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7 crias do Vasco que estão bombando (ou se perderam) fora do Brasil
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Rafael Reis

Por onde anda aquele garoto que brilhou nas categorias de base do meu time e logo foi vendido para o exterior? Será que ele virou um jogador importante por lá? Ou será que se tornou apenas mais um dentre tantos brasileiros espalhados pelo Mundo da Bola?

É para responder perguntas como essas que o “Blog do Rafael Reis” mostra desde julho os paradeiros das crias dos 12 maiores clubes do Brasil.

No sétimo capítulo da série, localizamos sete jogadores formados no Vasco, um clube que tem se especializado em negociar garotos ainda pouco experimentados no time adulto para o exterior. Na próxima sexta-feira, será a vez do Botafogo.

PHILIPPE COUTINHO
Meia-atacante
25 anos
Liverpool (ING)

Maior revelação do Vasco no século, o titular da seleção brasileira foi negociado com a Inter de Milão assim que completou 18 anos, mas demorou para se adaptar ao futebol europeu. Foi só com a camisa do Liverpool que Philippe Coutinho virou um dos principais jogadores de sua posição no planeta. Não à toa, é o nome preferido do Barcelona para substituir Neymar. Os espanhóis tentam agora convencer o clube inglês a liberá-lo.

ALEX TEIXEIRA
Meia-atacante
27 anos
Jiangsu Suning (CHN)

Jogador de sucesso nas seleções brasileiras de base, foi promovido ao time adulto do Vasco cercado de expectativas e participou da campanha do título da Série B de 2009. No ano seguinte, foi vendido ao Shakhtar Donetsk, onde se tornou ídolo e entrou na mira dos grandes clubes europeus. Mas o destino de Alex Teixeira foi a China. Por 50 milhões de euros (R$ 184 milhões), foi negociado em 2016 com o Jiangsu Suning, onde veste a camisa 10.

ALAN KARDEC
Atacante
28 anos
Chongqing Dangdai Lifan (CHN)

Outra cria vascaína que se rendeu ao poderio econômico dos chineses. Contemporâneo de Alex Teixeira no clube brasileiro, o centroavante também passou por Internacional, Santos, Benfica, Palmeiras e São Paulo até a mudança para o Oriente, no ano passado. Na atual temporada chinesa, Alan Kardec já marcou seis vezes pelo Chongqing Dangdai Lifan.

SOUZA
Volante
28 anos
Fenerbahce (TUR)

Mais um integrante da safra que chegou ao time profissional do Vasco no final da década passada, o volante teve uma experiência de dois anos em Portugal (Porto) antes de retornar ao Brasil para jogar por Grêmio e São Paulo. No Fenerbahce desde 2015, Souza é titular absoluto e um dos líderes do time turco.

ALLAN
Volante
26 anos
Napoli (ITA)

Titular na conquista da Copa do Brasil de 2011, o último grande título levantado pelo Vasco, tem uma carreira bastante estável na Itália onde atua desde 2012. Três anos depois de chegar ao Velho Continente, trocou a Udinese pelo Napoli. Em boa fase nas últimas temporadas, Allan chegou a ter seu nome cogitado até para defender a seleção brasileira.

DANILO
Volante
21 anos
Braga (POR)

Jogador de destaque na base da seleção brasileira, foi negociado com o empresário português Jorge Mendes, o mesmo de Cristiano Ronaldo, assim que atingiu a maioridade e não fez nem uma dezena de jogos pelo time profissional do Vasco. Registrado no Braga, tem sido emprestado a outros clubes temporada após temporada. Danilo já passou por Valencia, Benfica e Standard Liège.

DOUGLAS LUIZ
Meia
19 anos
Girona (ESP)

Estreou no time profissional do Vasco no ano passado e acabou descoberto rapidamente por Pep Guardiola. A pedido do técnico espanhol, o Manchester City aceitou pagar 12 milhões de euros (R$ 44,2 milhões) pelo jogador e o contratou na atual janela de transferências. Ainda cru para atuar em um clube do primeiro escalão europeu, foi emprestado para o Girona para jogar o Campeonato Espanhol nesta temporada.


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Chape é o 6º brasileiro em torneio amistoso do Barça; veja as participações
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Rafael Reis

Oito meses e meio depois do trágico acidente aéreo na Colômbia que matou 71 pessoas, inclusive boa parte dos seus jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes, a Chapecoense enfrenta nesta segunda-feira o Barcelona, às 15h30 (horário de Brasília).

O clube catarinense é o convidado deste ano do Troféu Joan Gamper, competição amistosa realizada anualmente no Camp Nou desde 1966, que serve para o time catalão apresentar à torcida seu elenco para a nova temporada espanhola e europeia.

A partida também marcará a volta de Alan Ruschel aos gramados. O jogador foi um dos seis sobreviventes do acidente aéreo na Colômbia. O zagueiro Neto (que ainda está em processo de recuperação para voltar a jogar), o ex-goleiro Follmann, o jornalista Rafael Henzel e dois integrantes da tripulação foram os outros sobreviventes.

Nos primeiros 30 anos, o torneio, que leva o nome do fundador do Barça, era disputado por quatro times e contava com semifinais e final. Desde 1997, no entanto, ele é jogado em uma partida única.

Convidada pelo Barcelona a jogar no Camp Nou devido à tragédia, a Chape não é o primeiro time brasileiro a disputar o Joan Gamper.

Relembre abaixo os cinco representantes do futebol pentacampeão mundial que já participaram da competição:

SANTOS
2 participações (1998 e 2013)
De todos os brasileiros, é o que tem a presença no Joan Gamper mais lembrada pelos torcedores, principalmente pelos rivais. Isso porque o Santos acabou goleado por 8 a 0 pelo Barcelona na edição de 2013 do torneio, que serviu como parte do pagamento pela transferência de Neymar para a Espanha. Em 1998, quando estreou na competição, o time brasileiro foi um adversário bem mais duro e só foi derrotado nos pênaltis, após empate por 2 a 2 no tempo normal.

INTERNACIONAL
3 participações (1982, 1989 e 1991)
É o único time não-europeu que já conquistou o Joan Gamper. O Inter se sagrou campeão em 1982, edição marcada pela estreia de Diego Maradona com a camisa do Barcelona. Os gaúchos bateram o time da casa, com o astro argentino e tudo, nas semifinais e meteram 3 a 1 no Manchester City na decisão. O sucesso naquele ano rendeu outros dois convites ao Inter, que não passou da semi em 1989 e 1991.

FLAMENGO
1 participação (1968)
Foi o primeiro time brasileiro a disputar o torneio amistoso. Em 1968, na terceira edição do Joan Gamper, fez um partida com contornos épicos contra o Barcelona, mas acabou derrotado por 5 a 4. Antes, na semifinal, o Flamengo havia batido o Athletic Bilbao por 1 a 0.

VASCO
3 participações (1972, 1980 e 1981)
Assim como o Internacional, disputou três edições do Joan Gamper, todas entre 1972 e 1981. Os vários convites têm uma explicação: Roberto Dinamite, que defendeu o Barcelona na temporada 1980/81. O Vasco só conseguiu chegar à decisão do torneio em 1980, quando acabou derrotado por 2 a 1 pelo Barça. Nas outras participações, perdeu já na semifinal.

BOTAFOGO
1 participação (1978)
Foi último colocado em sua única participação no torneio. Em 1978, perdeu para 2 a 1 para o Colônia na semifinal do Joan Gamper. Na disputa pelo terceiro lugar, nova derrota, desta vez por 3 a 2 ante o anfitrião Barcelona.


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Por onde andam os jogadores do Real que impediu Mundial do Vasco em 1998?
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Rafael Reis

Maior campeão da história da Liga dos Campeões, o Real Madrid enfrenta a Juventus no próximo dia 3 de junho, em Cardiff, País de Gales, em busca do seu 12º título europeu na história.

Mas muita gente vai secar o time de Cristiano Ronaldo na decisão da Champions: os torcedores da Juve, os apoiadores do Barcelona, os fanáticos pelo futebol italiano e também boa parte dos vascaínos.

Afinal, 19 anos atrás, o Real tirou do Vasco a possibilidade de se sagrar campeão mundial. A derrota brasileira por 2 a 1 no Mundial Interclubes de 1998 ficou marcada pelo gol contra anotado pelo volante Nasa.

Saiba logo abaixo os paradeiros dos jogadores que impediram aquele que seria o maior título da centenária história vascaína.

POR ONDE ANDA – REAL MADRID (1998)

Bodo Illgner (50 anos) – Campeão mundial com a seleção alemã na Copa de 1990 e antecessor de Casillas no gol do Real Madrid, deixou o clube espanhol para se aposentar em 2001. Comentarista da Sky holandesa e da espanhola beIN Sports, costuma usar as redes sociais para falar de futebol e declarar seu amor à esposa, Bianca.

Christian Panucci (44 anos) Um dos melhores laterais direitos da década de 1990, o italiano defendeu Milan, Inter de Milão, Chelsea, Monaco e Roma, além do Real. Depois da aposentadoria, participou da versão local da “Dança dos Famosos” e ingressou na carreira de treinador. Panucci já dirigiu Livorno e Ternana. Também trabalhou como assistente técnico da seleção da Rússia.

Manuel Sanchís (52 anos) – Uma lenda madridista, o capitão do Real na decisão contra o Vasco jogou no clube durante toda sua carreira e vestiu a camisa branca em mais de 700 partidas oficiais. Aposentado desde 2001, Sanchís conquistou incríveis oito títulos espanhóis, duas Ligas dos Campeões e um Mundial Interclubes.

Fernando Sanz (43 anos) – O menos conhecido dos titulares do Real no Mundial não era um grande zagueiro, mas tinha um “paitrocinador” forte, Lorenzo Sanz, então presidente do clube. Fernando jogou até 2006, quando seu pai comprou 97% das ações do Málaga e o colocou para administrar a equipe. O ex-defensor permaneceu na presidência até a venda da agremiação para um fundo do Qatar, em 2010.

Roberto Carlos (44 anos) – Estrangeiro que mais vestiu a camisa Real Madrid (527 partidas) em todos os tempos, o lateral esquerdo que marcou época na Espanha e na seleção brasileira se aposentou em 2012. Desde então, trabalhou como técnico do Anzhi, da Rússia, de dois times da Turquia (Sivasspor e Belediyespor) e do Dehli Dynamos (Índia). Atualmente, desempenha a função de embaixador do Real no exterior.

Clarence Seedorf (41 anos) – Camisa 10 do Real no Mundial, o meia holandês chegou a se aventurar no futebol brasileiro no fim da carreira e foi ídolo do Botafogo. Em 2014, deixou o clube brasileiro e pendurou as chuteiras para estrear como técnico do Milan. A experiência durou só 22 partidas. No ano passado, conseguiu seu segundo emprego como treinador, mas também não conquistou grandes resultados à frente do Shenzhen, da segunda divisão chinesa.

Fernando Hierro (49 anos) – Um dos grandes nomes da história do futebol espanhol, vestiu a camisa do Real por 14 anos e substituiu Sanchís como capitão do clube. Aposentado desde 2005, Hierro foi diretor-esportivo da seleção espanhola entre 2007 e 2011, quando ela conquistou uma Euro e o inédito título da Copa do Mundo. Em 2014, decidiu trocar os escritórios pelo banco de reservas e foi auxiliar de Carlo Ancelotti no Real. Na atual temporada, estreou em voo solo no comando do Oviedo, oitavo colocado na segunda divisão espanhola.

Fernando Redondo (47 anos) – Volante de refinada classe e elegância, o argentino teve a carreira prejudicada por lesões e praticamente não jogou nos últimos quatro anos de sua carreira, entre 2000 e 2004, quando defendeu o Milan. Atualmente, Redondo é aluno do curso de formação de treinadores ofertado pela Uefa.

Sávio (43 anos) – O “Anjo Loiro da Gávea”, como era chamado pelo narrador Januário de Oliveira quando despontou para o futebol com a camisa do Flamengo, jogou por cinco anos no Real Madrid e fez parte do elenco no início do “Projeto Galáctico”. Hoje em dia, dedica-se ao mercado imobiliário e ao agenciamento de jogadores, além de ser comentarista no canal Esporte Interativo.

Raúl González (39 anos) – Maior artilheiro do Real até a aparição de Cristiano Ronaldo, Raúl Madrid, como ficou conhecido, deixou o clube em 2010 e defendeu Schalke 04, Al Sadd (Qatar) e New York Cosmos nos últimos cinco anos de sua carreira. De volta à Espanha após alguns anos morando nos EUA, o autor de um dos gols da partida contra o Vasco trabalhará como assessor presidencial do Real a partir da próxima temporada.

Predrag Mijatovic (48 anos) Integrante da geração de ouro da Iugoslávia na década de 1990, foi segundo colocado na Bola de Ouro de 1997 (perdeu o prêmio para Ronaldo). Pedja, como é conhecido, exerceu o cargo de diretor de futebol do Real Madrid entre 2006 e 2009 e, mesmo destituído da função, permanece bastante identificado com o clube.

Robert Jarni (48 anos) – Substituto de Mijatovic nos minutos finais do Mundial, jogou futsal profissionalmente durante cinco anos depois da aposentadoria nos gramados. Uma celebridade na Croácia, é comentarista em jogos da seleção e também participa de comerciais na TV. Também trabalha como técnico, mas ainda não obteve nenhum resultado relevante nessa carreira.

Davor Suker (49 anos) Artilheiro da Copa do Mundo de 1998 e eleito o segundo melhor jogador da competição, o centroavante não conseguiu se firmar no Real Madrid e passou a maior parte do tempo no banco de reservas. Desde 2012, Suker é o presidente da Federação Croata de Futebol.

Guus Hiddink (70 anos) Chegou ao Real Madrid depois de levar a Holanda à semifinal da Copa do Mundo de 1998, mas durou só uma temporada na Espanha. Já dirigiu cinco seleções diferentes (Coreia do Sul, Austrália, Rússia e Turquia, além do time de sua terra natal). Seu trabalho mais recente foi como interino do Chelsea na temporada passada.


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Gringos ex-Vasco estão “perdidos” na Suécia, Malta e Chipre; veja
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Rafael Reis

A série “Por onde andam 5 estrangeiros inesquecíveis” mostra os paradeiros dos gringos que, para o bem ou para o mal, destacaram-se nos últimos anos vestindo as camisas dos 12 maiores clubes do Brasil.

Neste sexto episódio, listamos 5 nomes nascidos fora do Brasil que estão na história do Vasco e continuam em atividade.

A série retorna na quarta-feira, quando apresentaremos os estrangeiros do Fluminense.

MAURICIO PINILLA
Atacante
32 anos
Chileno
No Vasco: 2008
Atalanta (ITA)
Pinilla
O homem que acertou no travessão a bola que poderia ter eliminado o Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo-2014 e evitado o 7 a 1 teve uma passagem totalmente esquecível pelo Vasco. Foram apenas poucos meses em 2008, ano do primeiro rebaixamento no clube, com três jogos disputados e nenhum golzinho marcado. Apesar do histórico ridículo no futebol brasileiro, o chileno desenvolveu uma carreira bem legal na Itália. Já são seis anos no Calcio. Na atual temporada, tem enfrentado problemas físicos e jogado pouco pela Atalanta.

CARLOS TENORIO
Atacante
37 anos
Equatoriano
No Vasco: 2012 a 2013
LDU (EQU)
Tenorio
Longe de ser um primor técnico, o centroavante equatoriano chegou a ganhar o carinho da torcida devido à vontade mostrada em campo. No entanto, sua passagem pelo Vasco foi prejudicada por contusões, principalmente uma ruptura no tendão de Aquiles, e atrasos salariais. Aos 37 anos e perto da aposentadoria, Tenorio retornou para a LDU, clube onde iniciou a carreira. Após um bom primeiro semestre de 2016, perdeu lugar no time e hoje está no banco de reservas.

YOSHIMAR YOTÚN
Lateral esquerdo
26 anos
Peruano
No Vasco: 2013
Malmö (SUE)
Yotun
Titular da lateral esquerda do Vasco no rebaixamento no Brasileiro de 2013, o peruano teve de marcar na temporada passada Cristiano Ronaldo, Gareth Bale e Ángel di María. É que Yotún hoje defende 2015 as cores do Malmö, time sueco da cidade natal de Zlatan Ibrahimovic, que caiu no grupo de Real Madrid e PSG na Champions 2015/16. Campeão sueco deste ano, Yotún é também titular absoluto da seleção peruana.

ABUBAKAR BELLO-OSAGIE
Atacante
28 anos
Nigéria
No Vasco: 2008
Lija Athletic (MAL)
Abubakar
Caso raro de africano que aporta no futebol brasileiro, o atacante nigeriano ainda passou pelo Internacional e pelo Caxias. No Vasco, esperou sete meses para estrear em virtude do atraso na liberação do seu visto de trabalho. Depois de deixar o Brasil e enfrentar um ano de desemprego, construiu uma carreira sólida em Malta, ilha ao sul da Itália. Já são seis anos por lá, tempo em que defendeu sete clubes diferentes.

MATÍAS ABELAIRAS
Meia
31 anos
Argentino
No Vasco: 2012
Nea Salamina Famagusta (CYP)
Abelairas
Revelado pelo River Plate, trata-se de mais um estrangeiro que passou praticamente desapercebido pelo Vasco nos últimos anos. Abelairas deu azar de chegar ao Brasil em um período que o clube tinha várias opções consagradas para o setor (Diego Souza, Felipe, Juninho, Carlos Alberto). Sem oportunidades, foi para o México depois de seis meses. Após passar por divisões inferiores da Argentina, acertou em julho sua transferência para o futebol do Chipre.


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Vasco da África também está na Série B e quer parceria com xará brasileiro
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Rafael Reis

O nome é o mesmo. O escudo e as cores, também. Até a pouco usual faixa diagonal preta em uma camisa predominantemente branca está presente.

O Vasco da Gama da África do Sul parece até irmão gêmeo do seu homônimo brasileiro. E, assim como o time carioca, está atualmente na segunda divisão do seu país.

E se o momento dos dois clubes está longe de ser dos melhores, chegou a hora de eles se unirem em uma parceria que ajude ambos a contornar a situação difícil.

Vasco

Pelo menos, essa é a proposta do presidente do Vasco sul-africano, Mário Ferreira.

“Por enquanto, não existe nenhuma ligação entre nós. Mas seria ótimo estabelecermos algum tipo de parceria ou uma relação de cooperação mútua, principalmente na formação de jogadores e no intercâmbio de ideias”, disse o dirigente.

O encontro com Eurico Miranda para aproximar os clubes ainda é apenas um desejo. Mas a diretoria do time sul-africano não esconde a admiração pela equipe brasileira.

O Vasco sul-africano foi fundado em 1980 por imigrantes portugueses que moravam em Parrow, subúrbio da Cidade do Cabo.

O nome do clube é uma homenagem ao navegador português que passou pela região no final do século 15. Todo o resto foi copiado do Vasco que já existia, ou seja, o time do Rio de Janeiro.

“Demos esse nome porque o nosso foi o primeiro clube português no Cabo”, explica Ferreira.

A tradição portuguesa continua forte no Vasco da Cidade do Cabo, tanto que dois dos últimos quatro treinadores da equipe eram da colônia lusitana da África do Sul. O capitão do time, o meia-atacante Roberto Espírito Santo, também.

O time nunca foi campeão sul-africano e conquistou títulos apenas na segunda e na terceira divisão. Sua última passagem pela elite terminou em 2011, quando foi o penúltimo colocado da competição.


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