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Miranda vê Brasil entre favoritos, mas quer encarar europeus para evoluir
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Rafael Reis

Dez vitórias nas últimas 12 partidas, primeira colocação nas eliminatórias sul-americanas e vaga para a Copa do Mundo com quatro rodadas de antecedência. Sob comando de Tite, a seleção brasileira recuperou o respeito do planeta e se tornou a principal favorita para a conquista do título na Rússia-2018. Certo?

Bem, não é isso que pensa Miranda. Titular absoluto da camisa amarela há três anos, o zagueiro da Inter de Milão admite que o Brasil voltou a figurar entre as principais seleções do planeta, mas diz também que o time ainda precisa melhorar para faturar o hexacampeonato mundial no próximo ano.

“Vejo um Brasil como um dos favoritos ao título. Mas ele está no mesmo nível de Itália, Alemanha, Argentina, todas essas seleções mais tradicionais, e também da Espanha. Nosso time é muito jovem, vamos jogar alguns amistosos para evoluir.”

Os amistosos a que Miranda se refere como um fator essencial para que o Brasil chegue à Rússia em condições de levantar a taça são os aguardados encontros contra seleções europeias.

A seleção não joga contra uma equipe do Velho Continente há dois anos e meio, desde a vitória por 3 a 1 sobre a França, em amistoso disputado em março de 2015. Desde a chegada de Tite, foram 11 jogos contra sul-americanos e um encontro com a Austrália.

A CBF já agendou dois amistosos para os próximos meses. Em novembro, o time brasileiro irá enfrentar o Japão. Em março de 2018, a adversária será a Alemanha, atual campeã mundial e algoz no 7 a 1 na semifinal da Copa-2014. Há ainda a expectativa de um confronto com França ou Inglaterra antes do fim deste ano.

“São adversários diferentes. As seleções europeias costumam ser taticamente melhores que as sul-americanas. Por isso, precisamos jogar contra algumas delas”, afirmou o zagueiro, que tem atuado ao lado de Marquinhos (Paris Saint-Germain).

O jogador de 33 anos ganhou um lugar na seleção com a reformulação da equipe feita por Dunga logo após o fiasco no último Mundial. Desde então, ele não saiu mais do time. Nem mesmo a temporada conturbada da Inter de Milão em 2016/17 ameaçou sua titularidade.

“Não temi perder espaço na seleção porque, mesmo com os altos e baixos do meu clube, eu consegui manter boas atuações. E, quando a equipe está mal, o zagueiro costuma aparecer mais, né?”

É por essas e outras que o ex-jogador de São Paulo e Atlético de Madri já conta as horas para disputar a primeira Copa de sua carreira. Mas sem achar que se tornou um intocável para Tite.

“Acredito que faço parte do elenco que vai para a Copa e me vejo na seleção que vai disputar o torneio. Só que estamos falando de seleção brasileira. Você precisa provar o tempo todo que é um dos melhores para continuar lá. O nosso país não para de produzir jogadores de qualidade”, completa.


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Quem é o maior fiasco brasileiro na temporada: Gabigol ou Ganso? Compare
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Rafael Reis

O primeiro era um garoto de 20 anos tratado como uma das maiores revelações do futebol brasileiro nos últimos anos, campeão olímpico e que vinha recebendo as primeiras oportunidades na seleção principal.

O segundo era um meia de 27 anos reconhecido como um dos jogadores mais técnicos e talentosos do país, que havia acabado de ser convocado para disputar a Copa América Centenário e parecia estar retornando aos melhores momentos do seu futebol.

Sete meses atrás, Gabigol e Ganso chegaram à Europa cercados de expectativa para a primeira experiência internacional de suas carreiras.

E hoje, relegados a meros figurantes dos elencos de Inter de Milão e Sevilla, respectivamente, só disputam um triste posto. Afinal, qual dos dois é a maior decepção do futebol brasileiro na atual temporada europeia?

Para te ajudar a dar uma opinião mais embasada sobre essa triste disputa, comparamos abaixo algumas marcas de Gabigol e Ganso na temporada de estreia no futebol europeu:

OPORTUNIDADES:

Gabigol ficou 16 minutos em campo na quarta partida da Inter de Milão após sua chegada, depois passou quase três meses sem atuar e voltou a receber chances nas últimas semanas. No total, disputou oito partidas pelo clube italiano, mas só uma como titular, o que explica só ter 153 minutos de futebol na Itália.

Ganso era peça importante para Jorge Sampaoli no começo da temporada e foi titular em três dos primeiros sete jogos do Sevilla em 2016/17. No entanto, está sem jogar desde 4 de janeiro e chegou a emendar oito partidas consecutivas sem sequer ficar no banco de reservas. O meia tem 12 partidas e 644 minutos de bola na temporada.

DESEMPENHO:

Apesar de ter sido pouco utilizado, Gabigol já foi decisivo para uma vitória da Inter. Seu único gol pelo clube de Milão foi o da vitória por 1 a 0 sobre o Bologna, na 25ª rodada do Campeonato Italiano. Até hoje, o ex-santista não deu nenhuma assistência para seus companheiro.

Ganso também só marcou um gol na Europa até o momento, mas ele teve pouca importância: foi o primeiro do 9 a 1 sobre o modestíssimo Formentera, da quarta divisão espanhola, em jogo válido pela Copa do Rei. Na mesma partida, o meia deu um dos seus três passes para gol na temporada –também distribuiu uma assistência no jogo de ida do mesmo mata-mata e na vitória por 2 a 1 sobre o Alavés, na sétima rodada do Espanhol.

ADVERSÁRIOS:

Gabigol tem um tarefa inglória se quiser jogar como centroavante na Inter: desbancar o argentino Mauro Icardi, capitão e principal jogador da equipe italiana. Pelos lados do campo, seus principais adversários são Antonio Candreva e Éder, jogadores da seleção italiana, e Ivan Perisic, um dos destaques da Croácia na última Eurocopa.

Ao longo de sua primeira temporada no Sevilla, Ganso rodou por praticamente todas as funções do meio-campo. Ou seja, todo meia do clube espanhol é um potencial rival por vaga entre os titulares. Os homens mais utilizados por Sampaoli nesse setor do campo são os volantes Iborra, N’Zonzi e Kranevitter e os ofensivos Vitolo, Nasri, Sarabia e Franco Vázquez.

PREÇO:

Gabigol custou 29,5 milhões de euros (R$ 98 milhões). Foi o segundo maior investimento da Inter de Milão para a temporada e uma das cinco maiores vendas para o exterior da história dos clubes brasileiros.

Até por ser mais velho, Ganso não custou tanto quanto o atacante. O ex-jogador do São Paulo foi contratado por 9,5 milhões de euros (R$ 31,6 milhões) e protagonizou a terceira contratação mais cara do Sevilla para a temporada.

PERSPECTIVAS FUTURAS:

A juventude e o contrato por mais três temporadas dão a Gabigol tempo de sobra para se recuperar e explodir no futebol italiano. Ainda que a Inter opte por emprestar o jogador para que ele adquira mais experiência internacional, a projeção alcançada pelo atacante durante o período no Santos deve ser suficiente para levá-lo a um time competitivo.

Ganso também tem contrato até 2021, mas possui idade e mercado menos favoráveis para desabrochar na Europa. Com uma carreira errática e dificuldade para colocar em prática todo o talento que possui, o meia dificilmente conseguiria um outro clube de primeiro escalão para defender no Velho Continente. Já no Brasil, as portas estão abertíssimas para recebê-lo de volta.


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Gabigol precisou de menos tempo que G. Jesus para fazer 1º gol na Europa
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Rafael Reis

Gabigol demorou seis meses para marcar pela primeira vez em uma partida oficial com a Inter de Milão. Parece muito tempo, certo? Mas não é bem assim.

Por mais incrível que possa parecer, o ex-atacante do Santos necessitou de menos minutos dentro campo que Gabriel Jesus para marcar seu primeiro gol no futebol europeu.

O gol da vitória por 1 a 0 contra o Bologna, no último domingo, o primeiro de Gabigol na Itália, foi anotado no 130º minuto do jogador com a camisa da Itália.

Já Gabriel Jesus, que tem tido um início tratado como fenomenal no Manchester City, marcou pela primeira vez na Inglaterra em seu 137º minuto de atuação.

A diferença é que, enquanto o ex-palmeirense recebeu muitas e boas oportunidades desde sua chegada a Manchester, o ex-santista passou seu primeiro semestre em Milão ganhando minutos à conta-gotas.

A partida contra a Bologna foi a sétima de Gabigol em seis meses na Inter. E em apenas uma delas, contra o mesmo adversário, mas na Copa Itália, ele jogou por mais de 20 minutos –foi também seu único jogo como titular.

Jesus, em contrapartida, chegou chegando na Inglaterra. Anexado ao elenco do City em janeiro, foi utilizado por Guardiola já no primeiro jogo em que ficou no banco, contra o Tottenham, e estreou como titular na segunda partida que disputou –ante o Crystal Palace, pela Copa da Inglaterra.

Seu primeiro gol no City saiu na terceira partida, a goleada por 4 a 0 sobre o West Ham, no início do mês. Na ocasião, o camisa 9 da seleção começou jogando e permaneceu no gramado durante os 90 minutos.

O início de Gabigol na Itália foi repleto de turbulências. Contratado por 29,5 milhões de euros (R$ 97,3 milhões) a pedido do técnico Roberto Mancini, o brasileiro chegou à Inter quando o clube já havia mudado de treinador.

Com Frank de Boer no banco de reservas, o brasileiro não foi inscrito na Liga Europa e praticamente não foi utilizado. Sua situação só melhorou um pouco depois de uma nova mudança no comando do time –a troca do holandês por Stefano Pioli, em novembro.

Atualmente, Gabigol é uma espécie de terceira opção para o ataque do clube italiano. O capitão Mauro Icardi é o titular absoluto da posição, e o argentino Rodrigo Palacio, o reserva mais utilizado.


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Para não perder Milan e Inter, San Siro pode virar “dois estádios”
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Rafael Reis

Milan e Inter de Milão se enfrentam neste domingo pela 13ª rodada do Campeonato Italiano. Como sempre acontece há quase 70 anos, o clássico será disputado no estádio Giuseppe Meazza, o San Siro.

Mas, pode ser que em breve o Dérbi dela Madonnina mude de endereço.

Os dois clubes têm planos de construir estádios próprios e deixar de lado a arena pública que hoje eles chamam de casa.

San Siro

Só que para não perder seus rentáveis inquilinos e ver o San Siro se transformar em um elefante branco, a prefeitura de Milão planeja realizar mudanças estruturais em um dos mais importantes centros esportivos da Itália.

A ideia apresentada pelo prefeito Giuseppe Sala é bastante radical: fazer do Giuseppe Meazza praticamente dois estádios diferentes, um para quando o Milan joga em casa, e outro para as partidas da Inter de Milão como mandante.

“O que não funciona é apenas mudar a decoração semana após semana, dependendo de qual time joga lá. O estádio precisa ser dividido, ter duas entradas separadas, dois espaços para camarotes, duas salas de imprensa”, disse o político, ao “Sky Sports”.

O objetivo de Sala é permitir que Milan e Inter possam ganhar dinheiro com a venda de espaços para eventos corporativos e aluguéis de camarotes mesmo atuando em um estádio que não lhes pertence.

É justamente o potencial de faturamento de uma casa própria, exposta para a Itália toda desde que a Juventus inaugurou sua arena, em 2011, que motiva os dois clubes a sonharem com um novo estádio.

O Milan chegou a alugar um terreno próximo da sede do clube e apresentou à imprensa no ano passado a maquete de uma arena para 48 mil pessoas. O preço da obra, aproximadamente 350 milhões de euros (quase R$ 1,3 bilhão), deu uma esfriada no andamento do projeto.

Já a Inter, apesar de falar sobre uma possível mudança de ares há mais tempo que o rival, ainda não apresentou nenhuma ideia concreta de novo estádio. O problema, claro, é o dinheiro.

“Sou pessimista em relação às chances de um outro estádio na cidade. É claro que San Siro precisa de injeção de algum dinheiro, mas não tanto quanto o necessário para a construção de uma outra arena”, completou o prefeito de Milão.


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“Melhor ataque do mundo” e Gabigol: 3 jogos imperdíveis do fim de semana
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Rafael Reis

Se você ainda não tem planos para os próximos dias, deixe-me ajudar.

A cada sexta-feira, o “Blog do Rafael Reis” publica um miniguia com as três partidas mais imperdíveis do fim de semana para você se programar e não deixar nada de interessante escapar.

Os destaques entre hoje e domingo ficam por conta de mais uma apresentação do “melhor ataque do mundo”, de um clássico na Inglaterra e da possível estreia de Gabigol na Inter de Milão.

BORUSSIA DORTMUND X FREIBURG
Sexta-feira, 15h30 (Brasília)
ESPN Brasil
5ª rodada do Campeonato Alemão
Dortmund
O Borussia Dortmund apresentou nos últimos dez dias 17 motivos para que você acompanhe a partida contra o Freiburg. Foi esse o número de gols marcados pelo time aurinegro em suas três últimas apresentações, ante Legia Varsóvia, Darmstadt e Wolfsburg. O confronto desta sexta-feira vale ao “melhor ataque do mundo” na atualidade a chance de alcançar o Bayern de Munique na liderança do Campeonato Alemão.

ARSENAL X CHELSEA
Sábado, 13h30 (Brasília)
ESPN +
6ª rodada do Campeonato Inglês
Arsenal
Com inícios de temporada bastante oscilantes, Arsenal e Chelsea se encontram neste sábado para definir qual dos dois rivais deve terminar a sexta rodada da Premier League dentro da zona de classificação para a Liga dos Campeões. Os dois times obtiveram vitórias expressivas no meio da semana, pela Copa da Liga. Enquanto os Gunners aplicaram 4 a 0 no Nottingham Forest, os Blues bateram de virada o Leicester, atual campeão inglês.

INTER DE MILÃO X BOLOGNA
Domingo, 10h (Brasília)
Fox Sports 2
6ª rodada do Campeonato Italiano
Gabriel
Atacante da seleção brasileira na inédita conquista da medalha de ouro olímpica, Gabriel tem boas chances de estrear no futebol europeu neste fim de semana. Reserva na partida contra o Empoli, na quarta, o ex-atacante do Santos pode ganhar seus primeiros minutos pela Inter contra o Bologna, em um confronto perante a torcida da equipe de Milão, no Giuseppe Meazza.


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Como Mourinho dominou “vestiário maluco” com Materazzi, Balotelli e Lúcio
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Rafael Reis

Se você acha que José Mourinho vai sofrer para lidar com o famoso egocentrismo de Zlatan Ibrahimovic e tem tudo para naufragar no mar de vaidades do Manchester United, é melhor olhar para o passado do treinador português.

Na temporada 2009/10, o Special One provocou surpresa na Europa ao conquistar a Liga dos Campeões com uma Inter de Milão que tinha um vestiário digamos nada tranquilo.

O brasileiro Lúcio, o zagueiro Marco Materazzi e os atacantes Samuel Eto’o e Mario Balotelli, todos conhecidos por não serem figuras das mais fáceis de se lidar, faziam parte do elenco domado por Mourinho.

Mourinho

“Nunca se pensou que o Eto’o poderia trabalhar com o Mourinho depois dos atritos que eles tiveram quando o camaronês jogava no Barcelona. Mas ele não só trabalhou como se sacrificou nas semifinais”, disse o jornalista Luís Aguilar, autor do livro “Mourinho Rockstar”.

A partida citada pelo biógrafo foi o segundo jogo do confronto com o Barcelona por vaga na decisão da Liga dos Campeões. Com a vantagem de ter vencido o jogo de ida por 3 a 1, Mourinho armou um ferrolho histórico e colocou o atacante camaronês para jogar praticamente como um lateral.

A estratégia deu certo. Os italianos perderam por apenas 1 a 0 e avançaram para a final, na qual derrotariam o Bayern de Munique.

“Eram muitas personalidades fortes naquele elenco. A grande vitória do Mouinho foi relegar ao banco de reservas o Materazzi e não tê-lo como inimigo. Pelo contrário, o italiano virou uma voz a defender o treinador. Ao manter uma boa relação com ele, Mourinho ganhou o respeito do vestiário”, afirmou Aguilar.

De acordo com o jornalista, a idade elevada dos jogadores da Inter também contribuiu para que o trabalho do português em conter a fogueira de vaidades do time desse certo. Na época, Eto’o já tinha 29 anos, Lúcio, 32, e Materazzi, 36.

“Eles começaram a perceber que se não ganhassem daquela vez, não teriam outra oportunidade para fazê-lo. Eram sim jogadores de personalidade forte, mas não garotos mimados.”

É por isso que, na visão de Aguilar, o único dos jogadores mais difíceis de lidar da Inter na temporada 2009/10 que Mourinho não conseguiu controlar totalmente foi o mais jovem deles.

“Houve um jogo da Champions, contra o Rubin Kazan, e ele não tinha os atacantes titulares à disposição. Então, escalou o Balotelli [então com 18 anos], que levou o amarelo no fim do primeiro tempo. O Mourinho passou dez minutos do intervalo pedindo para ele não ser expulso. No primeiro minuto do segundo tempo, ele recebeu o vermelho.”

Um dos jogadores conhecidos por ser de relacionamento difícil naquele elenco, o zagueiro brasileiro Lúcio confirmou que o grupo campeão europeu pela Inter adorava Mourinho e o aceitava muito bem.

“Éramos muito unidos. Um dia, chegamos ao vestiário e o Mourinho havia colocado uma placa bem grande na entrada com a frase “contra tudo e contra todos”. Essa foi uma ação dele que nos motivou demais”, contou.


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