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Ex-parceiro de Ronaldinho rejeitou seleção e dá palestras anticapitalismo
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Rafael Reis

Você vai a um evento anticapitalismo e descobre que o principal palestrante é um ex-jogador profissional, campeão europeu de clubes, que fez fortuna com o futebol, foi companheiro de time de Ronaldinho e integrou dos principais esquadrões da modalidade neste século.

A cena é tão surreal e surpreendente que parece retirada de um livro ou de um filme. No entanto, ela não apenas é real, como faz parte da rotina de Sabadell, cidade com pouco mais de 200 mil habitantes que fica a 20 km de Barcelona.

É lá onde vive e milita o ex-lateral direito e zagueiro Oleguer Presas, 37, uma das figuras mais incomuns do futebol mundial nas últimas décadas.

Formado em economia pela Universitad Autònoma de Barcelona, o ex-defensor e hoje ativista político disputou quase 170 partidas oficiais pelo Barça entre 2003 e 2008, período em que conquistou a Liga dos Campeões da Europa (2006) e atuou ao lado de astros do quilate de Ronaldinho, Messi, Xavi, Iniesta e Eto’o.

De qualidade técnica duvidosa, Oleguer sempre chamou mais a atenção por suas atitudes fora de campo do que pelo desempenho alcançado com a bolas nos pés.

A mais conhecida delas é a militância no movimento separatista catalão. O ex-jogador nunca fez questão de esconder sua posição radicalmente favorável à independência da Catalunha, o que lhe custou, inclusive, uma carreira na seleção espanhola.

Oleguer chegou a conversar com os técnicos Luis Aragonés e Vicente del Bosque sobre a possibilidade de vestir a camisa da “Fúria” e deixou bem claro para eles que não aceitaria uma convocação por considerar que a Espanha não é seu país –por isso mesmo, sempre fez questão de defender a seleção catalã, que tem aval da Fifa apenas para disputar jogos amistosos.

O radicalismo do ex-defensor também lhe custou o dinheiro de um patrocinador. Em 2007, a Kelme, empresa espanhola de material esportivo, rompeu o contrato com o ex-jogador depois de ele publicar um artigo em um jornal basco criticando o sistema judiciário espanhol e apoiando um terrorista do ETA, organização que luta pela independência do País Basco, outra região autônoma da Espanha.

O ex-companheiro de Ronaldinho deixou o Barcelona no ano seguinte e jogou por mais três temporadas no Ajax até decidir por uma aposentadoria precoce, em 2011, aos 31 anos.

Desde então, Oleguer trabalha na área administrativa de uma cooperativa de reciclagem e dá palestras sobre ecologia e os malefícios do capitalismo. Em 2012 e em 2015, o ex-jogador participou ativamente das campanhas da CUP (Candidatura de Unidad Popular), um partido político de extrema esquerda nas eleições regionais da Catalunha.


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Por onde andam os jogadores da estreia de Messi no Barcelona?
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Rafael Reis

Maior jogador da história do Barcelona, Lionel Messi acabou de renovar contrato com o clube catalão até 2021. Caso cumpra o vínculo até o fim, o astro argentino completará 17 anos defendendo o time profissional do Barça.

Um ano depois de participar de um jogo festivo contra o Porto, o camisa 10 fez sua estreia oficial na equipe principal no dia 16 de outubro de 2004. O então adolescente de 17 anos substituiu Deco no segundo tempo da vitória por 1 a 0 no clássico contra o Espanyol.

Foram apenas oito minutos em campo na partida válida pela sétima rodada do Campeonato Espanhol. Tempo suficiente para Messi mostrar um pouco do futebol que lhe transformaria em tetracampeão da Liga dos Campeões e no maior artilheiro da história do clube, com 507 gols.

Quase 13 anos depois da estreia, como andam as vidas dos primeiros companheiros do argentino no Barcelona? É isso que respondemos logo abaixo:

POR ONDE ANDA – BARCELONA (2004)

Víctor Valdés (35 anos) – Acompanhou Messi até 2014 e esteve presente em três das quatro Champions conquistadas pelo jogador. Foi rebaixado com o Middlesbrough no Campeonato Inglês na última temporada e agora procura um clube para dar sequência à reta final de sua carreira.

Belletti (41 anos) – Autor do gol do primeiro título europeu conquistado por Messi, em 2006, o ex-lateral brasileiro largou o futebol profissional em 2011 e trabalhou para a Globo/Sport como comentarista. No final do ano passado, anunciou sua aposentadoria da TV para ser diretor executivo internacional e de marketing e comunicação do Coritiba. Belletti é embaixador do Barcelona e representa o clube em eventos pelo mundo todo.

Oleguer Presas (37 anos) – Zagueiro e lateral de limitados recursos técnicos, permaneceu no Barcelona até 2008 mais pelo nacionalismo catalão que tanto defendia do que pela qualidade demonstrada dentro de campo. Aposentado desde 2011, trabalha em uma cooperativa de desenvolvimento de energias renováveis e dá palestras criticando o capitalismo.

Carles Puyol (39 anos) – Capitão do Barcelona na estreia de Messi, o zagueiro permaneceu carregando a braçadeira com a bandeira da Catalunha até sua aposentadoria, em 2014. Puyol ainda trabalhou por um semestre como auxiliar do então diretor de futebol do clube, Andoni Zubizarreta, até o encerramento do seu contrato.

Giovanni van Bronckhorst (42 anos) – Gio, como preferia ser chamado, continuou no elenco do Barcelona até 2007 e pendurou as chuteiras três anos depois. Desde então, trabalha no Feyenoord, clube que o revelou para o futebol. Van Bronckhorst assumiu o cargo de treinador do time em 2015 e, na última temporada, ajudou-o a ser campeão holandês pela primeira vez no século – o último título havia sido conquistado em 1999.

Rafa Márquez (38 anos) – Apesar de já ser quase um quarentão, o zagueiro e volante continua firme na seleção mexicana e acabou de disputar a Copa das Confederações. Desde o ano passado, Rafa Márquez defende o Atlas, clube onde começou a carreira como profissional, 21 anos atrás.

Deco (39 anos) – Autor do gol da vitória contra o Espanyol e substituído por Messi nos minutos finais do clássico, o brasileiro naturalizado português saiu pelas portas do fundo do Camp Nou, acusado de não ser uma boa influência para os mais jovens do elenco. Hoje empresário de jogadores, atua em parceria com o português Jorge Mendes, o agente mais poderoso do planeta, que cuida da carreira de Cristiano Ronaldo.

Xavi (37 anos) – Cérebro do Barcelona na “era Guardiola”, a fase mais vitoriosa de Messi no clube, deixou a Catalunha há dois anos para jogar no Al-Sadd, no Qatar. Cotado para se tornar treinador do Barça no futuro, tem feito jornada dupla para se preparar para a nova carreira. Sempre que o Al-Sadd lhe dá uma folga, ele trabalha como auxiliar da seleção qatariana sub-23.

Henrik Larsson (45 anos) – O sueco já era um veterano quando atuou ao lado de Messi pela primeira vez, mas continuou jogando profissionalmente até 2009. Após a aposentadoria, virou treinador. Só que seu trabalho mais recente não acabou bem. No ano passado, foi rebaixado para a segunda divisão sueca com o Helsingborg e decidiu deixar o cargo após ser seu filho, que fazia parte do elenco, ser agredido por um grupo de torcedores.

Samuel Eto’o (36 anos) – Homem-gol do Barcelona no início da “era Messi”, o camaronês defendeu cinco clubes diferentes nos últimos quatro anos. Desde 2015, veste a camisa 9 e usa a braçadeira de capitão do Antayaspor, quinto colocado do último Campeonato Turco.

Ronaldinho (37 anos) – Uma espécie de mentor de Messi, era o camisa 10 e o maior ídolo da torcida do Barcelona até o despertar do craque argentino. Eleito duas vezes o melhor jogador do mundo, parou extraoficialmente de jogar em 2015, quando deixou o Fluminense. Desde então, roda o mundo jogando amistosos e partidas beneficentes vestindo as mais variadas camisas.

Andrés Iniesta (33 anos) – Além do argentino, é o único remanescente da estreia de Messi que continua no Barcelona. O veterano, autor do gol do título mundial conquistado pela Espanha na Copa-2010, é hoje o capitão do clube catalão.

Lionel Messi (30 anos) – Maior artilheiro da história do Barcelona, tetra da Liga dos Campeões da Europa, eleito cinco vezes o melhor jogador do planeta e um dos principais ícones do futebol mundial no século 21. Precisa dizer mais sobre Messi?

Frank Rijkaard (54 anos) – Craque do futebol holandês entre as décadas de 1980 e 1990, teve um início promissor de carreira como técnico. Depois de dirigir a seleção holandesa e de uma passagem pelo Sparta Rotterdam, trabalhou por cinco anos no Barcelona, onde lançou Messi no time principal, vivenciou o auge de Ronaldinho e conquistou a Liga dos Campeões de 2006. Desde a saída da Catalunha, no entanto, Rijkaard entrou em declínio. Seu último trabalho foi na seleção de Arábia Saudita, em 2013. Recentemente, voltou ao noticiário por se oferecer para treinar a Tailândia.


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Ele voltou ao futebol após tragédia e agora quer ver Ronaldinho na Chape
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Rafael Reis

“Imagina como seria lindo se Ronaldinho decidisse voltar a jogar e defendesse a Chapecoense. Isso ajudaria demais o clube a se levantar depois do que aconteceu e também seria uma forma de agradecimento por tudo que o futebol fez por ele.”

“Quem sabe também não incentivaria outros jogadores aposentados a seguir o mesmo caminho e ajudar a Chapecoense? O Ronaldo ainda tem condições de jogar, o Roberto Carlos, também.”

Cubillas

A sugestão não vem de um torcedor do clube ou de algum simpatizante agoniado com o acidente aéreo que matou 71 pessoas e dizimou o elenco da equipe catarinense. Mas sim de alguém já que fez exatamente aquilo que propõe agora a Ronaldinho.

Vice-artilheiro da Copa do Mundo de 1978 e maior jogador da história do Peru, Teófilo Cubillas encerrou sua carreira em abril de 1986. Um ano e meio depois da aposentadoria, uma tragédia com o avião que carregava o Alianza Lima matou 43 pessoas e vitimou o elenco do clube onde passou a maior parte de sua carreira.

“Eu conhecia todos os garotos que morreram naquela oportunidade, eles eram como meus filhos. Sofri muito com o que aconteceu. Tive também que fazer o reconhecimento dos corpos, cadáveres que ficaram cinco, seis, dez dias na água. Seis corpos nunca apareceram”, disse, em entrevista por telefone.

O sofrimento e a comoção coletiva provocada pelo acidente mexeram com Cubillas, já um veterano de 38 anos. Sua tarefa no Alianza Lima ainda não havia acabado.

“Quando o presidente me convidou para voltar e ser técnico e jogador do time, nem pensei duas vezes. Eu tinha que aceitar. Foi incrível a recepção que tivemos. Todas as partidas com estádio lotado, dentro e fora de casa.”

Por cerca de três meses, ou seja, até o fim do Campeonato Peruano, Cubillas, liderou, sem receber salários ou bonificações, uma equipe montada às pressas, do jeito que havia sido possível: quatro jogadores que haviam escapado do acidente por contusões e suspensões, outros quatro emprestados pelo Colo Colo (CHI), alguns ex-aposentados e outros garotos promovidos das categorias da base da noite para o dia.

O título nacional ficou no quase (foram derrotados por 1 a 0 pelo Universitario na decisão). Mas o principal, eles fizeram, honraram as vítimas do cidente aéreo e não deixaram o Alianza se afundar devido à tragédia.

“Todas as partidas eram emocionantes. Chorávamos muito nos vestiários antes de subir a campo. Mas, quando pisávamos no gramado, o carinho e o amor dos torcedores eram tão grandes que a gente esquecia tudo e nos desdobrávamos para honrá-los. Foram eles que nos deram força para seguir em frente”, explica.

E é com base nessa experiência marcante em sua vida que o ídolo peruano sugere que Ronaldinho deixe de lado sua “aposentadoria” (desde setembro de 2015, quando deixou o Fluminense, só disputa amistosos e participa de eventos) para um ato de solidariedade pela Chapecoense.

“Quando soube o que aconteceu com eles, tudo que vivi voltou à minha mente. Fiquei muito mal, foi um dia horrível. Mas tenho certeza que a Chapecoense vai voltar, vai se reerguer. É em momentos assim que descobrimos que o fair play realmente existe”, completa Cubillas.


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5 jogadores (e 1 técnico) que protagonizaram escândalos de vídeos de sexo
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Rafael Reis

Kim Kardashian, Pamela Anderson, Paris Hilton, Daniella Cicarelli, Jonas ex-BBB. A lista de celebridades que já tiveram seus momentos de intimidade acompanhados (ou mesmo sozinhos) expostos na internet é longa. E não para de crescer.

Com jogadores de futebol, não é diferente. Alguns nomes bastante conhecidos do grande público já se envolveram em polêmicas exposições de vídeos de sexo ou masturbação.

O caso mais recente aconteceu na Espanha. Dois atletas do Eibar, o atacante Sergi Enrich e o lateral esquerdo Antonio Luna, protagonizaram um vídeo que vazou na internet tendo relações sexuais com uma garota.

Listamos abaixo cinco jogadores (e um técnico) que também já se envolveram em polêmicas com vídeos de sexo.

RONALDINHO
Brasil
Ronaldinho
O melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 (ou uma montagem perfeita dele) apareceu se masturbando em um vídeo jogado na internet em 2011 pela “Felina”, uma personagem que supostamente fazia sexo virtual com famosos pela webcam e depois os expunha em seu site pessoal. Além de Ronaldinho, várias personalidades midiáticas brasileiras foram expostas por ela, incluindo o meia Diego Souza, o atacante Alexandre Pato e o ginasta Diego Hypólito.

ÉVER BANEGA
Argentina
Éver Banega
O meia da Inter de Milão e da seleção argentina criou polêmica quando tinha apenas 19 anos ao aparecer em um vídeo na internet se masturbando. O episódio pegou muito mal para Banega porque aconteceu logo depois de ele trocar o Boca Juniors pelo Valencia –o argentino já havia se envolvido em outra polêmica ao participar de um quebra-quebra em um hotel no Canadá depois da conquista do Mundial sub-20 de 2007.

VÁGNER LOVE
Brasil
Vagner Love
O atacante que carrega o amor em seu nome não poderia ficar fora dessas. Em 2008, surgiu nas comunidades boleiras do Orkut um vídeo de Vágner Love tendo relações com a atriz pornô Pâmela Butt durante uma festinha para adultos. A loira confirmou a autenticidade do vídeo e afirmou ser amiga do jogador.

MATHIEU VALBUENA
França
Valbuena
Apesar de não ter vazado na internet, o vídeo íntimo do meia Mathieu Valbuena, atualmente no Lyon, tendo relações sexuais com uma mulher, rendeu muita confusão e até um processo. O francês à Justiça denunciou que estava sofrendo extorsão para a não divulgação da sextape. O caso chegou a levar o ex-atacante Djibril Cissé para a prisão e provocou o indiciamento de Karim Benzema, astro do Real Madrid. Ambos, no entanto, foram inocentados da tentativa de extorsão.

JAMES PEARSON
Inglaterra
Pearson
A divulgação de uma orgia envolvendo o lateral direito, dois outros jovens jogadores do Leicester e prostitutas tailandesas durante a pré-temporada do clube na Ásia no ano passado pode ter ajudado os Foxes a ser campeão inglês. Os três atletas foram demitidos após o vídeo vir à tona, assim como o pai de James Pearson, o técnico Nigel Pearson. Com isso, o Leicester foi buscar o italiano Claudio Ranieri, que lideraria o time à inédita conquista da Premier League.

TÉCNICO

VANDERLEI LUXEMBURGO
Brasil
Luxemburgo
Assim como Ronaldinho, caiu no golpe da “Felina” e também teve exibido um suposto vídeo seu gravado se masturbando na webcam. Mas esse não é o único escândalo sexual do treinador. Ainda na década de 1990, ele foi acusado de assédio sexual por uma manicure, mas acabou absolvido pela Justiça. O episódio deu origem a um filme pornô, a paródia “Vanderburgo e a Manicure”.


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Desemprego e 2ª divisão: 5 campeões mundiais que estão no ostracismo
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Rafael Reis

Dá para imaginar um campeão mundial jogando no quase inexistente futebol de Andorra? E defendendo clubes que atuam em campeonatos de segunda divisão? Ou, pior ainda, na fila dos desempregados?

Todas essas são situações que fazem parte sim da reta final da carreira de jogadores da elite do futebol mundial, até mesmo daqueles que chegaram ao objetivo mais alto de todos, a conquista da Copa do Mundo.

Listamos abaixo cinco jogadores que têm um Mundial de seleções no currículo e hoje vivem praticamente no ostracismo.

RONALDINHO
Meia-atacante
36 anos
Ganhou a Copa-2002 com o Brasil
sem clube
Ronaldinho
O melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 anunciou durante a semana passada que irá se aposentar no próximo ano. Mas, como assim, Ronaldinho ainda não está aposentado? Oficialmente não, embora esteja sem clube há um ano, desde que deixou o Fluminense. O meia-atacante passou os últimos 12 meses fazendo contratos curtos para disputar amistosos, participando de jogos festivos, jogando futsal e investindo em sua carreira musical (!!!).

KLÉBERSON
Meia
37 anos
Ganhou a Copa-2002 com o Brasil
Fort Lauderdale Strikers (EUA)
Kleberson
A reta final da carreira do meio-campista que disputou duas Copas do Mundo, ganhou uma e vestiu a camisa do poderoso Manchester United está longe de ser aquela que seu currículo faria imaginar. Há dois anos, Kléberson joga nos Estados Unidos e, desde janeiro, defende o Fort Lauderdale Strikers, equipe que tem Ronaldo, seu companheiro no penta, como um dos proprietários e que disputa a NASL, o segundo escalão do soccer nos EUA.

MARCO AMELIA
Goleiro
34 anos
Ganhou a Copa-2006 com a Itália
sem clube
Marco Amelia
Assim como Ronaldinho, um dos goleiros reservas da Itália campeã mundial em 2006 também está desempregado. Mas, ao contrário do brasileiro, Amelia está sim à procura de um emprego fixo. O arqueiro está sem clube desde o fim do seu contrato com o Chelsea, em julho. Em busca de uma oportunidade, o italiano aceitou convite do Sunderland para treinar algumas semanas e ser avaliado pelo técnico David Moyes.

CRISTIAN ZACCARDO
Zagueiro
34 anos
Ganhou a Copa-2006 com a Itália
Vicenza (ITA)
Zaccardo
O ex-lateral direito e hoje zagueiro está com a carreira em declínio há muito tempo, apesar de não ser tão veterano assim. Prova disso é que não disputa uma partida pela seleção italiana desde um amistoso contra a África do Sul, nove anos atrás. Atualmente, está emprestado ao Vicenza, clube que disputa a segunda divisão do Calcio. E o time dono dos seus direitos econômicos, o Carpi, também é da Série B italiana.

JOAN CAPDEVILA
Lateral esquerdo
38 anos
Ganhou a Copa-2010 com a Espanha
Santa Coloma (AND)

Titular da seleção espanhola na conquista de seu única título mundial, o ex-lateral de La Coruña e Villarreal está tendo o fim de carreira mais alternativo entre todos os jogadores desta lista. Depois de ser dispensado pelo Lierse, da Bélgica, e ficar um ano desempregado, Capdevila se transferiu em maio para Andorra, país cuja seleção ocupa a 203ª colocação no ranking da Fifa. O jogador assinou com o Santa Coloma, atual tricampeão do futebol de lá.


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