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Mais caro de 2007 vai de “novo Ronaldinho” na Europa a figurante no Brasil
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Rafael Reis

Em dez anos, o jogador brasileiro mais caro da janela de transferências da temporada 2007/08 do futebol europeu deixou de ser o “novo Ronaldinho” e o futuro camisa 10 da seleção para se tornar um mero coadjuvante no futebol nacional.

Anderson chegou ao Manchester United no dia 2 de julho de 2007 após o clube inglês pagar 31,5 milhões de euros (R$ 115 milhões, na cotação atual) ao Porto.

A contratação do jogador gaúcho foi o maior negócio envolvendo um atleta brasileiro naquela temporada e, até então, o terceiro maior da história –apenas as idas de Ronaldo para o Real Madrid (2002) e Ronaldinho para o Barcelona (2003) haviam movimentado mais grana.

Mesmo com o alto valor da transferência, nada naquele momento indicava que o United não deveria fazer um investimento tão alto por Anderson.

Aos 19 anos, o meia parecia seguir a mesma cartilha de sucesso de Ronaldinho, que brilhava com a camisa do Barcelona e havia sido eleito o melhor jogador do mundo em dois dos últimos três anos.

Tal como Ronaldinho, Anderson havia surgido como um fenômeno adolescente no Grêmio, feito sucesso nas categorias de base da seleção brasileira e passado por uma liga menor (Portugal) antes de desembarcar em um dos maiores clubes do planeta.

Mas as coincidências com o astro do Barça acabaram assim que o brasileiro vestiu a camisa vermelha do United. Para começar, Alex Ferguson decidiu alterar sua posição em campo e transformou o habilidoso e criativo meia-atacante gaúcho em uma espécie de volante.

Inicialmente, Anderson até seu adaptou bem à nova função. Em seus dois primeiros anos de Inglaterra, foi titular da equipe, conquistou um título de Liga dos Campeões da Europa, disputou os Jogos Olímpicos e frequentou as convocações da seleção brasileira adulta.

Só que a partir de 2010, tudo começou a dar errado para o meio-campista. O jogador sofreu uma grave lesão no joelho esquerdo, foi multado por retornar ao Brasil sem autorização do treinador e bateu o carro enquanto se recuperava da contusão.

Quando retornou ao futebol, Anderson já não era mais o mesmo. O brasileiro começou a ter problemas de peso, enfrentou várias pequenas contusões e foi se afastando cada vez mais do time titular até ser emprestado à Fiorentina em 2014 e cedido gratuitamente ao Internacional no ano seguinte.

No total, Anderson disputou 181 partidas pelo Manchester United e marcou nove gols. Pouco, ou melhor, quase nada para quem custou tanto e era apontado como um futuro candidato ao prêmio de melhor jogador do mundo.

A passagem pelo Inter também esteve longe de impressionar. O meia retornou ao Rio Grande do Sul para atuar no arquirrival do clube onde foi formado, assinou um contrato com salário milionário, chegou a acertar um soco em um companheiro de time durante treinamento e acabou rebaixado para a Série B no ano passado.

Mas Anderson não ficou no Inter para disputar a segunda divisão. Em fevereiro, foi emprestado para o Coritiba, 12º colocado no Campeonato Brasileiro. Em 16 partidas pela equipe paranaense, soma três gols e três cartões amarelos.

Recentemente, o jogador deu entrevistas afirmando ter propostas de Portugal e Turquia para retornar à Europa. Mas, dez anos depois de desembarcar no Manchester United como candidato a astro internacional, Anderson certamente não seria um dos brasileiros mais caros da atual janela de transferência.


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Mercado da Bola já movimentou R$ 9,5 bi; conheça os 10 reforços mais caros
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Rafael Reis

Impulsionada pelos gastos do Milan e dos grandes clubes da Inglaterra, a janela de transferências para temporada 2017/18 já movimentou mais de 2,6 bilhões de euros, algo em torno de R$ 9,5 bilhões.

Das dez contratações mais caras fechadas ao longo das últimas semanas, nove foram feitas por times italianos ou por equipes que disputam a Premier League. O meia francês Corentin Tolisso, reforço do Bayern de Munique, é o único intruso na lista.

Os jogadores franceses são os que mais protagonizaram grandes negócios até o momento. Três transferências do “top 10” envolveram atletas do país campeão mundial de 1998: Lacazette, Bakayoko e Tolisso.

O goleiro brasileiro Ederson, que trocou o Benfica pelo Manchester City, é o único brasileiro na lista das maiores transferências. Sua mudança de clube custou 40 milhões de euros (R$ 146 milhões) ao time dirigido por Pep Guardiola.

Não à toa, os campeonatos Inglês e Italiano são as duas ligas nacionais que mais torraram dinheiro em contratações nesta janela. A Premier League lidera o ranking de competições gastonas, com investimento superior a 750 milhões de euros (R$ 2,7 bilhões), e é seguida pela Série A, que já movimentou mais de 540 milhões de euros (quase R$ 2 bilhões).

Nas principais ligas da Europa, a janela de transferências para a temporada 2017/18 vai até o dia 31 de agosto. Ou seja, ainda há muito tempo para todas essas cifras aumentaram consideravelmente.

O “Blog do Rafael Reis” publica semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Romelu Lukaku (BEL/Manchester United) – 84,7 milhões de euros
2º – Alexander Lacazette (FRA/Arsenal) – 53 milhões
3º – Kyle Walker (ING/Manchester City) – 51 milhões
4º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
5º – Leonardo Bonucci (ITA/Milan) – 42 milhões
Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões de euros
7º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões
8º – Tiemoué Bakayoko (FRA/Chelsea) – 40 milhões
Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
10º – André Silva (POR/Milan) – 38 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
3º – Douglas (Manchester City) – 12 milhões
4º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
5º – Luiz Gustavo (Olympique de Marselha) – 10 milhões
6º – Thiago Mendes (Lille) – 9 milhões
7º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
Wanderson (Krasnodar) – 8 milhões
10º – Lyanco (Torino) – 7 milhões
Maicon (Galatasaray) – 7 milhões
Marcelo (Lyon) – 7 milhões
Neto (Valencia) – 7 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Milan (ITA) – 189,5 milhões
2º – Manchester City (ING) – 153 milhões
3º – Manchester United (ING) – 119,7 milhões
4º – Bayern de Munique (ALE) – 100,5 milhões
5º – Everton (ING) – 98 milhões
6º – Roma (ITA) – 78 milhões
7º – Chelsea (ING) – 75 milhões
8º – Juventus (ITA) – 53,5 milhões
9º – Arsenal (ING) – 53 milhões
10º – Monaco (FRA) – 51 milhões
Lille (FRA) – 51 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 112,3 milhões
2º – Monaco (FRA) – 111 milhões
3º – Roma (ITA) – 108,3 milhões
4º – Everton (ING) – 106,3 milhões
5º – Lyon (FRA) – 101 milhões
6º – Juventus (ITA) – 88,2 milhões
7º – Sevilla (ESP) – 78 milhões
8º – Chelsea (ING) – 77,5 milhões
9º – Porto (POR) – 61,9 milhões
10º – Sampdoria (ITA) – 51,5 milhões

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Inglês – 754,5 milhões
2º – Campeonato Italiano – 544,3 milhões
3º – Campeonato Alemão – 441,2 milhões de euros
4º – Campeonato Espanhol – 313,3 milhões
5º – Campeonato Francês – 272,2 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 100,7 milhões
7º – Campeonato Russo – 68,4 milhões
8º – Campeonato Belga – 56,3 milhões
9º – Campeonato Mexicano – 49,3 milhões
10º – Campeonato Português – 43,3 milhões
TOTAL: 2,6 bilhões de euros (R$ 9,5 bilhões)

Fonte: Transfermarkt


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Mais caro da temporada, belga já foi estrela de “Big Brother” adolescente
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Rafael Reis

Não é de hoje que o reforço mais caro da atual janela de transferências do futebol europeu convive com câmeras apontadas para ele.

Contratado do Everton pelo Manchester United em um negócio que movimentou pelo menos 84,7 milhões de euros (R$ 309 milhões), Romelu Lukaku descobriu o que é a fama ainda na adolescência.

Em 2010, quando tinha apenas 17 anos e estava em sua segunda temporada como profissional do Anderlecht, o centroavante protagonizou um reality show na TV belga.

Exibido em dez episódios, “De School van Lukaku” (A Escola de Lukaku, em tradução livre para o português) mostrava o cotidiano dos alunos do último ano do ensino médio de um colégio de Bruxelas, capital da Bélgica.

Apesar de estrelado por um futuro astro do esporte mundial, o programa não tinha o futebol como tema.

De acordo com sua sinopse, o reality era focado nos anseios, temores e expectativas de adolescentes prestes a ingressar na vida adulta. Durante o show, Lukaku e os colegas de sala expuseram suas opiniões sobre temas como amizade, mercado de trabalho, sexo, religião, segurança e futuro.

Além da nova esperança de gols do United, outros garotos das categorias de base do Anderlecht que estudavam na escola participaram do programa. Nenhum deles, porém, conseguiu ter destaque como profissional.

Lukaku permaneceu no clube que o revelou até 2011, quando teve a primeira grande chance de sua carreira ao se transferir para o Chelsea. Muito jovem, o belga praticamente não jogou, foi emprestado ao West Bromwich e acabou negociado com o Everton.

No clube de Liverpool, o centroavante deslanchou. Foram 68 gols em 141 partidas, a artilharia da Liga Europa de 2015 e o segundo lugar na lista dos goleadores da última edição do Campeonato Inglês.

O bom futebol no Everton chamou a atenção de United e Chelsea, que passaram a disputar sua contratação. A equipe de Manchester levou a melhor na disputa ao desembolsar o segundo maior valor já pago por um jogador em sua história –só fica atrás de Paul Pogba, contratado na temporada passada por 105 milhões de euros (R$ 383 milhões).

Na seleção, Lukaku já é um veterano. Ele estreou pela Bélgica em março de 2010, antes mesmo do reality show sobre sua turma de escola ir ao ar. O centroavante esteve na Copa do Mundo-2014 e já marcou 23 gols em 59 partidas vestindo a camisa vermelha.

Desde 2015, o atacante costuma ter como companheiro de seleção um outro integrante da família, seu irmão Jordan, um ano e dois meses mais novo, que é lateral esquerdo da Lazio.


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Janela já movimentou R$ 4,5 bi em transferências; Bundesliga lidera gastos
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Rafael Reis

A menos de uma semana da abertura da janela de transferências para o futebol europeu, o Mercado da Bola já movimentou mais de 1,2 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões) em compras e vendas de jogadores para a temporada 2017/18.

Apesar de o período de concretização de transferências internacionais nas principais ligas do planeta começar oficialmente apenas no sábado, os grandes clubes da Europa já estão em pleno vapor à caça de reforços para as competições dos próximos meses.

Contrariando uma tendência das últimas temporadas, o campeonato “mais gastão” de 2017/18 não é a Premier League inglesa, mas sim a Bundesliga alemã.

Até a última segunda-feira, os 18 clubes da primeira divisão do atual campeão mundial de futebol haviam gasto juntos 298 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) na chegada de novos jogadores, pouco mais que os 288,9 milhões de euros (R$ 1 bilhão) desembolsados pelos 20 times que disputam o Campeonato Inglês.

Mas, curiosamente, só dois dos dez negócios mais caros da janela haviam sido protagonizados por equipes alemãs, as compras dos franceses Corentin Tolisso e Kingsley Coman pelo Bayern de Munique.

Já os ingleses eram responsáveis por seis das dez contratações mais caras para a próxima temporada, inclusive a ida do meia-atacante português Bernardo Silva para o Manchester City, a líder do ranking dos grandes negócios de 2017/18.

Das dez ligas mais gastonas da temporada, nove são de países localizados na Europa. A exceção é o Campeonato Mexicano, que aparece na sétima colocação na lista, com investimento de 35,9 milhões de euros (R$ 134 milhões) em transferências.

O top 10 também conta com uma segunda divisão, a da Inglaterra, que já gastou 33,4 milhões de euros (R$ 124,8 milhões) em reforços e aparece no oitavo lugar entre todas as ligas nacionais do planeta.

O “Blog do Rafael Reis” publicada semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Alemão – 298,8 milhões de euros
2º – Campeonato Inglês – 288,9 milhões
3º – Campeonato Italiano – 263,9 milhões
4º – Campeonato Francês – 101,8 milhões
5º – Campeonato Espanhol – 76,1 milhões
6º – Campeonato Belga – 44,8 milhões
7º – Campeonato Mexicano – 35,9 milhões
8º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 33,4 milhões
9º – Campeonato Português – 27,8 milhões
10º – Campeonato Turco – 14,8 milhões
TOTAL:
1,2 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões)

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
2º – Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões de euros
3º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões
4º – Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
5º – André Silva (POR/Milan) – 38 milhões
6º – Victor Lindelöf (SUE/Manchester United) – 35 milhões
7º – Jordan Pickford (ING/Everton) – 28,5 milhões
8º – Davy Klaasen (ING/Everton) – 27 milhões
9º – Youri Tielemans (FRA/Monaco) – 25 milhões
10º – Kingsley Coman (FRA/Bayern de Munique) – 21 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
3º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
4º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
6º – Lyanco (Torino) – 6 milhões
7º – Marlon (Barcelona) – 5 milhões
William (Wolfsburg) – 5 milhões
9º – Marçal (Lyon) – 4,5 milhões
Guilherme (La Coruña) – 4,5 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Bayern de Munique (ALE) – 90,5 milhões de euros
2º – Manchester City (ING) – 90 milhões
3º – Milan (ITA) – 82 milhões
4º – Everton (ING) – 55,5 milhões
5º – Juventus (ITA) – 47,5 milhões
6º – Borussia Dortmund (ALE) – 44 milhões
7º – Liverpool (ING) – 42 milhões
8º – Monaco (FRA) – 36 milhões
9º – Roma (ITA) – 35,5 milhões
10º – Manchester United (ING) – 35 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 81,8 milhões de euros
2º – Monaco (FRA) – 62,5 milhões
3º – Porto (POR) – 45 milhões
4º – Lyon (FRA) – 43 milhões
5º – Roma (ITA) – 42 milhões
6º – Juventus (ITA) – 38,5 milhões
7º – Torino (ITA) – 36,6 milhões
8º – Anderlecht (BEL) – 27,2 milhões
9º – Freiburg (ALE) – 26,5 milhões
10º – Wolfsburg (ALE) – 25 milhões

Fonte: Transfermarkt


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City é quem mais investiu em reforços desde 2007; veja o top 10 dos gastões
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Rafael Reis

Um bilhão e 430 milhões de euros, mais de R$ 5,3 bilhões. Grana suficiente para comprar mais de 3 mil Ferraris, 15 apartamentos do mais luxuoso edifício de Mônaco ou formar um time com 11 Pogbas.

Foi esse o dinheiro investido em contratações pelo Manchester City ao longo dos últimos dez anos. Desde 2007, nenhum clube gastou tanto no Mercado da Bola quanto o terceiro colocado do último Campeonato Inglês.

Foram 294 jogadores contratados. O mais caro deles, o meia belga Kevin de Bruyne, foi adquirido do Wolfsburg, dois anos atrás, por 74 milhões de euros (R$ 275 milhões).

O saldo do City no mercado de transferências desde a temporada 2007/08 é assustador: prejuízo de 1,096 bilhão (mais de R$ 4 bilhões). É disparada a maior balança comercial entre todos os clubes do planeta.

Esse prejuízo é absorvido sem reclamação pelo xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, vice primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos e proprietário do clube inglês desde agosto de 2008.

A grana investida pelo magnata tirou o City do meio da tabela da Premier League, rendeu-lhe dois títulos nacionais e uma semifinal de Liga dos Campeões da Europa. Pouco para o clube que mais contratou ao longo dos últimos dez anos.

O segundo time que mais investiu em reforços no período, o Real Madrid, com 1,06 bilhão de euros (R$ 3,94 bilhões) gastos na chegada de novos jogadores, faturou três Champions na última década e é o atual bicampeão continental.

Dos dez clubes que mais gastaram com reforços nos últimos dez anos, cinco são ingleses (Manchester City, Chelsea, Manchester United, Liverpool e Tottenham) e três fazem parte do grupo dos novos ricos, times que só passaram a ocupar o primeiro escalão do futebol mundial depois de serem adquiridos por algum magnata: City, Chelsea e Paris Saint-Germain.

Juntas, essas dez agremiações torraram mais de 9,2 bilhões de euros (R$ 34 bilhões) só com compras de jogadores desde 2007.

Chama a atenção a ausência Bayern de Munique e Atlético de Madri no top 10 do ranking dos grandes compradores do futebol europeu. Afinal, trata-se de dois dos clubes de maior regularidade nas últimas edições da Champions.

Os alemães, que conquistaram o título europeu em 2013, ocupam a 11ª colocação na lista, com 627 milhões de euros (R$ 2,3 bilhões) de investimento no Mercado da Bola e aparecem logo à frente do Atlético, 12º, com gastos na casa de 620 milhões de euros (também R$ 2,3 bilhões).

OS 10 CLUBES QUE MAIS GASTARAM COM REFORÇOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS:

1º – Manchester City (ING) – 1,43 bilhão de euros
2º – Real Madrid (ESP) – 1,06 bilhão
3º – Manchester United (ING) – 993 milhões
4º – Chelsea (ING) – 938 milhões
5º – Juventus (ITA) – 888 milhões
6º – Barcelona (ESP) – 885 milhões
7º – Liverpool (ING) – 855 milhões
8º – Paris Saint-Germain (FRA) – 759 milhões
9º – Tottenham (ING) – 710 milhões
10º – Inter de Milão (ITA) – 685 milhões


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Rafael Reis

Ao ver três terroristas invadirem armados com facas um bar chamado Black & Blue, no último sábado, em Londres, Roy Larner, 47, não teve dúvidas. O inglês gritou “foda-se, eu sou Millwall” e, com as mãos livres, partiu para cima dos radicais islâmicos.

Não foi à toa que o “Leão da London Bridge”, como tem sido chamado pela imprensa britânica, fez questão de evocar seu time de coração antes do confronto que salvou inúmeras vidas na capital inglesa e o levou para o hospital.

Apesar de estar fora da primeira divisão inglesa desde 1991 e de jamais ter conquistado um título realmente relevante, o Millwall é um clube conhecido mundialmente. Evidentemente, não por seus feitos dentro de campo.

O que torna o time da região leste de Londres tão famoso é justamente a ferocidade dos seus torcedores, os mais temidos de toda a Inglaterra.

O Millwall Bushwackers, torcida extremista ligado ao clube, foi o grupo de hooligans mais perigoso do auge da violência no futebol inglês (décadas de 1970 e 80) e produziu alguns dos episódios mais aterrorizantes dos estádios da terra da Rainha.

Em 1978, hooligans do Millwall proporcionaram uma verdadeira batalha campal contra torcedores do Ipswich Town antes de uma partida da Copa da Inglaterra. Os confrontos começaram do lado de fora da arena e chegaram até dentro do gramado. Pedras, garrafas e tijolos foram usados no enfrentamento, que fez o clube ficar impedido de disputar a competição por dois anos.

Sete anos mais tarde, houve um incidente ainda mais grave. Cerca de dez mil fãs da equipe londrina viajaram a Luton para outra partida da Copa da Inglaterra. O saldo da invasão mostra o tamanho da confusão na qual eles se meteram: 700 assentos foram jogados no gramado e mais de 80 pessoas ficaram feridas, sendo 33 delas policiais.

Nem mesmo a guerra aos hooligans promovida pelo governo britânico nas últimas décadas fez com que o lema “No one like us, we don’t care” (Ninguém gosta de nós, nós não nos importamos), cantado a plenos pulmões pelo Bushwackers, deixasse de ser atual.

Em 2002, torcedores do Millwall usaram até fogos de artifício para deixar 45 policiais feridos após a frustração de o time não conseguir o acesso da terceira para a segunda divisão inglesa. Já em 2009, um clássico contra o West Ham, seu arquirrival, chegou a ser interrompido três vezes devido a invasões de campo.

A rivalidade entre Millwall e West Ham é tão famosa e temida que já foi parar até nas telas de cinema. Os sangrentos confrontos entre os dois clubes fazem parte do enredo da trilogia Hooligans (Green Street), lançada entre 2005 e 2013.


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Menos gol e mais zagueiro: Como D. Luiz se transformou e deu volta por cima
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Rafael Reis

Para ser campeão inglês, tornar-se um dos destaques positivos do Chelsea na temporada, começar a recuperar o respeito do torcedor e voltar a ser cogitado na seleção brasileira, David Luiz precisou virar zagueiro de verdade.

A afirmação pode até parecer estranha, já que o jogador de 30 anos ficou conhecido internacionalmente e passou a maior parte da carreira jogando no miolo de zaga.

Mas o que difere o David Luiz que proporcionou lances estabanados e que não se mostrava tão confiável no fiasco brasileiro na Copa do Mundo-2014 e nas últimas temporadas no Paris Saint-Germain do David Luiz sólido como uma rocha na atual temporada é justamente seu comportamento de zagueiro.

O agora trintão deixou de lado o gosto pelo ataque, que tanto atormentava treinadores e torcedores que lhe cobravam mais disciplina tática, para se contentar em defender e, vez ou outra, até adotar o humilde jeitão “beque de fazenda”.

Os números comprovam essa transformação de estilo do zagueiro brasileiro.

O jogador, que já chegou a participar ativamente, ou seja, balançando as redes e dando passes para seus companheiros marcarem, de 12 gols em uma temporada, a de 2012/13, só anotou um gol desde agosto e ainda não distribui nenhuma assistência.

Desde 2007/08, seu segundo ano na Europa, David Luiz não tinha uma produção ofensiva tão baixa. E, vale lembrar que, naquela temporada, ele jogou apenas 12 vezes pelo Benfica. Na atual, já são 36 jogos pelo Chelsea e mais quatro no PSG.

A menor preocupação com o ataque veio acompanhada de um aumento na seriedade que o brasileiro demonstra em campo. Os tempos de sair driblando adversários no campo de defesa e insistir nos passes curtos, mesmo quando pressionado pela marcação, ficaram no passado.

De acordo com o “Who Scored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, David Luiz dá em média 5,1 chutões por jogo nesta temporada. Sua média de “aliviadas” no PSG era de apenas 3,5 por partida e, na primeira passagem pelo Chelsea, 4,3.

O “novo” David Luiz caiu nas graças de Antonio Conte, o treinador italiano que reconduziu o Chelsea ao caminho do título inglês depois de um péssimo desempenho na temporada anterior.

O brasileiro assumiu a titularidade na quinta rodada do Inglês, subiu de desempenho depois da adoção do esquema com três zagueiros e não saiu mais do time.

Campeão da Premier League, David Luiz ainda foi escolhido o melhor jogador de defesa da primeira metade da temporada pelo jornal “Telegraph” e acabou escolhido para a seleção de 2016/17, em eleição da PFA, o sindicato dos jogadores profissionais da Inglaterra.


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Filho de pastor, ala do Chelsea teve pais mortos por perseguição religiosa
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Rafael Reis

Victor Moses tinha apenas 11 anos quando descobriu o tamanho da crueldade que existe por trás da intolerância religiosa.

O hoje titular da ala direita do Chelsea, líder do Campeonato Inglês e favorito à conquista da Premier League, jogava bola pelas ruas de Kaduna, cidade de 750 mil habitantes no coração da Nigéria, enquanto o ódio entre praticantes de diferentes religiões destruía parte importante da sua vida.

Exausto depois de tentas peladas, o garoto foi avisado por um tio que seus pais, Austin e Josephine, estavam mortos.

Em um momento em que as tensões entre muçulmanos e cristãos pegavam fogo naquela região da Nigéria, os pais de Moses foram assassinados por grupos terroristas islâmicos porque eram missionários que pregavam o nome de Jesus e tinham sua própria igreja.

O próximo alvo era o pequeno Victor. E foi por isso que alguns amigos o esconderam por uma semana até que conseguiram enviá-lo sozinho para a Inglaterra.

“Estejam onde estiverem, espero que eles estejam orgulhosos de mim, que eles olhem aqui para baixo e se encham de orgulho. Foi uma viagem longa [da Nigéria até a nova casa] e tive de me manter forte e trabalhar duro para chegar até aqui””, afirmou ao “Guardian”, em 2012.

Asilado político pelo Reino Unido, Moses foi adotado por uma nova família na Europa e encontrou tranquilidade para cumprir seu destino de jogar futebol profissionalmente.

Pouco depois da chegada à Inglaterra, já passou a treinar nas categorias de base do Crystal Palace, onde era reconhecido como fenômeno. Aos 15, estreou nas seleções inferiores da Inglaterra. No Mundial sub-17 de 2007, era a grande estrela do English Team.

Até 2012, quando trocou o Crystal Palace pelo Chelsea e decidiu reassumir a cidadania nigeriana, estreando pela seleção africana, tudo levava a crer que Moses se converteria em um nome do primeiro escalão do futebol mundial.

Mas o então atacante não brilhou em Stamford Bridge. Também não fez nada de especial nos empréstimos para Liverpool, Stoke City e West Ham. Sua carreira parecia que iria cair na banalidade até que ele encontrou Antonio Conte, no início desta temporada.

O novo treinador do Chelsea impediu que ele fosse emprestado novamente e decidiu testá-lo como ala direito no esquema 3-4-3 que pretendia implantar. O improviso deu tão certo que Moses assumiu a titularidade no início de outubro e não soltou mais.

O nigeriano não é craque, mas se tornou um dos jogadores mais regulares da equipe de Conte e já soma quatro gols e quatro assistências nesta temporada, mais do que no ano passado, quando ainda era atacante.

E, agora, na briga para conquistar o primeiro título inglês de sua carreira, Moses pode ter certeza: seus pais estão muito orgulhosos dele. Estejam onde estiverem.


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Para cada gol, futebol brasileiro leva 2 cartões amarelos na Europa
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Rafael Reis

Para cada gol marcado, os jogadores brasileiros que atuam no primeiro escalão do futebol da Europa recebem em média dois cartões amarelos.

É essa uma das conclusões da análise da participação do futebol pentacampeão mundial nas cinco principais ligas nacionais do Velho Continente na temporada 2016/17.

Até o início da rodada deste fim de semana, os atletas brasileiros acumulavam 137.741 minutos (ou 5.739 horas e 5 minutos), 163 gols, 330 cartões amarelos e 15 expulsões na primeira divisão de Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália e França.

Isso significa um gol a cada 845 minutos, uma advertência a cada 417 minutos e um vermelho a cada 9.182 minutos de futebol brasileiro nos gramados europeus.

No total, 114 brasileiros já foram utilizados em partidas das cinco maiores ligas nacionais da Europa nesta temporada. Desses, 97 (85%) receberam pelo menos um cartão e 52 (45%) balançaram as redes.

De todos eles, quem mais permaneceu em campo foi o lateral esquerdo Lucas Lima, do Nantes. O ex-jogador do Botafogo e do Internacional participou integralmente de todas as 32 rodadas já disputadas do Francês. Ou seja, foi titular em todos os jogos e não foi substituído uma única vez.

Já o recordista brasileiro de cartões na elite europeia é um atacante. Deyverson, que chamou a atenção um mês atrás por comemorar um gol abaixando parte do calção, já recebeu 13 amarelos pelo Alavés no Espanhol.

O volante Fernandinho, do Manchester City, é o único brasileiro que foi expulso mais de uma vez nos campeonatos analisados. O jogador da seleção recebeu dois cartões vermelhos no Inglês e, por causa disso, precisou cumprir sete jogos de suspensão.

Quanto à artilharia, há um empate na primeira colocação. Roberto Firmino, do Liverpool, e Willian José, da Real Sociedad, marcaram dez gols cada nos campeonatos Inglês e Espanhol, respectivamente.

Neymar, o maior astro do futebol brasileiro nos últimos anos, fez nove gols pelo Barcelona na liga espanhola e aparece logo na sequência.

Entre os cinco campeonatos, o com maior presença brasileira até o momento é o Espanhol (35.382 minutos, contra 35.379 minutos do Italiano). Também é o país campeão mundial de 2010 que viu o maior número de gols (57) e de cartões (104) dos atletas aptos a defender a seleção líder do ranking da Fifa.


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Por onde andam os jogadores do Arsenal campeão inglês invicto?
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Rafael Reis

O Arsenal não ganha nada de relevante há tempos, corre risco de não se classificar para a Liga dos Campeões da Europa depois de duas décadas, virou piada na Inglaterra e vê sua torcida pedir a cabeça do técnico Arsène Wenger a cada novo fiasco.

Mas, 13 anos atrás, tudo era diferente.

O clube londrino encantou o mundo na temporada 2003/04. Com um futebol de passes rápidos e precisos, além de um contra-ataque letal, o Arsenal se sagrou campeão inglês invicto, um feito que nenhum outro time conseguiu repetir desde então.

Saiba agora como está a vida dos jogadores que transformaram a equipe do norte de Londres em sinônimo de futebol bonito e vencedor na primeira metade da década passada.

POR ONDE ANDA – ARSENAL DE 2003/04?

Jens Lehmann (47 anos) – Substituto de David Seaman no gol do Arsenal, o alemão disputou três Copas do Mundo. Aposentado desde 2010, ele aceitou voltar aos gramados no ano seguinte para ajudar o clube londrino a lidar com a lesão de três goleiros do seu elenco. Lehmann ficou mais dois meses no Arsenal e disputou uma partida. Atualmente, comenta jogos na TV alemã e escreve uma coluna de esportes no tabloide “Bild”.

Lauren (40 anos) – O lateral direito camaronês é outro que tem se dedicado aos comentários esportivos. Depois de deixar o Arsenal em 2006, jogou por três temporadas no Portsmouth e por mais alguns meses no Córdoba, da Espanha. Lauren hoje vive em Sevilha, e analisa o Campeonato Espanhol para a Sky Sports. Também trabalhou como comentarista na Copa Africana de Nações de 2012.

Sol Campbell (42 anos) – Um dos zagueiros mais badalados do futebol mundial no início dos anos 2000, o inglês entrou para a política, fez campanha para a saída do Reino Unido da União Europeia e tentou uma candidatura à prefeitura de Londres pelo Partido Conservador, no ano passado. Como não conseguiu nenhum cargo, retornou para o futebol e aceitou em janeiro um emprego de auxiliar da seleção de Trinidad e Tobago.

Kolo Touré (36 anos) – O irmão mais velho de Yaya Touré é um dos dois titulares do histórico time do Arsenal que continua em atividade. O marfinense não exibe a mesma velocidade que encantava Arsène Wenger em 2003/04, mas ainda quebra o galho no Celtic. Reserva na maior parte da temporada, participou de apenas sete jogos na campanha que deu ao clube de Glasgow seu sexto título escocês consecutivo.

Ashley Cole (36 anos) – Assim como Touré, o lateral esquerdo, que ocupou o posto de titular da seleção inglesa por mais de uma década, continua em atividade. Ashley Cole permaneceu no Arsenal até 2006, jogou por oito anos no Chelsea e ficou uma temporada e meia na Roma. Desde janeiro de 2016, mora nos EUA e defende o Los Angeles Galaxy. Ao contrário do ex-companheiro de Arsenal, no entanto, é titular absoluto em sua equipe.

Gilberto Silva (40 anos) – O volante brasileiro foi contratado pelo Arsenal logo depois da conquista do pentacampeonato mundial, em 2002, e não demorou para se tornar um dos símbolos da equipe. Gilberto Silva voltou da Europa em 2011 e ainda passou por Grêmio e Atlético-MG antes da aposentadoria. No ano passado, trabalhou por sete meses como diretor de futebol do Panathinaikos, da Grécia.

Patrick Vieira (40 anos) – Coração do Arsenal campeão inglês invicto, o volante francês de passadas longas e técnica acima do comum tem uma carreira consolidada no City Football Group, fundo que administra o Manchester City, clube pelo qual se aposentou, em 2011. Vieira dirigiu a segunda equipe dos Citizens durante duas temporadas e, desde o ano passado, é o treinador do New York City FC, o clube pertencente ao grupo no futebol dos EUA.

Fredrik Ljungberg (39 anos) – Um dos mais jovem dos titulares do histórico time do Arsenal é um desbravador de novos mercados e jogou nos EUA, nos Japão e até na Índia antes de pendurar as chuteiras, em 2014. No ano passado, foi contratado pelo Arsenal para comandar a equipe sub-15. Desde fevereiro, atua como auxiliar de Andries Jonker no Wolfsburg, que faz péssima campanha no Campeonato Alemão.

Robert Pirès (43 anos) – O meia francês de ascendência portuguesa ficou no Arsenal até 2006 e ainda jogou por Villarreal e Aston Villa até deixar o futebol profissional, em 2011. Três anos depois, Pirès abandonou a aposentadoria para disputar as duas primeiras temporadas da Superliga Indiana. O francês também comenta jogos esporadicamente para a Sky Sports.

Dennis Bergkamp (47 anos) – Um dos atacantes mais técnicos do futebol mundial nas últimas décadas, o camisa 10 vestiu a camisa do Arsenal até o fim da carreira, 11 anos atrás. Em 2008, começou a trabalhar na comissão técnica do Ajax, onde permanece até hoje. Atualmente, é auxiliar da equipe principal e também treinador dos atacantes do elenco da equipe holandesa.

Thierry Henry (39 anos) – Um dos maiores ídolos da história do Arsenal, o atacante francês é o artilheiro máximo do clube em todos os tempos, com 228 gols. Astro do New York Red Bulls e do futebol dos EUA por quatro temporadas, está aposentado desde 2014. No ano passado, estreou em uma nova função, a de auxiliar-técnico da seleção da Bélgica.

Edu (38 anos) – Espécie de 12º titular do Arsenal, participou de 29 das 38 partidas da vitoriosa campanha. Construiu uma carreira de sucesso como gerente de futebol do Corinthians e permaneceu por cinco anos no cargo. Desde junho, é um dos braços direitos de Tite na seleção brasileira –é o coordenador de futebol da CBF.

Arsène Wenger (67 anos) – Treinador mais longevo de um clube do primeiro escalão do futebol mundial na atualidade, o francês comanda o Arsenal desde 1996. O longo jejum de títulos (a conquista invicta foi a última na Premier League) faz com que tenha uma relação de amor e ódio com os torcedores. Seu contrato termina no fim da temporada, mas, de acordo com a imprensa inglesa, é bem provável que renove por mais dois anos.


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