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5 motivos para a França acabar com “maldição” dos campeões mundiais
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Rafael Reis

Cinquenta e três dias depois de conquistar o segundo título mundial de sua história, a França volta a campo nesta quinta-feira, contra a Alemanha, pela rodada de abertura da Liga das Nações, nova competição da Uefa que estreia nesta temporada.

E sua primeira adversária pós-Copa serve como um alerta para o futuro francês. Campeã mundial em 2014, a equipe germânica protagonizou um vexame na Rússia-2018 e caiu na primeira fase.

A Alemanha é a mais recente vítima de uma espécie de “maldição” que atinge os vencedores da Copa do Mundo. As duas últimas campeãs antes dela, Espanha-2010 e Itália-2006, também pararam na fase de grupos da edição posterior à de suas conquistas.

Motivo de pânico para a França? Não necessariamente. Abaixo, listamos cinco motivos pelos quais o time de Mbappé, Pogba e Griezmann pode acabar com esse estigma negativo e fazer bonito na próxima Copa.

TIME JOVEM
Os franceses dificilmente cometerão o tradicional erro de chegar à próxima Copa com uma equipe envelhecida. Isso porque o grupo que conquistou o bicampeonato mundial era muito jovem. Quinze dos 23 jogadores que participaram da vitoriosa campanha na Rússia-2018 tinham no máximo 25 anos. Ou seja, ainda nem serão trintões no Qatar-2022. Desde o tricampeonato do Brasil em 1970, uma seleção não faturava a Copa com tantos jogadores jovens.

ESTRELA ASCENDENTE
Kylian Mbappé foi um dos melhores jogadores da última Copa do Mundo apesar de ter apenas 19 anos. Se nada muito fora do comum acontecer, o jovem do Paris Saint-Germain será um atacante ainda melhor daqui quatro anos. Contar com um dos (prováveis) grandes craques do planeta pode ser um trunfo importante para a França fazer bonito na defesa do seu título mundial.

BASE VALORIZADA
Apesar de não ter tido grandes resultados nas categorias de base desde o título mundial sub-20 de 2013, a França está repleta de jovens jogadores muito valorizados no mercado internacional. A prova disso é que quatro dos dez atletas sub-19 mais caros da última janela de transferências estão aptos a defender os “Bleus”. Além de Mbappé, fazem parte desse grupo os atacantes Willem Geubbels (Monaco) e Myziane Maolida (Nice), assim como o goleiro Alban Lafont (Fiorentina).

CONSTÂNCIA
Desde que caiu na primeira fase da Copa-2010 e lavou a roupa suja em público, a França tem alcançado pelo menos as quartas de final de todas as competições que disputa. Na Euro-2012 e no Mundial do Brasil, a seleção ficou entre as oito melhores. No último torneio continental, há dois anos, foi até a final e perdeu para Portugal. E na Copa-2018, todo mundo lembra do resultado…

SOMBRA
Ao contrário do que aconteceu com Vicente del Bosque (Espanha) e Joachim Löw (Alemanha), o técnico da França, Didier Deschamps, tem dentro de casa uma grande “sombra”. Por mais poderoso que tenha se tornado depois do bicampeonato mundial, o ex-volante continua convivendo com a possibilidade de ser trocado em algum momento por Zinédine Zidane, maior ídolo da história do futebol francês e vencedor de três edições da Liga dos Campeões à frente do Real Madrid. Ou seja, não dá para se acomodar muito.


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Janela de transferências chega a R$ 23 bilhões e vira a maior da história
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Rafael Reis

A janela de transferências para 2018/19 já é a maior da história do futebol.

Faltando ainda mais de duas semanas para o fechamento do mercado de trocas de clubes na maior parte das principais ligas do planeta, as compras e vendas de jogadores para a nova temporada movimentaram 5,2 bilhões de euros (R$ 23 bilhões).

A quantia já supera os 5,1 bilhões de euros (R$ 22,6 bilhões) que mudaram de mãos entre julho e agosto do ano passado, período que havia quebrado todos os recordes históricos em transações futebolísticas.

Apesar de nenhuma transferência ter alcançado a casa dos 222 milhões de euros (R$ 982 milhões) da ida de Neymar para o Paris Saint-Germain, na temporada passada, a atual janela de transferências já emplacou nove negócios que superaram os 50 milhões de euros (R$ 221,2 milhões).

Além disso, 11 clubes de quatro países diferentes (Inglaterra, Itália, Espanha e França) investiram mais de 100 milhões de euros (R$ 444,8 milhões) na chegada de reforços.

Para completar, pela primeira vez na história, uma liga nacional que não a elite inglesa, ultrapassou a marca de 1 bilhão de euros (R$ 4,4 bilhões) em negócios em uma única janela de transferências.

Impulsionado pela contratação de Cristiano Ronaldo pela Juventus, o Campeonato Italiano já gastou 1,02 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões) em novos jogadores e só ficou atrás da bilionária Premier League inglesa na atual temporada.

A janela de transferências na Espanha, na França, na Alemanha e na maior parte das ligas importantes da Europa vai até o dia 31 de agosto. Na Itália, ela fecha nesta sexta-feira. Já na Inglaterra, o período para mudança de clubes acabou na semana passada.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões de euros
2º – Cristiano Ronaldo (POR, Juventus) – 117 milhões
3º – Kepa Arrizabalaga (G, ESP, Chelsea) – 80 milhões
4º – Thomas Lemar (FRA, Atlético de Madri) – 70 milhões
5º – Riyad Mahrez (ALG, Manchester City) – 67,8 milhões
6º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
7º – Naby Keita (GUI, Liverpool) – 60 milhões
8º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
9º – Jorginho (ITA, Chelsea) – 57 milhões
10º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
TOTAL: 5,2 bilhões de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
2º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
5º – Malcom (BRA, Barcelona) – 41 milhões
6º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
7º – Richarlison (BRA, Everton) – 39,2 milhões
8º – Felipe Anderson (BRA, West Ham) – 38 milhões
9º – Arthur (BRA, Barcelona) – 31 milhões
10º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 18,5 milhões

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19
1º – Juventus (ITA) – 256,9 milhões
2º – Liverpool (ING) – 182,2 milhões
3º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
4º – Chelsea (ING) – 137 milhões
5º – Barcelona (ESP) – 125,9 milhões
6º – Real Madrid (ESP) – 124,3 milhões
7º – Atlético de Madri (ESP) – 123,5 milhões
8º – Leicester (ING) – 114,6 milhões
9º – Roma (ITA) – 110 milhões
10º – Fulham (ING) – 109 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2018/19
1º – Monaco (FRA) – 354,6 milhões
2º – Real Madrid (ESP) – 132,5 milhões
3º – Roma (ITA) – 124,7 milhões
4º – Juventus (ITA) – 99,5 milhões
5º – Napoli (ITA) – 86 milhões
6º – Leicester (ING) – 84,3 milhões
7º – Atletic Bilbao (ESP) – 80 milhões
8º – Inter de Milão (ITA) – 77,5 milhões
9º – Milan (ITA) – 74,8 milhões
10º – Barcelona (ESP) – 74,2 milhões

AS 10 LIGAS MAIS GASTONAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Campeonato Inglês – 1,42 bilhão de euros
2º – Campeonato Italiano – 1,02 bilhão
3º – Campeonato Espanhol – 773,3 milhões
4º – Campeonato Alemão – 447,3 milhões
5º – Campeonato Francês – 440,9 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 179,6 milhões
7º – Campeonato Mexicano – 96,7 milhões
8º – Campeonato Saudita – 82,4 milhões
9º – Campeonato Holandês – 73 milhões
10º – Campeonato Belga – 71,1 milhões


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Sem brasileiros, seleção dos sub-20 mais valiosos tem domínio francês
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Rafael Reis

Vinícius Júnior, Rodrygo, Paulinho, Éder Militão, Lucas Paquetá. O Brasil está repleto de jovens talentosos que ainda possuem idade suficiente para participar de competições dirigidas a atletas de categoria de base.

Mesmo assim, o futebol pentacampeão mundial não conta com sequer um representante na seleção dos jogadores sub-20 mais valiosos do planeta, de acordo com avaliação do “Transfermarkt”, site especializado na cobertura do Mercado da Bola.

A equipe dos atletas nascidos a partir de agosto de 1998 com maior estimativa de valor de mercado tem a presença de dez europeus e de apenas um garoto de outro continente, o meia-atacante jamaicano Leon Bailey, do Bayer Leverkusen.

O país com mais representantes nessa espécie de “seleção mundial do futuro” é a França.

No entanto, apenas um dos seus quatro integrantes, o craque Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, avaliado em 150 milhões de euros (R$ 652 milhões) e disparado o jogador mais caro e badalado do planeta na sua idade, participou do título da Copa-2018.

Os outros três franceses do elenco sub-20, o zagueiro Dayot Upamecano (RB Leipzig), o lateral esquerdo Theo Hernández (Real Madrid) e o meia Houssem Aouar (Lyon), ainda defendem a seleção sub-21 e sonham com uma primeira oportunidade na equipe dirigida por Didier Deschamps.

O time dos juniores mais valiosos do mundo tem ainda um italiano (Gianluigi Donnarumma), dois ingleses (Trent Alexander-Arnold e Marcus Rashord), um holandês (Mathijs de Ligt), um português (Renato Sanches) e um alemão (Kai Havertz).

O valor somado dos 11 jogadores que compõem a seleção sub-20 é de 493 milhões de euros (R$ 2,1 bilhão).

Conheça a seleção sub-20 dos mais caros do mundo (por posição):

G – Gianluigi Donnarumma (ITA/Milan) – 40 milhões de euros
LD – Trent Alexander-Arnold (ING/Liverpool) – 25 milhões de euros
Z – Dayot Upamecano (FRA/RB Leipzig) – 19 milhões de euros
Z – Matthijs De Ligt (HOL/Ajax) – 40 milhões de euros
LE – Theo Hernández (FRA/Real Madrid) – 15 milhões de euros
MC – Renato Sanches (POR/Bayern de Munique) – 20 milhões de euros
MC – Houssem Aouar (FRA/Lyon) – 35 milhões de euros
MAD – Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain) – 150 milhões de euros
MAC – Kai Havertz (ALE/Bayer Leverkusen) – 28 milhões de euros
MAE – Leon Bailey (JAM/ Bayer Leverkusen) – 35 milhões de euros
A – Marcus Rashford (ING/Manchester United) – 65 milhões de euros

Fonte: Transfermarkt


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Mercado da Bola movimenta R$ 18 bi; conheça os 10 clubes que mais venderam
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Rafael Reis

Faltando um mês para o fechamento da janela de transferências nos principais campeonatos nacionais do planeta, o Mercado da Bola para a temporada 2018/19 já movimentou 4,1 bilhões de euros (R$ 17,8 bilhões) em compras e empréstimos de jogadores.

O valor já equivale a 80% do total de 5,1 bilhões de euros (R$ 22,1 bilhões) que mudaram de mãos entre julho e agosto do ano passado –período que quebrou todos os recordes históricos em transações de atletas de futebol.

A tendência é que a marca seja superada ao longo das próximas semanas, já que Espanha, Alemanha e França, três das cinco ligas mais poderosas do mundo, permitem transferências até o fim de agosto. Na Inglaterra, a janela fecha no dia 9. E na Itália, no dia 18.

Quem mais contribuiu para movimentar o mercado internacional de jogadores nesta temporada foi o Monaco. O clube do Principado já faturou 341 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão) em venda de atletas.

A maior parte desse valor saiu da transferência da jovem estrela Kylian Mbappé para o Paris Saint-Germain. O negócio, que movimentou 180 milhões de euros (R$ 780,1 milhões) e foi o segundo maior da história do futebol, foi fechado na temporada passada, mas, por questões contábeis, só agora foi concluído – o atacante atuou por empréstimo no PSG em 2017/18.

Além do atacante, o Monaco também vendeu o volante brasileiro Fabinho (Liverpool), os meias Thomas Lemar (Atlético de Madri), Soualiho Meité (Torino) e João Moutinho (Wolverhampton), o zagueiro Terence Kongolo e o atacante Adama Diakhaby (ambos para o Huddersfield).

A soma das vendas feitas pelo vice-campeão francês na atual janela de transferência equivale a mais que o dobro do segundo colocado no ranking dos clubes que mais faturaram nesta edição do Mercado da Bola. Esse posto é ocupado pelo Real Madrid, atual tri da Champions, que lucrou 132,5 milhões de euros (R$ 572,1 milhões).

Apesar da negociação de jogadores importantes, como Vinícius Júnior (Real Madrid) e Arthur (Barcelona), nenhum clube brasileiro aparece no top 10 dos times que mais ganharam dinheiro com transferências.

O mais bem posicionado nessa lista é o Flamengo, que arrecadou 45 milhões de euros (R$ 195 milhões) e ocupa a 27ª colocação.

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2018/19
1º – Monaco (FRA) – 341 milhões de euros
2º – Real Madrid (ESP) – 132,5 milhões
3º – Roma (ITA) – 124,7 milhões
4º – Napoli (ITA) – 86 milhões
5º – RB Leipzig (ALE) – 72,8 milhões
6º – Inter de Milão (ITA) – 72,7 milhões
7º – Leicester (ING) – 67,8 milhões
8º – Paris Saint-Germain (FRA) – 65 milhões
Porto (POR) – 65 milhões
10º – Shakhtar Donetsk (UCR) – 59 milhões

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19
1º – Juventus (ITA) – 221,9 milhões
2º – Liverpool (ING) – 182,2 milhões
3º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
4º –  Roma (ITA) – 110 milhões
5º – Barcelona (ESP) – 107,9 milhões
6º – Atlético de Madri (ESP) – 98 milhões
7º – Monaco (FRA) – 96 milhões
8º – West Ham (ING) – 95 milhões
9º – Real Madrid (ESP) – 89,3 milhões
10º – Napoli (ITA) – 84 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões
2º – Cristiano Ronaldo (POR, Juventus) – 117 milhões
3º – Thomas Lemar (FRA, Atlético de Madri) – 70 milhões
4º – Riyad Mahrez (ALG, Manchester City) – 67,8 milhões
5º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
6º – Naby Keita (GUI, Liverpool) – 60 milhões
7º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
8º – Jorginho (ITA, Chelsea) – 57 milhões
9º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Richarlison (BRA, Everton) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
TOTAL: 4,1 bilhões de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
2º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Richarlison (BRA, Everton) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
6º – Malcom (BRA, Barcelona) – 41 milhões
7º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
8º – Felipe Anderson (BRA, West Ham) – 38 milhões
9º – Arthur (BRA, Barcelona) – 31 milhões
10º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 18,5 milhões

AS 10 LIGAS MAIS GASTONAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Campeonato Inglês – 1,02 bilhão
2º – Campeonato Italiano – 861,5 milhões
3º – Campeonato Espanhol – 618,6 milhões
4º – Campeonato Francês – 420,6 milhões
5º –  Campeonato Alemão – 410,1 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 133,5 milhões
7º – Campeonato Holandês – 68,3 milhões
8º – Campeonato Belga – 68 milhões
9º – Campeonato Português – 65,1 milhões
10º – Campeonato Chinês – 55,2 milhões

* valores em euros


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G. Jesus é o único brasileiro em seleção dos sub-23 mais valiosos do mundo
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Rafael Reis

Jogador mais jovem da seleção de Tite na última Copa do Mundo, o atacante Gabriel Jesus, 21, é o único brasileiro na seleção dos atletas sub-23 mais valiosos do planeta.

Segundo o “Transfermarkt”, site especializado no Mercado da Bola, o garoto do Manchester City tem valor de mercado estimado em 80 milhões de euros (R$ 346,5 milhões), maior do que o de qualquer outro centroavante com até 23 anos.

O camisa 9 que mais se aproxima de Gabriel Jesus é o inglês Marcus Rashford, 20, seu rival do Manchester United, que está avaliado em 65 milhões de euros (R$ 281,8 milhões).

Ainda de acordo com o “Transfermarkt”, o jogador sub-23 mais valioso do mundo é o atacante francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, um dos destaques da Copa da Rússia.

Apesar de ter sido vendido ao PSG pelo Monaco por 180 milhões de euros (R$ 780 milhões), o companheiro de Neymar tem um valor de mercado estimado um pouco menor: 150 milhões de euros (R$ 650,4 mi).

Além de Mbappé, outro integrante da seleção francesa bicampeã mundial neste ano faz parte do time dos jovens mais caros do planeta: o lateral esquerdo Lucas Hernández, que defende o Atlético de Madri.

O único país com mais integrantes na equipe dos sub-23 mais valiosos do mercado internacional é a Alemanha. Eliminados prematuramente na Copa, os germânicos emplacaram três nomes na lista: o lateral direito Joshua Kimmich e o zagueiro Niklas Süle, ambos do Bayern de Munique, o meia-atacante Leroy Sané, do Manchester City.

Itália (Gianluigi Donnarumma), Uruguai (José Giménez), Espanha (Saúl Ñíguez), Sérvia (Sergej Milinkovic-Savic) e Inglaterra (Dele Alli) também contam com representantes nessa endinheirada escalação.

A presença de apenas um brasileiro na lista não chega a ser inédita. Levantamento semelhante feito em maio do ano passado colocou o zagueiro Marquinhos, do PSG, como único jogador do país na seleção sub-23. Já em 2016, foram três atletas do futebol pentacampeão mundial na equipe.

Conheça a seleção sub-23 dos mais caros do mundo (por posição):

G – Gianluigi Donnarumma (ITA/Milan) – 40 milhões de euros
LD – Joshua Kimmich (ALE/Bayern) – 55 milhões de euros
Z – Niklas Süle (ALE/Bayern) – 45 milhões de euros
Z – José Giménez (URU/Atlético de Madri) – 50 milhões de euros
LE – Lucas Hernández (FRA/Atlético de Madri) – 40 milhões de euros
MC – Saúl Ñíguez (ESP/Atlético de Madri) – 70 milhões de euros
MC – Sergej Milinkovic-Savic (SER/Lazio) – 90 milhões de euros
MAD – Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain) – 150 milhões de euros
MAC – Dele Alli (ING/Tottenham) – 100 milhões de euros
MAE – Leroy Sané (ALE/Manchester City) – 90 milhões de euros
A – Gabriel Jesus (BRA/Manchester City) – 80 milhões de euros

Fonte: Transfermarkt


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Com zagueiro de R$ 226 mi, França já inicia busca por 1º título pós-Copa
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Rafael Reis

Após derrotar a Croácia por 4 a 2, no domingo, e conquistar pela segunda vez na história o título da Copa do Mundo, a França já começa nesta semana a defender o posto de melhor escola de futebol do planeta.

Os Bleus são uma das atrações do Campeonato Europeu sub-19, na Finlândia, que começa nesta segunda-feira e será disputado até o dia 29 de julho.

Assim como a seleção principal, a equipe de jovens franceses também é comandada por um campeão mundial de 1998, o ex-atacante Bernard Diomède, que passou a maior parte da carreira no Auxerre.

Dentro de campo, o maior destaque é o zagueiro Malang Sarr, que é tratado como uma das maiores promessas do futebol europeu para posição.

Nascido em 1999, ele já é titular do Nice há duas temporadas e faz parte da lista de jovens jogadores que o Barcelona monitora como possíveis reforços para o futuro. Sua multa rescisória é de 50 milhões de euros (R$ 226 milhões).

Outra promessa do time é Amine Gouiri, autor de dois gols em três jogos nas eliminatórias da competição. De ascendência argelina, o centroavante de 18 costuma ser comparado a Karim Benzema (hoje no Real Madrid) pelo sucesso que fez nas categorias de base do Lyon.

Autor de quatro gols na Copa do Mundo (inclusive um na final) e eleito o melhor jogador da competição, o atacante Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, por pouco também não pode reforçar a seleção de Diomède.

O camisa 10 é de 20 de dezembro de 1998. A Euro sub-19 permite a escalação de atletas nascidos a partir do dia 1º de janeiro de 1999.

A França estreia na competição contra a Ucrânia, na terça. Turquia e Inglaterra serão outras adversárias na primeira fase. O outro grupo conta com as participações de Finlândia, Portugal, Noruega e Itália.

As cinco primeiras colocadas do torneio continental obtêm a classificação para a próxima edição do Mundial sub-20, que será disputada em 2019, na Polônia.

Os franceses têm oito títulos europeus sub-19. O mais recente foi conquistado em 2016, justamente pela equipe que tinha Mbappé como estrela –foi o vice-artilheiro da competição, com cinco gols.

No ano passado, a França decepcionou e não conseguiu chegar à fase final do torneio.


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Pela 3ª Copa consecutiva, título vai para a melhor seleção do planeta
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Rafael Reis

Não é sempre que a Copa do Mundo consagra a melhor seleção do planeta. Mas, assim como aconteceu em 2010, com a Espanha, e quatro anos atrás, com a Alemanha, o troféu foi mais uma vez para as mãos mais merecedoras.

A França pode até não ter sido a seleção com futebol mais agradável de se ver na Rússia-2018.

A agora bicampeã mundial passou boa parte do torneio fugindo da responsabilidade de propor o jogo e cozinhando os adversários para segurar uma vantagem mínima –quatro das suas seis vitórias foram por um gol de diferença.

Mas, não se enganem, os franceses têm sim a melhor seleção do planeta. Uma equipe e principalmente um grupo de jogadores superior que Brasil, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Argentina ou qualquer outra potência do futebol mundial.

Um dos motivos é Didier Deschamps. O ex-volante passou seis anos sendo criticado por boa parte da França. A acusação principal era sua incapacidade de fazer a seleção ter um sólido jogo coletivo.

Mas, quando chegou a Copa, tudo mudou. Os “Bleus” se comportaram como uma equipe de verdade, com forte marcação e uma maturidade absurda para ditar o ritmo da partida. Uma equipe de futebol pouco atraente, mas extremamente competitiva.

Só que o principal motivo para a França merecer o posto de seleção número um do planeta não é seu treinador, mas sim o talento absurdo do qual o país dispõe.

O Mundial da Rússia consagrou Kylian Mbappé, Antoine Griezmann, Paul Pogba, N’Golo Kanté, Raphael Varane e vários outros jogadores que teriam vaga cativa em qualquer uma das 32 seleções que disputaram o torneio.

Também apresentou rostos novos que eram poucos conhecidos pelos apreciadores do futebol, como os laterais Benjamin Pavard e Lucas Hernández, duas apostas pessoais de Deschamps que provaram seu valor.

E vale lembrar ainda que a seleção se deu ao luxo de não levar para a Copa muita gente boa. Karim Benzema, Adrien Rabiot, Tiemoué Bakayoko, Anthony Martial, Alexandre Lacazette, Kingsley Coman foram ignorados pelo treinador e não fizeram falta nenhuma.

Isso mostra a quantidade enorme de jogadores talentosos que a França dispõe atualmente. Uma quantidade que nenhum outro país do planeta possui.

Um trunfo que me fez publicar em abril de 2016, aqui neste mesmo espaço, que a terra de Michel Platini e Zinédine Zidane seria a “próxima melhor seleção do planeta” e que provavelmente conquistaria algum título relevante nos próximos dez anos.

A profecia demorou só dois anos para ser cumprida. A Terra é azul. E o mundo do futebol, também. Vive Leus Bleus!


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Precoce, Mbappé pode ser campeão mais jovem como titular em 36 anos
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Rafael Reis

É raro um adolescente conseguir conquistar a Copa do Mundo como titular de sua seleção.

Algo tão raro que Kylian Mbappé pode se tornar neste domingo, quando França e Croácia se enfrentam em Moscou pelo título da Rússia-2018, o jogador mais jovem dos últimos 36 anos a conseguir esse feito.

Com 19 anos, sete meses e 25 dias, o atacante francês do Paris Saint-Germain é mais novo do que todos os titulares das equipes vencedoras das últimas oito edições da competição mais importante de futebol do planeta.

Para encontrar um campeão com idade mais baixa do que o camisa 10, é preciso retornar à 1982.

Na ocasião, o então lateral direito (e posteriormente zagueiro) Giuseppe Bergomi, da Inter de Milão, ajudou a Itália a derrotar a Alemanha por 3 a 1 e se sagrar tricampeã mundial com apenas 18 anos, sete meses e 19 dias.

Mas o caso de Bergomi é uma rara exceção. Quatro anos atrás, a Alemanha venceu a Copa no Brasil com um elenco que não tinha sequer um jogador com menos de 20 anos.

Na decisão contra a Argentina, o titular mais jovem escalado pelo técnico Joachim Löw foi o meio-campista Christoph Kramer, que já havia completado o 23º aniversário.

Mbappé não é só mais jovem do que os jogadores da seleção alemã campeã da Copa-2014. Ele também tem menos idade que todos os integrantes das últimas cinco equipes vencedoras do torneio.

O último atleta com idade menor que a promessa francesa a levantar a taça foi o atacante brasileiro Ronaldo, que tinha apenas 17 anos em 1994, a quem o camisa 10 vem sendo muito comparado.

A diferença é que o Fenômeno nem entrou em campo nos Estados Unidos. Já Mbappé não só é figura central na seleção da França, como é candidato real ao prêmio de melhor jogador do torneio.

Na primeira Copa de sua carreira, o atacante marcou três vezes, teve uma atuação de gala nas oitavas de final contra a Argentina e impressionou o planeta com muita velocidade, capacidade de driblas os adversários e toques precisos para seus companheiros.

Mbappé tem apenas dois anos e meio como profissional. Ele estreou pelo Monaco em dezembro de 2015 e foi protagonista da equipe semifinalista da Liga dos Campeões na temporada 2016/17.

Vendido ao PSG por 180 milhões de euros (R$ 811 milhões), segundo maior valor já pago por um jogador de futebol, chegou à seleção principal em março do ano passado e rapidamente virou titular.

Em 21 partidas pela equipe finalista da Copa-2018, soma sete gols e cinco assistências. Agora, quer o recorde mais importante de sua carreira. Um recorde que vale o título que todo jogador, adolescente, no auge ou já em fim de carreira, sonha conquistar.


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Fenômeno da França, Mbappé supera início de carreira de Messi e CR7
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Rafael Reis

Aos 19 anos, seis meses e 20 dias, Kylian Mbappé tem nesta terça-feira a missão mais importante de sua curta carreira como jogador profissional de futebol: conduzir a França a uma final de Copa do Mundo depois de 12 anos.

Mas engana-se quem pensa que o confronto com a Bélgica, em São Petersburgo, pela semifinal da Rússia-2018, é responsabilidade demais para um garoto tão jovem.

Fenômeno de precocidade, o atacante do Paris Saint-Germain tem um início de trajetória que supera até mesmo os começos de carreira de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, os craques que bipolarizam a modalidade há uma década.

O Mbappé atual tem números bem melhores do que o português e o argentino ostentavam quando tinham a idade do jovem astro da seleção francesa e davam seus primeiros passos rumo ao Olimpo da Bola.

Em 124 jogos como profissional, camisa 10 soma 55 gols e 37 assistências. As médias de 0,44 bola na rede e 0,3 passe para gol por partida são suficientes para deixar qualquer um de queixo caído.

Quando tinha 19 anos, Messi até se aproximava da média de gols de Mbappé (0,36 por jogo), só que seu número de assistências era bem inferior ao do novo astro do futebol francês (0,17).

Já Cristiano Ronaldo tinha números bem distantes daqueles que o consagrariam como um vencedor de cinco eleições de melhor do mundo: 0,13 gols por partida e 0,14 assistência a cada 90 minutos.

Mas não é só na quantidade de gols e passes precisos que Mbappé supera o início de carreira da dupla de craques. Praticamente tudo aconteceu antes com ele.

O francês disputou sua primeira partida como profissional aos 16 anos, 11 meses e 12 dias (empate por 1 a 1 entre Monaco e Caen, em dezembro de 2015). Messi e CR7 só fizeram suas estreias em jogos oficiais depois de completar o 17º adversário.

O primeiro gol também saiu mais depressa para Mbappé. O atacante estreou como artilheiro aos 17 anos e dois meses (vitória por 3 a 1 do Monaco sobre o Troyes). O português demorou seis meses mais para marcar, e o argentino, oito.

O sucesso na Liga dos Campeões também chegou antes para o camisa 10 da seleção da França. Seu primeiro gol na Champions saiu aos 18 anos e 2 meses (derrota por 5 a 3 do Monaco contra o City). Messi deixou sua marca no torneio continental com 18 anos e 4 meses. CR7, com 20 anos e seis meses.

O trio estreou por suas respectivas seleções com a mesma idade (18 anos), mas Mbappé também se sobressai na largada. No primeiro ano e meio jogando pela França, ele marcou sete vezes, mesmo desempenho de CR7 por Portugal. No mesmo período, Messi só fez dois gols pela Argentina.

Mas a principal vantagem do atacante sobre os dois grandes astros do futebol mundial no século 21 pode ser construída ao longo desta semana.

Mbappé pode conquistar a Copa do Mundo ainda como adolescente, algo que Messi e Cristiano Ronaldo ainda não conseguiram nem como trintões. Será que estamos vendo uma passagem de bastão?

AOS 19 ANOS

Kylian Mbappé
124 jogos
55 gols (0,44 por partida)
37 assistências (0,3 por partida)

Lionel Messi
83 jogos
30 gols (0,36 por partida)
14 assistências (0,17 por partida)

Cristiano Ronaldo
71 jogos
9 gols (0,13 por partida)
10 assistências (0,14 por partida)


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Mbappé, Hazard, Kane: Alguém pode tirar prêmio de melhor do mundo de CR7?
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Rafael Reis

Kylian Mbappé, Eden Hazard, Kevin de Bruyne, Luka Modric, Harry Kane. Um (ou talvez até dois) deles estará ao lado de Cristiano Ronaldo na cerimônia de entrega do prêmio de melhor jogador do mundo, no dia 24 de setembro, em Londres.

Mas será que algum dos destaques individuais da Copa do Mundo será capaz de impedir o hexacampeonato do craque do Real Madrid e da seleção portuguesa?

Apesar da queda prematura na Rússia-2018, CR7 ainda é o favorito para ganhar a eleição do “The Best”. O terceiro título de Champions consecutivo conquistado pelo Real Madrid e a indefinição sobre quem é o craque da Copa são seus maiores trunfos.

Para desbancar o astro português do topo do planeta, os outros pleiteantes ao prêmio precisam primeiro conseguir unificar uma candidatura.

Só mesmo um jogador que parte expressiva do planeta tenha certeza absoluta que foi o grande nome da Copa (e que consequentemente centralize os votos de técnicos, atletas, jornalistas e torcedores) poderá será páreo na disputa com Ronaldo.

Só que esse nome ainda não existe. Modric foi o destaque da primeira fase do Mundial, mas caiu de produção nos mata-matas. Mbappé teve uma atuação de gala contra a Argentina, mas vem sendo menos decisivo que Griezmann na maioria dos jogos da França.

Kane é o artilheiro da competição, só que tem feito mais gols do que propriamente jogado bem. De Bruyne só deixou de ser discreto pela Bélgica quando passou a atuar mais adiantado, nas quartas de final contra o Brasil.

Talvez o jogador mais regular da Copa seja Hazard. O capitão belga mostrou bom futebol em todas as partidas que disputou, mas nem sempre foi o jogador mais importante de sua seleção, já que De Bruyne, Romelu Lukaku e Thibaut Courtois dividem com ele o protagonismo da equipe vermelha.

Ou seja, esta semana será decisiva para a definição dos rumos do prêmio de melhor do mundo.

Se alguém conseguir uma grande atuação individual na semifinal, repetir a dose na decisão e levar sua seleção à conquista do título, o reinado de Cristiano Ronaldo pode ficar seriamente ameaçado.

Caso contrário, veremos mais uma vez o português sendo consagrado como o maior craque do planeta. E Mbappé, Hazard, De Bruyne, Modric e Kane terão de aplaudi-lo das cadeiras da cerimônia da Fifa.


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