantagem de CR7 é imensa. O craque tem 41 milhões a mais de assinantes em seu perfil que o segundo no ranking, o brasileiro Neymar, do Paris Saint-Germain. Esse número equivale aproximadamente à população inteira de um país como a Ucrânia.

Além de Ronaldo e Neymar, apenas mais um nome do mundo da bola está na casa dos 100 milhões de seguidores: o argentino Lionel Messi, do Barcelona, outro pentacampeão do prêmio de melhor do planeta.

O quarto colocado no ranking, o colombiano James Rodríguez, não tem nem 50% da audiência dos integrantes do pódio. O meia do Bayern de Munique conta com cerca de 40 milhões de assinantes.

O top 10 conta com jogadores de nove nacionalidades diferentes. O Brasil é o único país com dois nomes na lista. O lateral esquerdo Marcelo, do Real Madrid, que tem 33,6 milhões de seguidores e aparece na sétima posição, faz companhia a Neymar.

Já a França, atual campeã do mundo, aparece apenas no nono lugar, com o meia Paul Pogba, do Manchester United, seguido por 30,6 milhões de pessoas.

Os atacantes Antoine Griezmann, do Atlético de Madrid, e Kylian Mbappé, do PSG, as outras estrelas da seleção, ficaram fora da lista. O primeiro tem pouco mais de 22 milhões de seguidores, enquanto o jovem astro conta 23,2 milhões de “curiosos” no seu encalço.

OS 10 JOGADORES DE MAIOR SUCESSO NO INSTAGRAM

1 – Cristiano Ronaldo (POR/Juventus) – 147 milhões de seguidores
2 – Neymar (BRA/Paris Saint-Germain) – 106 milhões
3 – Lionel Messi (ARG/Barcelona) – 102 milhões
4 – James Rodríguez (COL/Bayern de Munique) – 40,5 milhões
5 – Gareth Bale (GAL/Real Madrid) – 37,6 milhões
6 – Zlatan Ibrahimovic (SUE/Los Angeles Galaxy) – 35,7 milhões
7 – Marcelo (BRA/Real Madrid) – 33,6 milhões
8 – Luis Suárez (URU/Barcelona)  – 31,1 milhões
9 – Paul Pogba (FRA/Manchester United) – 30,6 milhões
10 – Sergio Ramos (ESP/Real Madrid) – 28,5 milhões


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Rafael Reis

Já classificado para as oitavas de final da Liga dos Campeões, o Barcelona tem o reforço de um “jogador nota 10” para a partida contra o PSV Eindhoven, nesta quarta-feira, às 18h (de Brasília), na Holanda, que pode assegurar o time na primeira colocação do Grupo B com uma rodada de antecipação.

Depois de desfalcar a equipe catalã nos dois jogos contra a Inter de Milão devido a uma fratura no braço direito, Lionel Messi está novamente à disposição do técnico Ernesto Valverde para um compromisso do torneio continental.

De acordo com “WhoScored?”, site especializado nas estatísticas do futebol e que transforma os dados relativos ao desempenho nos mais diferentes fundamentos em notas que medem a atuação dos jogadores, o argentino tem sido perfeito nesta edição da Champions.

O camisa 10 do Barça recebeu nota 10 dos algoritmos do site nas duas partidas que disputou até o momento: vitória por 2 a 1 sobre o Tottenham, na Inglaterra, e goleada por 4 a 0 sobre o PSV.

Na soma desses dois jogos, Messi marcou cinco vezes. Até o início da quinta rodada da fase de grupos, ele dividia a artilharia do torneio com o bósnio Edin Dzeko, da Roma, mesmo tendo jogado apenas metade dos compromissos.

Ser o craque da Champions na avaliação do algoritmo do “WhoScored?” não é nenhuma novidade para o astro. Ele também teve a melhor média da competição em 2010/11 (8,87), 2011/12 (8,88), 2014/15 (8,90).

Mas em nenhuma das edições anteriores do torneio continental, o argentino teve um início tão promissor, com duas notas 10 em sequência.

Até o momento, quem mais se aproxima do seu desempenho nesta fase de grupos é Dzeko, que recebeu uma nota média de 8,49. Neymar, do Paris Saint-Germain, ocupa a terceira colocação, com 8,47.

O atacante do PSG é o único brasileiro no top 10 do ranking, que conta ainda com astros do nível de Toni Kroos (Real Madrid), David Silva (Manchester City) e Paulo Dybala (Juventus), além de surpresas como o atacante holandês Justin Kluivert (Roma) e o goleiro canadense Milan Borjan (Estrela Vermelha).

O Barcelona lidera o Grupo B da Champions, com dez pontos, três a mais que a Inter de Milão. Se vencer o PSV nesta quarta, já terá assegurados o primeiro lugar da chave e a vantagem de decidir em casa nas oitavas.

OS 10 MELHORES JOGADORES DA CHAMPIONS 2018/19*

1 – Lionel Messi (ARG/Barcelona) – 10
2 – Edin Dzeko (BOS/Roma) – 8,49
3 – Neymar (BRA/Paris Saint-Germain) – 8,47
4 – Toni Kroos (ALE/Real Madrid) – 8,23
5 – David Silva (ESP/Manchester City) – 8,20
6 – Gareth Bale (GAL/Real Madrid) – 8,20
7 – Justin Kluivert (HOL/Roma) – 8,15
8 – Nabil Fekir (FRA/Lyon) – 8,03
9 – Paulo Dybala (ARG/Juventus) – 7,99
10 – Milan Borjan (CAN/Estrela Vermelha) – 7,85

*até o início da quinta rodada da fase de grupos, de acordo com o “WhoScored?”

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Aos 19, Mbappé é melhor na seleção que Messi e Cristiano Ronaldo
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Rafael Reis

Vinte e seis jogos, dez gols e o principal: um título mundial conquistado com papel de protagonista. Aos 19 anos e 10 meses, Kylian Mbappé já tem currículo de gente grande pela seleção francesa.

Tão grande que seu início de trajetória pelos Bleus é mais rico do que as histórias que foram construídas pelos mais valiosos jogadores do primeiro escalão do futebol mundial contemporâneo quando tinham a mesma idade.

O português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o brasileiro Neymar não tinham o mesmo número de partidas que Mbappé por suas seleções antes do 20º aniversário. A quantidade de gols marcados com as camisas nacionais também fica abaixo das bolas metidas nas redes pelo jovem astro francês.

CR7 é quem mais se aproxima do camisa 7 do Paris Saint-Germain no jogos disputados pela seleção como sub-19. O pentacampeão do prêmio de melhor jogador do mundo foi a campo 20 vezes por Portugal nessa condição.

Já na força goleadora, o melhor do grupo é Neymar. O hoje companheiro de ataque de Mbappé marcou oito vezes pela seleção brasileira antes de chegar aos 20 anos.

O craque do futebol pentacampeão mundial é também o único que supera o francês na frequência de gols com a camisa nacional durante a juventude. Quando tinha a idade do jovem astro, o brasuca ostentava média de 0,53 bola na rede por partida.

Os números do francês ficam um pouco abaixo: 0,38 gol por jogo. Ele, no entanto, possui no currículo algo que os rivais até hoje não conseguiram: o título mais importante de todos, o da Copa do Mundo.

O craque, que teve uma atuação de gala nas oitavas de final, contra a Argentina, foi apenas o segundo jogador sub-20 da história a marcar na decisão da competição. Além dele, somente um tal de Pelé conseguiu o feito (em 1958).

Rei da precocidade, Mbappé estreou pela seleção principal na vitória por 3 a 1 sobre Luxemburgo, em 25 de março de 2017, quando tinha 18 anos, três meses e cinco dias. O primeiro gol demorou cinco meses (e cinco partidas): saiu nos minutos finais do 4 a 0 aplicado sobre a Holanda, em agosto do mesmo ano.

O atacante é o segundo jogador mais novo da história a jogar pela equipe adulta francesa (perde para Maryan Wisniewski, que fez sua estreia aos 18 anos e dois meses na década de 1950) e o mais jovem a balanças as redes desde 1963.

Com Mbappé como estrela, a França visita a Holanda, nesta sexta-feira, pela penúltima rodada do Grupo 1 da Liga das Nações. Os atuais campeões mundiais só precisam de um empate para assegurar a classificação para a fase final da competição europeia.

CRAQUES AOS 19 ANOS (POR SUAS SELEÇÕES)

Kylian Mbappé (FRA) – 26 jogos, 10 gols (0,38 gol por partida)
Cristiano Ronaldo (POR) – 20 jogos, 7 gols (0,35 gol por partida)
Neymar (BRA) – 15 jogos, 8 gols (0,53 gol por partida)
Lionel Messi (ARG) – 14 jogos, 4 gols (0,29 gol por partida)


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Chuteira de Ouro tem tríplice empate na liderança; Neymar cola no top 10
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Rafael Reis

O atacante brasileiro Liliu, que atua no Nömme Kalju, da Estônia, ganhou companhia dupla na liderança da Chuteira de Ouro, prêmio que é concedido a cada temporada pela imprensa europeia ao maior artilheiro das ligas nacionais do continente.

O jogador, que é natural de Bauru e praticamente um desconhecido em seu país natal, foi alcançado no topo do ranking pelo georgiano Zakaria Beglarishvili, que também joga no futebol estoniano, e por outro brasuca, Paulinho, do BK Häcken, da Suécia.

Os três atacantes têm 30 pontos cada na briga pela Chuteira de Ouro. A diferença é que Liliu e Beglarishvili precisaram de 30 gols para alcançar essa pontuação. Já Paulinho beneficiou-se do fato de o Campeonato Sueco ter um peso maior (1,5 ponto por bola na rede) para alcançar a mesma marca com 20 tentos.

Apesar da tríplice liderança, dificilmente um deles será o vencedor do prêmio. O trio está na frente porque as competições que eles disputam possuem um calendário diferente, mais semelhante ao do Brasil, com começo no fim do ano e encerramento ainda em 2018.

Tradicionalmente, quem ganha a Chuteira de Ouro são os jogadores que atuam em ligas nacionais que adotam o “calendário europeu” e premiam cada gol com 2 pontos, como Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França.

Atualmente, só dois dos integrantes do top 10 preenchem esses requisitos. O francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, é o oitavo colocado, com 22 pontos. O italiano Emiliano Sala, do Nantes, aparece em décimo, com dois pontos a menos.

Quem também já está perto dos líderes da Chuteira de Ouro é Neymar. O camisa 10 do PSG e principal nome do futebol pentacampeão mundial na atualidade é o 12º na classificação. Com nove gols no Campeonato Francês, ele tem 18 pontos na corrida pela artilharia.

O Brasil não fatura o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 30 pontos (30 gols)
Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 30 pontos (30 gols)
Paulinho (BRA, BK Häcken) – 30 pontos (20 gols)
4º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 27 pontos (27 gols)
Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 27 pontos (18 gols)
7º – Pavel Savitskiy (BLR, Dínamo Brest) – 22,5 pontos (15 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 22 pontos (11 gols)
9º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
10º – Emiliano Sala (ITA, Nantes) – 20 pontos (10 gols)
Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 20 pontos (20 gols)


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Neymar corta cartões pela metade e tem ano mais disciplinado na Europa
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Rafael Reis

Em sua segunda temporada com a camisa do Paris Saint-Germain, Neymar resolveu dar um pouco menos de trabalho para a arbitragem.

O atacante brasileiro, reconhecido internacionalmente pelas simulações em faltas, reclamações com os juízes e exageros na hora de revidar as entradas que recebe dos marcadores, viu diminuir pela metade seus atos de indisciplina dentro de campo.

Nos seus primeiros 13 jogos pelo PSG em 2018/19, o camisa 10 recebeu apenas dois cartões amarelos (contra Nimes e Lyon, ambos pelo Campeonato Francês). Na temporada anterior, com o mesmo número de partidas, já havia sido advertido quatro vezes e até expulso de campo.

No ano 1 de Neymar na França, o brasileiro foi punido oito vezes (sete amarelos e um vermelho) ao longo de 30 partidas. Na média, ele recebeu 0,27 cartão por apresentação, pouco mais de uma advertência a cada quatro partidas.

Já neste início de temporada, a média de sanções recebidas pelo craque brasileiro despencou para 0,15 por jogo, sua marca pessoal mais baixa desde que chegou ao futebol europeu, em 2013.

Apesar da melhora de comportamento, Neymar ainda é mais indisciplinado do que outros jogadores de sua posição que se destacam no futebol mundial. Lionel Messi e Eden Hazard, por exemplo, só receberam um amarelo cada na temporada.

Coincidência ou não, o brasileiro começou a ser menos punido pela arbitragem quando passou a apanhar menos dos seus marcadores. De acordo com o site “WhoScored”, especializado nas estatísticas do futebol, a média de faltas sofridas por ele caiu de 5,2 para 3,1 em 2018/19.

Como tem levado um número menor de porradas, o astro do PSG tem ficado menos nervoso em campo. Resultado: as simulações, as reclamações e os revides também caíram bruscamente.

Neymar foi o jogador mais caçado da última Copa do Mundo. Durante a Rússia-2018, a fama de cai-cai do brasileiro tomou uma nova proporção, e ele protagonizou vários memes que viralizaram na internet.

O PSG lidera o Campeonato Francês, com 100% de aproveitamento depois de 11 rodadas. Na sexta-feira, recebe o Lille, vice-líder da competição, que tem oito pontos a menos.

MÉDIA DE CARTÕES DE NEYMAR POR TEMPORADA:

2018/19 (PSG): 0,15 (2 amarelos em 13 partidas)
2017/18 (PSG): 0,27 (7 amarelos e 1 vermelho em 30 partidas)
2016/17 (Barcelona): 0,33 (15 amarelos em 45 partidas)
2015/16 (Barcelona): 0,22 (11 amarelos em 49 partidas)
2014/15 (Barcelona): 0,16 (8 amarelos em 51 partidas)
2013/14 (Barcelona) 0,22 (9 amarelos em 41 partidas)


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Por que a Chuteira de Ouro está sendo dominada por desconhecidos?
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Rafael Reis

A Chuteira de Ouro, prêmio concedido ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa na temporada, continua nas mãos dos nanicos.

O brasileiro Liliu, que iniciou a carreira no interior paulista e hoje defende o Nömme Kalju, da Estônia, mantém a liderança, com 30 pontos. E seus principais oponentes no ranking são, assim como ele, praticamente desconhecidos no cenário internacional.

Os setes primeiros colocados na corrida para a Chuteira de Ouro jogam em ligas pouco expressivas. Além de Liliu, há mais dois jogadores que atuam na Estônia (Zakaria Beglarishvili e Roman Debelk) e atletas que defendem times de Irlanda (Patrick Hoban), Suécia (Paulinho e Linus Hallenius) e Finlândia (Klauss).

Só então aparece o primeiro jogador que atua em um país de futebol mais expressivo, o francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, que ocupa a oitava posição, com 20 pontos.

Além do jovem campeão mundial, o top 10 do prêmio conta com apenas mais um jogador de um campeonato grande: o polonês Krzysztof Piatek, do Genoa, décimo, com 18 pontos. Neymar é o 21º colocado (16). Cristiano Ronaldo e Lionel Messi dividem o 37º lugar (14).

A vantagem dos nanicos neste início de temporada pode ser explicada pela diferença no calendário dos países. Os primeiros colocados da artilharia europeia jogam em ligas que começaram no primeiro semestre, e não apenas depois da Copa do Mundo.

O Campeonato Estoniano, por exemplo, já está em sua 34ª rodada, e cada time só jogará mais duas vezes antes de entrar de férias. Já as ligas mais importantes do continente estão completando agora a primeira dezena de partidas.

Com o tempo, a tendência é que os grandes artilheiros da Europa ultrapassem os jogadores menos conhecidos e assumam a dianteira do prêmio. Afinal, seus gols rendem até o dobro de pontuação–cada tento marcado em Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França vale dois pontos.

Ou seja, por mais que esteja na liderança, Liliu dificilmente conquistará a Chuteira de Ouro.

O Brasil não ganha o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 30 pontos (30 gols)
2º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
3º – Paulinho (BRA, BK Häcken) – 28,5 pontos (19 gols)
4º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 267 pontos (27 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 25 pontos (25 gols)
6º – Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 24 pontos (16 gols)
7º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 20 pontos (10 gols)
9º – Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 19 pontos (19 gols)
10º – Krzysztof Piatek (POL, Genoa) – 18 pontos (9 gols)
Liviu Antal (ROM, Zalgiris Vilnius) – 18 pontos (18 gols)
Henok Goitom (ERI, AIK Solna) – 18 pontos (12 gols)


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Dia das Crianças: 7 craques que começaram a brilhar cedo no mundo da bola
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Rafael Reis

Com que idade um jogador de futebol pode fazer sucesso no meio dos profissionais? Na maioria dos casos, a maturidade só chega aos 20 e poucos anos. É por isso que existem competições específicas para atletas sub-15, sub-17, sub-20 e até sub-23.

Mas há casos excepcionais de jogadores que começam a brilhar bem mais cedo, antes mesmo de entrar na maioridade legal, e viram os grandes nomes de seus times (ou até de suas seleções) quando ainda estão com os rostos cheios de espinhas.

No Dia das Crianças, relembramos sete astros precoces, grandes nomes da história do futebol mundial e da contemporaneidade que começaram a fazer sucesso ainda na adolescência.

PELÉ

O maior nome da história do futebol também foi o grande craque adolescente de todos os tempos. Pelé estreou como profissional do Santos quando tinha apenas 15 anos. Aos 16, chegou à seleção brasileira. E, no ano seguinte, já ajudou a seleção brasileira a faturar seu primeiro título mundial, na Copa-1958, na Suécia. Vale lembrar que Pelé não apenas fez parte do grupo campeão, mas foi um dos protagonistas da conquista, com direito a dois gols na final contra os anfitriões.

LIONEL MESSI

O camisa 10 deixou a Argentina para se juntar às categorias de base do Barcelona aos 13 anos e cresceu sendo tratado como uma pedra preciosa a ser lapidada. Três anos após a chegada à Europa, Messi já disputou um amistoso pela equipe adulta. Pouco depois do seu 17º aniversário, participou de sua primeira partida. Na conquista da Champions de 2005/06, quando tinha 18 anos, já era um jogador importante do elenco.

NEYMAR

Assim como Messi, ganhou o rótulo de craque muito cedo e passou a adolescência cercado de expectativas. Quando ainda era praticamente uma criança, quase se transferiu para o Real Madrid. O interesse espanhol lhe rendeu um salário digno de adulto ainda nas categorias de base. Neymar ganhou sua primeira chance no time adulto um mês após completar 17 anos e rapidamente virou o grande nome do futebol brasileiro. No ano seguinte, já viu um grande lobby de torcedores e imprensa para ser incluído na lista de convocados para a Copa do Mundo-2010, o que não aconteceu.

KYLIAN MBAPPÉ

Protagonista da transferência mais cara da história envolvendo um jogador sub-20 (180 milhões de euros, por sua ida para o Paris Saint-Germain), o atacante tem só 19 anos, mas já é campeão da Copa do Mundo como um dos principais jogadores da seleção francesa. Mais impressionante ainda é o que Mbappé fez dois anos atrás. Em 2016/17, conduziu o Monaco até as semifinais da Champions e marcou seis vezes nos últimos seis jogos dos mata-matas do torneio continental mais importante do planeta.

RONALDO

Ainda que como reserva da seleção, conseguiu o mesmo feito de Pelé: ser campeão mundial com apenas 17 anos, quando ainda nem era conhecido como Fenômeno e jogava pelo Cruzeiro. Aos 20, já como astro do Barcelona, foi eleito pela primeira vez o melhor jogador do planeta. Até hoje, Ronaldo é o vencedor mais jovem da história do prêmio distribuído anualmente pela Fifa.

ROMELU LUKAKU

As imagens do centroavante belga nas categorias de base são assustadoras e viralizaram mundo à fora. Aos 9 anos, já usava calçados de tamanho de adulto e parecia um senhor jogando contra crianças que mal chegavam ao seu peito. Com um desenvolvimento físico tão precoce, Lukaku estreou como profissional logo após completar 16 anos e, meses depois, já estava na seleção principal. Seu cotidiano ao lado dos colegas de ensino médio virou até programa de TV na Bélgica.

RONALDINHO GAÚCHO

Mais um projeto de craque adolescente que vingou. Irmão de um ex-jogador do Grêmio, Assis, entrou nas categorias de base do clube gaúcho quando ainda era criança e foi subindo degrau a degrau até a estreia como profissional, aos 17 anos, já em um jogo válido pela Libertadores. Pouco mais de um ano depois, já estava na seleção brasileira que conquistaria a Copa América-1999. Foi nessa competição que Ronaldinho marcou um gol de placa contra a Venezuela, eternizado pela narração “Olha o que ele fez, olha o que ele fez” de Galvão Bueno.


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