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Mesmo com tropeços, arrancada do Corinthians supera Bayern e Juventus
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Rafael Reis

Apesar de ter tropeçado nas duas últimas rodadas, a campanha do Corinthians no Campeonato Brasileiro-2017 ainda é digna das dos campeões das principais ligas nacionais europeias na última temporada.

O time dirigido por Fábio Carile, que empatou com Atlético-PR e Avaí nesta semana, somou 37 pontos em suas primeiras 15 apresentações na Série A deste ano.

A marca é superior às alcançadas por Juventus (36), Bayern de Munique (36) e Monaco (24), campeões italiano, alemão e francês, respectivamente, no mesmo período da competição que conquistaram.

Entre os vencedores das cinco principais ligas nacionais da Europa na última temporada, só o Chelsea, campeão inglês, e o Real Madrid, que levantou a taça na Espanha, tiveram um início de campeonato similar ao corintiano.

Os dois clubes também somaram 37 pontos nas primeiras 15 rodadas. O Real teve uma campanha idêntica à do Corinthians, com 11 vitórias e quatro empates. Já o Chelsea ganhou 12 vezes, empatou uma e sofreu duas derrotas.

O líder do Brasileiro supera todos os principais campeões do Velho Continente em um quesito: a defesa. O time alvinegro sofreu apenas sete gols até o momento. Quem mais se aproxima desse desempenho é o Bayern, vazado nove vezes nas 15 rodadas iniciais da Bundesliga.

Já o ataque corintiano tem números praticamente inexpressivos na comparação com os grandes clubes do planeta. Foram 25 gols marcados na Série A. Com o mesmo número de jogos em suas ligas, o Real já havia colocado 40 bolas nas redes, e o Monaco, 44.

O desafio do Corinthians agora é não “sentir” os últimos tropeços e conseguir manter um aproveitamento próximo aos 82,2% dos pontos disputados que ostenta agora até o fim do campeonato, marca que certamente lhe dará o título.

Entre os cinco campeões analisados, o único que conseguiu ficar acima dessa faixa foi o Monaco, que obteve 83,3% dos pontos possíveis no Francês. Real Madrid e Chelsea tiveram aproveitamentos de 81,6%. O Bayern venceu o Alemão com 80,4%. E a Juve faturou o Italiano com 78,8% dos pontos que disputou.

A melhor campanha da história do Brasileiro de pontos corridos foi conquistada justamente em 2003, primeiro ano desse formato de disputa. Na ocasião, o Cruzeiro se sagrou campeão nacional com 100 pontos e aproveitamento de 72,5%.

Ou seja, o Corinthians de 2017 ainda está muito acima do melhor campeão brasileiro da história recente. Apesar dos seus recentes tropeços.


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Mais Brasil e “novo Buffon”: saiba quem a Juve quer contratar para 2017/18
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Rafael Reis

Goleada por 4 a 1 pelo Real Madrid na decisão da Liga dos Campeões, a Juventus planeja melhorar seu elenco para manter o domínio dentro da Itália e tentar na próxima temporada seu terceiro título europeu.

Com uma defesa bastante sólida e boas opções para o setor no futuro (Daniele Rugani e Mattia Caldara), a maior preocupação do clube italiano é aumentar o leque de opções do técnico Massimiliano Allegri para o meio-campo e o atacante.

É por isso que os maiores esforços do time de Turim no mercado de transferências devem ser para ampliar o número de jogadores de criação e conclusão de jogadas à disposição do seu treinador.

A Juve já assegurou as permanências do meia-atacante Juan Cuadrado e do zagueiro Medhi Benatia, que estavam no clube por empréstimo. Para manter o colombiano e o marroquino no elenco, o clube desembolsou 37 milhões de euros (R$ 135 milhões).

Outro negócio já fechado é a contratação do meia uruguaio Rodrigo Bentancur, 20, do Boca Juniors. Os italianos pagaram 10,5 milhões de euros (R$ 38,3 milhões) pelo jogador, mas ainda não sabem se irão aproveitá-lo de imediato ou emprestá-lo para outra equipe.

Quanto às baixas para a próxima temporada, a mais próxima de ser definida é a do goleiro brasileiro Neto, que cansou de ficar na reserva de Gianluigi Buffon e deve se mandar para o Napoli.

Os laterais Daniel Alves e Alex Sandro também estão em alta no mercado e podem receber polpudas propostas de transferências. Caso sejam negociados, a Juve deve correr atrás de peças de reposição.

Conheça abaixo os principais alvos da Juventus para a temporada 2017/18:

ATAQUE

A Juve quer um jogador experiente com características semelhantes às de Cuadrado para jogar pelo lado esquerdo do ataque, setor hoje ocupado pelo ex-centroavante Mario Mandzukic. E o brasileiro Douglas Costa, reserva no Bayern de Munique, é o número 1 dessa lista. O jogador, que também também interessa a Manchester United e Paris Saint-Germain, deve custar pelo menos 25 milhões de euros (R$ 91 milhões). Outro nome bastante próximo de ser anunciado, esse para ser reserva de Gonzalo Higuaín no comando de ataque, é o tcheco Patrick Schick, revelação da Sampdoria no último Campeonato Italiano.

MEIO-CAMPO

Douglas Costa não é o único atleta que anda meio esquecido no Bayern que pode pintar no elenco da Juventus na próxima temporada. O português Renato Sanches, que chegou cheio de moral a Munique um ano atrás, mas passou a maior parte do tempo no banco, também pode reforçar o elenco italiano. O negócio pode movimentar 45 milhões de euros (R$ 164 milhões). O plano B do clube de Turim para o setor é Fabinho, ex-lateral direito que se destacou no meio-campo com o camisa do Monaco na última temporada. E há ainda uma terceira opção, o volante alemão Emre Can, atualmente no Liverpool.

GOLEIRO

A um ano da provável aposentadoria do ídolo Buffon, a Juve já está preocupada com a sucessão da sua meta. Por isso, pensa em contratar imediatamente aquele que deve ser o substituto do italiano no gol alvinegro a partir de 2018. De acordo com a imprensa italiana, o favorito da diretoria para ocupar essa vaga é o polonês Wojciech Szczesny, que defendeu a Roma na última temporada, mas tem contrato com o Arsenal. A transação deve movimentar cerca de 16 milhões de euros (R$ 58 milhões).


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Agora sim, Cristiano Ronaldo é inquestionável como melhor do mundo
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Rafael Reis

Ao ajudar o Real Madrid a conquistar pela 12ª vez o título da Liga dos Campeões da Europa, Cristiano Ronaldo não só praticamente garantiu a quinta Bola de Ouro de sua carreira, como também acabou com qualquer dúvida sobre o merecimento do prêmio.

Com a atuação decisiva sobre a Juventus e os dois gols na goleada por 4 a 1 deste sábado, o português se tornou quase uma unanimidade.

É difícil encontrar alguém que, neste momento, não considere o camisa 7 do Real o melhor jogador do mundo na temporada 2016/17.

E essa foi a grande vitória individual de CR7 no Millenium Stadium, em Cardiff.

O português já era favorito ao prêmio mesmo antes de a bola rolar na decisão da Champions. Mas a temporada cheia de altos e baixos levantava uma dúvida: seria CR7 o principal candidato ao prêmio pelo futebol que estava apresentando ou pelos holofotes que o iluminam?

A reposta para aqueles que queriam ver a Bola de Ouro para Lionel Messi, o artilheiro do futebol europeu na temporada, ou para Gianluigi Buffon, o goleiro líder da Juventus, foi dada no mais alto estilo.

Desde 2010, quando Diego Milito brilhou no confronto entre Inter de Milão e Bayern de Munique, um jogador não marcava duas vezes na final do torneio interclubes mais importante do planeta.

Cristiano Ronaldo venceu Buffon pela primeira vez em um tapa cheio de classe na bola que contou com um leve desvio em Bonucci. Foi o gol que abriu o marcador e começou a desenhar o destino da decisão.

Quando o Real já tinha um 2 a 1 no placar, o português tratou de sepultar as últimas esperanças da Juventus. Como um raio, o camisa 7 surgiu em velocidade dentro da área para escrever seu nome na história… mais uma vez.

Sim, Cristiano Ronaldo será eleito pela quinta vez o melhor jogador do mundo e irá igualar o recorde do seu arquirrival, Messi. E, depois da decisão da Champions, não dá mais para questionar isso.


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Rafael Reis

Cristiano Ronaldo vai a campo neste sábado em busca do quarto título de Liga dos Campeões da Europa de sua carreira e de uma quase certeza que será eleito pela quinta vez o melhor jogador do mundo.

Mas, de acordo com os algoritmos do “Who Scored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, o astro do Real Madrid é o dono apenas do 19º melhor desempenho da atual temporada.

Segundo a ferramenta, o futebol mostrado por CR7 em 2016/17 é digno da nota 7,61. A avaliação é feita por uma inteligência artificial a partir da análise dos dados de cada atleta em incontáveis fundamentos, como gols, assistências, dribles e desarmes.

A média atual é a pior da carreira de Cristiano Ronaldo desde a chegada ao Real Madrid, em 2009. O português nunca fechou uma temporada com nota abaixo de 7,99 (2015/16).

Para as estatísticas do “Who Scored?”, o melhor jogador do planeta é o brasileiro Neymar (8,52), com pequena vantagem para o argentino Lionel Messi (8,47), seu companheiro no Barcelona. O espanhol Thiago Alcántara (8,28), do Bayern de Munique, completa o pódio.

Além do camisa 11 do Barça, outros dois brasileiros tiveram uma temporada melhor que CR7 na visão dos algoritmos que analisam o desempenho dos jogadores.

O lateral esquerdo Alex Sandro, da Juventus, adversária do Real na decisão deste sábado, tem 7,63 de média e aparece na 17ª colocação no ranking. O 18º é o meia-atacante Felipe Anderson, da Lazio, com 7,62.

Apesar da queda de desempenho apontada pela fria análise das estatísticas e das inteligências artificiais, Cristiano Ronaldo é o favorito para ganhar pela quinta vez o prêmio de melhor do mundo por ter sido o jogador mais decisivo da competição mais importante da temporada.

Dos dez gols anotou pelo português na atual edição da Champions, oito saíram na fase de mata-mata. CR7 marcou cinco vezes contra o Bayern de Munique, nas quartas de final, e mais três ante o Atlético de Madri, na semi.

Atuações que foram essenciais para colocar o Real frente a Juventus neste sábado, em Cardiff, e que, se não conquistaram os computadores do “Who Scored?”, certamente chamaram a atenção dos eleitores do prêmio.

OS 10 MELHORES DA TEMPORADA, SEGUNDO O “WHO SCORED?”

1 – Neymar (BRA/Barcelona) – 8,52
2 – Lionel Messi (ARG/Barcelona) – 8,47
3 – Thiago Alcántara (ESP/Bayern de Munique) – 8,28
4 – Edin Dzeko (BOS/Roma) – 7,85
5 – Arjen Robben (HOL/Bayern de Munique) – 7,82
6 – Eden Hazard (BEL/Chelsea) – 7,81
7 – Luis Suárez (URU/Barcelona) – 7,81
8 – Dries Mertens (BEL/Napoli) – 7,76
9 – Alexis Sánchez (CHI/Arsenal) – 7,76
10 – Alejandro Gómez (ARG/Atalanta) – 7,75


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Herói ou vilão? 5 polêmicas que marcaram a carreira de Buffon
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Rafael Reis

Cinco participações em Copas do Mundo, um título mundial, oito scudetti do Campeonato Italiano e 16 anos como titular da meta da Juventus. Não é à toa que Gianluigi Buffon é uma das principais atrações da final da Liga dos Campeões da Europa.

Mas um dos grandes ídolos do adversário deste sábado do Real Madrid pelo troféu mais cobiçado do futebol mundial na temporada 2016/17 também tem um outro lado. E ele está cheio de polêmicas.

Conheça abaixo cinco histórias que fazem com que Buffon não seja lembrado apenas como um dos melhores goleiros da história, mas também como um atleta de vida pessoal conturbada e atitudes pouco exemplares para seus milhares (ou milhões) de fãs espalhados pela Itália e por todo o planeta.

JOGATINA
Buffon cativou durante anos o hábito de apostar em resultados de partida de futebol, um problema em um país marcado por escândalos de manipulação de resultados. Sua participação na máfia que fabricava placares no Campeonato Italiano chegou inclusive a ser investigada pela polícia. O goleiro só escapou de punição porque conseguiu provar que jamais havia posto dinheiro na previsão de placares de partidas do próprio time e nem feito apostas depois de 2005, quando a prática foi criminalizada para jogadores de futebol.

EXTREMA-DIREITA
Apesar de sempre negar ter inclinações políticas radicais, Buffon foi visto no início da carreira como simpatizante de regimes de extrema-direita, como nazismo e fascismo. Isso porque o goleiro costumava usar no Parma o número 88, considerado uma apologia a “Heil Hitler”, a saudação feita pelos alemães a Adolf Hitler. Além disso, em 1999, Buffon apareceu com uma camiseta estampada com a frase “Boia chi Molla” (algo como “Quem desiste é um assassino dos seus próprios companheiros”), usada pelo exército de Benito Mussolini durante o regime fascista e a Segunda Guerra Mundial.

CIGARRO
O goleiro faz parte de uma numerosa lista de jogadores de futebol que mantêm um hábito que pouco tem a ver com a vida saudável de um esportista de alto nível. Assim como Zidane, Ronaldo e vários outros, Buffon é fumante. O astro da Juventus nunca negou o vício, mas sempre alegou que só acende seu cigarro quando está de folga. No entanto, o atacante Pablo Daniel Osvaldo, seu ex-companheiro de seleção, já afirmou que já fumou ao lado do goleiro no vestiário da Azzurra.

INFIEL
Buffon fez a alegria dos paraparazzi italianos pouco antes da Copa-2014, quando surgiu o rumor de que ele estava tendo uma relação extraconjugal com a apresentadora esportiva Ilaria D’Amico. Meses mais tarde, o goleiro anunciou o fim do seu casamento com a modelo e atriz tcheca Alena Seredova, mãe dos seus dois primeiros filhos, e assumiu o namoro com a apresentadora da TV, ao lado de quem vive até hoje.

ABRAÇO
Essa polêmica é mais recente, do início do ano. Após a vitória por 2 a 0 da Juventus sobre a Lazio, o goleiro, todo sorridente, deu um caloroso abraço no árbitro Paolo Tagliavento. A cena provocou questionamentos na Itália devido à relação histórica de promiscuidade entre a Juve e a arbitragem italiana – uma das acusações que levaram o clube a ser rebaixado para a segunda divisão em 2006 era a de influenciar as escalações de juízes “favoráveis” para suas partidas.


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Rafael Reis

A final da Liga dos Campeões da Europa, entre Juventus e Real Madrid, neste sábado, em Cardiff (País de Gales), alterou a tabela da segunda divisão do Campeonato Argentino.

A decisão foi tomada pela AFA (Associação de Futebol da Argentina) a pedido do Instituto de Córdoba, clube que revelou o atacante Paulo Dybala, uma das estrelas da Juve, e que não queria que seu torcedor tivesse de escolher entre o filho ilustre e o time de coração.

Inicialmente, o Instituto entraria em campo para enfrentar o Central Córdoba, pela 36ª rodada da Primeira B Nacional, às 17h (de Brasília), em pleno segundo tempo da decisão da competição europeia, que terá pontapé inicial às 15h45.

Com a mudança, o início do jogo na Argentina foi adiado para as 19h. Assim, os torcedores que viram de perto Dybala surgir e despontar como promessa de craque poderão acompanhar na íntegra a partida mais importante da carreira do garoto de 23 anos, mesmo que ela vá para a prorrogação ou para os pênaltis.

Natural de Laguna Larga, uma cidade com menos de 8 mil habitantes localizada a 55 km de Córdoba, o hoje astro da Juventus chegou às categorias de base do Instituto quando tinha dez anos e permaneceu no clube até 2011.

Apesar de ter feito apenas 40 jogos pelo Instituto e nunca ter saído da segunda divisão argentina, o atacante conseguiu colocar seu nome na história do clube.

É que sua venda para o Palermo (12 milhões de euros ou R$ 43,8 milhões, na cotação atual) foi a maior da história do time de Córdoba.

Antes de ir embora para a Europa, Dybala igualou a marca história de Mario Kempes, artilheiro da Copa do Mundo-1978 e outra das crias das categorias de base do clube. Ambos anotaram sete gols em suas primeiras dez partidas pelo Instituto quando tinham somente 17 anos de idade.

Neto de um refugiado polonês que encontrou abrigo na Argentina durante a 2ª Guerra Mundial, o atacante está na Juventus desde 2015. Na atual temporada, marcou 19 gols em 47 partidas e é o vice-artilheiro do time, atrás apenas de Gonzalo Higuaín, que empurrou 32 bolas para as redes.

Na Champions, Dybala foi decisivo no confronto com o Barcelona, pelas quartas de final. O argentino marcou duas vezes na vitória por 3 a 0 na partida de ida, em Turim, que encaminhou a classificação italiana para a semi.


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Por onde andam os jogadores do último título da Juventus na Champions?
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Rafael Reis

Vinte e um ano atrás, a Juventus conseguiu o mesmo feito que espera atingir no próximo sábado: evitar que seu adversário conquiste pela segunda temporada consecutiva a Liga dos Campeões da Europa e, de quebra, levar para a casa a mais cobiçada taça do futebol mundial.

Se o rival desta semana é o Real Madrid, o do dia 22 de maio de 1996 era o Ajax, um timaço recheado por estrelas do porte de Van der Sar, Frank de Boer, Edgard Davids, Kwankwo Kanu e Patrick Kluivert.

O segundo título da Juventus na história da Champions foi decidido nos pênaltis, 4 a 2, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.

Conheça abaixo os paradeiros dos jogadores que ajudaram a Juve a se sagrar campeã europeia pela última vez… pelo menos, até sábado.

POR ONDE ANDA – JUVENTUS (1996)

Angelo Peruzzi (47 anos)Herói da decisão, defendeu os pênaltis cobrados por Davids e Silooy. Campeão mundial com a Itália em 2006, o ex-goleiro trabalhou na comissão técnica da seleção depois da aposentadoria dos gramados e também passou pela Sampdoria. Desde o meio do ano passado, é diretor de futebol da Lazio, último clube em que atuou profissionalmente.

Moreno Torricelli (47 anos)Lateral de pouco brilho, mas muita dedicação, deixou a Juventus dois anos após a conquista e jogou até 2005. Depois de trabalhar sem muito sucesso como treinador de equipes de divisões inferiores, Torricelli se dedica atualmente a escolinhas de futebol.

Pietro Vierchowood (58 anos)Veterano da conquista italiana na Copa-1982, o ex-zagueiro se despediu da Juventus justamente no confronto com o Ajax. Vierchowood ainda atuou no Milan e no Piacenza até se aposentar, em 2000. Como treinador, passou por Catania, na Fiorentina e na Triestina. Seu último trabalho foi em 2014, na Hungria, onde dirigiu durante quatro meses o lendário Honved.

Ciro Ferrara (50 anos)O ex-zagueiro que passou 11 anos vestindo a camisa da Juventus parecia ser até pouco tempo atrás um dos mais promissores técnicos da nova geração italiana. Assistente de Marcello Lippi na conquista da Copa-2006, Ferrara também fez bem um belo trabalho na seleção sub-21 da Itália e passou pelos bancos de Juve e Sampdoria. Mas sua carreira desandou e, em março, ele foi demitido do Wuhan Zall, da segunda divisão chinesa.

Gianluca Pessotto (46 anos)Apelidado de “Professor” pela torcida juventina, passou a maior parte da carreira em Turim. Em 2006, semanas depois de sua aposentadoria e em meio ao escândalo de corrupção que levou a Juve ao rebaixamento, sobreviveu a uma queda de 15 metros de altura, que foi classificada como tentativa de suicídio. Desde que se recuperou do incidente, Pessotto trabalha nas categorias de base do clube. Atualmente, é o diretor do setor de formação de jogadores.

Paulo Sousa (46 anos) – Integrante da geração de Luís Figo e Rui Costa, que recolocou Portugal no mapa do futebol mundial, o ex-volante é um treinador com carreira consolidada. Paulo Sousa já foi campeão como técnico na Hungria, em Israel e na Suíça. Desde 2015, dirige a Fiorentina, sua primeira experiência no banco de reservas no futebol italiano.

Antonio Conte (47 anos) – Um dos treinadores do momento no futebol europeu, acaba de ser campeão inglês pelo Chelsea e é o principal responsável pelo resgate do esquema com três zagueiros, outra vez na moda no Velho Continente. Jogou por 13 anos no meio-campo da Juventus e trabalhou durante três temporadas como técnico do clube, entre 2011 e 2014. Conte também dirigiu a seleção italiana na última Eurocopa.

Didier Deschamps (48 anos) – Companheiro de Conte na criação das jogadas da Juventus de 1996, o francês também dirigiu a “Velha Senhora” e tem feito sucesso como treinador. Deschamps é o comandante da França desde 2012 e foi vice-campeão europeu no ano passado. Antes, dirigiu Monaco, Olympique de Marselha e foi o comandante da Juve no retorno à Série A italiana, em 2007.

Fabrizio Ravanelli (48 anos) – Famoso pelos precoces cabelos grisalhos que exibia quando jogador, o autor do gol que abriu o placar da final da Liga dos Campeões trabalhou como comentarista de futebol na Itália, dirigiu equipes de base da Juventus e está desempregado desde 2013, quando fracassou como treinador do Ajaccio, da França.

Gianluca Vialli (52 anos) – O homem que levantou a segunda Champions da história da Juventus até tentou uma carreira como técnico. Em 1998/99, sua última temporada antes da aposentadoria, foi jogador-treinador do Chelsea e se tornou o primeiro italiano a dirigir um time na Premier League. Na sequência, dirigiu o Watford. Em meados dos anos 2000, mudou novamente de carreira. Vialli lançou um livro e se tornou comentarista de futebol da Sky Italia.

Alessandro del Piero (42 anos) – Um dos maiores ídolos da história da Juventus, era um garoto em início de carreira na final contra o Ajax. Aposentado desde 2014, dois anos depois de deixar o clube de Turim, Del Piero hoje disputa partidas de veteranos e trabalha como comentarista para a Sky Italia.

Vladimir Jugovic (47 anos) – Primeiro reserva usado por Marcello Lippi na final, substituiu Conte ainda antes do intervalo. O ex-meia, que fez parte de uma ótima geração da Iugoslávia nos anos 1990, hoje trabalha com prospecção de jovens jogadores e também é comentarista de TV.

Angelo di Livio (50 anos) – Meia da seleção italiana em duas Copas do Mundo (1998 e 2002), trabalhou nas categorias de base da Roma, clube onde iniciou a carreira, e é garoto-propaganda e embaixador de uma casa de apostas esportivas online austríaca.

Michele Padovano (50 anos) – Possivelmente o jogador menos conhecido entre todos os usados pela Juventus na decisão da Champions, o ex-atacante foi parar atrás das grades em 2006. Padovano foi condenado a oito anos de prisão por tráfico de drogas.

Marcello Lippi (69 anos) – O homem que levou a Juve ao título europeu foi também o comandante da Azzurra na conquista da Copa do Mundo de 2006. Lippi deixou a seleção italiana logo após o tetra, mas retornou dois anos depois e dirigiu a equipe na Copa-2010. Passou também pelo Guangzhou Evergrande, hoje nas mãos de Luiz Felipe Scolari, até ser contratado no ano passado para tentar levar a China ao Mundial da Rússia.


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Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions
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Rafael Reis

Adversários na decisão da Liga dos Campeões da Europa, Real Madrid e Juventus levarão 1,05 bilhão de euros (R$ 3,8 bilhões) ao gramado do Millennium Stadium, em Cardiff, no próximo sábado.

É essa a soma dos investimentos em contratações feitos pelos dois melhores clubes da Europa na temporada 2016/17 para montar seus elencos atuais.

O Real, atual campeão e candidato a se tornar o primeiro time a emendar dois títulos de Champions em 27 anos, gastou mais.

Foram 624 milhões de euros (quase R$ 2,3 bilhões) torrados na chegada de 21 reforços –o restante do grupo dirigido por Zinédine Zidane foi formado em casa e não exigiu compra de direitos econômicos.

Três dos dez jogadores mais caros da história fazem parte do bilionário elenco espanhol: o galês Gareth Bale é o segundo colocado no ranking, o português Cristiano Ronaldo é o terceiro e o colombiano James Rodríguez, um reserva luxo do banco merengue, ocupa o oitavo lugar.

A Juventus, que busca o terceiro título europeu de sua história e o fim de um tabu de 21 anos sem a mais cobiçada taça do futebol mundial, pode até ter gasto menos que o Real. Mas isso não significa que seu investimento tenha sido modesto.

Para montar o elenco mais poderoso da Itália e um dos mais temidos do continente, o clube de Turim abriu os cofres e investiu mais de 424 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,5 bilhão).

A Juve também conta com um top 10 das maiores transferências do futebol mundial em todos os tempos: o centroavante argentino Gonzalo Higuaín, quarto colocado no ranking.

Além disso, conta com o goleiro mais caro da história, o capitão e ídolo Gianluigi Buffon, que foi contratado 16 anos atrás por quase 53 milhões de euros (R$ 193 milhões, na conversão atual).

O gasto da Juventus na montagem do seu elenco só não foi maior porque o clube soube aproveitar algumas situações de pechincha no mercado para captar bons jogadores.

O lateral direito brasileiro Daniel Alves e o meia alemão Sami Khedira, dois dos principais nomes do time dirigido por Massimiliano Allegri, chegaram a Turim depois de ficarem sem contrato no Barcelona e no Real Madrid, respectivamente. Ou seja, foram contratações que não obrigaram a Juve a colocar a mão no bolso para pagar por direitos econômicos.

5 REFORÇOS MAIS CAROS DO ELENCO DO REAL MADRID
1º – Gareth Bale – 101 milhões de euros, em 2013
2º – Cristiano Ronaldo – 94 milhões de euros, em 2009
3º – James Rodríguez – 75 milhões de euros, em 2014
4º – Karim Benzema – 35 milhões de euros, em 2009
5º – Danilo – 31,5 milhões de euros, em 2015

5 REFORÇOS MAIS CAROS DO ELENCO DA
1º – Gonzalo Higuaín – 90 milhões de euros, em 2016
2º – Gianluigi Buffon – 52,9 milhões de euros, em 2001
3º – Paulo Dybala – 40 milhões de euros, em 2015
4º – Miralem Pjanic – 32 milhões de euros, em 2016
5º – Alex Sandro, 26 milhões de euros, em 2015


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Buffon largou casamento para viver com apresentadora esportiva de TV
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Rafael Reis

Um dos maiores goleiros de todos os tempos, Gianluigi Buffon não se limita a viver o futebol apenas quando está nos treinos e jogos da Juventus, uma das finalistas da Liga dos Campeões da Europa.

O esporte faz parte da rotina do veterano de 39 anos mesmo quando ele está longe dos campos. Não importa se ele está dentro de casa, em um passeio de iate pelo Mediterrâneo ou mesmo em um jantar romântico, a bola sempre o persegue.

Isso porque sua mulher também tem o futebol como “ganhão pão”.

Ilaria D’Amico é uma espécie de Renata Fan italiana. A apresentadora comanda programas esportivos na televisão há quase duas décadas. Já trabalhou na RAI, emissora pública do país, e hoje faz parte da equipe da SKY Sports.

Um dos rostos mais conhecidos da TV esportiva na Itália, a apresentadora e comentarista só não é mais popular e querida graças justamente a Buffon.

Ao contrário de Renata Fan, que tem uma vida amorosa bastante discreta e jamais foi vista com boleiros, D’Amico resolveu namorar um dos principais nomes do futebol italiano… e quando ele ainda era casado.

O escândalo estourou no primeiro semestre de 2014, pouco antes da Copa do Mundo do Brasil, e fez a festa dos jornalistas de celebridade locais.

Em meio a rumores de que estaria tendo um caso extraconjugal com a apresentadora pipocando na imprensa, Buffon decidiu se separar da modelo e atriz tcheca Alena Seredova, mãe dos seus dois primeiros filhos.

Logo depois do Mundial, o goleiro e D’Amico foram flagrados em clima de romance na Grécia por paparazzo de uma revista de fofocas. Na sequência, decidiram assumir o polêmico relacionamento.

O casal está junto desde então e já tem um filho, o pequeno Leopoldo Mattia, nascido em janeiro do ano passado.

“Com Buffon, vivo constantemente um conflito de interesses”, admitiu a jornalista, em março, sobre o fato de ser paga para analisar o desempenho de jogadores de futebol, inclusive, do seu marido.

O certo é que Ilaria D’Amico estará no Millenium Stadium, em Cardiff, no dia 3 de junho, para a decisão da Champions, entre Juventus e Real Madrid. Resta saber se apenas para torcer para o marido, ou também para entrevistá-lo.


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Conheça os brasileiros que podem ser campeões na Europa neste fim de semana
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Rafael Reis

A menos de um mês do encerramento oficial da temporada 2016/17 do futebol europeu, os principais campeonatos nacionais do Velho Continente caminham para a definição.

Alguns deles, como o Alemão (Bayern de Munique), o Grego (Olympiacos), o Russo (Spartak Moscou) e o Ucraniano (Shakhtar Donetsk), já conhecem seus campeões. Em outros, a conclusão da disputa pelo título é apenas uma questão de dias.

Conheça abaixo os jogadores brasileiros que podem se sagrar campeões nacionais na Europa neste fim de semana.

JUVENTUS

Finalistas da Liga dos Campeões da Europa, os laterais Daniel Alves e Alex Sandro, além do goleiro Neto, precisam apenas de um empate na “decisão” contra a Roma, vice-líder, no domingo, para ajudar a Juventus a conquistar com duas rodadas de antecedência o sexto título italiano consecutivo. O time de Turim tem sete pontos de vantagem para a Roma e oito para o Napoli, que ainda tem chances. O clube do sul da Itália, no entanto, leva a pior no confronto direto com a Juventus, primeiro critério de desempate.

CHELSEA

David Luiz, Willian e Kenedy podem ser campeões ingleses já nesta sexta-feira. Para isso, basta que o Chelsea (84 pontos) derrote o West Bromwich, fora de casa. Caso o líder da Premier League não vença seu compromisso válido pela antepenúltima rodada, a conquista antecipada do troféu dependerá de um tropeço do Tottenham (77), vice-líder e única ameaça ao título, no difícil encontro com o Manchester United.

MONACO

Fabinho, Jemerson, Jorge e Boschilia não conseguiram levar o Monaco para a decisão da Liga dos Campeões, mas estão prestes a ver o time do Principado encerrar um jejum de 17 anos sem conquistar o título francês. A equipe da sensação Mbappé será campeã nacional neste domingo se conseguir aumentar a vantagem de três pontos que possui atualmente em relação ao Paris Saint-Germain, segundo colocado. Os monegascos recebem o Lille no mesmo horário do confronto entre PSG e Saint-Étienne.

BENFICA

Todo ano, uma porção de jogadores brasileiros conquista o campeonato português. Nesta temporada, Ederson, Luisão, Filipe Augusto, Jonas, Júlio César, Jardel e Marcelo Hermes estão com a mão na taça. São eles os representantes do futebol pentacampeão mundial no Benfica (78), atual tricampeão nacional, que precisa vencer o Vitória de Guimarães, no sábado, para ser tetra. Qualquer outro resultado abre a possibilidade de o Porto (73) levar a disputa para a última rodada, desde que derrote o Paços de Ferreira, no domingo.

FEYENOORD

Pouco conhecido no Brasil, o zagueiro Eric Botteghin, revelado no Grêmio Barueri e com passagem pelo Internacional, está perto de ajudar o Feyenoord a ser campeão holandês pela primeira vez neste século. A equipe de Roterdã entra na última rodada da Eredivisie, que será jogada neste domingo, com um ponto e cinco gols de vantagem no saldo de gols (primeiro critério de desempate) em relação ao Ajax. O Feyernoord joga em casa contra o Heracles. Já o time de Amsterdã visita o Willem II.

AJAX

Se o Feyenoord der bobeira e não derrotar o Heracles, David Neres e o Ajax terão a chance de conquistar o título holandês que o clube deixou escapar nas duas últimas temporadas. Contratado do São Paulo no início do ano, o jovem atacante brasileiro de 20 anos ainda é reserva e só participou de sete partidas da competição nacional, mas já marcou três gols.


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