Blog do Rafael Reis

Arquivo : Mbappé

Aos 19, Mbappé é melhor na seleção que Messi e Cristiano Ronaldo
Comentários Comente

Rafael Reis

Vinte e seis jogos, dez gols e o principal: um título mundial conquistado com papel de protagonista. Aos 19 anos e 10 meses, Kylian Mbappé já tem currículo de gente grande pela seleção francesa.

Tão grande que seu início de trajetória pelos Bleus é mais rico do que as histórias que foram construídas pelos mais valiosos jogadores do primeiro escalão do futebol mundial contemporâneo quando tinham a mesma idade.

O português Cristiano Ronaldo, o argentino Lionel Messi e o brasileiro Neymar não tinham o mesmo número de partidas que Mbappé por suas seleções antes do 20º aniversário. A quantidade de gols marcados com as camisas nacionais também fica abaixo das bolas metidas nas redes pelo jovem astro francês.

CR7 é quem mais se aproxima do camisa 7 do Paris Saint-Germain no jogos disputados pela seleção como sub-19. O pentacampeão do prêmio de melhor jogador do mundo foi a campo 20 vezes por Portugal nessa condição.

Já na força goleadora, o melhor do grupo é Neymar. O hoje companheiro de ataque de Mbappé marcou oito vezes pela seleção brasileira antes de chegar aos 20 anos.

O craque do futebol pentacampeão mundial é também o único que supera o francês na frequência de gols com a camisa nacional durante a juventude. Quando tinha a idade do jovem astro, o brasuca ostentava média de 0,53 bola na rede por partida.

Os números do francês ficam um pouco abaixo: 0,38 gol por jogo. Ele, no entanto, possui no currículo algo que os rivais até hoje não conseguiram: o título mais importante de todos, o da Copa do Mundo.

O craque, que teve uma atuação de gala nas oitavas de final, contra a Argentina, foi apenas o segundo jogador sub-20 da história a marcar na decisão da competição. Além dele, somente um tal de Pelé conseguiu o feito (em 1958).

Rei da precocidade, Mbappé estreou pela seleção principal na vitória por 3 a 1 sobre Luxemburgo, em 25 de março de 2017, quando tinha 18 anos, três meses e cinco dias. O primeiro gol demorou cinco meses (e cinco partidas): saiu nos minutos finais do 4 a 0 aplicado sobre a Holanda, em agosto do mesmo ano.

O atacante é o segundo jogador mais novo da história a jogar pela equipe adulta francesa (perde para Maryan Wisniewski, que fez sua estreia aos 18 anos e dois meses na década de 1950) e o mais jovem a balanças as redes desde 1963.

Com Mbappé como estrela, a França visita a Holanda, nesta sexta-feira, pela penúltima rodada do Grupo 1 da Liga das Nações. Os atuais campeões mundiais só precisam de um empate para assegurar a classificação para a fase final da competição europeia.

CRAQUES AOS 19 ANOS (POR SUAS SELEÇÕES)

Kylian Mbappé (FRA) – 26 jogos, 10 gols (0,38 gol por partida)
Cristiano Ronaldo (POR) – 20 jogos, 7 gols (0,35 gol por partida)
Neymar (BRA) – 15 jogos, 8 gols (0,53 gol por partida)
Lionel Messi (ARG) – 14 jogos, 4 gols (0,29 gol por partida)


Mais de Cidadãos do Mundo

Zagueiro do Uruguai que vai enfrentar o Brasil faz faculdade e anda de ônibus
Garoto de 14 anos já atrai o City, mas precisa ir à escola para poder jogar
Rivais do Brasil, Suárez e Cavani são amigos de infância: verdade ou lenda?
5 destaques da final da Libertadores que devem pintar na Europa em breve


Brasileiro fecha temporada como artilheiro da Europa, mas não deve ter taça
Comentários Comente

Rafael Reis

O atacante brasileiro Liliu, do Nömme Kalju, encerrou sua participação em 2018/19 da Chuteira de Ouro como líder do prêmio concedido ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa na temporada. Mas isso não significa que ele levará para casa o troféu mais importante de sua carreira.

O centroavante natural de Bauru (SP) terá de esperar o encerramento das principais ligas do Velho Continente, que só terminam no fim do primeiro semestre do próximo ano, para descobrir sua classificação final. E, muito provavelmente, não continuará no topo do ranking até lá.

Liliu só é líder da Chuteira de Ouro porque a competição nacional que ele disputa, o Campeonato Estoniano, adota um calendário semelhante ao do futebol brasileiro: com início e encerramento no mesmo ano.

O brasileiro se sagrou campeão e artilheiro da primeira divisão da Estônia neste fim de semana, quando o Nömme Kalju goleou o Trans Narva por 4 a 1. O camisa 11 marcou o segundo gol da partida, seu 31º no campeonato.

Com isso, Liliu alcançou 31 pontos na classificação da Chuteira de Ouro, um a mais do que Zakaria Beglarishvili, do Flora Tallinn, também da Estônia, e que o brasileiro Paulinho, que defende o BK Häcken, da Suécia.

Mas a maior ameaça à sua permanência no alto do pódio não vem dos vice-líderes, mas sim dos jogadores que estão alguns degraus abaixo dele na corrida pelo prêmio.

Tradicionalmente, quem ganha a Chuteira de Ouro são os jogadores que atuam em ligas nacionais que adotam o “calendário europeu” (início da temporada em um ano e encerramento no seguinte) e premiam cada gol com 2 pontos, como Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França.

Atualmente, só dois dos integrantes do top 10 preenchem esses requisitos. O francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, e o italiano Emiliano Sala, do Nantes, dividem a oitava colocação, com 22 pontos, resultado de 11 gols no Campeonato Francês.

Quem também já está perto dos líderes é Neymar. O camisa 10 do PSG e principal nome do futebol pentacampeão mundial na atualidade é o 12º na classificação, com dois pontos a menos que Mbappé e Sala.

O Brasil não fatura o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 31 pontos (31 gols)
2º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 30 pontos (30 gols)
Paulinho (BRA, BK Häcken) – 30 pontos (20 gols)
4º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 27 pontos (27 gols)
Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 27 pontos (18 gols)
7º – Pavel Savitskiy (BLR, Dínamo Brest) – 22,5 pontos (15 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 22 pontos (11 gols)
Emiliano Sala (ITA, Nantes) – 22 pontos (11 gols)
10º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 21 pontos (21 gols)


Mais de Brasileiros pelo Mundo

Por onde andam 7 ex-jogadores do Inter que estão no exterior?
Sem emplacar na França, Ganso convive com banco e ameaça de rebaixamento
Gabriel Jesus perde espaço, e tempo em campo cai 36% na temporada
7 brasileiros que ainda jogam no exterior (e tavez você não saiba)


Por que a Chuteira de Ouro está sendo dominada por desconhecidos?
Comentários Comente

Rafael Reis

A Chuteira de Ouro, prêmio concedido ao maior goleador dos campeonatos nacionais da Europa na temporada, continua nas mãos dos nanicos.

O brasileiro Liliu, que iniciou a carreira no interior paulista e hoje defende o Nömme Kalju, da Estônia, mantém a liderança, com 30 pontos. E seus principais oponentes no ranking são, assim como ele, praticamente desconhecidos no cenário internacional.

Os setes primeiros colocados na corrida para a Chuteira de Ouro jogam em ligas pouco expressivas. Além de Liliu, há mais dois jogadores que atuam na Estônia (Zakaria Beglarishvili e Roman Debelk) e atletas que defendem times de Irlanda (Patrick Hoban), Suécia (Paulinho e Linus Hallenius) e Finlândia (Klauss).

Só então aparece o primeiro jogador que atua em um país de futebol mais expressivo, o francês Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, que ocupa a oitava posição, com 20 pontos.

Além do jovem campeão mundial, o top 10 do prêmio conta com apenas mais um jogador de um campeonato grande: o polonês Krzysztof Piatek, do Genoa, décimo, com 18 pontos. Neymar é o 21º colocado (16). Cristiano Ronaldo e Lionel Messi dividem o 37º lugar (14).

A vantagem dos nanicos neste início de temporada pode ser explicada pela diferença no calendário dos países. Os primeiros colocados da artilharia europeia jogam em ligas que começaram no primeiro semestre, e não apenas depois da Copa do Mundo.

O Campeonato Estoniano, por exemplo, já está em sua 34ª rodada, e cada time só jogará mais duas vezes antes de entrar de férias. Já as ligas mais importantes do continente estão completando agora a primeira dezena de partidas.

Com o tempo, a tendência é que os grandes artilheiros da Europa ultrapassem os jogadores menos conhecidos e assumam a dianteira do prêmio. Afinal, seus gols rendem até o dobro de pontuação–cada tento marcado em Espanha, Itália, Inglaterra, Alemanha e França vale dois pontos.

Ou seja, por mais que esteja na liderança, Liliu dificilmente conquistará a Chuteira de Ouro.

O Brasil não ganha o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 30 pontos (30 gols)
2º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 29 pontos (29 gols)
3º – Paulinho (BRA, BK Häcken) – 28,5 pontos (19 gols)
4º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 267 pontos (27 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 25 pontos (25 gols)
6º – Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 24 pontos (16 gols)
7º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 21 pontos (21 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 20 pontos (10 gols)
9º – Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 19 pontos (19 gols)
10º – Krzysztof Piatek (POL, Genoa) – 18 pontos (9 gols)
Liviu Antal (ROM, Zalgiris Vilnius) – 18 pontos (18 gols)
Henok Goitom (ERI, AIK Solna) – 18 pontos (12 gols)


Mais de Cidadãos do Mundo

Saiba qual é o time de coração dos principais presidentes do planeta
Cláusula de contrato do Barça pode dar Messi de graça ao Newell’s em 2020
Argentina deixa Brasil para trás e lidera artilharia da Champions
Mbappé dispara e entra na briga por prêmio de goleador da Europa


Mbappé dispara e entra na briga por prêmio de goleador da Europa
Comentários Comente

Rafael Reis

Com cinco gols nas duas últimas partidas do Paris Saint-Germain, o astro Kylian Mbappé se isolou na artilharia do Campeonato Francês e, de quebra, entrou na briga pela Chuteira de Ouro, prêmio entregue ao maior goleador das ligas nacionais da Europa na temporada.

O atacante, que marcou quatro vezes contra o Lyon e mais uma ante o Amiens, no último fim de semana, soma agora nove bolas nas redes da Ligue 1 e 18 pontos na classificação do prêmio continental.

Com isso, ocupa a oitava colocação na Chuteira de Ouro. Dentre os jogadores que disputam campeonatos de primeiro escalão (os que têm peso dois e consequentemente definem os jogadores que realmente acabam brigando pelo troféu), Mbappé não tem ninguém à frente dele.

O jovem de 19 anos e o polonês Krzysztof Piatek, do Genoa, que também tem 18 pontos e por enquanto é a principal ameaça à sua vitória, estão a 11 pontos da liderança do prêmio, atualmente ocupada pelo brasileiro Liliu, que atua no Nömme Kalju, da Estônia.

Na prática, isso significa uma diferença inferior a seis gols entre o primeiro colocado e o astro campeão mundial pela seleção francesa na Copa do Mundo-2018.

Além de Liliu, outros dois brasileiros aparecem no top 10 da Chuteira de Ouro. Paulinho, que defende o BK Häcken, da Suécia, é o segundo, com 28,5 pontos. Já Klauss, do HJK Helsinque, da Finlândia, ocupa a sétima posição, com 20 pontos.

O Brasil não ganha o prêmio desde 2001/02, quando Jardel (Sporting) foi o goleador máximo da temporada. O ex-centroavante de Palmeiras e Grêmio também levantou a taça em 1998/19. Além dele, apenas Ronaldo (1996/97) já colocou o país no lugar mais alto do pódio.

O vencedor da última edição da Chuteira de Ouro é o argentino Lionel Messi, recordista do prêmio, com cinco troféus (2010, 2012, 2013, 2017 e 2018). Na temporada passada, o craque do Barcelona marcou 34 gols no Espanhol e acumulou 68 pontos.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial da disputa.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Liliu (BRA, Nömme Kalju) – 29 pontos (29 gols)
2º – Paulinho (BRA, BK Häcken) – 28,5 pontos (19 gols)
3º – Patrick Hoban (IRL, Dundalk) – 27 pontos (27 gols)
4º – Zakaria Beglarishvili (GEO, Flora Tallinn) – 26 pontos (26 gols)
5º – Roman Debelko (UCR, Levadia) – 25 pontos (25 gols)
6º – Linus Hallenius (SUE, Sundsvall) – 21 pontos (14 gols)
7º – Klauss (BRA, HJK Helsinque) – 20 pontos (20 gols)
8º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 18 pontos (9 gols)
Krzysztof Piatek (POL, Genoa) – 18 pontos (9 gols)
Liviu Antal (ROM, Zalgiris Vilnius) – 18 pontos (18 gols)
Tristan Koskor (EST, Jalgpallikool Tammeka) – 18 pontos (18 gols)
Henok Goitom (ERI, AIK Solna) – 18 pontos (12 gols)


Mais de Cidadãos do Mundo

Mais que Brumar: 6 casais famosos do futebol que não tiveram “final feliz”
“Bip Bip”: o trio de ataque que supera Neymar, Mbappé e Cavani na França
5 escândalos que arranharam a imagem de CR7 antes da acusação de estupro
Sem diálogo com a Fifa, engenheiro processa entidade por autoria do VAR


Dia das Crianças: 7 craques que começaram a brilhar cedo no mundo da bola
Comentários Comente

Rafael Reis

Com que idade um jogador de futebol pode fazer sucesso no meio dos profissionais? Na maioria dos casos, a maturidade só chega aos 20 e poucos anos. É por isso que existem competições específicas para atletas sub-15, sub-17, sub-20 e até sub-23.

Mas há casos excepcionais de jogadores que começam a brilhar bem mais cedo, antes mesmo de entrar na maioridade legal, e viram os grandes nomes de seus times (ou até de suas seleções) quando ainda estão com os rostos cheios de espinhas.

No Dia das Crianças, relembramos sete astros precoces, grandes nomes da história do futebol mundial e da contemporaneidade que começaram a fazer sucesso ainda na adolescência.

PELÉ

O maior nome da história do futebol também foi o grande craque adolescente de todos os tempos. Pelé estreou como profissional do Santos quando tinha apenas 15 anos. Aos 16, chegou à seleção brasileira. E, no ano seguinte, já ajudou a seleção brasileira a faturar seu primeiro título mundial, na Copa-1958, na Suécia. Vale lembrar que Pelé não apenas fez parte do grupo campeão, mas foi um dos protagonistas da conquista, com direito a dois gols na final contra os anfitriões.

LIONEL MESSI

O camisa 10 deixou a Argentina para se juntar às categorias de base do Barcelona aos 13 anos e cresceu sendo tratado como uma pedra preciosa a ser lapidada. Três anos após a chegada à Europa, Messi já disputou um amistoso pela equipe adulta. Pouco depois do seu 17º aniversário, participou de sua primeira partida. Na conquista da Champions de 2005/06, quando tinha 18 anos, já era um jogador importante do elenco.

NEYMAR

Assim como Messi, ganhou o rótulo de craque muito cedo e passou a adolescência cercado de expectativas. Quando ainda era praticamente uma criança, quase se transferiu para o Real Madrid. O interesse espanhol lhe rendeu um salário digno de adulto ainda nas categorias de base. Neymar ganhou sua primeira chance no time adulto um mês após completar 17 anos e rapidamente virou o grande nome do futebol brasileiro. No ano seguinte, já viu um grande lobby de torcedores e imprensa para ser incluído na lista de convocados para a Copa do Mundo-2010, o que não aconteceu.

KYLIAN MBAPPÉ

Protagonista da transferência mais cara da história envolvendo um jogador sub-20 (180 milhões de euros, por sua ida para o Paris Saint-Germain), o atacante tem só 19 anos, mas já é campeão da Copa do Mundo como um dos principais jogadores da seleção francesa. Mais impressionante ainda é o que Mbappé fez dois anos atrás. Em 2016/17, conduziu o Monaco até as semifinais da Champions e marcou seis vezes nos últimos seis jogos dos mata-matas do torneio continental mais importante do planeta.

RONALDO

Ainda que como reserva da seleção, conseguiu o mesmo feito de Pelé: ser campeão mundial com apenas 17 anos, quando ainda nem era conhecido como Fenômeno e jogava pelo Cruzeiro. Aos 20, já como astro do Barcelona, foi eleito pela primeira vez o melhor jogador do planeta. Até hoje, Ronaldo é o vencedor mais jovem da história do prêmio distribuído anualmente pela Fifa.

ROMELU LUKAKU

As imagens do centroavante belga nas categorias de base são assustadoras e viralizaram mundo à fora. Aos 9 anos, já usava calçados de tamanho de adulto e parecia um senhor jogando contra crianças que mal chegavam ao seu peito. Com um desenvolvimento físico tão precoce, Lukaku estreou como profissional logo após completar 16 anos e, meses depois, já estava na seleção principal. Seu cotidiano ao lado dos colegas de ensino médio virou até programa de TV na Bélgica.

RONALDINHO GAÚCHO

Mais um projeto de craque adolescente que vingou. Irmão de um ex-jogador do Grêmio, Assis, entrou nas categorias de base do clube gaúcho quando ainda era criança e foi subindo degrau a degrau até a estreia como profissional, aos 17 anos, já em um jogo válido pela Libertadores. Pouco mais de um ano depois, já estava na seleção brasileira que conquistaria a Copa América-1999. Foi nessa competição que Ronaldinho marcou um gol de placa contra a Venezuela, eternizado pela narração “Olha o que ele fez, olha o que ele fez” de Galvão Bueno.


Mais de Cidadãos do Mundo

5 caras novas das seleções sul-americanas para seu time contratar
Nada de aposentadoria: 7 astros que estão “escondidos” em ligas menores
7 jogadores estrangeiros que trocaram o futebol pela política
Ídolo mexicano vira governador mesmo acusado de corrupção e assassinato


Quem está melhor no PSG: Neymar ou Mbappé? Compare as estatísticas
Comentários Comente

Rafael Reis

Quem é o principal jogador do Paris Saint-Germain: Neymar ou Kylian Mbappé? Desde que o francês brilhou na conquista da Copa do Mundo e o brasileiro naufragou na Rússia-2018, essa é uma pergunta bastante recorrente entre os fãs do futebol internacional. A resposta para essa questão é subjetiva e vai do gosto pessoal de cada um. Mas que discussão no mundo do futebol não é assim?

Antes da partida contra o Estrela Vermelha, nesta quarta-feira, pela segunda rodada do Grupo C da Liga dos Campeões, resolvemos comparar os números dos dois jogadores pelo PSG nesta temporada.

Até o momento da temporada, Mbappé possui estatísticas levemente superiores às de Neymar. O jovem de 19 anos vence o brasileiro tanto na frequência de gols quanto na de assistências em 2018/19.

Por conta da participação prolongada na Copa do Mundo e também de um cartão vermelho que lhe rendeu três jogos de suspensão, Mbappé só disputou cinco partidas pelo PSG nesta temporada. Mas foi suficiente para marcar cinco vezes (média de uma a cada apresentação) e dar três passes para gol (0,6 por jogo).

Já Neymar foi a campo nove vezes e é o artilheiro do Campeonato Francês. Mas as sete bolas que meteu nas redes adversárias lhe rendem uma média de 0,77 gol por jogo, inferior à do companheiro. O camisa 10 também distribuiu três assistências (0,33) apesar de ter jogado muito mais.

Atuando um pouco mais avançado que o jogador mais caro do mundo, Mbappé também supera o brasileiro no número de finalizações.

Segundo o “Transfermarkt”, site especializado nas estatísticas do futebol, o francês tem uma média de quatro arremates por partida, contra 3,3 de Neymar.

O novo astro do futebol mundial também faz frente ao brasileiro em uma estatística em que o parceiro era praticamente imbatível na Europa até pouco tempo atrás: os dribles. Ambos ostentam média de três vitórias por jogo nos duelos individuais contra os marcadores.

Mbappé ainda leva vantagem sobre Neymar na quantidade de bolas perdidas. Entre desarmes sofridos e domínios errados, o brasileiro tem deixado a bola escapar 9,4 vezes por partida, contra só 4,3 do francês.

O camisa 10, que passou a atuar mais como meio-campista do que como propriamente atacante na gestão Thomas Tuchel, só leva a melhor na comparação com o companheiro nas estatísticas ligadas a passe.

O aproveitamento de toques de Neymar é de 81,6% neste início de temporada, bem melhor que os 75% de acerto de Mbappé. Além disso, o brasileiro também cria mais jogadas que terminam em finalização dos companheiros: 2,6 por jogo, contra 1,3.

E para você, leitor, quem é o principal jogador do Paris Saint-Germain: Neymar ou Mbappé?


Mais de Cidadãos do Mundo

Meia que assumiu ser gay: espero que em 10 anos seja algo normal no futebol
Na mira do Real, destaque do Espanhol fez técnico da seleção admitir erro
Capitão aos 21, Modric aprendeu português para xingar parceiros brasileiros
Salah é o símbolo do Islã para o mundo, diz 1º técnico de astro egípcio


5 motivos para a França acabar com “maldição” dos campeões mundiais
Comentários Comente

Rafael Reis

Cinquenta e três dias depois de conquistar o segundo título mundial de sua história, a França volta a campo nesta quinta-feira, contra a Alemanha, pela rodada de abertura da Liga das Nações, nova competição da Uefa que estreia nesta temporada.

E sua primeira adversária pós-Copa serve como um alerta para o futuro francês. Campeã mundial em 2014, a equipe germânica protagonizou um vexame na Rússia-2018 e caiu na primeira fase.

A Alemanha é a mais recente vítima de uma espécie de “maldição” que atinge os vencedores da Copa do Mundo. As duas últimas campeãs antes dela, Espanha-2010 e Itália-2006, também pararam na fase de grupos da edição posterior à de suas conquistas.

Motivo de pânico para a França? Não necessariamente. Abaixo, listamos cinco motivos pelos quais o time de Mbappé, Pogba e Griezmann pode acabar com esse estigma negativo e fazer bonito na próxima Copa.

TIME JOVEM
Os franceses dificilmente cometerão o tradicional erro de chegar à próxima Copa com uma equipe envelhecida. Isso porque o grupo que conquistou o bicampeonato mundial era muito jovem. Quinze dos 23 jogadores que participaram da vitoriosa campanha na Rússia-2018 tinham no máximo 25 anos. Ou seja, ainda nem serão trintões no Qatar-2022. Desde o tricampeonato do Brasil em 1970, uma seleção não faturava a Copa com tantos jogadores jovens.

ESTRELA ASCENDENTE
Kylian Mbappé foi um dos melhores jogadores da última Copa do Mundo apesar de ter apenas 19 anos. Se nada muito fora do comum acontecer, o jovem do Paris Saint-Germain será um atacante ainda melhor daqui quatro anos. Contar com um dos (prováveis) grandes craques do planeta pode ser um trunfo importante para a França fazer bonito na defesa do seu título mundial.

BASE VALORIZADA
Apesar de não ter tido grandes resultados nas categorias de base desde o título mundial sub-20 de 2013, a França está repleta de jovens jogadores muito valorizados no mercado internacional. A prova disso é que quatro dos dez atletas sub-19 mais caros da última janela de transferências estão aptos a defender os “Bleus”. Além de Mbappé, fazem parte desse grupo os atacantes Willem Geubbels (Monaco) e Myziane Maolida (Nice), assim como o goleiro Alban Lafont (Fiorentina).

CONSTÂNCIA
Desde que caiu na primeira fase da Copa-2010 e lavou a roupa suja em público, a França tem alcançado pelo menos as quartas de final de todas as competições que disputa. Na Euro-2012 e no Mundial do Brasil, a seleção ficou entre as oito melhores. No último torneio continental, há dois anos, foi até a final e perdeu para Portugal. E na Copa-2018, todo mundo lembra do resultado…

SOMBRA
Ao contrário do que aconteceu com Vicente del Bosque (Espanha) e Joachim Löw (Alemanha), o técnico da França, Didier Deschamps, tem dentro de casa uma grande “sombra”. Por mais poderoso que tenha se tornado depois do bicampeonato mundial, o ex-volante continua convivendo com a possibilidade de ser trocado em algum momento por Zinédine Zidane, maior ídolo da história do futebol francês e vencedor de três edições da Liga dos Campeões à frente do Real Madrid. Ou seja, não dá para se acomodar muito.


Mais de Seleções:

– Argentina promove maior “reformulação” pós-Copa; Brasil fica acima da média
– Conheça a seleção que não faz gol há 6 anos e perdeu os últimos 14 jogos
– Cidade italiana de 47 mil habitantes recebe troféu da Copa para reparos
– Que seleções trocaram e quais mantiveram o técnico depois da Copa?


Janela de transferências chega a R$ 23 bilhões e vira a maior da história
Comentários Comente

Rafael Reis

A janela de transferências para 2018/19 já é a maior da história do futebol.

Faltando ainda mais de duas semanas para o fechamento do mercado de trocas de clubes na maior parte das principais ligas do planeta, as compras e vendas de jogadores para a nova temporada movimentaram 5,2 bilhões de euros (R$ 23 bilhões).

A quantia já supera os 5,1 bilhões de euros (R$ 22,6 bilhões) que mudaram de mãos entre julho e agosto do ano passado, período que havia quebrado todos os recordes históricos em transações futebolísticas.

Apesar de nenhuma transferência ter alcançado a casa dos 222 milhões de euros (R$ 982 milhões) da ida de Neymar para o Paris Saint-Germain, na temporada passada, a atual janela de transferências já emplacou nove negócios que superaram os 50 milhões de euros (R$ 221,2 milhões).

Além disso, 11 clubes de quatro países diferentes (Inglaterra, Itália, Espanha e França) investiram mais de 100 milhões de euros (R$ 444,8 milhões) na chegada de reforços.

Para completar, pela primeira vez na história, uma liga nacional que não a elite inglesa, ultrapassou a marca de 1 bilhão de euros (R$ 4,4 bilhões) em negócios em uma única janela de transferências.

Impulsionado pela contratação de Cristiano Ronaldo pela Juventus, o Campeonato Italiano já gastou 1,02 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões) em novos jogadores e só ficou atrás da bilionária Premier League inglesa na atual temporada.

A janela de transferências na Espanha, na França, na Alemanha e na maior parte das ligas importantes da Europa vai até o dia 31 de agosto. Na Itália, ela fecha nesta sexta-feira. Já na Inglaterra, o período para mudança de clubes acabou na semana passada.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões de euros
2º – Cristiano Ronaldo (POR, Juventus) – 117 milhões
3º – Kepa Arrizabalaga (G, ESP, Chelsea) – 80 milhões
4º – Thomas Lemar (FRA, Atlético de Madri) – 70 milhões
5º – Riyad Mahrez (ALG, Manchester City) – 67,8 milhões
6º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
7º – Naby Keita (GUI, Liverpool) – 60 milhões
8º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
9º – Jorginho (ITA, Chelsea) – 57 milhões
10º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
TOTAL: 5,2 bilhões de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
2º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
5º – Malcom (BRA, Barcelona) – 41 milhões
6º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
7º – Richarlison (BRA, Everton) – 39,2 milhões
8º – Felipe Anderson (BRA, West Ham) – 38 milhões
9º – Arthur (BRA, Barcelona) – 31 milhões
10º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 18,5 milhões

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19
1º – Juventus (ITA) – 256,9 milhões
2º – Liverpool (ING) – 182,2 milhões
3º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
4º – Chelsea (ING) – 137 milhões
5º – Barcelona (ESP) – 125,9 milhões
6º – Real Madrid (ESP) – 124,3 milhões
7º – Atlético de Madri (ESP) – 123,5 milhões
8º – Leicester (ING) – 114,6 milhões
9º – Roma (ITA) – 110 milhões
10º – Fulham (ING) – 109 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2018/19
1º – Monaco (FRA) – 354,6 milhões
2º – Real Madrid (ESP) – 132,5 milhões
3º – Roma (ITA) – 124,7 milhões
4º – Juventus (ITA) – 99,5 milhões
5º – Napoli (ITA) – 86 milhões
6º – Leicester (ING) – 84,3 milhões
7º – Atletic Bilbao (ESP) – 80 milhões
8º – Inter de Milão (ITA) – 77,5 milhões
9º – Milan (ITA) – 74,8 milhões
10º – Barcelona (ESP) – 74,2 milhões

AS 10 LIGAS MAIS GASTONAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Campeonato Inglês – 1,42 bilhão de euros
2º – Campeonato Italiano – 1,02 bilhão
3º – Campeonato Espanhol – 773,3 milhões
4º – Campeonato Alemão – 447,3 milhões
5º – Campeonato Francês – 440,9 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 179,6 milhões
7º – Campeonato Mexicano – 96,7 milhões
8º – Campeonato Saudita – 82,4 milhões
9º – Campeonato Holandês – 73 milhões
10º – Campeonato Belga – 71,1 milhões


Mais de Cidadãos do Mundo

Para ex-Fla e Corinthians, companheiro gay de time é “grito de liberdade”
Sem brasileiros, seleção dos sub-20 mais valiosos do mundo tem domínio francês
Valdivia supera passado de lesões e vira “inquebrável” em rival corintiano
Veja 7 jovens que se destacaram na pré-temporada de grandes clubes europeus


Sem brasileiros, seleção dos sub-20 mais valiosos tem domínio francês
Comentários Comente

Rafael Reis

Vinícius Júnior, Rodrygo, Paulinho, Éder Militão, Lucas Paquetá. O Brasil está repleto de jovens talentosos que ainda possuem idade suficiente para participar de competições dirigidas a atletas de categoria de base.

Mesmo assim, o futebol pentacampeão mundial não conta com sequer um representante na seleção dos jogadores sub-20 mais valiosos do planeta, de acordo com avaliação do “Transfermarkt”, site especializado na cobertura do Mercado da Bola.

A equipe dos atletas nascidos a partir de agosto de 1998 com maior estimativa de valor de mercado tem a presença de dez europeus e de apenas um garoto de outro continente, o meia-atacante jamaicano Leon Bailey, do Bayer Leverkusen.

O país com mais representantes nessa espécie de “seleção mundial do futuro” é a França.

No entanto, apenas um dos seus quatro integrantes, o craque Kylian Mbappé, do Paris Saint-Germain, avaliado em 150 milhões de euros (R$ 652 milhões) e disparado o jogador mais caro e badalado do planeta na sua idade, participou do título da Copa-2018.

Os outros três franceses do elenco sub-20, o zagueiro Dayot Upamecano (RB Leipzig), o lateral esquerdo Theo Hernández (Real Madrid) e o meia Houssem Aouar (Lyon), ainda defendem a seleção sub-21 e sonham com uma primeira oportunidade na equipe dirigida por Didier Deschamps.

O time dos juniores mais valiosos do mundo tem ainda um italiano (Gianluigi Donnarumma), dois ingleses (Trent Alexander-Arnold e Marcus Rashord), um holandês (Mathijs de Ligt), um português (Renato Sanches) e um alemão (Kai Havertz).

O valor somado dos 11 jogadores que compõem a seleção sub-20 é de 493 milhões de euros (R$ 2,1 bilhão).

Conheça a seleção sub-20 dos mais caros do mundo (por posição):

G – Gianluigi Donnarumma (ITA/Milan) – 40 milhões de euros
LD – Trent Alexander-Arnold (ING/Liverpool) – 25 milhões de euros
Z – Dayot Upamecano (FRA/RB Leipzig) – 19 milhões de euros
Z – Matthijs De Ligt (HOL/Ajax) – 40 milhões de euros
LE – Theo Hernández (FRA/Real Madrid) – 15 milhões de euros
MC – Renato Sanches (POR/Bayern de Munique) – 20 milhões de euros
MC – Houssem Aouar (FRA/Lyon) – 35 milhões de euros
MAD – Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain) – 150 milhões de euros
MAC – Kai Havertz (ALE/Bayer Leverkusen) – 28 milhões de euros
MAE – Leon Bailey (JAM/ Bayer Leverkusen) – 35 milhões de euros
A – Marcus Rashford (ING/Manchester United) – 65 milhões de euros

Fonte: Transfermarkt


Mais de Cidadãos do Mundo

Valdivia supera passado de lesões e vira “inquebrável” em rival corintiano
Veja 7 jovens que se destacaram na pré-temporada de grandes clubes europeus
7 destaques da Copa que podem mudar de time nesta janela de transferências
Além de Alisson: 7 jogadores que mudaram de clube após a Copa-2018


Mercado da Bola movimenta R$ 18 bi; conheça os 10 clubes que mais venderam
Comentários Comente

Rafael Reis

Faltando um mês para o fechamento da janela de transferências nos principais campeonatos nacionais do planeta, o Mercado da Bola para a temporada 2018/19 já movimentou 4,1 bilhões de euros (R$ 17,8 bilhões) em compras e empréstimos de jogadores.

O valor já equivale a 80% do total de 5,1 bilhões de euros (R$ 22,1 bilhões) que mudaram de mãos entre julho e agosto do ano passado –período que quebrou todos os recordes históricos em transações de atletas de futebol.

A tendência é que a marca seja superada ao longo das próximas semanas, já que Espanha, Alemanha e França, três das cinco ligas mais poderosas do mundo, permitem transferências até o fim de agosto. Na Inglaterra, a janela fecha no dia 9. E na Itália, no dia 18.

Quem mais contribuiu para movimentar o mercado internacional de jogadores nesta temporada foi o Monaco. O clube do Principado já faturou 341 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão) em venda de atletas.

A maior parte desse valor saiu da transferência da jovem estrela Kylian Mbappé para o Paris Saint-Germain. O negócio, que movimentou 180 milhões de euros (R$ 780,1 milhões) e foi o segundo maior da história do futebol, foi fechado na temporada passada, mas, por questões contábeis, só agora foi concluído – o atacante atuou por empréstimo no PSG em 2017/18.

Além do atacante, o Monaco também vendeu o volante brasileiro Fabinho (Liverpool), os meias Thomas Lemar (Atlético de Madri), Soualiho Meité (Torino) e João Moutinho (Wolverhampton), o zagueiro Terence Kongolo e o atacante Adama Diakhaby (ambos para o Huddersfield).

A soma das vendas feitas pelo vice-campeão francês na atual janela de transferência equivale a mais que o dobro do segundo colocado no ranking dos clubes que mais faturaram nesta edição do Mercado da Bola. Esse posto é ocupado pelo Real Madrid, atual tri da Champions, que lucrou 132,5 milhões de euros (R$ 572,1 milhões).

Apesar da negociação de jogadores importantes, como Vinícius Júnior (Real Madrid) e Arthur (Barcelona), nenhum clube brasileiro aparece no top 10 dos times que mais ganharam dinheiro com transferências.

O mais bem posicionado nessa lista é o Flamengo, que arrecadou 45 milhões de euros (R$ 195 milhões) e ocupa a 27ª colocação.

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2018/19
1º – Monaco (FRA) – 341 milhões de euros
2º – Real Madrid (ESP) – 132,5 milhões
3º – Roma (ITA) – 124,7 milhões
4º – Napoli (ITA) – 86 milhões
5º – RB Leipzig (ALE) – 72,8 milhões
6º – Inter de Milão (ITA) – 72,7 milhões
7º – Leicester (ING) – 67,8 milhões
8º – Paris Saint-Germain (FRA) – 65 milhões
Porto (POR) – 65 milhões
10º – Shakhtar Donetsk (UCR) – 59 milhões

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19
1º – Juventus (ITA) – 221,9 milhões
2º – Liverpool (ING) – 182,2 milhões
3º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
4º –  Roma (ITA) – 110 milhões
5º – Barcelona (ESP) – 107,9 milhões
6º – Atlético de Madri (ESP) – 98 milhões
7º – Monaco (FRA) – 96 milhões
8º – West Ham (ING) – 95 milhões
9º – Real Madrid (ESP) – 89,3 milhões
10º – Napoli (ITA) – 84 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões
2º – Cristiano Ronaldo (POR, Juventus) – 117 milhões
3º – Thomas Lemar (FRA, Atlético de Madri) – 70 milhões
4º – Riyad Mahrez (ALG, Manchester City) – 67,8 milhões
5º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
6º – Naby Keita (GUI, Liverpool) – 60 milhões
7º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
8º – Jorginho (ITA, Chelsea) – 57 milhões
9º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Richarlison (BRA, Everton) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
TOTAL: 4,1 bilhões de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
2º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Richarlison (BRA, Everton) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
6º – Malcom (BRA, Barcelona) – 41 milhões
7º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
8º – Felipe Anderson (BRA, West Ham) – 38 milhões
9º – Arthur (BRA, Barcelona) – 31 milhões
10º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 18,5 milhões

AS 10 LIGAS MAIS GASTONAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Campeonato Inglês – 1,02 bilhão
2º – Campeonato Italiano – 861,5 milhões
3º – Campeonato Espanhol – 618,6 milhões
4º – Campeonato Francês – 420,6 milhões
5º –  Campeonato Alemão – 410,1 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 133,5 milhões
7º – Campeonato Holandês – 68,3 milhões
8º – Campeonato Belga – 68 milhões
9º – Campeonato Português – 65,1 milhões
10º – Campeonato Chinês – 55,2 milhões

* valores em euros


Mais de Clubes

– Conheça os reforços mais caros da história dos grandes clubes da Europa
– Novo lar de CR7 investe R$ 1 bi em reforços; veja os 10 clubes mais gastões
– Janela movimenta R$ 8 bi em reforços antes de abrir; veja lista das ligas
– Flamengo é o 5º em ranking de maiores vendedores do planeta; veja top 10