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Em nova temporada pelo PSG, Neymar finaliza, dribla e passa menos
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Rafael Reis

Após cair com a seleção brasileira nas quartas de final da Copa-2018 e protagonizar vários memes mundo à fora por supostamente exagerar na simulação de faltas, Neymar começou a temporada 2018/19 em baixa.

Segundo o site “WhoScored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, o desempenho do brasileiro nas duas primeiras partidas do Paris Saint-Germain no Campeonato Francês ficou aquém do registrado no seu primeiro ano pelo clube.

Nas vitórias por 3 a 0 sobre o Caen e 3 a 1 contra o Guingamp, os dados relativos a Neymar nos principais fundamentos ofensivos do jogo ficaram abaixo da média registrada pelo brasileiro na temporada passada.

A quantidade de dribles foi a que mais despencou. Em sua temporada de estreia na Ligue 1, o camisa 10 do PSG vencia em média 7,1 confrontos individuais com seus marcadores por jogo. No início da atual, foram apenas cinco dribles dados na soma das duas partidas.

A média de finalizações também está em trajetória de descendente (de 4,5 para 3,5 a cada 90 minutos de futebol), assim como a de passes distribuídos para seus companheiros de time (de 66,8 para 54).

O aproveitamento nos passes caiu junto. Na temporada passada, Neymar acertou 79,6% dos toques que tentou. Contra Caen e Guingamp, só 75% dos passes dados pelo atacante chegaram ao alvo certo.

O único fundamento ofensivo em que as estatísticas do brasileiro aumentaram também não é um bom sinal. A média de bolas perdidas por jogo do astro subiu de 6,3 em 2017/18 para 8,5 nesta temporada.

Nas duas primeiras partidas desta edição do Francês, Neymar marcou dois gols e deu uma assistência. Essa marca sim não é muito diferente da do ano anterior, quando meteu 19 bolas nas redes e deu 13 passes certeiros para seus companheiros em 20 apresentações na Ligue 1.

Reforço mais caro da história do futebol mundial, o homem de 222 milhões de euros (R$ 1 bilhão) não conseguiu levar o PSG ao sonhado título da Liga dos Campeões da Europa em seu primeiro ano na França.

O atacante perdeu os três últimos meses da temporada em virtude de uma fratura no pé direito e só voltou aos gramados nos amistosos pré-Copa da seleção brasileira.

Sem mostrar um grande futebol no Mundial da Rússia, ele ainda viu um dos seus companheiros de time, o atacante Kylian Mbappé, desempenhar papel de protagonista na conquista francesa e retornar ao PSG como o novo queridinho da torcida e da imprensa.

Atual campeão francês e líder da Ligue 1, a equipe da capital volta a campo neste sábado, quando enfrenta o Angers, em casa. Uma chance de ouro para Neymar sepultar o momento conturbado e voltar a mostrar o futebol da temporada passada.


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Rafael Reis

Maior janela de transferências da história do futebol, o Mercado da Bola para a temporada 2018/19 já movimentou 5,3 bilhões de euros (R$ 23,8 bilhões) em compras e empréstimos de jogadores. E o período para busca de reforços ainda nem chegou ao fim.

Até o dia 31 de agosto, os clubes de Espanha, Alemanha, França e da maior parte das ligas nacionais mais importantes da Europa ainda podem realizar novos negócios e anexar outros atletas aos seus elencos –na Inglaterra e na Itália, a janela já fechou.

A marca atual supera os 5,1 bilhões de euros (R$ 22,9 bilhões) que mudaram de mãos entre julho e agosto do ano passado, período que havia quebrado todos os recordes históricos em transações futebolísticas.

Na janela atual, quase 30% de todo o investimento em contratações saiu de um grupo de apenas dez clubes.

Juntos, Juventus, Paris Saint-Germain, Liverpool, Chelsea, Roma, Barcelona, Roma, Barcelona, Real Madrid, Atlético de Madri, Milan e Leicester gastaram mais de 1,5 bilhão de euros (R$ 6,7 bilhões).

Nada menos que oito dos 11 contratações mais caras do período foram feitas por um dos times desse grupo. As exceções foram o argelino Riyad Mahrez, que foi para o Manchester City, e o meia brasileiro Fred, novo jogador do Manchester United.

A recordista do mercado para a atual temporada é a Juventus, que tirou o astro português Cristiano Ronaldo do Real Madrid e investiu quase 257 milhões de euros (R$ 1 bilhão) em reforços para tentar conquistar a Liga dos Campeões da Europa.

Paris Saint-Germain, de Neymar e Kylian Mbappé, e Liverpool, de Alisson, Robert Firmino e Mohamed Salah, completam o pódio dos grandes gastões desta janela de transferências.

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19
1º – Juventus (ITA) – 256,9 milhões de euros
2º – Paris Saint-Germain (FRA) – 217 milhões
3º – Liverpool (ING) – 182,2 milhões
4º – Chelsea (ING) – 137 milhões
5º – Roma (ITA) – 136,6 milhões
6º – Barcelona (ESP) – 125,9 milhões
7º – Real Madrid (ESP) – 124,3 milhões
8º – Atlético de Madri (ESP) – 123,5 milhões
9º – Milan (ITA) – 122,5 milhões
10º – Leicester (ING) – 114,6 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões
2º – Cristiano Ronaldo (POR, Juventus) – 117 milhões
3º – Kepa Arrizabalaga (G, ESP, Chelsea) – 80 milhões
4º – Thomas Lemar (FRA, Atlético de Madri) – 70 milhões
5º – Riyad Mahrez (ALG, Manchester City) – 67,8 milhões
6º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
7º – Naby Keita (GUI, Liverpool) – 60 milhões
8º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
9º – Jorginho (ITA, Chelsea) – 57 milhões
10º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
TOTAL: 5,3 bilhões de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Alisson (BRA, Liverpool) – 62,5 milhões
2º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
5º – Malcom (BRA, Barcelona) – 41 milhões
6º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
7º – Richarlison (BRA, Everton) – 39,2 milhões
8º – Felipe Anderson (BRA, West Ham) – 38 milhões
9º – Arthur (BRA, Barcelona) – 31 milhões
10º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 18,5 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2018/19
1º – Monaco (FRA) – 361,8 milhões
2º – Real Madrid (ESP) – 132,5 milhões
3º – Roma (ITA) – 124,7 milhões
4º – Juventus (ITA) – 99,5 milhões
5º – Napoli (ITA) – 91,5 milhões
6º – Sevilla (ESP) – 89,3 milhões
7º – Leicester (ING) – 85,8 milhões
8º – Milan (ITA) – 83,4 milhões
9º – Barcelona (ESP) – 80,2 milhões
10º – Atletic Bilbao (ESP) – 80 milhões

AS 10 LIGAS MAIS GASTONAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Campeonato Inglês – 1,42 bilhão de euros
2º – Campeonato Italiano – 1,14 bilhão
3º – Campeonato Espanhol – 787,3 milhões
4º – Campeonato Francês – 497,6 milhões
5º – Campeonato Alemão – 447,2 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 185,9 milhões
7º – Campeonato Mexicano – 96,7 milhões
8º – Campeonato Saudita – 96,1 milhões
9º – Campeonato Holandês – 75,4 milhões
10º – Campeonato Português – 72,5 milhões


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Rafael Reis

Aos 26 anos, Neymar já superou inúmeros desafios ao longo de sua vida profissional. Primeiro, conseguiu se tornar jogador de futebol. Depois, provou que poderia se tornar um dos grandes do planeta. Também ganhou a Liga dos Campeões da Europa e conduziu a seleção brasileira ao título que lhe faltava, a medalha olímpica de ouro.

Mas, a partir deste domingo, às 16h (de Brasília), quando o Paris Saint-Germain recebe o Caen, pela primeira rodada do Campeonato Francês, o camisa 10 provavelmente terá de lidar com a missão mais complicada de sua trajetória: resgatar a imagem de ídolo global que tinha até pouco tempo atrás.

A tarefa é especialmente delicada porque não depende apenas da bola que Neymar é capaz de jogar. Só mostrar talento dentro das quatro linhas não será suficiente para que o brasileiro consiga ser o que dele se espera.

A Copa do Mundo foi extremamente prejudicial ao atacante, que imaginava antes da Rússia-2018 que poderia transformá-la em uma catapulta rumo ao prêmio de melhor jogador do planeta.

Bem, isso passou longe de acontecer. Neymar não conseguiu ser um dos protagonistas da competição e, de quebra, viu suas inúmeras quedas (algumas delas seguidas de vários rolamentos em campo e cara de dor digna de uma fratura) se transformarem em memes globais.

Resultado: seus críticos deixaram de ser vozes isoladas na Inglaterra, na Catalunha (região espanhola onde fica Barcelona), entre adversários do futebol francês e em parte do Brasil para virarem a maioria.

Hoje em dia, é muito mais fácil encontrar quem critique o astro do que quem levante a voz para defendê-lo.

Como mudar isso? A primeira tiro dado por seu estafe saiu completamente pela culatra. O vídeo publicitário bancado por um dos seus patrocinadores e exibido em horário nobre na Rede Globo em que o atacante pede desculpas ao povo brasileiro deu tão errado que virou piada nas redes sociais.

Para recuperar a simpatia dos torcedores e voltar a ser um fenômeno de popularidade similar a Lionel Messi e Cristiano Ronaldo, Neymar terá de mudar de atitude.

O melhor caminho passa por adotar uma atitude mais discreta. Dentro de campo, o ideal é que ele passe a evitar tanto os contatos físicos com os adversários, para sofrer menos faltas, cair menos e não dar mais munição a quem tanto o acusa de ser “cai-cai”.

Longe das quatro linhas, o melhor a se fazer é desaparecer um pouco. Usar menos as redes sociais e não criar factoides que alimentem a imprensa é a chave para que apenas seu desempenho esportivo seja analisado.

Evitar possíveis conflitos com Kylian Mbappé também pode ser essencial. O jovem atacante, que aceitou ser seu fiel escudeiro na temporada passada, cresceu demais com a conquista do título mundial pela seleção francesa e ameaça seu protagonismo no PSG.

Bater de frente com ele e tentar manter “na marra” a posição de maior estrela do elenco não é das atitudes mais inteligentes. Afinal, seu companheiro de time virou um dos xodós do futebol mundial. Além disso, tudo que Neymar não precisa é se meter em alguma encrenca que possa arranhar ainda mais sua imagem.


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Rafael Reis

Quase todo mundo que acompanha de perto o mundo do futebol sabe que Neymar é a contratação mais cara da história do Paris Saint-Germain (e de qualquer outro clube). Mas quem aqui se lembra qual foi a maior venda do time francês em todos os tempos?

A resposta também é um brasileiro: David Luiz. O zagueiro cabeludo foi negociado pelo PSG com o Chelsea, há dois anos, por 35 milhões de euros (R$ 153,2 milhões).

O valor até parece pequeno se comparado aos 222 milhões de euros (R$ 971 milhões) da compra do camisa 10 da seleção brasileira, mas foi o máximo que a equipe parisiense já arrecadou com a transferência de um jogador.

Assim como David Luiz e Neymar, vários outros brasileiros estão na história por serem as maiores vendas já realizadas por clubes do primeiro escalão do futebol europeu.

Philippe Coutinho ocupa esse posto no Liverpool. Kaká ostenta esse recorde no Milan. O goleiro Alisson é o número um no ranking das transações da Roma. E Douglas Costa é a saída que mais colocou dinheiro nos cofres do Bayern de Munique.

Mas nenhum deles carrega o mesmo feito de Cristiano Ronaldo. O astro vencedor de cinco prêmios de melhor jogador do mundo, que defenderá a Juventus nesta temporada, é a maior venda da história de dois gigantes: Manchester United (94 milhões de euros, em 2009) e Real Madrid (117 milhões de euros, no mês passado).

Outro caso que chama a atenção é o do Manchester City. Um dos clubes do planeta que mais gastam com reforços, o atual campeão inglês nunca faturou mais que 31,5 milhões de euros (R$ 137,8 milhões) com a negociação de um jogador.

Sua maior venda aconteceu há 13 anos, quando o clube ainda nem era uma potência dentro do seu próprio país. Na ocasião, o atacante Shaun Wright-Philipps deixou Manchester para defender o Chelsea e bateu um recorde que nunca mais foi alcançado.

VENDAS MAIS CARAS DA HISTÓRIA DE CADA CLUBE:

Barcelona (ESP): Neymar (BRA/2017/Paris Saint-Germain) – 222 milhões de euros
Monaco (FRA): Kylian Mbappé (FRA/2018/Paris Saint-Germain) – 180 milhões
Liverpool (ING): Philippe Coutinho (BRA/2018/Barcelona) – 160 milhões
Real Madrid (ESP): Cristiano Ronaldo (POR/2018/Juventus) – 117 milhões
Borussia Dortmund (ALE): Ousmane Dembélé (FRA/2017/Barcelona) – 115 milhões
Juventus (ITA): Paul Pogba (FRA/2016/Manchester United) – 105 milhões
Tottenham (ING): Gareth Bale (GAL/2013/Real Madrid) – 101 milhões
Manchester United (ING): Cristiano Ronaldo (POR/2009/Real Madrid) – 94 milhões
Napoli (ITA): Gonzalo Higuaín (ARG/2016/Juventus) – 90 milhões
Inter de Milão (ITA): Zlatan Ibrahimovic (SUE/2009/Barcelona) – 69,5 milhões
Chelsea (ING): Diego Costa (ESP/2018/Atlético de Madri): 66 milhões
Milan (ITA): Kaká (BRA/2009/Real Madrid) – 65 milhões
Roma (ITA): Alisson (BRA/2018/Liverpool) – 62,5 milhões
Porto (POR): James Rodríguez (COL/2013/Monaco): 45 milhões
Atlético de Madri (ESP): Radamel Falcao García (COL/2013/Monaco) – 43 milhões
Benfica (POR): Ederson (BRA/2017/Manchester City) – 40 milhões
Bayern (ALE): Douglas Costa (BRA/2018/Juventus) – 40 milhões
Arsenal (ING): Marc Overmars (HOL/2000/Barcelona) – 40 milhões
Sporting (POR): João Mário (POR/2016/Inter de Milão) – 40 milhões
Paris Saint-Germain (FRA): David Luiz (BRA/2016/Chelsea) – 35 milhões
Manchester City (ING): Shaun Wright-Phillips (ING/2005/Chelsea) – 31,5 milhões


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Rafael Reis

Para tirar Cristiano Ronaldo do Real Madrid depois de nove temporadas, a Juventus gastou como nunca em sua história. O astro português, eleito cinco vezes o melhor jogador do mundo, custou nada menos que 117 milhões de euros (R$ 528,7 milhões).

A quebra do recorde de maior contratação de todos os tempos não é exclusividade da atual heptacampeã italiana.

Em um Mercado da Bola inflacionado como o atual, boa parte dos principais clubes do planeta realizaram a transferência mais cara de duas existências ao longo dos últimos dois anos.

Além da Juve, Barcelona, Liverpool, Atlético de Madri e Arsenal quebraram seus recordes particulares já neste ano. Paris Saint-Germain, Chelsea, Milan, Bayern, Tottenham e Porto estabeleceram as marcas históricas em 2017.

Recordes de contratação antigos, como o da Inter de Milão (Christian Vieri), estabelecido ainda no século passado, viraram raridade e exclusividade de mercados que enfrentaram crises financeiras nos últimos anos, caso da Itália.

Apresentamos abaixo qual é a contratação mais cara de todos os tempos dos principais clubes do futebol europeu.

REFORÇOS MAIS CAROS DA HISTÓRIA DE CADA CLUBE:

Paris Saint-Germain (FRA): Neymar (BRA/2017): 222 milhões de euros
Barcelona (ESP): Philippe Coutinho (BRA/2018): 160 milhões
Juventus (ITA): Cristiano Ronaldo (POR/2018): 117 milhões
Manchester United (ING): Paul Pogba (FRA/2016): 105 milhões
Real Madrid (ESP): Gareth Bale (GAL/2013): 101 milhões
Liverpool (ING): Virgil van Dijk (HOL/2018): 78,8 milhões
Manchester City (ING): Kevin de Bruyne (BEL/2015): 76 milhões
Atlético de Madri (ESP): Thomas Lemar (FRA/2018): 70 milhões
Chelsea (ING): Álvaro Morata (ESP/2017): 66 milhões
Arsenal (ING): Pierre-Emerick Aubameyang (GAB/2018): 63,8 milhões
Inter de Milão (ITA): Christian Vieri (ITA/1999): 46,5 milhões
Monaco (FRA): James Rodríguez (COL/2013): 45 milhões
Milan (ITA): Leonardo Bonucci (ITA/2017): 42 milhões
Bayern (ALE): Corentin Tolisso (FRA/2017): 41,5 milhões
Tottenham (ING): Davinson Sánchez (COL/2017): 40 milhões
Napoli (ITA): Gonzalo Higuaín (ARG/2013): 39 milhões
Roma (ITA): Gabriel Batistuta (ARG/2000): 36,2 milhões
Borussia Dortmund (ALE): André Schürrle (ALE/2016): 30 milhões
Benfica (POR): Raúl Jiménez (MEX/2015): 22 milhões
Porto (POR): Óliver Torres (ESP/2017): 20 milhões
Sporting (POR): Bas Dost (HOL/2016): 11,9 milhões


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Rafael Reis

Os clubes de futebol mais poderosos do planeta decidiram não esperar a Copa do Mundo para começarem a montar seus elencos para a próxima temporada. Apesar de a janela de transferências ainda nem estar oficialmente aberta, eles já torraram 1,4 bilhão de euros (R$ 6,2 bilhões) em reforços para 2018/19.

O valor corresponde a mais de 25% dos 5,1 bilhões de euros (R$ 22,7 bilhões) movimentados pelo Mercado da Bola na janela do verão europeu do ano passado, que foi a maior da história do esporte.

Vale lembrar que os times dos mais ricos da Europa poderão registrar novos jogadores até agosto e que, tradicionalmente, a maior parte dos negócios mais caros acontecem nas semanas finais da janela de transferências.

Parte significativa do 1,4 bilhão de euros já movimentados no período atual de transações está ligada a contratos fechados lá atrás, ainda na temporada passada.

É por isso que o Paris Saint-Germain aparece no topo da lista dos clubes mais gastões de 2018/19. Seu investimento de 180 milhões de euros (R$ 802 milhões) é relativo à contratação do atacante francês Kylian Mbappé, que defendeu o clube por empréstimo na última temporada e agora assinará contrato “definitivo”.

As idas do meia senegalês Naby Keita (ex-RB Leipzig) para o Liverpool e do meia-atacante brasileiro Vinícius Júnior (Flamengo) ao Real Madrid também foram fechadas ainda em 2017, mas só serão concretizadas em julho.

Dos negócios selados já nas últimas semanas, a transferência mais cara é a do meia brasileiro Fred, vendido pelo Shakhtar Donetsk para o Manchester United por 59 milhões de euros (R$ 263 milhões).

Chama a atenção a presença de dois clubes pequenos da Inglaterra no top 10 dos times mais gastões da temporada.

O Wolverhampton, recém-promovido para a primeira divisão, é o sexto colocado no ranking. A equipe laranja gastou 40,2 milhões de euros (R$ 179 milhões) na chegada de três reforços. O mais caro deles, o atacante Benik Afobe (ex-Bournemouth).

Já o Huddersfield Town, 16º colocado na última Premier League, é o décimo na lista de investimentos. Foram 27,5 milhões de euros (R$ 122,6 milhões) gastos para ter o zagueiro holandês Terence Kongolo (ex-Monaco), o lateral direito suíço Florent Hadergjonaj (ex-Ingolstadt) e o goleiro dinamarquês Jonas Lössl (ex-Mainz).

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19 (em euros)
1º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
2º – Liverpool (ING) – 110 milhões
3º – Manchester United (ING) – 81 milhões
4º – Juventus (ITA) – 52 milhões
5º – Real Madrid (ESP) – 45 milhões
6º – Wolverhampton (ING) – 40,2 milhões
7º – Bayer Leverkusen (ALE) – 38,4 milhões
8º – Roma (ITA) – 35 milhões
9º – Tianjin Quanjian (CHN) – 29 milhões
10º – Huddesfield Town (ING) – 27,5 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain) – 180 milhões
2º – Naby Keita (SNG, Liverpool) – 60 milhões
3º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
4º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
6º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
7º – Anthony Modeste (CHN, Tianjin Quanjian) – 29 milhões
8º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 26,4 milhões
9º – Geoffrey Kondogbia (FRA, Valencia) – 25 milhões
10º – Lautaro Martínez (ARG, Inter de Milão) – 23 milhões
TOTAL: 1,4 bilhão de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
2º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões de euros
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
4º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
5º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 26,4 milhões
6º – Danilo (BRA, Nice) – 10 milhões
7º – Raphinha (BRA, Sporting) – 6,5 milhões
8º – Felipe Vizeu (BRA, Udinese) – 5 milhões
9º – Tchê Tchê (BRA, Dínamo de Kiev) – 4,8 milhões
10º – Rodrigo (BRA, Real Madrid Castilla) – 4,1 milhões

 


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Rafael Reis

A Liga dos Campeões mal terminou e ainda falta pouco mais de um mês para a abertura oficial da janela de transferências das ligas mais importantes da Europa. Mesmo assim, o Mercado da Bola para a temporada 2018/19 já movimentou 940,2 milhões de euros (R$ 4 bilhões) em contratações.

Apesar de só poderem registrar novos contratos a partir do dia 1º de julho, os clubes dos principais campeonatos nacionais do Velho Continente já vêm fechando negócios para a temporada pós-Copa do Mundo.

A maior parte do montante gasto em reforços para 2018/19 está relacionado à execução de opções de compras de empréstimos que foram feitos ainda na temporada anterior.

Esse é o caso de Kylian Mbappé. Para driblar as regras do Fair Play Financeiro, o Paris Saint-Germain selou um acordo alternativo com o Monaco, que emprestou o atacante ao clube na capital francesa em 2017 e agora irá vendê-lo por 180 milhões de euros (R$ 768 milhões).

A transação do brasileiro Vinícius Júnior também tem suas particularidades. O jogador do Flamengo foi vendido ao Real Madrid no ano passado. No entanto, a transação só pode ser oficialmente completada depois que o garoto completar 18 anos, no dia 12 de julho.

Ainda não há confirmação se o vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro continuará mais um tempo no Rio de Janeiro ou se migrará para a Espanha no segundo semestre.

Apesar de casos como os de Mbappé e Vinícius Jr., há também transações importantes visando a próxima temporada que foram fechadas já agora, ao longo das últimas semanas.

A mais cara delas foi a venda do meia brasileiro Fabinho, do Monaco, para o Liverpool, por 45 milhões de euros (R$ 192 milhões).

O argentino Lautaro Martínez, um dos destaques da fase de grupos da Libertadores pelo Racing, também vai mudar de time depois das férias. Seu destino será a Inter de Milão, que pagou 23 milhões de euros (R$ 98,2 milhões) por seu futebol.

A janela de transferências de julho/agosto do ano passado foi a maior da história do futebol e movimentou mais de 5,1 bilhões de euros (R$ 21,7 bilhões).

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA, Paris Saint-Germain) – 180 milhões de euros
2º – Naby Keita (SNG, Liverpool) – 60 milhões
3º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
5º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
6º – Anthony Modeste (FRA, Tianjin Quanjian) – 29 milhões
7º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 26,4 milhões
8º – Geoffrey Kondogbia (FRA, Valencia) – 25 milhões
9º – Lautaro Martínez (ARG, Inter de Milão) – 23 milhões
10º – Rodri (ESP, Atlético de Madri) – 20 milhões
Nikola Kalinic (CRO, Milan) – 20 milhões
Ricardo Pereira (POR, Leicester) – 20 milhões
TOTAL: 940,2 milhões de euros


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Rafael Reis

A Juventus precisa de apenas um empate contra a Roma, no domingo, para sacramentar, com uma rodada de antecedência, o sétimo título italiano consecutivo.

O Bayern faturou o Campeonato Alemão pelo sexto ano seguido há mais de um mês. Manchester City e Paris Saint-Germain conquistaram seus títulos nacionais há 25 dias. Barcelona e Porto também já levantaram os canecos das ligas espanhola e portuguesa, respectivamente.

Isso significa que nenhum dos seis principais campeonatos nacionais da Europa deve chegar à rodada final com a disputa pelo título ainda indefinida. E, para piorar, todos eles tiveram (ou terão) campeões bastante previsíveis.

É essa a realidade que transformou as mais importantes ligas nacionais do Velho Continentes em versões endinheiradas dos nossos velhos Campeonatos Estaduais: competições chatas, arrastadas e com pouco espaço para as surpresas.

Tudo bem que vez ou outra surge um Leicester (campeão inglês de 2014/15) ou um Monaco (vitorioso na França em 2016/17). Mas são exceções cada vez mais raras que comprovam a regra da monotonia que reina nesses torneios.

Uma simples análise histórica mostra como os grandes campeonatos europeus têm ficado menos suscetíveis a zebras.

Entre 1999 e 2008, o Campeonato Espanhol teve quatro campeões (Barcelona, Real Madrid, Valencia e La Coruña) e oito times diferentes ocupando as três primeiras posições de uma determinada temporada.

Nos últimos dez anos, foram apenas três campeões (Barcelona, Real Madrid e Atlético de Madri), sendo que o Barça faturou sete títulos. O número de equipes que subiram ao pódio caiu para cinco. E nas últimas cinco temporadas (seis com a atual), o trio de grandes ocupou os três primeiros postos da classificação final.

Em maior ou menor intensidade, esse cenário também aconteceu na Itália, na Inglaterra, na Alemanha, na França e em Portugal…

O culpado desse processo que tornou entediante os Nacionais é velho conhecido dos fãs do futebol europeu: a concentração de receitas em um número cada vez menor de mãos, o que fez com que os grandes jogadores sejam contratados sempre pelos mesmos poucos clubes.

Mas a solução para esse problema é bem mais complicada e passa por uma redistribuição na forma de divisão do dinheiro do futebol e também em regras mais rígidas da Uefa e da Fifa para que o poder econômico não se reflita tanto dentro de campo.

Uma ideia que vira e mexe é levantada por alguns clubes da elite da bola é a abolição dos campeonatos nacionais em prol de uma liga que abrangesse as maiores potências da Europa. Nesse cenário, o Bayern não jogaria mais semanalmente contra os Freiburg e Eintracht Frankfurt da vida, mas sim ante Chelsea, Manchester United e Inter de Milão.

É… não é só no Brasil que querem acabar com os Estaduais. Na Europa, também há gente disposta a dar um fim nos Estaduais de lá, ou melhor, nos Campeonatos Nacionais.


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“Cinderela da Bola”, rival do PSG em final tem teto salarial de 3 mil euros
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Rafael Reis

Durante as cerca de duas horas em que ficará sentado nas tribunas do Stade de France para assistir à decisão da Copa da França, nesta terça-feira, Neymar irá receber do Paris Saint-Germain algo em torno de 8.500 euros (R$ 35,8 mil).

O valor é equivalente a quase três meses de salário dos jogadores mais bem remunerados do Les Herbiers, o adversário do PSG na decisão mais desigual da temporada 2017/18 no futebol europeu.

O time da terceira divisão, que nunca havia ido além das oitavas de final da Copa da França, é um nanico até mesmo para os padrões dos escalões inferiores do futebol local.

Seu orçamento anual é 2 milhões de euros (R$ 8,4 milhões), apenas 25% da grana de que dispõe o Laval, sétimo colocado na terceirona francesa.

Já os ganhos anuais do PSG estão na casa de 540 milhões de euros (quase R$ 2,3 bilhões), ou seja, 270 vezes mais do que os do Les Herbiers.

A diferença financeira fica explícita quando se compara a folha salarial dos dois clubes.

Enquanto o campeão nacional desta temporada e favorito ao título desta terça tem elenco com média salarial mensal de 750 mil euros (R$ 3,1 milhões) e um jogador que ganha mais de 3 milhões de euros (R$ 12,6 milhões) a cada 30 dias, Neymar, o azarão da Copa da França não paga mais de 3 mil euros (R$ 12,6 mil) de salário a nenhum dos seus atletas.

Mesmo assim, conseguiu o milagre de chegar à final do torneio mata-mata mais importante da terra de Michel Platini e Zinédine Zidane.

E foi um milagre com grande pitada de sorte. O clube deu sorte nos sorteios e não precisou enfrentar nenhum time de primeira divisão até a final. Seus adversários mais conhecidos foram duas equipes da Ligue 2, o Auxerre, derrotado por 3 a 0 nas oitavas de final, e o Lens, batido nos pênaltis nas quartas.

O elenco do Les Herbiers, é óbvio, não conta com nenhum jogador conhecido. Os atletas que passam mais perto desse status são o centroavante Adrian Dabasse (ex-Bordeaux) e o meia Joachim Eickmayer, que começou a carreira no Sochaux.

“Se eles chegaram à final é porque mereceram. Havia equipes mais conhecidas na competição, mas elas não estão na decisão. Então, parabéns ao clube por viver um momento histórico. Disputar um título no Stade de France cheio é algo único na vida”, disse o técnico do PSG, Unai Emery, ao tomar conhecimento do seu adversário na decisão.

Além da chance histórica de se mostrar para a França e completar com final feliz seu conto de fadas, o Les Herbiers sonha com a classificação para a Liga Europa e com os 2,4 milhões de euros (R$ 10,1 milhões) que conquistará em caso de título – dinheiro suficiente para sustentar o clube por mais de um ano.

“Vamos celebrar este belo final de temporada, aconteça o que acontecer”, resumiu à agência de notícias France Presse o presidente do pequeno time do oeste da França, Michel Landreau.


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7 brasileiros que já se sagraram campeões nesta temporada europeia
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Rafael Reis

A temporada 2017/18 do futebol europeu só acaba na segunda metade do próximo mês. Mesmo assim, já há muitos jogadores com sensação de dever cumprido.

Três das ligas nacionais mais importantes do continente (Inglesa, Alemã e Francesa) já conhecem há algum tempo seus campeões. O Campeonato Espanhol também prestes a consagrar mais uma vez uma Barcelona.

Apresentamos abaixo sete jogadores brasileiros que já sabem que não vão passar 2018 em branco. Mesmo antes do encerramento da temporada, eles já conquistaram algum título nos países onde atuam.

NEYMAR
Paris Saint-Germain (FRA)
Campeão francês e da Copa da Liga Francesa
Outros brasileiros: Daniel Alves, Thiago Silva e Marquinhos

A primeira temporada do astro na Cidade Luz não foi tão boa quanto ele sonhava. O brasileiro caiu nas oitavas de final da Liga dos Campeões e sofreu uma fratura no pé direito que o tirou de boa parte da segunda metade da temporada. Mesmo assim, houve motivos para Neymar sorrir em Paris. Enquanto se recuperava da lesão, o camisa 10 viu o PSG vencer a Copa da Liga e recuperar a hegemonia no Campeonato Francês. A equipe dirigida por Unai Emery ainda pode conquistar mais um troféu em 2017/18. No dia 8 de maio, enfrenta o Les Herbies, da terceira divisão, na final da Copa da França.

GABRIEL JESUS
Manchester City (ING)
Campeão inglês e da Copa da Liga Inglesa
Outros brasileiros: Ederson, Danilo e Fernandinho

A primeira temporada completa de Gabriel Jesus na Inglaterra não foi tão brilhante quanto os seis meses iniciais da sua trajetória no futebol europeu. Mas, apesar de ter ido parar no banco de reservas do Manchester City, o atacante teve o prazer de ajudar Pep Guardiola a levantar mais dois troféus. Em fevereiro, sagrou-se campeão da Copa da Liga, após vencer uma final contra o Arsenal. Dois meses depois, veio o tão esperado título inglês, conquistado com cinco rodadas de antecipação.

RAFINHA
Bayern de Munique (ALE)
Campeão alemão

O veterano de 32 anos foi uma espécie de 12º titular do Bayern de Munique durante a temporada e se revezou entre as laterais direita, sua especialidade, e esquerda. Com o clube bávaro, Rafinha conquistou seu sexto título alemão consecutivo e ainda pode levantar mais duas taças expressivas, já que o Bayern continua vivo na Liga dos Campeões da Europa e vai enfrentar o Eintracht Frankfurt na decisão da Copa da Alemanha.

BRUNO CÉSAR
Sporting (POR)
Campeão da Taça da Liga de Portugal
Outro brasileiro: Wendel

O ex-meia de Corinthians e Palmeiras está em segundo plano na briga pelo título português desta temporada, mas viu seu Sporting se tornar o rei das competições de mata-mata na terra de Cristiano Ronaldo. Ainda em janeiro, a equipe de Lisboa conquistou a Taça da Liga ao derrotar nos pênaltis o Vitória de Setúbal, após empate por 1 a 1 nos 120 minutos. No dia 20 de maio, a decisão é contra o Desportivo Aves e vale o título da Taça de Portugal.

MAURO JÚNIOR
PSV Eindhoven (HOL)
Campeão holandês

Praticamente desconhecido em sua terra natal, o garoto de 18 anos que foi revelado pelo Desportivo Brasil e chegou à Europa nesta temporada já pode colocar no currículo seu primeiro título como profissional, o de campeão holandês. O meia teve participação discreta na 24ª conquista do PSV Eindhoven: disputou apenas 14 partidas, marcou um gol e distribuiu quatro assistências.

ERIC BOTTEGHIN
Feyenoord (HOL)
Campeão da Copa da Holanda

Campeão holandês em 2016/17, o time de Roterdã passou longe da briga pelo título nacional nesta temporada. No entanto, não vai encerrar 2018 de mãos abanando. O Feyenoord conquistou no domingo passado a Copa da Holanda ao derrotar o AZ Alkmaar por 3 a 0 na decisão. O zagueiro brasileiro Eric Bottegin (ex-Internacional e Barueri), que passou boa parte dos últimos meses se recuperando de uma lesão no joelho, entrou no final da partida.

RODRIGO GALO
AEK Atenas (GRE)
Campeão grego

Depois de sete temporadas consecutivas de domínio do Olympiacos, o Campeonato Grego teve nesta temporada um novo campeão. O AEK Atenas se sagrou campeão helênico pela primeira vez no século e encerrou um jejum de 34 anos. O representante brasileiro na conquista foi o lateral direito Rodrigo Galo, ex-Avaí, que atua no futebol europeu há dez anos e passou a maior parte da carreira em Portugal.


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