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Pela 3ª Copa consecutiva, título vai para a melhor seleção do planeta
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Rafael Reis

Não é sempre que a Copa do Mundo consagra a melhor seleção do planeta. Mas, assim como aconteceu em 2010, com a Espanha, e quatro anos atrás, com a Alemanha, o troféu foi mais uma vez para as mãos mais merecedoras.

A França pode até não ter sido a seleção com futebol mais agradável de se ver na Rússia-2018.

A agora bicampeã mundial passou boa parte do torneio fugindo da responsabilidade de propor o jogo e cozinhando os adversários para segurar uma vantagem mínima –quatro das suas seis vitórias foram por um gol de diferença.

Mas, não se enganem, os franceses têm sim a melhor seleção do planeta. Uma equipe e principalmente um grupo de jogadores superior que Brasil, Bélgica, Inglaterra, Alemanha, Argentina ou qualquer outra potência do futebol mundial.

Um dos motivos é Didier Deschamps. O ex-volante passou seis anos sendo criticado por boa parte da França. A acusação principal era sua incapacidade de fazer a seleção ter um sólido jogo coletivo.

Mas, quando chegou a Copa, tudo mudou. Os “Bleus” se comportaram como uma equipe de verdade, com forte marcação e uma maturidade absurda para ditar o ritmo da partida. Uma equipe de futebol pouco atraente, mas extremamente competitiva.

Só que o principal motivo para a França merecer o posto de seleção número um do planeta não é seu treinador, mas sim o talento absurdo do qual o país dispõe.

O Mundial da Rússia consagrou Kylian Mbappé, Antoine Griezmann, Paul Pogba, N’Golo Kanté, Raphael Varane e vários outros jogadores que teriam vaga cativa em qualquer uma das 32 seleções que disputaram o torneio.

Também apresentou rostos novos que eram poucos conhecidos pelos apreciadores do futebol, como os laterais Benjamin Pavard e Lucas Hernández, duas apostas pessoais de Deschamps que provaram seu valor.

E vale lembrar ainda que a seleção se deu ao luxo de não levar para a Copa muita gente boa. Karim Benzema, Adrien Rabiot, Tiemoué Bakayoko, Anthony Martial, Alexandre Lacazette, Kingsley Coman foram ignorados pelo treinador e não fizeram falta nenhuma.

Isso mostra a quantidade enorme de jogadores talentosos que a França dispõe atualmente. Uma quantidade que nenhum outro país do planeta possui.

Um trunfo que me fez publicar em abril de 2016, aqui neste mesmo espaço, que a terra de Michel Platini e Zinédine Zidane seria a “próxima melhor seleção do planeta” e que provavelmente conquistaria algum título relevante nos próximos dez anos.

A profecia demorou só dois anos para ser cumprida. A Terra é azul. E o mundo do futebol, também. Vive Leus Bleus!


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Europa virou a “dona” da Copa do Mundo. E domínio pode estar só começando
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Rafael Reis

Pela quarta edição consecutiva, a Copa do Mundo terá uma seleção europeia como campeã. Pela segunda vez neste século, todos os quatro semifinalistas da competição são do Velho Continente.

Não é preciso mais que uma reflexão rápida para perceber que a Europa virou a “dona” do futebol mundial.

A má notícia para brasileiros, argentinos, uruguaios e torcedores de todos os outros continentes é que essa hegemonia não tem data para acabar. E é bem possível que ela aumente ainda mais nos próximos anos.

Quem diz isso não sou eu, mas sim os resultados das categorias de base. Ainda que revelar jogadores seja mais importante que levantar taças nos torneios para jovens, o que anda acontecendo nos Mundiais sub-17 e sub-20 diz muito sobre o futuro do futebol.

E o que anda acontecendo? A Europa, que até pouco tempo atrás era quase “café com leite” nessas competições e via sul-americanos e africanos nadarem de braçada, vem colecionando um título atrás do outro.

O exemplo mais expressivo é o do Mundial sub-20. O torneio, que teve apenas uma conquista europeia entre 1993 e 2011 (Espanha-1999), vem de três conquistas consecutivas de equipes do continente onde o futebol nasceu.

Em 2013, deu França (com Samuel Umtiti e Paul Pogba no elenco). Dois anos depois, foi a vez da Sérvia se sagrar campeã. E a última edição da competição para jovens de até 20 anos foi vencida pela Inglaterra.

A mesma Inglaterra que também é a atual campeã mundial sub-17. No ano passado, o English Team faturou a taça ao derrotar a Espanha na final. Foi a primeira decisão 100% europeia em 32 anos de história do torneio juvenil.

Ou seja, tudo leva a crer que essa fase de hegemonia do Velho Continente no futebol mundial, sobretudo na Copa, ainda terá alguns capítulos antes de chegar ao fim.

São vários os motivos que fizeram sul-americanos, africanos e asiáticos ficarem para trás na corrida contra os europeus. Mas o principal deles é, sem dúvida, o bom trabalho focado em planejamento e inteligência na formação de jogadores.

Enquanto países como Brasil e Argentina terceirizam a função de criar jovens atletas e deixam toda a responsabilidade desse processo na mão de clubes (cada qual com sua filosofia própria), muitos países europeus adotam filosofias unificadas no desenvolvimento dos seus candidatos a profissionais do futebol.

Responsável pela queda brasileira na Rússia-2018 e uma das semifinalistas da Copa, a Bélgica adota desde a década passada critérios únicos para a formação de jogadores em todo o país. Todos os clubes belgas usar nas categorias de base o mesmo esquema tático e processos semelhantes de treinamento.

O modelo já foi copiado por Alemanha e Inglaterra. A primeira, apesar da queda prematura nesta edição da Copa, é a atual campeã mundial. A segunda unificou os títulos sub-17 e sub-20 no ano passado.

Já a França, adversária dos belgas na semifinal, possui há 30 anos um centro de formação de jogadores mantido pela federação nacional. Clairefontaine recebe garotos talentosos de 12 a 15 anos que tenham potencial para vingar no futebol.

Parte considerável do elenco francês no Mundial da Rússia passou pelo centro. Pogba, Kylian Mbappé e Raphaël Varane são alguns dos titulares do técnico Didier Deschamps que treinaram por lá.


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França tem o melhor elenco da Copa-2018, mas título será surpresa
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Rafael Reis

A quantidade de jogadores talentosos à disposição e as boas atuações nos amistosos contra Irlanda (2 a 0) e Itália (3 a 1) levantam a questão: seria a França a principal favorita para ganhar a Copa do Mundo-2018?

Realmente, a qualidade do elenco “bleu” é inquestionável. É bem provável que nenhuma outra seleção que vai ao Mundial da Rússia disponha de tantos atletas de nível técnico acima da média quanto os campeões de 1998.

Hugo Lloris é um dos goleiros mais seguros do planeta. A zaga formada por Raphaël Varane e Samuel Umtiti é tão boa quanto as badaladas duplas Piqué-Sergio Ramos (Espanha) e Boateng-Hummels (Alemanha). E N’Golo Kanté teria vaga como primeiro volante em qualquer time.

Além disso, a França conta com pelo menos três jogadores com potencial suficiente para, em anos bons, aparecer como finalistas de prêmio de melhor do mundo: Antoine Griezmann, Kylian Mbappé e Paul Pogba, ainda que o último não esteja em seus melhores momentos.

E há ainda Ousmane Dembélé, Thomas Lemar, Nabil Fekir, Blaise Matuidi, Corentin Tolisso, Benjamin Mendy, Djibril Sidibé… uma série de atletas que seriam titulares em praticamente qualquer seleção do mundo.

Se o futebol de uma equipe fosse resultado apenas da soma dos seus talentos individuais, a França  seria a favorita número um para vencer o Mundial. Mas futebol está longe de ser uma ciência exata.

Apesar de ter o mesmo treinador de 2012, a seleção francesa não tem um jogo coletivo tão azeitado quanto os de Alemanha, Brasil e Espanha. Culpa de Didier Deschamps, que jamais caiu nas graças do torcedor como técnico e vem sendo alvo de fortes rumores de que será substituído em breve por Zinédine Zidane.

Durante os últimos seis anos, a França de Deschamps não conseguiu atingir um alto nível de intensidade na marcação da saída de bola adversária e sempre mostrou dificuldade em fazer triangulações pela faixa central para furar defesas bem postadas.

A solução, na maioria das vezes, foi recorrer aos chutes de média e longa distância de jogadores como Pogba ou Dimitri Payet (fora da Copa por problemas físicos) ou apelar para os chuveirinhos, especialidade de Olivier Giroud, o centroavante meia-boca que é o queridinho do técnico.

Resultado: a França oscila demais. Quando tem espaço para explorar a velocidade de Mbappé, Griezmann e Dembélé, costuma ir bem e tem atuações dignas de uma favorita ao título mundial.

Mas, em outros jogos, não joga nada e produz resultados patéticos, como foi o empate sem gols com Luxemburgo, em setembro, pelas eliminatórias.

É por isso que, mesmo tendo o melhor elenco do planeta, a França não é a favorita para ganhar a Copa-2018. E, para falar a verdade, seu título seria até uma pequena surpresa.


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De Cruyff a Neymar: veja a evolução do recorde de mais caro do mundo
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Rafael Reis

Em 1º de julho de 1973, Johan Cruyff deixou o Ajax para começar a mudar a história do Barcelona. Se convertida para valores atuais, essa transferência foi a primeira vez na história do futebol a romper a casa do 1 milhão de euros (R$ 3,67 milhões).

Entre os 2 milhões de euros (R$ 7,3 milhões) pagos pelo clube catalão ao astro holandês e os 222 milhões de euros (R$ 815 milhões) gastos pelo Paris Saint-Germain para ter Neymar, 44 anos depois, o recorde de contratação mais cara do mundo foi quebrado 15 vezes.

Três delas, por brasileiros. Antes do novo camisa 10 do PSG, Ronaldo (1997) e Denilson (1998) também tiveram o gosto de ser, pelo menos por alguns meses, o reforço mais caro de todos os tempos.

A lista de recordista é repleta de alguns dos nomes mais importantes da modalidade ao longo das últimas décadas: Cristiano Ronaldo, Zinédine Zidane, Luís Figo, Ronaldo, Johan Cruyff e Diego Maradona.

Maradona, aliás, é um caso à parte. O argentino é o único jogador que protagonizou dois negócios de proporções históricas. Em 1982, foi para o Barcelona pelo equivalente a 8 milhões de euros (R$ 29,4 milhões). Dois anos depois, migrou para o Napoli por um valor ainda maior, 13 milhões de euros (R$ 47,7 milhões).

Mas a lista não é formada apenas por unanimidades. Denilson não conseguiu justificar o rótulo de jogador mais caro do planeta durante as sete temporadas em que vestiu a camisa do Betis.

Já o escocês Andy Gray, que quebrou o recorde de Cruyff ao assinar com o Wolverhampton por 3 milhões de euros (R$ 11 milhões), em 1979, é praticamente um anônimo fora do Reino Unido.

Entre os clubes, nenhum foi responsável por uma quantidade maior de contratações mais caras da história que o Real Madrid.

O time espanhol protagonizou quatro quebras de recorde (Figo, Zidane, Cristiano Ronaldo e Bale) e teve o maior negócio de todos os tempos entre 2000 e 2016.

EVOLUÇÃO DO RECORDE DE JOGADOR MAIS CARO DO MUNDO

1973 – Johan Cruyff (HOL/Barcelona) – 2 milhões de euros*
1979 – Andry Gray (ESC/Wolverhampton) – 3 milhões*
1982 – Diego Maradona (ARG/Barcelona) – 8 milhões*
1984 – Diego Maradona (ARG/Napoli) – 13 milhões*
1992 – Gianluca Vialli (ITA/Juventus) – 16,5 milhões*
1996 – Alan Shearer (ING/Newcastle) – 21 milhões*
1997 – Ronaldo (BRA/Inter de Milão) – 28 milhões*
1998 – Denílson (BRA/Betis) – 31,5 milhões*
1999 – Christian Vieri (ITA/Inter de Milão) – 46,5 milhões*
2000 – Luís Figo (POR/Real Madrid) – 60 milhões
2001 – Zinédine Zidane (FRA/Real Madrid) – 73,5 milhões
2009 – Cristiano Ronaldo (POR/Real Madrid) – 94 milhões
2013 – Gareth Bale (GAL/Real Madrid) – 101 milhões
2016 – Paul Pogba (FRA/Manchester United) – 105 milhões
2017 – Neymar (BRA/Paris Saint-Germain) – 222 milhões

* Como o euro ainda não existia, foi feita uma conversão para os valores atuais das respectivas moedas


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Conheça os reforços mais caros da história dos 20 maiores clubes da Europa
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Rafael Reis

Paul Pogba lidera o ranking de contratação mais cara da história. Sua ida para Manchester United, no ano passado, custou 105 milhões de euros (R$ 395 milhões). Gareth Bale e Neymar não custaram tanto quanto o meia francês, mas são os reforços mais caros já adquiridos por Real Madrid e Barcelona, respectivamente.

Esses recordes do Mercado da Bola são bem conhecidos. Mas você sabe qual foi a maior transferência da história do Bayern de Munique? E a do Atlético de Madri? Algum palpite sobre quem é o maior reforço que já fechou com o Borussia Dortmund?

Foi pensando nisso que o “Blog do Rafael Reis” preparou uma lista com a contratação mais cara já realizada por cada um dos 20 clubes mais bem classificados no ranking da Uefa, o mesmo que define os potes do sorteio dos grupos da Liga dos Campeões da Europa.

Alguma informações desse levantamento chamam a atenção.

Para começar, Neymar não é o único brasileiro que detém o posto de maior contratação de um clube do primeiro escalão do futebol europeu.

Dois dos seus companheiros de seleção na última Copa do Mundo também ostentam essa marca: Hulk, hoje no futebol chinês, lidera o ranking de transferências do Zenit São Petesburgo, e Bernard é o reforço mais caro já anunciado pelo Shakhtar Donetsk, clube onde está até hoje.

Outra curiosidade da lista é que Gonzalo Higuaín aparece no topo das maiores contratações de dois clubes diferentes. Em 2013, o centroavante argentino quebrou o recorde do Napoli. Três anos depois, virou a transferência mais cara da Juventus.

Por fim, dois dos 20 clubes mais fortes da Europa realizaram já nesta janela de transferências a maior transação de suas histórias.

O Bayern de Munique quebrou seu recorde particular ao pagar 41,5 milhões de euros (R$ 156 milhões) pelo meia francês Corentin Tolisso, que estava no Lyon. Já o Porto igualou sua maior marca de todos os tempos ao exercer a opção de compra do meia Óliver Torres, que estava emprestado ao clube, e pagar 20 milhões de euros ao Atlético de Madrid pelo jogador espanhol.

Confira a lista logo abaixo:

O REFORÇO MAIS CARO DA HISTÓRIA DOS 20 MAIORES CLUBES DA EUROPA

MANCHESTER UNITED (ING) – Paul Pogba (FRA, 2016) – 105 milhões de euros
REAL MADRID (ESP) – Gareth Bale (GAL, 2013) – 101 milhões
JUVENTUS (ITA) – Gonzalo Higuaín (ARG, 2016) – 90 milhões
BARCELONA (ESP) – Neymar (BRA, 2013) – 88,2 milhões
MANCHESTER CITY (ING) – Kevin de Bruyne (BEL, 2015) – 74 milhões
PARIS SAINT-GERMAIN (FRA) – Edinson Cavani (URU, 2013) – 64,5 milhões
CHELSEA (ING) – Fernando Torres (ESP, 2010) – 58,5 milhões
ARSENAL (ING) – Mesut Özil (ALE, 2013) – 47 milhões
BAYERN DE MUNIQUE (ALE) – Corentin Tolisso (FRA, 2017) – 41,5 milhões
ATLÉTICO DE MADRI (ESP) – Radamel Falcao García (COL, 2011) – 40 milhões
ZENIT (RUS) – Hulk (BRA, 2012) e Axel Witsel (BEL, 2012) – 40 milhões
NAPOLI (ITA) – Gonzalo Higuaín (ARG, 2013) – 39 milhões
TOTTENHAM (ING) – Moussa Sissoko (FRA, 2016) – 35 milhões
BORUSSIA DORTMUND (ALE) – André Schürrle (ALE, 2016) – 30 milhões
SHAKHTAR DONETSK (UCR) – Bernard (BRA, 2013) – 25 milhões
SCHALKE 04 (ALE) – Breel Embolo (SUI, 2016) – 22,5 milhões
BENFICA (POR) – Raúl Jiménez (MEX, 2015) – 22 milhões
PORTO (POR) – Óliver Torres (ESP, 2017) e Giannelli Imbula (FRA, 2015) – 20 milhões
BAYER LEVERKUSEN (ALE) – Kevin Volland (ALE, 2016) – 20 milhões
SEVILLA (ESP) – Franco Vázquez (ITA, 2016) e Álvaro Negredo (ESP, 2009) – 15 milhões

Fonte: Transfermarkt


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Seleção dos reforços mais caros da história tem só 1 brasileiro; veja time
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Rafael Reis

Um dos destaques da última temporada na Inglaterra, o zagueiro David Luiz é o único brasileiro na seleção das contratações mais caras da história do futebol mundial.

O zagueiro de 30 anos aparece na lista graças à penúltima transferência de sua carreira, a troca do Chelsea pelo Paris Saint-Germain, em 2014, por 49,5 milhões de euros (cerca de R$ 183 milhões, na cotação atual) –na última temporada, o jogador deixou a França e retornou ao clube londrino.

Graças a essa transação, David Luiz é o segundo zagueiro mais caro de todos os tempos. Ele só fica atrás do inglês John Stones, que saiu do Everton para reforçar o Manchester City há um ano por 55,6 milhões de euros (R$ 206 milhões).

A seleção das maiores contratações da história conta com jogadores de oito nacionalidades diferentes. Além do Brasil, Itália, França, Inglaterra, Colômbia, Gales, Argentina, Portugal e até a Suíça estão representadas.

Apenas França, com o lateral direito Lilian Thuram e o meia Paul Pogba, e Inglaterra, com o zagueiro Stones e o lateral esquerdo Luke Shaw, contam com dois atletas na lista.

Já entre os clubes, seis agremiações diferentes foram responsáveis pelas contratações dos jogadores mais caros de cada posição.

Finalistas da última Liga dos Campeões da Europa, Real Madrid e Juventus foram os times que mais fizeram negócios históricos.

O Real, atual bicampeão da Champions, contratou os dois atacantes mais caros de todos os tempos (Cristiano Ronaldo e Gareth Bale) e também o meia armador mais valorizado do futebol mundial (James Rodríguez), hoje um reserva de luxo na equipe do técnico Zinédine Zidane.

Já a Juve, derrotada na decisão continental neste ano, abriu os cofres para contratar, ainda no início do século, o goleiro (Gianluigi Buffon) e o lateral direito (Thuram) mais caros da história. E, no ano passado, desembolsou uma quantia recorde por um centroavante para ter o argentino Gonzalo Higuaín.

SELEÇÃO DOS REFORÇOS MAIS CAROS DA HISTÓRIA

G – Gianluigi Buffon (ITA/Juventus/2001) – 52,9 milhões de euros
LD – Lilian Thuram (FRA/Juventus/2001) – 41,5 milhões de euros
Z – John Stones (ING/Manchester City/2016) – 55,6 milhões de euros
Z – David Luiz (BRA/Paris Saint-Germain/2014) – 49,5 milhões de euros
LE – Luke Shaw (ING/Manchester United/2014) – 37,5 milhões de euros
V – Granit Xhaka (SUI/Arsenal/2016) – 45 milhões de euros
M – Paul Pogba (FRA/Manchester United/2016) – 105 milhões de euros
M – James Rodríguez (COL/Real Madrid/2014) – 75 milhões de euros
A – Gareth Bale (GAL/Real Madrid/2013) – 101 milhões de euros
A – Gonzalo Higuaín (ARG/Juventus/2016) – 90 milhões de euros
A – Cristiano Ronaldo (POR/Real Madrid/2010) – 94 milhões de euros

Fonte: Transfermarkt


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Time com os mais caros do mundo vale R$ 2,4 bi e tem duelo CR7 x Neymar
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Rafael Reis

Quanto dinheiro seria necessário para um clube de futebol montar a seleção do mundo? De acordo com o “Transfermarkt”, site especializado no mercado da bola, 725 milhões de euros (cerca de R$ 2,4 bilhões).

É essa a soma dos valores de mercado estimados dos jogadores mais caros do planeta em cada posição.

A seleção do mundo-2017 é 2% mais cara do que a do ano passado. Em abril de 2016, os 11 atletas mais valiosos do planeta, posição por posição, valiam 710 milhões de euros (R$ 2,3 bilhões, na cotação atual).

A base da equipe continua a mesma: Neuer no gol, Carvajal na lateral direita, Alaba na esquerda, Pogba no meio-campo, Messi pela faixa direita do ataque e Suárez no posto de centroavante.

A principal mudança é que, ao contrário de 2016, a seleção do mundo deste ano tem presença de um jogador brasileiro.

Em alta no Barcelona e na seleção, Neymar tem agora valor estimado de 100 milhões de euros (R$ 332 milhões) e divide com o português Cristiano Ronaldo, atual melhor jogador do mundo, o posto de atacante pela esquerda mais caro da Terra.

Esse é apenas um dos quatro empates no time dos mais valiosos do planeta.

No miolo de zaga, quatro nomes dividem o posto de defensor mais valorizado: o italiano Bonucci (Juventus), o espanhol Sergio Ramos (Real Madrid), o uruguaio Godín (Atlético de Madri) e o alemão Boateng (Bayern). Cada um deles vale 40 milhões de euros (R$ 133 milhões).

A outra indefinição está no meio de campo. Sergio Busquets (Barcelona) e Toni Kroos (Real Madrid) têm preço estimado em 60 milhões de euros (R$ 199 milhões) e disputam um lugar ao lado de Pogba.

Segundo o “Transfermarkt”, o jogador mais valioso do planeta continua sendo Messi, que está avaliado em 120 milhões de euros (R$ 399 milhões). Cristiano Ronaldo e Neymar dividem a segunda colocação.

Espanha e Alemanha, as duas últimas campeãs mundiais, são os países mais representados na seleção dos mais caros. Cada uma delas emplacou três jogadores na lista.

Conheça a seleção dos mais caros do mundo (por posição)
G – Manuel Neuer (ALE, Bayern) – 45 milhões de euros
LD – Dani Carvajal (ESP, Real Madrid) – 30 milhões de euros
Z – Leonardo Bonucci (ITA, Juventus) ou Sergio Ramos (ESP, Real Madrid) – 40 milhões de euros
Z – Diego Godín (URU, Atlético de Madri) ou Jérôme Boateng (ALE, Bayern) – 40 milhões de euros
LE – David Alaba (AUT, Bayern) – 45 milhões de euros
V – Sergio Busquets (ESP, Barcelona) ou Toni Kroos (ALE, Real Madrid) – 60 milhões de euros
V – Paul Pogba (FRA, Manchester United) – 80 milhões de euros
MAD – Lionel Messi (ARG, Barcelona) – 120 milhões de euros
MAC – Antoine Griezmann (FRA, Atlético de Madri) – 90 milhões de euros
MAE  – Neymar (BRA, Barcelona) ou Cristiano Ronaldo (POR, Real Madrid) – 100 milhões de euros
A – Luis Suárez (URU, Barcelona) – 90 milhões de euros


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Real gasta menos em reforços que Rubin Kazan e Bournemouth; veja lista
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Rafael Reis

O Real Madrid não está sendo Real Madrid na janela de transferências para a montagem do elenco da temporada 2016/17 do futebol europeu.

O clube, responsável por cinco das dez contratações mais caras de todos os tempos, deixou de lado o protagonismo de anos anteriores e tem se portado como um mero coadjuvante no mercado da bola.

Faltando pouco mais de um mês para o fechamento da janela de transferências, o time espanhol é apenas o 22º clube do planeta que mais dinheiro gastou na chegada de jogadores desde maio, de acordo com o site “Transfermarkt”.

Cristiano Ronaldo

Foram somente 30 milhões de euros (R$ 108 milhões) investidos até o momento, menos do que os gastos com contratações do chinês Shangai SPIG, do francês Monaco, do russo Rubin Kazan e do nanico inglês Bournemouth, por exemplo.

A lista dos mais gastões da janela é encabeçada pelo Borussia Dortmund, da Alemanha, que já torrou 113,7 milhões de euros (R$ 409 milhões), seguido pela italiana Roma, pelos ingleses Manchester United e Liverpool e pelo espanhol Barcelona.

Mercado da Bola Internacional: quem chega e sai nos grandes europeus

Menos ousado no mercado que seus rivais nesta temporada, o Real preferiu manter o elenco que conquistou há dois meses o título da Liga dos Campeões da Europa a sair investindo em novos jogadores.

Seu único reforço já garantido é o atacante Álvaro Morata, revelado pelo próprio clube e que foi recomprado da Juventus após se destacar nas duas últimas temporadas pela gigante italiana.

O atual campeão europeu até chegou a se envolver em duas das maiores novelas da janela de transferência, as do meia francês Paul Pogba e do atacante brasileiro Gabriel Jesus. No entanto, de acordo com vários veículos da imprensa europeia, os dois jogadores estão muito mais próximos de jogar na Inglaterra do que ir para a capital espanhola.

Outro negócio que o Real perdeu foi a contratação do meia português André Gomes, que preferiu rumar para o maior rival do time merengue, o Barcelona.

O comportamento contido dos merengues no mercado afeta até mesmo a imprensa esportiva de Madri, acostumada nesta época do ano a publicar capas e mais capas de especulações sobre os próximos reforços do clube.

O drama era tanto que, na segunda-feira pela manhã, o “Marca” tinha como manchete uma notícia relacionada ao Atlético de Madri. Já o “As” apostava no único grande nome que o Real parece ter alguma chance de contratar nesta janela, o atacante Aubameyang, do Borussia Dortmund.

Valor investido em reforços na janela do meio do ano*

1º – Borussia Dortmund (ALE) – 113,7 milhões de euros
2º – Roma (ITA) – 95,9 milhões
3º – Manchester United (ING) – 80 milhões
4º – Liverpool (ING) – 79,9 milhões
5º – Barcelona (ESP) – 79,7 milhões
6º – Chelsea (ING) – 74,8 milhões
7º – Bayern de Munique (ALE) – 73 milhões
8º – Juventus (ITA) – 67,5 milhões
9º – Shangai SPIG (CHN) – 55,8 milhões
10º – Paris Saint-Germain (FRA) – 50,6 milhões
11º – Atlético de Madri (ESP) – 49 milhões
12º – Arsenal (ING) – 48 milhões
13º – Manchester City (ING) – 47 milhões
14º – Sevilla (ESP) – 45 milhões
15º – Monaco (FRA) – 42 milhões
16º – Newcastle (ING) – 39,5 milhões
17º – Leicester (ING) – 38,5 milhões
18º – Wolfsburg (ALE) – 37 milhões
19º – Tottenham (ING) – 36,5 milhões
20º – Rubin Kazan (RUS) – 32,6 milhões
21º – Bournemouth (ING) – 31,5 milhões
22º – Real Madrid (ESP) – 30 milhões

*negócios confirmados até o dia 25/07


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Astros da França, Griezmann e Pogba já foram suspensos da seleção
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Rafael Reis

Duas das principais estrelas da França, anfitriã da Eurocopa e adversária desta quinta-feira da Alemanha por vaga na decisão da competição continental, já foram suspensas da seleção por comportamento inadequado.

O meia Paul Pogba, 23, da Juventus, e o atacante Antoine Griezmann, 25, do Atlético de Madri, receberam sanções da Federação Francesa de Futebol quando eram mais novos por descumprirem regras da entidade e acabaram afastados das equipes de base dos “Bleus”.

Griezmann e Pogba

Artilheiro da Euro-2016, com quatro gols, Griezmann ficou suspenso entre novembro de 2012 e dezembro de 2013 por ter fugido da concentração da seleção sub-21 antes de uma partida contra a Noruega, válida pela Eurocopa da categoria.

A punição coincidiu com o período em que o atacante começou a se destacar na Real Sociedad e atrasou sua estreia na seleção adulta.

Griezmann foi chamado por Didier Deschamps já na primeira convocação depois do fim da sanção (amistoso contra a Holanda, em março de 2014) e conseguiu convencer o treinador a levá-lo para a Copa do Mundo, três meses depois.

Já Pogba, o principal criador de jogadas da França e um dos nomes mais desejados da janela de transferências na Europa, foi punido com o afastamento da seleção sub-17 por seis meses entre 2009 e 2010.

Ao contrário de Griezmann, o meia não cometeu nenhum ato de indisciplina, mas desrespeitou os estatutos de transferência da Federação Francesa ao trocar a base do Le Havre pela do Manchester United sem consentimento do seu clube formador.

Na época, o Le Havre alegou ter um contrato assinado pelo jogador e também pelos seus pais (já que o francês ainda era menor), o que obrigaria os ingleses a pagarem pela rescisão do acordo para levar Pogba embora.

A pendência entre os dois clubes foi resolvida antes de a Fifa se manifestar pelo caso. No entanto, a Federação Francesa tirou o meia da seleção por seis meses e atrasou sua estreia pela seleção sub-17.

Após o encerramento da punição, Pogba construiu uma carreira brilhante nos times de base da França, com direito à conquista do Mundial sub-20 de 2013 e o título de melhor jogador do torneio.

Ele chegou à seleção adulta em março de 2013 e, assim como Griezmann, também disputou a Copa do Mundo no Brasil. Hoje, divide com o outro ex-suspenso a responsabilidade de tentar conduzir a França à sua primeira taça desde a aposentadoria de Zidane.


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Seleção sub-23 dos mais caros do mundo é dominada por brasileiros
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Rafael Reis

Ainda abalado pela derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo de 2014, o Brasil tem um futuro brilhante nos gramados. Pelo menos, é o que indicam os prognósticos do mercado da bola.

O país pentacampeão mundial é o que possui mais jogadores na seleção sub-23 dos mais caros do planeta, segundo estimativa do site “Transfermarkt”, especialista em transferências no futebol.

De acordo com as estimativas da publicação, o zagueiro Marquinhos e o meia-atacante Lucas, ambos do PSG, além do lateral direito Fabinho, que defende o Monaco, são os jogadores com até 23 anos mais caros do planeta em suas respectivas posições.

Marquinhos

A seleção sub-23 do mundo conta ainda com dois ingleses, um belga, um austríaco, um francês, um italiano, um alemão e um argentino.

Se considerados também os 11 “reservas” desse time, o Brasil teria mais um representante nesse elenco: o meia Philippe Coutinho, do Liverpool, avaliado em 32 milhões de euros (R$ 130 milhões). Seu titular, o alemão Mario Götze (Bayern), vale, de acordo com o site, 35 milhões de euros (R$ 141 milhões).

Ainda segundo o Transfermarkt, o jogador jovem mais caro do planeta é o meia francês Paul Pogba, da Juventus, que possui um valor de mercado estimado em 65 milhões de euros (R$ 262 milhões).

Ele e o lateral esquerdo austríaco David Alaba, Bayern de Munique, que vale 45 milhões de euros (R$ 181 milhões), são os dois atletas com até 23 anos que também fazem parte da seleção adulta dos mais caros do mundo.

Essa equipe, com Messi, Cristiano Ronaldo e cia., tem valor total estimado de 710 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões). Já a seleção sub-23 custa em torno de 420 milhões de euros (R$ 1,7 bilhão).

Curiosamente, o Brasil, que é hegemônico na lista dos jovens mais caros, não tem nenhum representante na seleção adulta.

Um bom motivo para acreditar que o futuro será melhor que o presente.

Conheça a seleção sub-23 dos mais caros do mundo (por posição):

G – Thibaut Courtois (BEL, Chelsea) – 35 milhões de euros
LD – Fabinho (BRA, Monaco) – 15 milhões de euros
Z – Marquinhos (BRA, PSG) – 30 milhões de euros
Z – John Stones (ING, Everton) – 30 milhões de euros
LE – David Alaba (AUT, Bayern) – 45 milhões de euros
MC – Paul Pogba (FRA, Juventus) – 65 milhões de euros
MC – Marco Verratti (ITA, PSG) – 40 milhões de euros
MAD – Lucas (BRA, PSG) – 35 milhões de euros
MAC – Mario Götze (ALE, Bayern) – 35 milhões de euros
MAE – Raheem Sterling (ING, Manchester City) – 50 milhões de euros
A – Paulo Dybala (ARG, Juventus) – 40 milhões de euros


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