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“Estrelas e estrelos”: 7 casais de celebridades da Copa do Mundo
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Rafael Reis

A Copa do Mundo-2018 é um palco para estrelas. A maior parte delas, como Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar e Mohamed Salah, a gente costuma ver dentro de campo nos gramados da Rússia.

Mas também há celebridades que ficam bem distante da área de jogo. Elas estão espalhadas pelas arquibancadas. São ex-jogadores, narradores, fãs de futebol ou simplesmente gente conhecida que foi ao estádio para torcer pelo amor de sua vida.

Afinal, muitos jogadores de futebol de primeiro escalão são casados ou namoram com personalidades tão ou até mais conhecidas do que eles próprios.

Apresentamos abaixo sete casais de celebridades que fazem parte da Copa-2018.

NEYMAR E BRUNA MARQUEZINE

Entre várias idas e vindas, o camisa 10 da seleção brasileira e a atriz antagonista da novela “Deus Salve o Rei” estão juntos desde 2012. Os dois começaram a namorar após os Jogos Olímpicos de Londres, mas só assumiram o relacionamento no ano seguinte. Depois de alguns términos e reaproximações, eles reataram em dezembro. Recentemente, protagonizaram um ensaio publicitário sensual para uma loja de departamentos.

GERARD PIQUÉ E SHAKIRA

O zagueiro da seleção espanhola e a cantora colombiana formam um dos casais mais conhecidos do futebol. Eles se conheceram na gravação do clipe de “Waka Waka”, música de Shakira escolhida como tema da Copa do Mundo-2010 e estão juntos desde então. O relacionamento deu origem a dois filhos: Milan, de 5 anos, e Sasha, de 3.

KEVIN TRAPP E IZABEL GOULART

O goleiro reserva do Paris Saint-Germain também deve assistir do banco aos jogos da Alemanha na Copa do Mundo, mas tem uma das namoradas mais conhecidas da competição. Trapp namora há dois anos a modelo brasileira Izabel Goulart, que integrou durante mais de uma década o seleto grupo de “angels” da Victoria Secret, e até aprendeu português para melhorar o relacionamento com ela.

SERGIO RAMOS E PILAR RUBIO

Não é por causa do casamento de seis anos com o capitão do Real Madrid e uma das estrelas da seleção espanhola que Pilar Rubio tem mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. A atriz tem uma carreira consolidada na TV espanhola e já apresentou programas em cinco emissoras diferentes. Atualmente, participa do elenco do talk show “El Hormiguero” e apresenta um reality show de luta.

DAVID DE GEA E EDURNE GARCÍA

Os jogadores da seleção espanhola são bem chegados em uma celebridade. No caso do goleiro De Gea, a escolhida é a cantora Edurne García, sua namorada desde 2010. Apesar de pouco conhecida fora da Espanha, ela já lançou seis álbuns e é muito famosa em sua terra natal. Não à toa, é uma das juradas da versão espanhola do reality show “Got Talent”, que foi produzido no Brasil pela Record.

ROBERT LEWANDOWSKI E ANNA LEWANDOWSKA

O centroavante e principal jogador da seleção polonesa sonha conquistar na Rússia-2018 um feito que, de certa forma, é corriqueiro para sua esposa. Anna Lewandowska, que é casada com o camisa 9 há cinco anos, já conquistou três medalhas em Campeonatos Mundiais de caratê. Também foi medalhista em dois Europeus da modalidade e subiu ao pódio 29 vezes em competições nacionais.

RADAMEL FALCAO GARCÍA E LORELEI TARÓN

O capitão e centroavante da seleção colombiana é casado há 11 anos com a cantora e compositora argentina Lorelei Tarón. Especializada em música gospel, ela lançou em 2017 seu álbum mais recente “No Me Rendiré”, com 12 canções. A mais famosa delas, justamente a que dá nome ao disco, já tem mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.


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Dupla do Real está entre os mais indisciplinados da temporada; veja top 10
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Rafael Reis

Os jogadores espanhóis foram os mais indisciplinados do primeiro escalão do futebol europeu nesta temporada.

De acordo com levantamento feito pelo “Blog do Rafael Reis” nos cinco países com ligas nacionais mais importantes do Velho Continente (Inglaterra, Espanha, Itália, França e Alemanha), os seis atletas mais punidos pela arbitragem ao longo de 2017/18 são todos da terra de Xavi e Iniesta.

Dois deles, aliás, vestem a camisa do Real Madrid e se nada fora do comum acontecer estarão em campo na decisão da Liga dos Campeões da Europa, no dia 26 de maio, contra o Liverpool, em Kiev (Ucrânia).

O lateral direito Dani Carvajal, que também é titular absoluto da seleção espanhola, ocupa a segunda colocação no ranking, com 17 cartões amarelos e uma expulsão ao longo de 39 partidas na temporada.

Já o zagueiro Sergio Ramos, um dos principais defensores do planeta, tratou de justificar ao longo dos noves últimos meses sua fama de inimigo dos árbitros. O capitão do Real recebeu 12 amarelos e dois vermelhos e aparece na sexta posição na lista dos mais indisciplinados do continente.

Nenhum deles, no entanto, superou o lateral esquerdo Jaume Costa. O camisa 11 do Villarreal recebeu 18 cartões na temporada, sendo 16 amarelos e dois vermelhos. Por isso, surge na primeira colocação da classificação.

Dos dez atletas mais indisciplinados do futebol europeu em 2017/18, sete atuam na primeira divisão espanhola. As únicas exceções são os italianos Mario Balotelli, do Nice, e Nicolò Barella, do Cagliari, além do brasileiro Luiz Gustavo, do Olympique de Marselha.

O volante, titular da seleção na última Copa do Mundo, foi advertido 13 vezes na temporada e também recebeu um cartão vermelho. A performance o coloca no nono lugar do ranking, empatado por Barella e Geoffrey Kondogbia, do Valencia.

Para efeitos estatísticos da elaboração da lista, cada cartão amarelo representa 1 ponto de indisciplina, enquanto o vermelho vale 2. O primeiro critério de desempate é o número de expulsões

MAIS INDISCIPLINADOS DA TEMPORADA:

1º – Jaume Costa (ESP/Villarreal) – 16 cartões amarelos e 2 vermelhos
2º – Dani Carvajal (ESP/Real Madrid) – 17 CA e 1 CV
Dani Parejo (ESP/Valencia) – 17 CA e 1 CV
4º – Álvaro González (ESP/Villarreal) – 15 CA e 1 CV
5º – Jefferson Lerma (ESP/Levante) – 17 CA
6º – Sergio Ramos (ESP/Real Madrid) – 12 CA e 2 CV
7º – Damian Suárez (URU/Getafe) – 14 CA e 1 CV
Mario Balotelli (ITA/Nice) – 14 CA e 1 CV
9º – Geoffrey Kondogbia (FRA/Valencia) – 13 CA e 1 CV
Luiz Gustavo (BRA/Olympique de Marselha) – 13 CA e 1 CV
Nicolò Barella (ITA/Cagliari) – 13 CA e 1 CV


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“Tiozão” do Schalke, ex-seleção faz sucesso como zagueiro artilheiro
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Rafael Reis

Para os jogadores do Schalke 04, ele é uma espécie de “tiozão”, o cara mais velho do elenco, sempre disposto a dar conselhos para os (muitos) jogadores jovens do clube. Já para o restante do futebol alemão, um outro apelido lhe cai melhor: artilheiro.

Naldo, 35, é (e sempre foi) zagueiro. Mas possui um gosto um tanto quanto peculiar para os jogadores de sua posição: a fome de gol.

Em 12 anos disputando a Bundesliga, a primeira divisão germânica, o ex-jogador de Werder Bremen e Wolsfburg foi às redes 44 vezes.

Só na atual temporada, já foram cinco gols, mais do que qualquer outro zagueiro que disputa algum dos cinco principais campeonatos nacionais da Europa (Inglês, Espanhol, Alemão, Italiano e Francês).

No elenco do Schalke 04, apenas um jogador tem mais gols do que ele nesta edição da Bundesliga: o centroavante Guido Burgstaller, autor de nove tentos.

Mas, afinal, qual o segredo para esse sucesso todo no ataque? O 1,98 m de altura certamente ajuda, mas não faz trabalho sozinho.

“Sempre fui um zagueiro que faz muitos gols, e a maioria é de cabeça. Além da altura, é preciso ter um posicionamento bom. Em todo jogo existe uma marcação especial sobre mim, então preciso me posicionar bem e ter um bom tempo de bola. É isso, o tempo de bola é muito importante”, afirma.

Revelado pelo RS Futebol, projeto que o técnico Paulo César Carpegiani mantinha na região de Porto Alegre (RS), Naldo disputou apenas duas temporadas no Juventus antes de migrar para a Europa, em 2005.

Na terra da atual seleção campeã mundial, o zagueiro ganhou duas Copas da Alemanha (2009, com Werder Bremen, e 2015, com o Wolfsburg), foi vice de uma Copa da Uefa (2009, com o Werder), hoje Liga Europa, e se credenciou para defender a seleção brasileira.

“Joguei só quatro partidas [entre 2007 e 2009]. Na minha época, havia o Lúcio e o Juan. Mas acho que eu poderia ter tido mais oportunidades na seleção. Infelizmente, seis meses antes da Copa-2010, acabei me machucando”, relembra.

Aos 35 anos, Naldo é mais velho até que o seu atual treinador, o alemão Domenico Tedesco, 32. Mas aposentadoria é uma ideia que ainda passa longe, muito longe de sua cabeça.

“Tenho muita bola pela frente. O Zé Roberto e o Juan demonstraram bem isso. Idade só existe no documento. Tenho vínculo com o Schalke até 2019 e não acho que esse será o último contrato de minha carreira.”

Com o “tiozão” Naldo em forma na defesa e também lá no ataque, o Schalke sonha em voltar à Liga dos Campeões. A equipe de Gelsenkirchen ocupa a quinta colocação do Campeonato Alemão, mas está só um ponto atrás do vice-líder, Bayer Leverkusen.


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Capitão do Real foi único espanhol contratado em 7 anos e gerou polêmica
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Rafael Reis

Capitão do Real Madrid desde a saída de Iker Casillas, há dois anos, Sergio Ramos foi o herói da conquista da Liga dos Campeões de 2014 e é hoje um dos maiores ídolos da torcida do clube espanhol.

Mas, se a filosofia madridista tivesse sido seguida à risca, o zagueiro de 31 anos jamais teria desembarcado no Santiago Bernabéu e construído essa história de sucesso com o uniforme branco.

Preocupado em encher seu elenco de jogadores consagrados no mundo todo, os chamados galácticos, e em internacionalizar sua marca para ganhar mercados como o asiático e o sul-americano, o Real desistiu de contratar jogadores espanhóis na década passada.

Entre 2002 e 2008, somente um atleta nascido na Espanha teve seus direitos econômicos adquiridos pelo clube da capital e foi levado diretamente para a equipe principal: Sergio Ramos.

Só esse detalhe já é suficiente para demonstrar como a contratação do defensor fugiu do padrão do Real Madrid. Mas essa não foi a única polêmica que envolveu sua chegada ao clube mais vitorioso do país.

O então lateral direito do Sevilla era um garoto de 19 anos, que não havia disputado nem 50 partidas como profissional e que não passava de um anônimo fora da Espanha. Mesmo assim, custou 27 milhões de euros (R$ 90 milhões), uma fortuna para a época.

Sergio Ramos foi mais caro que Robinho (24 milhões), Michael Owen (12 milhões), Cannavaro (7 milhões) e Cassano (5,5 milhões), só para citar alguns jogadores já bem mais conhecidos do que ele que foram contratados no período.

Apesar da polêmica em torno de sua contratação, o camisa 4 teve sucesso quase imeditado no Bernabéu. Logo na primeira temporada no novo clube, já assumiu um lugar no time titular –revezando-se entre a lateral, a zaga e o posto de primeiro volante.

Fixado no miolo da zaga desde o fim de 2011, virou um dos principais nomes na posição. Desde então, entrou em todas as seleções do mundo organizadas anualmente pela FifPro, o sindicato mundial dos jogadores de futebol.

Em 11 anos de Real Madrid, conquistou 13 títulos. O mais inesquecível? A Champions de 2014, chamada de “La Decima”, na qual marcou, já nos acréscimos, o gol que levou a decisão contra o Atlético de Madri para a prorrogação.

Nesta terça-feira, Sergio Ramos tem uma missão especial. Ajudar a defesa espanhola a segurar o ataque do Bayern de Munique e se classificar para a semifinal da Champions. No jogo de ida, semana passada, na Alemanha, o Real levou a melhor: 2 a 1.


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Herói dois anos atrás, capitão é recordista de expulsões pelo Real
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Rafael Reis

Autor do gol aos 48 min do segundo tempo que impediu o título do Atlético de Madri e levou a decisão da Liga dos Campeões da Europa de dois anos atrás para a prorrogação, Sergio Ramos, 30, é um dos melhores zagueiros do mundo. E também está entre os mais violentos.

O capitão e herói da última conquista continental do Real Madrid é o recordista de expulsões na história do clube da capital espanhola.

Jogador do Real desde agosto de 2005, o zagueiro já acumula 21 cartões vermelhos. Ou seja, é tirado de campo pelos árbitros em média duas vezes por temporada.

Sergio Ramos

O recordista anterior, o ex-zagueiro e volante Fernando Hierro, passou 14 anos no clube e foi expulso “somente” 12 vezes.

Só no Campeonato Espanhol, Sergio Ramos tem 16 expulsões. Está a duas de igualar as marcas históricas de Pablo Alfaro, ex-Barcelona e Atlético de Madri, conhecido como “O Carniceiro”, e Xavi Aguado, ex-Zaragoza.

Na atual temporada, o camisa 4 do Real já atingiu sua cota de dois cartões vermelhos anuais.

Ele foi expulso pela primeira vez na 29ª rodada do Espanhol, após levar dois amarelos contra o Las Palmas, cumpriu suspensão de uma partida e retornou ao time acumulando mais uma expulsão (vitória por 2 a 1 sobre o Barcelona).

O curioso é que o recordista de expulsões da história do Real jamais foi excluído de uma partida de seleção. E olha que Sergio Ramos já fez 131 partidas e participou de três Copas do Mundo pela Espanha.

Outro dado curioso é que o capitão é somente o quarto jogador do time com mais faltas na Liga dos Campeões. Ele cometeu nove infrações, contra 22 de Casemiro, 13 de Carvajal e 12 de Cristiano Ronaldo.

Sergio Ramos não é expulso em um jogo da Liga dos Campeões desde a goleada por 4 a 1 sobre o Galatasaray, na fase de grupos da temporada 2013/14, quando recebeu o vermelho ainda aos 26 min do primeiro tempo.

Na atual temporada, levou apenas dois amarelos, contra Paris Saint-Germain, pela fase de grupos, e na partida de ida das oitavas de final ante a Roma.

No outro finalista deste sábado, o Atlético de Madri, o recordista de faltas é o volante Gabri (19), seguido por Saúl Ñíguez (15), Fernando Torres (14) e Koke (12).


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