Blog do Rafael Reis

Arquivo : liga dos campeões

6 jogadores que ganharam a Champions e hoje jogam em times de Série B
Comentários Comente

Rafael Reis

Conquistar a Liga dos Campeões é um sonho para praticamente qualquer jogador de futebol. Afinal, não há nenhum título interclubes mais badalado e conceituado do que o de campeão europeu.

Vencer a Champions pode ser o auge da carreira de um atleta, mas não garante a ninguém a certeza de que passará o resto dos seus dias como profissional defendendo as camisas mais imponentes do futebol mundial.

Por isso, listamos abaixo seis jogadores que tiveram a honra de ganhar a Liga dos Campeões, alguns deles até como protagonistas, e que hoje estão bem longe da elite. A realidade atual deles não é glamour da Champions, mas sim as competições de segunda divisão.

DIDIER DROGBA
Atacante
39 anos
Costa do Marfim
Campeão com o Chelsea em 2012
Joga pelo Phoenix Rising (EUA)

Autor do gol que levou a decisão da Champions de 2012 para a prorrogação e também do último pênalti convertido pelo Chelsea na decisão contra o Bayern de Munique, o astro marfinense poderia estar jogando uma primeira divisão nacional e até ser líder dela. Só que Drogba recusou o convite feito pelo Corinthians no início do ano. O centroavante preferiu comprar uma parte do Phoenix Rising e se juntar ao elenco do time que disputa a USL (United Soccer League), uma liga de segundo escalão do futebol profissional nos EUA.

JOHN TERRY
Zagueiro
36 anos
Inglaterra
Campeão com o Chelsea em 2012
Joga no Aston Villa (ING)

Apesar de não ter participado da decisão contra o Bayern devido a uma suspensão por cartão vermelho, Terry era o capitão do Chelsea na conquista do seu único título de Liga dos Campeões, em 2012. O zagueiro, que também chegou a ostentar a braçadeira da seleção inglesa, passou 22 dos 36 anos de sua vida jogando em Stamford Bridge. Terry só deixou o Chelsea no final da temporada passada, quando assinou contrato com o Aston Villa, clube tradicional do seu país, mas que anda desde 2016 na segunda divisão.

ALBERTO GILARDINO
Atacante
35 anos
Itália
Campeão com o Milan em 2007
Joga no Spezia (ITA)

O centroavante possui os dois maiores títulos do futebol na atualidade: conquistou a Champions de 2007 pelo Milan e, um ano antes, havia faturado a Copa do Mundo pela seleção italiana. Apesar da prateleira cheia de medalhas, Gilardino anda com a carreira em baixa. Seu último gol foi marcado há quase um ano, pelo Empoli, na Copa Italia. Nesta temporada, não arranjou nenhum time da elite do Campeonato Italiano para defender e teve de se contentar com o convite para jogar a Série B pelo pouco expressivo Spezia.

JOHN O’SHEA
Zagueiro
36 anos
Irlanda
Campeão com o Manchester United em 2008
Joga no Sunderland (ING)

Polivalente zagueiro e meio-campista que defendeu o Manchester United durante 12 temporadas, o irlandês fez parte do elenco que faturou o título europeu de 2008. O’Shea deixou os Red Devils em 2011 e, desde então, veste as cores do Sunderland. Nem mesmo o rebaixamento da última temporada tirou o jogador do clube. Na segunda divisão inglesa, é O’Shea quem usa a braçadeira de capitão do Sunderland.

TOMASZ KUSZCZAK
Goleiro
35 anos
Polônia
Campeão com o Manchester United em 2008
Joga no Birmingham (ING)

Companheiro de O’Shea na conquista da Liga dos Campeões de 2008, passou seis temporadas no Manchester United, quase sempre na reserva do holandês Edwin van der Sar. Em 2012, deixou Old Trafford para ser titular de times menores da Inglaterra. Kuszczak passou por Watford, Brighton, Wolverhampton e há dois anos defende o Birmingham. Na temporada passada, ajudou o clube a escapar do rebaixamento para a terceira divisão. Nesta, foi parar no banco.

MCDONALD MARIGA
Volante
30 anos
Quênia
Campeão com a Inter de Milão em 2010
Joga no Oviedo (ESP)

Um dos poucos jogadores quenianos com passagem por grandes clubes do futebol europeu, o volante assistiu do banco de reservas à vitória por 2 a 0 sobre o Bayern de Munique que o título da Champions de 2010 para a Inter. Após deixar Milão, sua carreira nunca mais decolou. Mariga “faliu” com o Parma, jogou um campeonato semiamador com o Latina, da Itália, e assinou em julho com o Real Oviedo, clube que tenta retornar para a primeira divisão da Espanha.


Mais de Cidadãos do Mundo

Perto da vaga, goleiro egípcio quer ser o mais velho da história das Copas
Chegou a geração 2000: 8 garotos para você acompanhar no Mundial sub-17
Zizao não foi o único: 6 jogadores asiáticos que tentaram a sorte no Brasil
Obinna (o original) e mais 5 africanos que passaram pelo futebol brasileiro


Econômico, Bayern montou time titular com 68% do preço de Neymar
Comentários Comente

Rafael Reis

O Bayern de Munique tem 27 títulos alemães, cinco Liga dos Campeões da Europa, o rótulo de um dos clubes mais vitoriosos do planeta e um time titular que custou menos de 70% do valor de Neymar.

Adversário do Paris Saint-Germain na segunda rodada da fase de grupos da Champions, o clube alemão tem uma política financeira completamente diferente da do rival desta quarta-feira.

Enquanto o PSG não tem vergonha nenhuma de abrir os cofres e oferecer valores astronômicos para atrair grandes jogadores para seu projeto, o Bayern tem um comportamento bem mais austero.

Os alemães não são afeitos a milionárias transferências. Seus reforços costumam chegar aos poucos, pinçados de times menores ou contratados sem custo no final do seus contratos, para se juntar a uma base já devidamente experimentada.

A prova disso é que os 11 titulares escalados pelo técnico italiano Carlo Ancelotti na última apresentação do Bayern custaram aos cofres do clube alemão apenas 68% dos 222 milhões de euros (R$ 826,5 milhões) que o PSG desembolsou na última janela de transferências por Neymar.

Para ter Ulreich, Kimmich, Hummels, Boateng, Rafinha, Vidal, Rudy, Robben, Müller, Ribéry e Lewandowski, os jogadores que começaram jogando no empate por 2 a 2 com o Wolfsburg, na sexta-feira, os alemães gastaram “somente” 152 milhões de euros (R$ 565 milhões).

Mesmo que outros jogadores mais caros do elenco fossem utilizados, como o goleiro Manuel Neuer, que está machucado, e o meia Thiago Alcántara, o valor da equipe titular dificilmente chegaria ao custo do astro brasileiro da equipe francesa.

Um outro dado mostra bem as diferenças de filosofia entre os adversários desta quarta. O meia francês Corentin Tolisso, tirado do Lyon em julho, é o reforço mais caro do Bayern em todos os tempos e custou 41,5 milhões de euros (R$ 154,5 milhões). O valor equivale apenas à oitava maior contratação da história do PSG.

No mês passado, o presidente do time bávaro fez questão de deixar bem claro que a estratégia da equipe alemã não é a mesma dos franceses. Em entrevista à revista “Sport Bild”, Karl-Heinz Rummenigge, alfinetou os adversários ao lembrar que Neymar custou mais que seu estádio, a Allianz Arena.

“O Bayern tem que representar outra filosofia. Não queremos entrar nessa loucura nem tampouco podemos. E está bom que assim seja. Creio que a opinião pública e nossos torcedores entendem.”

Mas, mesmo dentro do Bayern, a ideia de gastar pouco com reforços não é uma unanimidade. Preocupado com o início de temporada conturbado do time (é apenas o terceiro colocado no Alemão), o centroavante Robert Lewandowski afirmou no início do mês que o clube deveria ter uma política mais agressiva no mercado.

“O Bayern deve fazer um esforço para trazer craques. Se quer continuar a ser competitivo, precisa de qualidade. Fizemos negócios com valores que não condizem ao mercado de alto nível”, disse o polonês, para a revista “Der Spiegel”.

Rummenigge não gostou das declarações do seu camisa 9 e deu um puxão de orelhas público em Lewandowski. Afinal, o Bayern tem um time titular que custou menos de 70% do valor de Neymar e se orgulha demais disso.

QUANTO CUSTARAM OS TITULARES DO BAYERN?
Sven Ulreich – 3,5 milhões de euros
Joshua Kimmich – 8,5 milhões de euros
Mats Hummels – 35 milhões de euros
Jérôme Boateng – 13,5 milhões de euros
Rafinha – 5,5 milhões de euros
Arturo Vidal – 37 milhões de euros
Sebastian Rudy – sem custo
Arjen Robben – 24 milhões de euros
Thomas Müller – categorias de base
Franck Ribéry – 25 milhões de euros
Robert Lewandowski – sem custo
TOTAL: 152 milhões de euros


Mais de Clubes

– Nem Neymar, nem Cavani: Melhores batedores de pênalti do PSG estão no banco
– Você se lembra da última partida em que o Real Madrid não fez gol?
– Por quer o México atrai jogadores famosos da Europa, e o Brasil, não?
– Elencos da Champions valem R$ 35 bilhões; conheça os 10 times mais caros


Champions pré-Copa tem aumento na presença brasileira e 70% da seleção
Comentários Comente

Rafael Reis

A nove meses do pontapé inicial da Copa do Mundo, a fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa começa nesta terça-feira (12) com uma participação maior de jogadores brasileiros e presença de 70% da seleção de Tite.

A 63ª edição da competição interclubes mais badalada do planeta conta com 67 representantes do futebol pentacampeão mundial inscritos em 26 dos 32 clubes que disputam sua etapa principal.

A lista não inclui outros nove atletas que, apesar de terem nascido no Brasil ou serem filhos de brasileiros, optaram por outras nacionalidades no mundo do futebol, como o português Pepe (Besiktas), o espanhol Thiago Alcántara (Bayern de Munique), o italiano Thiago Motta (Paris Saint-Germain) e o grego Leonardo Koutris (Olympiacos).

Em relação à temporada passada, o número de jogadores brasileiros inscritos na fase de grupos teve um ligeiro crescimento de quase 5%. Em 2016/17, 64 atletas classificados pela Uefa como representantes do Brasil disputaram a Champions.

Com o crescimento deste ano, a participação brasileira na competição continental é a maior das últimas três temporadas. A marca, porém ainda está longe da de 2014, quando 79 brazucas foram inscritos.

A volta do Shakhtar Donetsk à Champions é o principal fator responsável pela turbinada no número de brasileiros na competição. O clube ucraniano, que andou em baixa nos últimos anos, conta com oito representantes tupiniquins: Ismaily, Márcio Azevedo, Taison, Fred, Dentinho, Bernard, Alan Patrick e Marlos.

Benfica (sete), Paris Saint-Germain (seis, incluindo o craque Neymar), além de Monaco, Porto e Manchester City (quatro, cada) são os outros clubes que possuem um número maior de brasileiros na fase de grupos.

Ao contrário das últimas temporadas, quando parte considerável da seleção brasileira estava na China ou em times momentaneamente em um segundo escalão da Europa, desta vez a maioria dos jogadores que vestem a camisa amarela vai disputar a Champions.

Dos 25 convocados por Tite para a última rodada dupla das eliminatórias da Copa do Mundo, entre o fim do mês passado e o começo de setembro, 18 estão inscritos na competição que reúne os times e elencos mais fortes do planeta.

As exceções são Cássio, Rodrigo Caio, Fagner e Luan, que jogam no Brasil, Renato Augusto, atualmente na China, além de Giuliano e Miranda, que defendem clubes que não se classificaram para a Champions –Fenerbahce e Inter de Milão, respectivamente.


Mais de Brasileiros pelo Mundo

– Punido por fraudar jogos, brasileiro renasce ao lado de pedreiros e garçons
– Na Coreia do Sul, Lulinha diz ter mais medo do Brasil do que de Kim
– 7 histórias de brasileiros para acompanhar de perto na temporada europeia
– 7 crias do Atlético-MG que hoje fazem sucesso (ou não) fora do Brasil


Elencos da Champions valem R$ 35 bilhões; conheça os 10 times mais caros
Comentários Comente

Rafael Reis

Competição mais rica e badalada do futebol mundial, a Liga dos Campeões da Europa dá início nesta terça-feira à sua fase de grupos, colocando em campo um total de 9,4 bilhões de euros (R$ 35 bilhões).

Esse valor astronômico equivale à soma dos preços estimados pelo site “Transfermarkt”, especializado no Mercado da Bola, de todos os jogadores que disputam o cobiçado título continental da temporada 2017/18.

Atual bicampeão europeu e vencedor de três das últimas quatro edições, o Real Madrid possui o elenco mais caro dos 32 participantes da Champions e, consequentemente, de todo o futebol mundial.

A equipe do técnico Zinédine Zidane está avaliada em 743,8 milhões de euros (R$ 2,7 bilhões) e conta com pelo menos sete jogadores com preço de pelo menos 40 milhões de euros (R$ 148,7 milhões): Cristiano Ronaldo, Gareth Bale, Toni Kroos, Karim Benzema, Luka Modric, Sergio Ramos e Isco.

O Real fará o confronto mais desigual da primeira rodada da fase de grupos, já que na quarta-feira visita o Apoel Nicósia, o terceiro time com elenco mais barato de toda a Champions.

Segundo o Transfermarkt, todos os jogadores da equipe cipriota somados valem mais ou menos que apenas um titular do time espanhol, o goleiro Keylor Navas: 18 milhões de euros (R$ 67 milhões).

Apesar da venda de Neymar para o Paris Saint-Germain, o Barcelona ainda conta com o segundo grupo de atletas mais caro da Liga dos Campeões. Lionel Messi, Luis Suárez, Ousmane Dembélé e os outros aletas do clube catalão valem 706,5 milhões de euros (R$ 2,6 bilhões).

O novo time do craque da seleção brasileira também faz parte do top 10 de elencos mais valiosos da Champions. Com valor estimado de 521,3 milhões de euros (R$ 1,9 bilhão), o PSG ocupa o oitavo lugar no ranking.

Além dos dois gigantes do futebol espanhol e do PSG, a lista dos dez clubes mais valiosos do torneio continental conta ainda com Atlético de Madri, Bayern de Munique, Juventus e quatro ingleses: Chelsea, Manchester City, Manchester United e Tottenham.

Conheça os 10 elencos mais caros da Champions

Real Madrid (ESP) – 743,8 milhões de euros
Barcelona (ESP) – 706,5 milhões
Chelsea (ING) – 614,4 milhões
Manchester City (ING) – 588,5 milhões
Bayern de Munique (ALE) – 581,4 milhões
Manchester United (ING) – 565,8 milhões
Juventus (ITA) – 538,6 milhões
Paris Saint-Germain (FRA) – 521,3 milhões
Atlético de Madri (ESP) – 511 milhões
Tottenham (ING) – 505,3 milhões

Conheça os 10 elencos mais baratos da Champions

Shakhtar Donetsk (UCR) – 103,1 milhões
Anderlecht (BEL) – 99,1 milhões
Feyenoord (HOL) – 96,8 milhões
CSKA Moscou (RUS) – 77,7 milhões
Olympiacos (GRE) – 75,3 milhões
Celtic (ESC) – 57,8 milhões
Basel (SUI) – 48,35 milhões
Apoel Nicósia (CYP) – 18,5 milhões
Qarabag (AZE) – 17,3 milhões
Maribor (SVN) – 14 milhões

Fonte: Transfermarkt


Mais de Clubes

– Não acabou não! Saiba onde a janela de transferências continua aberta
– 7 clubes que quebraram seus recordes de contratação mais cara nesta janela
– Time de Hitler? Como clube alemão tenta apagar nazismo de sua história
– Novo rico e adeus de Buffon: 7 motivos para acompanhar o Italiano


Maior artilheiro da pré-Champions é brasileiro e arrasta fãs para igreja
Comentários Comente

Rafael Reis

O pastor Marcos Tavares sabe que boa parte do público que costuma frequentar seus cultos em Maribor, segunda cidade mais populosa da Eslovênia, está mais interessada em conhecer o maior ídolo do futebol do país do que os ensinamentos da Bíblia.

Mas o líder da igreja “Jesus é o caminho” não parece se importar com isso.

“Meu maior ministério é fora da igreja, é jogando futebol. Sei que as pessoas vão até mim atrás do Tavares, mas acabam encontrando Jesus Cristo e é por ele que ficam. Foi esse o caminho que Deus escolheu para mim: onde os pastores não entram, o futebol chega”.

Há quase uma década vestindo a camisa do Maribor, o clube mais vitorioso da história da Eslovênia, o brasileiro de 33 anos é o maior nome do futebol do país que até 1991 fazia parte da Iugoslávia.

Tavares é o maior goleador (165 gols) e o jogador que mais atuou (435 partidas) pelo time vencedor de cinco das últimas seis edições do Campeonato Esloveno. Mas não é nenhum desses recordes o que mais lhe enche de orgulho.

“Sou o maior artilheiro da história das fases preliminares da Liga dos Campeões”, enche a boca para dizer.

O gaúcho de Porto Alegre, que começou a carreira no Internacional, profissionalizou-se no Grêmio, defendeu as seleções brasileiras de base e está no exterior desde 2007 balançou as redes 20 vezes nas etapas anterior à fase de grupos da Champions.

Só nesta temporada, Tavares já marcou quatro vezes na campanha que colocou o Maribor a um passo da classificação para a fase mais conhecida do torneio continental.

Se vencer o mata-mata contra o israelense Hapoel Be’er Sheva, nesta quarta e na próxima terça-feira, o time esloveno irá à fase principal da Champions, e o atacante brasileiro terá a chance de realizar mais um dos seus objetivos.

“Eu disputei a fase de grupos três anos atrás, mas não consegui marcar nenhum gol”.

Em 2014/15, quando superou a etapa preliminar do torneio europeu pela última vez, o Maribor caiu no mesmo grupo de Sporting, Schalke 04 e Chelsea. Apesar de não ter conseguido se classificar para a fase final, o time esloveno colheu três honrosos empates, um contra cada adversário.

Mesmo sem ter conseguido balançar as redes na ocasião, Tavares lembra com carinho da experiência de enfrentar alguns dos principais jogadores do planeta. E faz questão de frisar: “Fui eu que fiz o gol que colocou o Maribor na fase de grupos”.

Mais um episódio que reforçou a idolatria, palavra que o artilheiro não gosta por questões religiosas, dos torcedores eslovenos pelo pastor e camisa 9 brasileiro.

“No Brasil, ninguém me conhece. Mas aqui na Eslovênia, graças a Deus, é diferente. Construí uma história muito bonita por aqui. Todo mundo me conhece, vem conversar comigo, quer tirar foto”… até mesmo, dentro de sua igreja.


Mais de Brasileiros pelo Mundo

– Brasileiros já movimentaram R$ 2,2 bi nesta janela; veja os 10 mais caros
– Zagueiro Gil fala em retorno ao Brasil, mas nega prioridade do Corinthians
– 7 crias do Botafogo que estão bombando (ou se deram mal) fora do Brasil
– 1º brasileiro no PSG perdeu tudo e teve de vender até medalha da Copa-1970


Astro da Copa de 1994 volta à Champions como “faz tudo” em time próprio
Comentários Comente

Rafael Reis

Gheorghe Hagi foi um dos grandes nomes do futebol mundial na década de 1990. Ao longo de 19 anos de carreira, vestiu as camisas de Real Madrid, Barcelona e Galatasaray, entre outros. E, o mais importante, levou a Romênia até as quartas de final da Copa do Mundo de 1994.

Aos 52 anos, o eterno camisa 10 retorna à Liga dos Campeões da Europa nesta quarta-feira. Não como jogador, é claro, mas sim como uma espécie de “faz tudo” do Viitorul Constanta.

O atual campeão romeno, que enfrenta o cipriota Apoel, em casa, no jogo de ida da terceira e penúltima rodada de mata-matas da fase preliminar da Champions, é o grande projeto de vida de Hagi.

O Viitorul foi fundado em 2009 com um objetivo nada modesto: criar jogadores capazes de reerguer o futebol romeno, que não disputa um Mundial desde a aposentadoria do seu maior craque –a última participação foi na França-1998.

Hagi buscou inspiração nas duas escolas que mais admira: a holandesa e a espanhola. É essa mescla, que dá origem ao estilo de jogo do Barcelona, que o astro sonha reproduzir dentro de campo.

“A Romênia tem que investir nas categorias de base. Só assim conseguiremos criar uma nova geração de jogadores que, assim como aquela da qual participei, possa desafiar a todos. Talvez consigamos produzir uma geração ainda melhor. É essa a minha meta”, afirmou, em recente entrevista ao jornal britânico “Guardian”.

É por isso que o elenco do Viitorul que vai disputar a Champions é formado quase que exclusivamente por atletas locais. O zagueiro francês Kévin Boli, o meia espanhol Dani López e o armador brasileiro Eric Pereira são as únicas exceções.

O ex-jogador do Barça e do Real ainda não foi capaz de recolocar a Romênia entre as seleções mais temidas do planeta, mas seu trabalho já começa a dar frutos.

Em oito anos de história, o Viitorul se sagrou campeão das três divisões do futebol romeno, disputou na temporada passada a Liga Europa e agora jogará pela primeira vez a principal competição interclubes do planeta.

O ex-meia se divide atualmente entre três funções. Além de proprietário do clube, é o mentor do projeto técnico-tático e treinador da equipe adulta. Mas Hagi também já foi presidente e até pai de jogador do elenco do campeão romeno.

Para poder se concentrar nos assuntos de dentro do gramado, o ex-jogador entregou o comando administrativo do clube e também da “Academia Hagi”, o centro de formação de novos atletas do Viitorul, para um outro profissional, Pavel Peniu.

Um dos tantos garotos lapidados por Hagi na Romênia foi seu filho Ianis. O meia-atacante de 18 anos jogou por duas temporadas na equipe adulta até ser negociado em 2016 por por 2 milhões de euros (R$ 7,3 milhões) com a Fiorentina, onde pouco jogou até o momento.


Mais de Cidadãos do Mundo

Ex-parceiro de Ronaldinho rejeitou seleção e dá palestras anticapitalismo
Por onde andam os jogadores do Dortmund que tirou Mundial do Cruzeiro?
Cinco artilheiros estrangeiros para seu time buscar no exterior
Mercado da Bola já movimentou R$ 9,5 bi; conheça os 10 reforços mais caros


Champions começa com time de vilarejo de 867 pessoas e estádios minúsculos
Comentários Comente

Rafael Reis

Leirvík é uma cidade de 867 habitantes localizado na costa leste de Eysturoy, a segunda maior das Ilhas Faröe. O povoado foi fundado no século 9 por vikings e chegou a ser dizimado pela Peste Negra, em 1349.

É desse minúsculo vilarejo de pescadores habituados a enfrentar temperaturas negativas que vem um dos oito clubes que abrem nesta terça-feira a temporada 2017/18 da Liga dos Campeões da Europa.

O Vikingur Gota, clube fundado há nove anos depois da fusão do Leirvík IF com o time de um outro nanico povoado localizado a 5 km, é o atual campeão da Ilhas Faröe e vai estrear na Champions.

O time, composto basicamente por atletas amadores que trabalham com pesca ou no setor de serviços das cidades vizinhas, enfrenta na primeira rodada da fase preliminar da competição continental o Trepça’89, primeiro representante de Kosovo na história do torneio.

Devido ao tamanho do evento, a partida não será disputada no Serpugerdi Stadium, sua casa. O Leirvík viajou para Torshavn, a capital das Ilhas Faröe, e irá jogar no Tórsvollur, o maior estádio do país, com capacidade para 6.500 pessoas.

Mas outros jogos da rodada de abertura da Champions terão palcos ainda menos imponentes.

O TNS, de Gales, e o Hibernians, de Malta, farão seus jogos contra Eurocopa FC (Gibraltar) e FCI Talinn, da Estônia, em arenas com capacidade inferior a 3 mil torcedores, ou seja, menores que o estádio da Rua Javari, a bucólica casa do Juventus, em São Paulo.

A primeira rodada da fase preliminar da Liga dos Campeões reúne os vencedores dos dez campeonatos nacionais de pior ranking na Uefa (Ilhas Faröe, Kosovo, Malta, Estônia, Armênia, Andorra, Gales, Gibraltar, Irlanda do Norte e San Marino).

No total, a Champions conta com quatro rodadas de mata-mata até a definição dos 32 clubes que irão disputar a partir de setembro a fase de grupos da principal e mais badalada competição interclubes do planeta.

A definição do próximo campeão europeu está marcada para o dia 26 de maio de 2018, em Kiev (Ucrânia). O Real Madrid venceu as duas últimas edições do torneio e tentará ser o primeiro tricampeão consecutivo desde a década de 1970.


Mais de Clubes

Portugueses dominam ranking de clubes que mais faturam com venda de atletas
– City é quem mais investiu em reforços desde 2007; veja o top 10 dos gastões
– Conheça a temida torcida que inspirou inglês a enfrentar 3 terroristas
– Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions


Herói ou vilão? 5 polêmicas que marcaram a carreira de Buffon
Comentários Comente

Rafael Reis

Cinco participações em Copas do Mundo, um título mundial, oito scudetti do Campeonato Italiano e 16 anos como titular da meta da Juventus. Não é à toa que Gianluigi Buffon é uma das principais atrações da final da Liga dos Campeões da Europa.

Mas um dos grandes ídolos do adversário deste sábado do Real Madrid pelo troféu mais cobiçado do futebol mundial na temporada 2016/17 também tem um outro lado. E ele está cheio de polêmicas.

Conheça abaixo cinco histórias que fazem com que Buffon não seja lembrado apenas como um dos melhores goleiros da história, mas também como um atleta de vida pessoal conturbada e atitudes pouco exemplares para seus milhares (ou milhões) de fãs espalhados pela Itália e por todo o planeta.

JOGATINA
Buffon cativou durante anos o hábito de apostar em resultados de partida de futebol, um problema em um país marcado por escândalos de manipulação de resultados. Sua participação na máfia que fabricava placares no Campeonato Italiano chegou inclusive a ser investigada pela polícia. O goleiro só escapou de punição porque conseguiu provar que jamais havia posto dinheiro na previsão de placares de partidas do próprio time e nem feito apostas depois de 2005, quando a prática foi criminalizada para jogadores de futebol.

EXTREMA-DIREITA
Apesar de sempre negar ter inclinações políticas radicais, Buffon foi visto no início da carreira como simpatizante de regimes de extrema-direita, como nazismo e fascismo. Isso porque o goleiro costumava usar no Parma o número 88, considerado uma apologia a “Heil Hitler”, a saudação feita pelos alemães a Adolf Hitler. Além disso, em 1999, Buffon apareceu com uma camiseta estampada com a frase “Boia chi Molla” (algo como “Quem desiste é um assassino dos seus próprios companheiros”), usada pelo exército de Benito Mussolini durante o regime fascista e a Segunda Guerra Mundial.

CIGARRO
O goleiro faz parte de uma numerosa lista de jogadores de futebol que mantêm um hábito que pouco tem a ver com a vida saudável de um esportista de alto nível. Assim como Zidane, Ronaldo e vários outros, Buffon é fumante. O astro da Juventus nunca negou o vício, mas sempre alegou que só acende seu cigarro quando está de folga. No entanto, o atacante Pablo Daniel Osvaldo, seu ex-companheiro de seleção, já afirmou que já fumou ao lado do goleiro no vestiário da Azzurra.

INFIEL
Buffon fez a alegria dos paraparazzi italianos pouco antes da Copa-2014, quando surgiu o rumor de que ele estava tendo uma relação extraconjugal com a apresentadora esportiva Ilaria D’Amico. Meses mais tarde, o goleiro anunciou o fim do seu casamento com a modelo e atriz tcheca Alena Seredova, mãe dos seus dois primeiros filhos, e assumiu o namoro com a apresentadora da TV, ao lado de quem vive até hoje.

ABRAÇO
Essa polêmica é mais recente, do início do ano. Após a vitória por 2 a 0 da Juventus sobre a Lazio, o goleiro, todo sorridente, deu um caloroso abraço no árbitro Paolo Tagliavento. A cena provocou questionamentos na Itália devido à relação histórica de promiscuidade entre a Juve e a arbitragem italiana – uma das acusações que levaram o clube a ser rebaixado para a segunda divisão em 2006 era a de influenciar as escalações de juízes “favoráveis” para suas partidas.


Mais de Cidadãos do Mundo

Clube que revelou Dybala adia jogo para não competir com final da Champions
Por onde andam os jogadores do último título da Juventus na Champions?
5 destaques da fase de grupos da Libertadores para seu time contratar
Buffon largou casamento para viver com apresentador esportiva de TV


Clube que revelou Dybala adia jogo para não competir com final da Champions
Comentários Comente

Rafael Reis

A final da Liga dos Campeões da Europa, entre Juventus e Real Madrid, neste sábado, em Cardiff (País de Gales), alterou a tabela da segunda divisão do Campeonato Argentino.

A decisão foi tomada pela AFA (Associação de Futebol da Argentina) a pedido do Instituto de Córdoba, clube que revelou o atacante Paulo Dybala, uma das estrelas da Juve, e que não queria que seu torcedor tivesse de escolher entre o filho ilustre e o time de coração.

Inicialmente, o Instituto entraria em campo para enfrentar o Central Córdoba, pela 36ª rodada da Primeira B Nacional, às 17h (de Brasília), em pleno segundo tempo da decisão da competição europeia, que terá pontapé inicial às 15h45.

Com a mudança, o início do jogo na Argentina foi adiado para as 19h. Assim, os torcedores que viram de perto Dybala surgir e despontar como promessa de craque poderão acompanhar na íntegra a partida mais importante da carreira do garoto de 23 anos, mesmo que ela vá para a prorrogação ou para os pênaltis.

Natural de Laguna Larga, uma cidade com menos de 8 mil habitantes localizada a 55 km de Córdoba, o hoje astro da Juventus chegou às categorias de base do Instituto quando tinha dez anos e permaneceu no clube até 2011.

Apesar de ter feito apenas 40 jogos pelo Instituto e nunca ter saído da segunda divisão argentina, o atacante conseguiu colocar seu nome na história do clube.

É que sua venda para o Palermo (12 milhões de euros ou R$ 43,8 milhões, na cotação atual) foi a maior da história do time de Córdoba.

Antes de ir embora para a Europa, Dybala igualou a marca história de Mario Kempes, artilheiro da Copa do Mundo-1978 e outra das crias das categorias de base do clube. Ambos anotaram sete gols em suas primeiras dez partidas pelo Instituto quando tinham somente 17 anos de idade.

Neto de um refugiado polonês que encontrou abrigo na Argentina durante a 2ª Guerra Mundial, o atacante está na Juventus desde 2015. Na atual temporada, marcou 19 gols em 47 partidas e é o vice-artilheiro do time, atrás apenas de Gonzalo Higuaín, que empurrou 32 bolas para as redes.

Na Champions, Dybala foi decisivo no confronto com o Barcelona, pelas quartas de final. O argentino marcou duas vezes na vitória por 3 a 0 na partida de ida, em Turim, que encaminhou a classificação italiana para a semi.


Mais de Cidadãos do Mundo

Por onde andam os jogadores do último título da Juventus na Champions?
5 destaques da fase de grupos da Libertadores para seu time contratar
Buffon largou casamento para viver com apresentador esportiva de TV
7 aspirantes a craque para acompanhar de perto no Mundial sub-20


Por onde andam os jogadores do último título da Juventus na Champions?
Comentários Comente

Rafael Reis

Vinte e um ano atrás, a Juventus conseguiu o mesmo feito que espera atingir no próximo sábado: evitar que seu adversário conquiste pela segunda temporada consecutiva a Liga dos Campeões da Europa e, de quebra, levar para a casa a mais cobiçada taça do futebol mundial.

Se o rival desta semana é o Real Madrid, o do dia 22 de maio de 1996 era o Ajax, um timaço recheado por estrelas do porte de Van der Sar, Frank de Boer, Edgard Davids, Kwankwo Kanu e Patrick Kluivert.

O segundo título da Juventus na história da Champions foi decidido nos pênaltis, 4 a 2, depois de um empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação.

Conheça abaixo os paradeiros dos jogadores que ajudaram a Juve a se sagrar campeã europeia pela última vez… pelo menos, até sábado.

POR ONDE ANDA – JUVENTUS (1996)

Angelo Peruzzi (47 anos)Herói da decisão, defendeu os pênaltis cobrados por Davids e Silooy. Campeão mundial com a Itália em 2006, o ex-goleiro trabalhou na comissão técnica da seleção depois da aposentadoria dos gramados e também passou pela Sampdoria. Desde o meio do ano passado, é diretor de futebol da Lazio, último clube em que atuou profissionalmente.

Moreno Torricelli (47 anos)Lateral de pouco brilho, mas muita dedicação, deixou a Juventus dois anos após a conquista e jogou até 2005. Depois de trabalhar sem muito sucesso como treinador de equipes de divisões inferiores, Torricelli se dedica atualmente a escolinhas de futebol.

Pietro Vierchowood (58 anos)Veterano da conquista italiana na Copa-1982, o ex-zagueiro se despediu da Juventus justamente no confronto com o Ajax. Vierchowood ainda atuou no Milan e no Piacenza até se aposentar, em 2000. Como treinador, passou por Catania, na Fiorentina e na Triestina. Seu último trabalho foi em 2014, na Hungria, onde dirigiu durante quatro meses o lendário Honved.

Ciro Ferrara (50 anos)O ex-zagueiro que passou 11 anos vestindo a camisa da Juventus parecia ser até pouco tempo atrás um dos mais promissores técnicos da nova geração italiana. Assistente de Marcello Lippi na conquista da Copa-2006, Ferrara também fez bem um belo trabalho na seleção sub-21 da Itália e passou pelos bancos de Juve e Sampdoria. Mas sua carreira desandou e, em março, ele foi demitido do Wuhan Zall, da segunda divisão chinesa.

Gianluca Pessotto (46 anos)Apelidado de “Professor” pela torcida juventina, passou a maior parte da carreira em Turim. Em 2006, semanas depois de sua aposentadoria e em meio ao escândalo de corrupção que levou a Juve ao rebaixamento, sobreviveu a uma queda de 15 metros de altura, que foi classificada como tentativa de suicídio. Desde que se recuperou do incidente, Pessotto trabalha nas categorias de base do clube. Atualmente, é o diretor do setor de formação de jogadores.

Paulo Sousa (46 anos) – Integrante da geração de Luís Figo e Rui Costa, que recolocou Portugal no mapa do futebol mundial, o ex-volante é um treinador com carreira consolidada. Paulo Sousa já foi campeão como técnico na Hungria, em Israel e na Suíça. Desde 2015, dirige a Fiorentina, sua primeira experiência no banco de reservas no futebol italiano.

Antonio Conte (47 anos) – Um dos treinadores do momento no futebol europeu, acaba de ser campeão inglês pelo Chelsea e é o principal responsável pelo resgate do esquema com três zagueiros, outra vez na moda no Velho Continente. Jogou por 13 anos no meio-campo da Juventus e trabalhou durante três temporadas como técnico do clube, entre 2011 e 2014. Conte também dirigiu a seleção italiana na última Eurocopa.

Didier Deschamps (48 anos) – Companheiro de Conte na criação das jogadas da Juventus de 1996, o francês também dirigiu a “Velha Senhora” e tem feito sucesso como treinador. Deschamps é o comandante da França desde 2012 e foi vice-campeão europeu no ano passado. Antes, dirigiu Monaco, Olympique de Marselha e foi o comandante da Juve no retorno à Série A italiana, em 2007.

Fabrizio Ravanelli (48 anos) – Famoso pelos precoces cabelos grisalhos que exibia quando jogador, o autor do gol que abriu o placar da final da Liga dos Campeões trabalhou como comentarista de futebol na Itália, dirigiu equipes de base da Juventus e está desempregado desde 2013, quando fracassou como treinador do Ajaccio, da França.

Gianluca Vialli (52 anos) – O homem que levantou a segunda Champions da história da Juventus até tentou uma carreira como técnico. Em 1998/99, sua última temporada antes da aposentadoria, foi jogador-treinador do Chelsea e se tornou o primeiro italiano a dirigir um time na Premier League. Na sequência, dirigiu o Watford. Em meados dos anos 2000, mudou novamente de carreira. Vialli lançou um livro e se tornou comentarista de futebol da Sky Italia.

Alessandro del Piero (42 anos) – Um dos maiores ídolos da história da Juventus, era um garoto em início de carreira na final contra o Ajax. Aposentado desde 2014, dois anos depois de deixar o clube de Turim, Del Piero hoje disputa partidas de veteranos e trabalha como comentarista para a Sky Italia.

Vladimir Jugovic (47 anos) – Primeiro reserva usado por Marcello Lippi na final, substituiu Conte ainda antes do intervalo. O ex-meia, que fez parte de uma ótima geração da Iugoslávia nos anos 1990, hoje trabalha com prospecção de jovens jogadores e também é comentarista de TV.

Angelo di Livio (50 anos) – Meia da seleção italiana em duas Copas do Mundo (1998 e 2002), trabalhou nas categorias de base da Roma, clube onde iniciou a carreira, e é garoto-propaganda e embaixador de uma casa de apostas esportivas online austríaca.

Michele Padovano (50 anos) – Possivelmente o jogador menos conhecido entre todos os usados pela Juventus na decisão da Champions, o ex-atacante foi parar atrás das grades em 2006. Padovano foi condenado a oito anos de prisão por tráfico de drogas.

Marcello Lippi (69 anos) – O homem que levou a Juve ao título europeu foi também o comandante da Azzurra na conquista da Copa do Mundo de 2006. Lippi deixou a seleção italiana logo após o tetra, mas retornou dois anos depois e dirigiu a equipe na Copa-2010. Passou também pelo Guangzhou Evergrande, hoje nas mãos de Luiz Felipe Scolari, até ser contratado no ano passado para tentar levar a China ao Mundial da Rússia.


Mais de Cidadãos do Mundo

5 destaques da fase de grupos da Libertadores para seu time contratar
Por onde andam os jogadores do Real que impediu Mundial do Vasco em 1998?
Buffon largou casamento para viver com apresentador esportiva de TV
7 aspirantes a craque para acompanhar de perto no Mundial sub-20