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Econômico, Bayern montou time titular com 68% do preço de Neymar
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Rafael Reis

O Bayern de Munique tem 27 títulos alemães, cinco Liga dos Campeões da Europa, o rótulo de um dos clubes mais vitoriosos do planeta e um time titular que custou menos de 70% do valor de Neymar.

Adversário do Paris Saint-Germain na segunda rodada da fase de grupos da Champions, o clube alemão tem uma política financeira completamente diferente da do rival desta quarta-feira.

Enquanto o PSG não tem vergonha nenhuma de abrir os cofres e oferecer valores astronômicos para atrair grandes jogadores para seu projeto, o Bayern tem um comportamento bem mais austero.

Os alemães não são afeitos a milionárias transferências. Seus reforços costumam chegar aos poucos, pinçados de times menores ou contratados sem custo no final do seus contratos, para se juntar a uma base já devidamente experimentada.

A prova disso é que os 11 titulares escalados pelo técnico italiano Carlo Ancelotti na última apresentação do Bayern custaram aos cofres do clube alemão apenas 68% dos 222 milhões de euros (R$ 826,5 milhões) que o PSG desembolsou na última janela de transferências por Neymar.

Para ter Ulreich, Kimmich, Hummels, Boateng, Rafinha, Vidal, Rudy, Robben, Müller, Ribéry e Lewandowski, os jogadores que começaram jogando no empate por 2 a 2 com o Wolfsburg, na sexta-feira, os alemães gastaram “somente” 152 milhões de euros (R$ 565 milhões).

Mesmo que outros jogadores mais caros do elenco fossem utilizados, como o goleiro Manuel Neuer, que está machucado, e o meia Thiago Alcántara, o valor da equipe titular dificilmente chegaria ao custo do astro brasileiro da equipe francesa.

Um outro dado mostra bem as diferenças de filosofia entre os adversários desta quarta. O meia francês Corentin Tolisso, tirado do Lyon em julho, é o reforço mais caro do Bayern em todos os tempos e custou 41,5 milhões de euros (R$ 154,5 milhões). O valor equivale apenas à oitava maior contratação da história do PSG.

No mês passado, o presidente do time bávaro fez questão de deixar bem claro que a estratégia da equipe alemã não é a mesma dos franceses. Em entrevista à revista “Sport Bild”, Karl-Heinz Rummenigge, alfinetou os adversários ao lembrar que Neymar custou mais que seu estádio, a Allianz Arena.

“O Bayern tem que representar outra filosofia. Não queremos entrar nessa loucura nem tampouco podemos. E está bom que assim seja. Creio que a opinião pública e nossos torcedores entendem.”

Mas, mesmo dentro do Bayern, a ideia de gastar pouco com reforços não é uma unanimidade. Preocupado com o início de temporada conturbado do time (é apenas o terceiro colocado no Alemão), o centroavante Robert Lewandowski afirmou no início do mês que o clube deveria ter uma política mais agressiva no mercado.

“O Bayern deve fazer um esforço para trazer craques. Se quer continuar a ser competitivo, precisa de qualidade. Fizemos negócios com valores que não condizem ao mercado de alto nível”, disse o polonês, para a revista “Der Spiegel”.

Rummenigge não gostou das declarações do seu camisa 9 e deu um puxão de orelhas público em Lewandowski. Afinal, o Bayern tem um time titular que custou menos de 70% do valor de Neymar e se orgulha demais disso.

QUANTO CUSTARAM OS TITULARES DO BAYERN?
Sven Ulreich – 3,5 milhões de euros
Joshua Kimmich – 8,5 milhões de euros
Mats Hummels – 35 milhões de euros
Jérôme Boateng – 13,5 milhões de euros
Rafinha – 5,5 milhões de euros
Arturo Vidal – 37 milhões de euros
Sebastian Rudy – sem custo
Arjen Robben – 24 milhões de euros
Thomas Müller – categorias de base
Franck Ribéry – 25 milhões de euros
Robert Lewandowski – sem custo
TOTAL: 152 milhões de euros


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Adversário do PSG, brasileiro chegou à França quando Neymar tinha 12 anos
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Rafael Reis

Quando Hilton desembarcou na França, Neymar não passava de um pré-adolescente talentoso de 12 anos que havia acabado de chegar nas categorias de base do Santos.

Treze anos depois, o zagueiro do Montpellier vai se encontrar neste sábado pela primeira vez com seu compatriota que foi contratado pelo Paris Saint-Germain para ser o “rei” do futebol que ele conhece tão bem.

“Estou feliz por conhecer Neymar, talvez ele também fique feliz por conhecer um jogador quarentão”, brincou Hilton, durante entrevista coletiva na última quinta-feira.

Com recém-completados 40 anos de idade e disputando o Campeonato Francês desde 2004, ele pode se orgulhar de algumas marcas que conquistou.

O defensor é o jogador brasileiro que há mais tempo atua na França e também o segundo atleta mais velho (de qualquer nacionalidade) inscrito nesta temporada da Ligue 1 –perde apenas para o meia-atacante Benjamin Nivet, do Troyes, que nasceu oito meses antes.

Natural de Brasília, o zagueiro começou a carreira na Chapecoense e atuou no Paraná Clube antes de se mandar para a Europa, em 2002, para defender o Servette, da Suíça. Dois anos depois, foi emprestado ao Bastia e começou sua trajetória na terra de Zinédine Zidane.

Ao longo de mais de uma década de Ligue 1, Hilton defendeu quatro clubes: Bastia, Lens, Olympique de Marselha e Montpellier, onde joga desde 2011. Ele já foi campeão nacional duas vezes, em 2010, pelo Marselha, e em 2012, pelo seu time atual.

O brasileiro já disputou 394 partidas de Campeonato Francês na carreira e foi eleito quatro vezes para a seleção da competição (2007, 2008, 2009 e 2012).

Apesar de estar na reta final de sua carreira (renovou contrato em maio por apenas mais uma temporada), Hilton ainda é uma figura importante para o Montpellier, 15º colocado e que sonha com resultados mais expressivos neste ano.

Após iniciar a temporada no banco de reservas, o veterano zagueiro, que carrega a braçadeira de capitão e é a voz do técnico Michel del Zakarian dentro de campo, recuperou a posição e foi titular nas duas últimas rodadas do Francês.

Contra o PSG, não deve ser diferente. O Montpellier conta com seu maior especialista em futebol francês, um brasileiro, para acabar com os 100% de aproveitamento da equipe de Neymar na temporada.

“Ninguém está esperando que a gente derrote o PSG. Mas talvez essa seja a surpresa da temporada”, completou o capitão.


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Nem Neymar, nem Cavani: Melhores batedores de pênalti do PSG estão no banco
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Rafael Reis

Neymar ou Edinson Cavani: quem é o melhor cobrador de pênaltis do Paris Saint-Germain?

A resposta para essa pergunta, discutida em todos os cantos desde que os dois se estranharam na partida contra o Lyon, domingo, não vai agradar os fãs do astro brasileiro e nem os apoiadores do centroavante uruguaio.

De acordo com levantamento de todos os penais cobrados por jogadores do elenco do PSG ao longo das últimas quatro temporadas, os batedores de pênaltis mais precisos do clube francês não são os astros da companhia, mas sim reservas que vêm sendo pouco utilizados pelo técnico Unai Emery.

O líder desse ranking é o meia Hatem Ben Arfa, que fazia parte da lista de “negociáveis” da equipe na última janela de transferências e nem pisou no gramado nesta temporada.

O camisa 21 converteu todos os sete pênaltis que bateu desde 2013/14. E, segundo dados do site “Transfermarkt”, não errou nenhuma das 13 cobranças que realizou ao longo de toda a carreira.

Outro que ostenta 100% de aproveitamento nas últimas quatro temporadas é o brasileiro Lucas, que só jogou 12 minutos desde a chegada de Neymar à França. O ex-jogador do São Paulo converteu os seis pênaltis que bateu defendendo o PSG.

Atual cobrador oficial dos penais do líder do Campeonato Francês, Cavani só aparece na terceira colocação no acerto das cobranças. O uruguaio transformou 22 das últimas 25 batidas em gol, um aproveitamento de 88%.

Contratação mais cara da história do futebol e “dono” informal do PSG dentro de campo, Neymar tem números bem inferiores aos do camisa 9. O astro desperdiçou seis das 22 cobranças que executou por Barcelona e seleção desde 2013. Ou seja, só balançou as redes em 72,7% dos seus penais.

Dentre todos os jogadores do clube francês que executaram pelo menos três cobranças de pênalti nas últimas quatro temporadas, o desempenho do atacante brasileiro só não é pior que o do argentino Ángel di María, que acertou duas de suas três batidas (66,7%) no período.

Neymar e Cavani se desentenderam na hora de definir quem bater o pênalti do PSG na vitória por 2 a 0 sobre o Lyon.  O brasileiro pediu para executar a cobrança, mas foi ignorado pelo uruguaio, que já havia tido uma atitude semelhante no jogo contra o Toulouse, há um mês. Para piorar, o camisa 9 desperdiçou a cobrança.

Ao contrário do que havia acontecido em agosto, o conflito não conseguiu ser rapidamente controlado por colegas de time e pelo treinador.

De acordo o o jornal francês L’Equipe, o clima esquentou depois da partida nos vestiários: Cavani teria tentado tirar satisfações com Neymar pela atitude, algo que irritou o brasileiro –a tarefa de impedir uma briga foi do zagueiro e capitão Thiago Silva, que separou os dois jogadores.

Melhores cobradores de pênaltis do elenco do PSG (desde 2013/14)
1º – Hatem Ben Arfa (FRA) – 100% de acerto (7 cobranças)
2º – Lucas (BRA) – 100% de acerto (6 cobranças)
3º – Edinson Cavani (URU) – 88% de acerto (25 cobranças)
4º – Neymar (BRA) – 72,7% de acerto (22 cobranças)
5º – Ángel di María (ARG) – 66,7% de acerto (3 cobranças)


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Mudança de regra coloca Neymar na briga por Chuteira de Ouro
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Rafael Reis

Uma alteração na regra da Chuteira de Ouro colocou Neymar e os outros jogadores que disputam o Campeonato Francês na briga pelo posto de maior artilheiro das ligas nacionais europeias na temporada 2017/18.

A associação dos principais veículos de mídia esportiva do Velho Continente, responsável pela distribuição do prêmio, decidiu reclassificar a Ligue 1 e colocá-la no mesmo patamar dos campeonatos de Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália e Portugal.

A partir desta temporada, cada gol marcado na primeira divisão francesa passa a valer 2 pontos na Chuteira de Ouro, como já era nas competições de elite dos cinco países citados acima.

Até 2016/17, o Francês estava no segundo escalão do prêmio, junto com o Holandês, o Turco, o Belga e vários outros campeonatos nacionais, e distribuía apenas 1,5 ponto para cada bola na rede.

Na prática, isso inviabilizava que um jogador da Ligue 1 tivesse chances reais de conquistar a Chuteira de Ouro.

Foi o que aconteceu na temporada passada, quando Edinson Cavani (Paris Saint-Germain) marcou 35 vezes no Francês e só ficou atrás de Lionel Messi (Barcelona) no número de gols em um campeonato nacional na Europa. No entanto, o uruguaio foi apenas o nono colocado no prêmio, com 52,5 pontos.

Com a nova classificação, o atual artilheiro da Ligue 1, Radamel Falcao García (Monaco), já aparece na quarta colocação do ranking da Chuteira de Ouro. Ele soma 18 pontos, sete a menos que o líder, o estoniano Albert Prosa (Tallin).

Maior contratação da história do futebol mundial e nome mais badalado do Francês na atualidade, o brasileiro Neymar ainda não aparece entre os 30 primeiros colocados do prêmio. O camisa 10 do PSG tem quatro gols na competição e oito pontos na classificação dos artilheiros.

O atual vencedor da Chuteira de Ouro é Messi, que somou 74 pontos (37 gols) na última temporada. O argentino divide com Cristiano Ronaldo (Real Madrid) o posto de maior vencedor do prêmio. Cada um deles já levou quatro troféus para casa.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial do prêmio.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Albert Prosa (EST, Tallinn) – 25 pontos (25 gols)
2º – Rauno Sappinen (EST, Flora) – 22 pontos (22 gols)
3º – Sean Maguire (IRL, Preston North End) – 20 pontos (20 gols)
4º – Radamel Falcao García (COL, Monaco) – 18 pontos (9 gols)
Andri Bjarnason (ISL, Grindavík) – 18 pontos (18 gols)
Gerard Gohou (CAZ, Kairat Almaty) – 18 pontos (18 gols)
7º – Rimo Hunt (EST, Levadia) – 17 pontos (17 gols)
8º – Mikhail Gordeichuk (BLR, BATE Borisov) – 16,5 pontos (11 gols)
Magnus Eriksson (SUE, Djugardens) – 16,5 pontos (11 gols)
Igor Angulo (ESP, Gornyk Zabrze) – 16,5 pontos (11 gols)


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Cinco anos depois, Neymar revê ex-companheiro que se queimou na seleção
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Rafael Reis

Em sua sexta partida oficial pelo Paris Saint-Germain, Neymar irá reencontrar um velho companheiro de seleção brasileira.

Caso seja escalado como titular pelo técnico do Lyon, Bruno Génésio, para a partida deste domingo, o lateral direito Rafael deve ser o responsável direto pela marcação do jogador mais caro da história do futebol mundial.

O defensor conhece Neymar há muito tempo. Sete anos atrás, quando o atacante recebeu sua primeira convocação para a seleção principal, o hoje atleta do Lyon também fazia parte da lista divulgada por Mano Menezes.

Em 2012, ambos fizeram parte do time que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Londres.

E foi justamente essa competição que acabou sendo um divisor de águas na carreira de Rafael.

Até a Olimpíada britânica, o lateral era considerado um garoto-prodígio do futebol brasileiro e o sucessor direto de Maicon e Daniel Alves com a camisa 2 da seleção.

Afinal, não é todo mundo que é descoberto pelo Manchester United (ao lado do irmão gêmeo, Fábio) antes mesmo de completar a maioridade, muda para a Inglaterra e rapidamente se firma no elenco de um dos maiores clubes do planeta.

Só que uma atuação desastrosa na final olímpica colocou tudo isso por água abaixo. Com apenas 23 segundos de jogo, Rafael errou um passe bobo na intermediária e permitiu que o México marcasse o primeiro gol da vitória por 2 a 1 em Wembley.

Já no final da partida, quando a medalha de ouro havia virado um sonho distante, o lateral deu um passe de letra. Um lance de efeito que repercutiu muito mal: levou uma bronca pesada do zagueiro Juan e foi severamente criticado pela imprensa esportiva.

Tratado como vilão da derrota brasileira em Londres, Rafael nunca mais recebeu uma nova chance de vestir a camisa amarelinha. E essa oportunidade dificilmente virá nos próximos meses com Tite.

O lateral ainda ficou por mais três temporadas no Manchester United, mas, também no clube, foi perdendo espaço gradativamente. Em seu último ano de Inglaterra, só foi titular em seis partidas da Premier League.

Em 2015, mudou de ares e acabou contratado pelo Lyon por 3,2 milhões de euros (quase R$ 12 milhões, na cotação atual), praticamente a mesma quantia que o United havia desembolsado sete anos antes para tirá-lo das categorias de base do Fluminense.

Na França, Rafael voltou a jogar com frequência e fez duas temporadas razoáveis na nova equipe: são 51 partidas, com um gol e cinco assistências. Na atual, tem se revezado com o holandês Kenny Tete (ex-Ajax) no time titular.

Neste domingo, quando reencontrar Neymar, ele certamente irá se lembrar de quando atuava ao lado do parceiro na seleção e era apontado como a grande promessa brasileira para a lateral direita.


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Parceria com Neymar funciona, e Cavani faz gols como nunca na carreira
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Rafael Reis

A contratação de Neymar fez um bem danado ao Paris Saint-Germain: aumentou a venda de camisas do clube, fez com que ele passasse a ser mais respeitado internacionalmente e o alçou ao grupo de candidatos reais ao título da Liga dos Campeões.

Mas há um jogador do elenco do PSG que se tem se beneficiado ainda mais da parceria com o jovem astro brasileiro: Edinson Cavani.

Desde a chegada do novo camisa 10 a Paris, o centroavante uruguaio passou a balançar as redes em um ritmo jamais antes visto em seus 11 anos de carreira como jogador profissional de futebol.

Só nos primeiros sete jogos da temporada 2017/18, o atacante de 30 anos já marcou nove vezes. Foram dois gols contra Saint-Étienne, Metz e Celtic, e um ante Amiens, Guingamp e Toulouse.

A partida contra o Monaco, válida pela Supercopa da França, torneio de um jogo só que serve como abertura oficial da temporada, foi a única em que Cavani passou em branco.

Em toda a carreira, o uruguaio jamais havia tido um começo de temporada tão promissor em bolas na rede.

Até então, suas melhores marcas haviam sido registradas no ano passado, já pelo PSG, e em 2012, quando ainda disputava o Campeonato Italiano pelo Napoli. Nas duas ocasiões, ele marcou sete vezes nos primeiros sete compromissos oficiais pelo clube.

A evolução do faro artilheiro de Cavani está intimamente ligada ao desembarque de Neymar em Paris e ao crescimento do poderio ofensivo do PSG proporcionado pela contratação do jogador mais caro da história.

Na temporada passada, quando ainda não contava com o astro brasileiro, o clube da capital francesa fez 20 gols nas sete primeiras partidas. Agora, foram 26 no mesmo número de jogos, uma média superior a 3,7 por apresentação.

Além disso, dois dos nove gols anotados por Cavani neste início de 2017/18 nasceram de assistências de Neymar. O uruguaio, que continua como cobrador oficial de pênaltis do time apesar do estrelado parceiro de ataque, também marcou três vezes em penalidades.

O uruguaio anotou 49 gols em 50 partidas na temporada passada e foi o artilheiro do Campeonato Francês. Agora, ao lado de Neymar e comandando um dos ataques mais temidos do mundo, planeja voos maiores.

A meta é superar Zlatan Ibrahimovic e se transformar no maior goleador da história do Paris Saint-Germain. Cavani já tem 139 gols com a camisa do clube mais poderoso da França. Faltam só 17 para alcançar o recorde do sueco, que defendeu o PSG entre 2012 e 2016.

Com a fome de gols deste início de temporada, o recorde é só questão de tempo para o uruguaio. Ou melhor, questão de pouco tempo…


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O PSG já é um candidato real ao título da Champions?
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Rafael Reis

Areola; Daniel Alves, Marquinhos, Thiago Silva e Kurzawa; Thiago Motta, Verratti e Rabiot (Di María); Mbappé, Cavani e Neymar. É mais ou menos com essa formação que o Paris Saint-Germain sonha conquistar pela primeira vez na história a Liga dos Campeões.

Mas será que, depois de se comprometer a gastar mais de 400 milhões de euros (quase R$ 1,5 bilhão) nos dois jogadores mais caros de todos os tempos, o PSG já é um candidato real ao título europeu?

A pergunta começará a ser respondida nesta terça-feira, quando o clube francês abre sua participação na Champions contra o Celtic, na Escócia. No entanto, já é possível antecipar um pouco as possibilidades do time de Neymar na competição interclubes mais badalada do planeta.

Para começar, é importante lembrar que o PSG tem um time forte demais. A maioria dos titulares normalmente escalados pelo espanhol Unai Emery fazem parte do primeiro escalão dos jogadores de suas respectivas posições.

Além disso, alguns dos reservas dos franceses, casos por exemplo de Meunier, Draxler e Lucas, caberiam tranquilamente nos elencos dos times acostumados a disputar o título da Champions.

Só que ter uma equipe competitiva (e mesmo um elenco repleto de atletas talentosos até no banco de reservas) não é suficiente para um clube se tornar favorito ao cobiçado troféu continental. Ganhar a Champions, afinal é uma tarefa muito difícil. Principalmente para quem não tem tanta história assim na competição.

O último time a estrear em uma decisão do torneio foi o Chelsea, nove anos atrás. O clube inglês também foi o mais recente campeão inédito, em 2012, na segunda vez em que alcançou a final.

Já a trajetória do PSG no torneio europeu está longe de ser longa e brilhante. A equipe vai para sua 11ª participação na Champions e, mesmo com todo o investimento das últimas temporadas, só chegou à semifinal uma única vez, em 1994/95.

Outra característica negativa do clube mais poderoso da França é um certo desequilíbrio no elenco. Apesar de cheio de bons nomes, o grupo de jogadores de Emery sofre com debilidades em posições essenciais para o sucesso de uma equipe.

Se o ataque do PSG é um dos melhores do planeta, o mesmo não pode se dizer do seu meio-campo. Thiago Motta e Rabiot estão longe de serem jogadores ruins, mas não estão no mesmo nível de Casemiro e Kroos (Real Madrid), Thiago e Vidal (Bayern de Munique) e Pjanic e Khedira (Juventus), por exemplo.

Além disso, faltam ao treinador espanhol mais opções para compor a faixa central de sua defesa. Os brasileiros Marquinhos e Thiago Silva e o garoto francês Kimpembe são os únicos zagueiros do elenco. Se perder dois desses defensores, o PSG já terá de improvisar alguém no setor.

Por fim, há um outro problema que pode prejudicar as pretensões do time da Cidade Luz no âmbito europeu: o Campeonato Francês. Com uma enorme disparidade técnica em relação a pelo menos 18 dos seus 19 oponentes na Ligue 1 (o Monaco talvez seja a única exceção), o PSG corre o risco de não se acostumar a usar o máximo do seu potencial durante a temporada.

E essa falta de costume de jogar com intensidade plena pode fazer falta na hora de medir forças contra os clubes mais poderosos de Inglaterra, Itália, Espanha e até da Alemanha… como aliás já fez em confrontos das temporadas passadas.

Resumindo: o PSG ainda tem um longo caminho pela frente para poder ser apontado como um dos favoritos ao título da Champions.

Com Neymar, Mbappé e cia., o clube se tornou um candidato real ao posto de campeão europeu. Mas, pelo menos por enquanto, ainda não é um Real Madrid, um Bayern de Munique, um Barcelona ou uma Juventus….


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7 clubes que quebraram seus recordes de contratação mais cara nesta janela
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Rafael Reis

A janela de transferências do início da temporada 2017/18 será lembrada pelas cifras histórias que movimentou. Até a última segunda-feira, o total gasto pelo Mercado da Bola com compras e empréstimos de jogadores já havia superado os 4,3 bilhões de euros (R$ 16,2 bilhões).

Apesar de a janela só fechar no fim desta semana, e os negócios continuarem até lá, o valor já é histórico. Ele supera os 4 bilhões de euros (R$ 15,1 bilhões) torrados na temporada passada, até então a mais gastadeira do futebol em todos os tempos.

Em 2017/18, vários dos clubes mais poderosos do planeta realizaram a contratação mais cara de suas histórias. Listamos abaixo sete times que quebraram seus recordes particulares ao longo dos últimos meses:

PARIS SAINT-GERMAIN (FRA)
Antigo recorde: Edinson Cavani (2013), 64,5 milhões de euros
Novo recorde: Neymar (2017), 222 milhões de euros

Na tentativa de recuperar sua hegemonia local e de conquistar pela primeira vez a Liga dos Campeões da Europa, o clube mais poderoso da França não se contentou em contratar o maior reforço de sua história, mas também quebrou o recorde de jogador mais caro do planeta em todos os tempos. Novo camisa 10 do PSG, Neymar custou quase 37% do total investido pelos times da primeira divisão francesa em contratações para esta temporada.

BARCELONA (ESP)
Antigo recorde: Neymar (2013), 88,2 milhões de euros
Novo recorde: Ousmane Dembélé (2017), 105 milhões de euros

Ao mesmo tempo em que se transformou no reforço mais caro da história do Paris Saint-Germain e do futebol mundial, Neymar deixou de ostentar o recorde de maior contratação do Barcelona. Escolhido pelo clube catalão como substituto do brasileiro, o francês Ousmane Dembélé se tornou o primeiro reforço do Barça na casa dos 100 milhões de euros, depois de uma longa negociação com o Borussia Dortmund.

CHELSEA (ING)
Antigo recorde: Fernando Torres (2011), 58,5 milhões de euros
Novo recorde: Álvaro Morata (2017), 65 milhões de euros

Quanto custa um gol? Para o Chelsea, 65 milhões de euros. Foi esse o valor pago pelo atual campeão inglês pela peça de reposição para Diego Costa, em guerra com o técnico Antonio Conte. O espanhol Álvaro Morata, reserva do Real Madrid na temporada passada, tem justificado o investimento histórico e contabiliza dois gols e duas assistências nas primeiras quatro partidas oficiais pelo novo time.

ARSENAL (ING)
Antigo recorde: Mesut Özil (2013), 47 milhões de euros
Novo recorde: Alexandre Lacazette (2017), 53 milhões de euros

Fora da Liga dos Campeões da Europa pela primeira vez em duas décadas, o Arsenal também decidiu entrar no jogo dos milhões para não ficar (mais) para trás dos seus principais concorrentes ingleses. A carta na manga de Arsène Wenger não foi nada surpreendente. Como fez várias vezes ao longo da carreira, ele foi à França e contratou um dos seus compatriotas que se destacavam no futebol de lá. Só que Lacazette, ex-centroavante do Lyon, já foi parar no banco de reservas do Arsenal.

EVERTON (ING)
Antigo recorde: Romelu Lukaku (2014), 35,4 milhões de euros
Novo recorde: Gylfi Sigurdsson (2017), 49,4 milhões de euros

Uma das sensações da atual janela de transferências, o Everton fez questão de reinvestir os 84,7 milhões de euros que recebeu pela venda de Lukaku para o Manchester United e gastou bastante para a temporada 2017/18. Além de Rooney, de volta ao clube que o projetou depois de 13 anos, o outro reforço que chama a atenção é Sigurdsson. O meia islandês andava meio esquecido no Swansea City. Mesmo assim, virou um homem de quase 50 milhões de euros no Everton.

BAYERN DE MUNIQUE (ALE)
Antigo recorde: Javi Martínez (2012), 40 milhões de euros
Novo recorde: Corentin Tolisso (2017), 41,5 milhões de euros

Um dos clubes mais poderosos do planeta, o Bayern de Munique se orgulha de seu reforço mais caro de todos os tempos ter custado “apenas” 41,5 milhões de euros. Realmente, em tempos de mercado hiperinflacionado, chama a atenção os valores menores das contratações feitas pelo gigante alemão. Mas Corentin Tolisso não poderia mesmo custar mais. O meia francês, que começou muito bem a temporada 2017/18, não era nem mesmo o astro do Lyon, time que defendia até ser garimpado pelo Bayern.

TOTTENHAM (ING)
Antigo recorde: Moussa Sissoko (2016), 35 milhões de euros
Novo recorde: Davinson Sánchez (2017), 40 milhões de euros

Vice-campeão inglês na temporada passada, o Tottenham tem se especializado nos últimos anos em utilizar jogadores de sua base e complementar o time com uma ou outra contratação mais ousada, normalmente também de um atleta de pouca idade. O investimento da vez foi em Davinson Sánchez, zagueiro colombiano de apenas 21 anos, que se destacou na Libertadores-2016 pelo Atlético Nacional e disputou a última temporada europeia pelo Ajax.


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Cruyff, Guardiola e Catalunha: Neymar reencontra Barça em 3º jogo pelo PSG
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Rafael Reis

Neymar disputa nesta sexta-feira sua terceira partida oficial com a camisa do Paris Saint-Germain. O adversário é o Saint-Étienne.

No entanto, o confronto válido pela quarta rodada do Campeonato Francês tem para o atacante brasileiro um ar de reencontro com o Barcelona.

Isso porque o Saint-Étienne, clube que divide com o Olympique de Marselha o posto de maior campeão da história da França (dez títulos para cada), tem como treinador um barcelonista de corpo e alma.

Óscar García, 44, tem sangue do Barça correndo nas veias. É catalão, foi formado nas canteras em La Masia, atuou quase 70 vezes pelo time principal, e, depois de pendurar as chuteiras, retornou ao clube para trabalhar nas categorias de base apadrinhado por Johan Cruyff.

Nascido em Sabadell, cidade localizada a apenas 20 km de Barcelona, o hoje comandante do Saint-Étienne é o mais velho de três irmãos que chegaram à base do clube no final da década de 1980 e rapidamente despontaram como promessas de craque.

Dos três irmãos García, apenas o caçula, Genís, não conseguiu chegar à equipe principal. Roger, o do meio, vestiu a camisa do Barça entre 1995 e 1999 e ainda passou por Espanyol, Villarreal e Ajax.

Já Óscar, o mais talentoso do trio, atuou no Barcelona entre 1993 e 1999. Meia-atacante de passe apurado e boa chegada ao ataque, fez mais de 20 gols pelo clube catalão e atuou ao lado de vários brasileiros, como Romário, Ronaldo e Rivaldo.

Em 2009, quatro anos depois de abandonar a carreira jogando pelo nanico Lleida, foi convidado por Johan Cruyff, seu antigo treinador no Barça, para auxiliá-lo na seleção da Catalunha.

No ano seguinte, seu mentor lhe conseguiu um cargo ainda mais sedutor, e Óscar retornou ao Barcelona para trabalhar nas categorias de base do clube.

A passagem do ex-meia por La Masia durou dois anos. Quando Guardiola deixou o time principal, em 2012, seu antigo companheiro decidiu que também havia chegado a hora de ir embora e partiu em voo solo rumo a Israel.

Óscar dirigiu por uma temporada o Maccabi Tel-Aviv. Também passou por Brighton e Watford, da Inglaterra, e comandou o Red Bull Salzburg. Em cinco anos de carreira como técnico, conquistou três títulos nacionais: dois austríacos e um israelense.

Como todo bom barcelonista de carteirinha, é adepto do jogo posicional que aprendeu com seu mestre, Cruyff, e que viu o amigo Guardiola aperfeiçoar ao longo da última década.

Foram essas características que quase o levaram mais uma vez de volta para casa. Durante o primeiro semestre, quando ficou claro que Luis Enrique não permaneceria no Barça, o nome de Óscar chegou a ser considerado para sucedê-lo no comando do time catalão.

Sim, Óscar García poderia até ter sido o treinador de Neymar nesta temporada. Mas acabou se tornando adversário. E um adversário que fará o novo astro do PSG se lembrar do seu antigo clube.


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Janela de transferências vira a maior da história e movimenta R$ 14,9 bi
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Rafael Reis

Nunca o Mercado da Bola movimentou tanto dinheiro quanto nesta janela de transferências.

Com mais nove dias de negócios pela frente, o período de contratação de jogadores para a temporada 2017/18 do futebol europeu já é o maior da história da modalidade.

A atual janela de transferências já movimentou 4 bilhões de euros (R$ 14,9 bilhões) e superou o recorde estabelecido no meio do ano passado, quando todos os negócios de compra e empréstimo de atletas geraram 3,9 milhões de euros (R$ 14,5 bilhões).

Em cinco anos, o Mercado da Bola praticamente dobrou de tamanho. Vale lembrar que, em 2012/13, a soma dos valores de todas as transferências realizadas no período de junho a agosto mal chegou a 2,1 bilhão de euros (R$ 7,8 bilhões, na cotação atual).

A quebra do recorde nesta temporada está longe de ser uma surpresa, já que a atual janela de transferências já havia registrado a maior transação do futebol mundial em todos os tempos, a ida de Neymar para o Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros (R$ 825 milhões).

E até 31 de agosto, data-limite para as contratações nas principais ligas nacionais da Europa, a tendência é que esses 4 bilhões de euros cresçam ainda mais, já que vários dos principais negócios prováveis desta janela, como as mudanças de clube de Mbappé, Diego Costa e Philippe Coutinho ainda não foram concretizadas.

O “Blog do Rafael Reis” publica semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Neymar (BRA/Paris Saint-Germain) – 222 milhões de euros
2º – Romelu Lukaku (BEL/Manchester United) – 84,7 milhões
3º – Álvaro Morata (ESP/Chelsea) – 65 milhões
4º – Benjamin Mendy (FRA/Manchester City) – 57,5 milhões
5º – Alexander Lacazette (FRA/Arsenal) – 53 milhões
6º – Kyle Walker (ING/Manchester City) – 51 milhões
7º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões
8º – Gylfi Sigurdsson (ISL/Everton) – 49,4 milhões
9º – Nemanja Matic (SER/Manchester United) – 44,7 milhões
10º – Leonardo Bonucci (ITA/Milan) – 42 milhões
Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Neymar (Paris Saint-Germain) – 222 milhões
2º – Paulinho (Barcelona) – 40 milhões de euros
Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
4º – Danilo (Manchester City) – 30 milhões
5º – Dalbert (Inter de Milão) – 20 milhões
6º – Thiago Maia (Lille) – 14 milhões
7º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
8º – Richarlison (Watford) – 12,4 milhões
9º – Douglas (Manchester City) – 12 milhões
10º – Gabriel Paulista (Valencia) – 11 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Manchester City (ING) – 244,3 milhões
2º – Paris Saint-Germain (FRA) – 238 milhões
3º – Milan (ITA) – 189,5 milhões
4º – Manchester United (ING) – 164,4 milhões
5º – Everton (ING) – 147,4 milhões
6º – Juventus (ITA) – 142,2 milhões
7º – Chelsea (ING) – 137 milhões
8º – Bayern de Munique (ALE) – 103,5 milhões
9º – Roma (ITA) – 88,6 milhões
10º – Barcelona (ESP) – 87,5 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Barcelona (ESP) – 226 milhões
2º – Monaco (FRA) – 174 milhões
3º – Juventus (ITA) –122,9 milhões
4º – Chelsea (ING) – 122,8 milhões
5º – Real Madrid (ESP) – 122 milhões
6º – Lyon (FRA) – 119,2 milhões
7º – Benfica (POR) – 114,1 milhões
8º – Roma (ITA) – 108,3 milhões
9º – Everton (ING) – 107,4 milhões
10º – Tottenham (ING) – 80,2 milhões

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Inglês – 1,24 bilhão
2º – Campeonato Italiano – 790,3 milhões
3º – Campeonato Francês – 590,9 milhões
4º – Campeonato Alemão – 475,9 milhões
5º – Campeonato Espanhol – 429,9 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 182,1 milhões
7º – Campeonato Russo – 95,1 milhões
8º – Campeonato Turco – 82,3 milhões
9º – Campeonato Belga – 66,6 milhões
10º – Campeonato Português – 60 milhões
TOTAL: 4 bilhões de euros (R$ 14,9 bilhões)


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