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Só craques? 7 jogadores da Copa que atuam em times de 2ª divisão
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Rafael Reis

Principal competição de futebol do planeta, a Copa é o espaço onde a elite da modalidade se reúne para disputar o cobiçado posto de melhor seleção do mundo.

Mas, dentre os 736 jogadores que estão na Rússia-2018, nem todos fazem realmente parte do primeiro escalão do futebol mundial. Há aqueles que atuam em ligas de pouca expressão, como a finlandesa, a romena ou a paraguaia. E também os que até jogam em países importantes, mas não na primeira divisão.

Apresentamos abaixo sete jogadores da Copa que disputaram torneios de segunda divisão na última temporada. A maior parte deles joga na Inglaterra, que possui a Série B mais qualificada do planeta.

TIM CAHILL
Atacante
38 anos
Millwall (ING)
Austrália

Lenda do futebol australiano, o atacante que joga sua quarta edição de Copa do Mundo já está longe do primeiro escalão da bola há algum tempo. Depois de aventurar nos EUA, na China e de jogar durante um ano e meio na liga australiana, Cahill retornou em janeiro para o Milwall, clube da segunda divisão inglesa onde estreou como profissional. A passagem, no entanto, só durou dez jogos.

HENRIK DALSGAARD
Lateral direito
28 anos
Brentford (ING)
Dinamarca

O titular da lateral direita da seleção dinamarquesa tem uma carreira bastante modesta. Ele passou os primeiros oito anos como profissional jogando na liga local, disputou uma temporada na Bélgica e, desde o ano passado, é atleta do Brentford, equipe que terminou a segunda divisão inglesa na nona colocação e nem participou dos playoffs de acesso à Premier League.

ALEKSANDAR MITROVIC
Atacante
23 anos
Fulham (ING)
Sérvia

O centroavante da última adversária do Brasil na fase de grupos da Copa é mais integrante da legião de jogadores da Rússia-2018 que participou da última edição da segundona da Inglaterra. Com 12 gols em 17 partidas, Mitrovic foi um dos destaques da campanha do acesso do Fulham e deve retornar para o Newcastle, dono dos seus direitos econômicos, depois do Mundial.

KAMIL GROSICKI
Meia-atacante
30 anos
Hull City (ING)
Polônia

Veterano das duas últimas Eurocopas, Grosicki deve começar a Copa como titular da faixa esquerda do meio-campo polonês apesar de não estar vivendo os melhores dias de sua carreira. Ex-Rennes, Grosicki foi o grande reforço do Hull City para a disputa da segunda divisão inglesa na última temporada. E, apesar de ter marcado nove gols e distribuído seis assistências, não conseguiu fazer sua equipe ir além da 18ª colocação.

AHMED ELMOHAMADY
Lateral direito
30 anos
Aston Villa (ING)
Egito

O lateral direito da seleção egípcia jogou durante vários anos na Premier League e até chegou a ter algumas temporadas de sucesso pelo Sunderland. No entanto, sua vida nos últimos meses foi tentar fazer com que o tradicional Aston Villa retornasse à elite inglesa. O objetivo ficou perto de ser atingido. O clube de Birmingham foi até a final dos playoffs do acesso, mas acabou derrotado pelo Fulham.

ROMAIN SAISS
Zagueiro
28 anos
Wolverhampton (ING)
Marrocos

O que não falta na Copa do Mundo são jogadores que disputaram a segunda divisão inglesa na última temporada. Mas, no caso do zagueiro titular da seleção marroquina, ir para a Premier League é apenas uma questão de tempo. Saiss foi peça importante na conquista do título da Championship pelo Wolverhampton e deve permanecer no clube para atuar na elite em 2018/19.

GENKI HARAGUCHI
Meia
27 anos
Fortuna Düsseldorf (ALE)
Japão

O meio-campista da seleção japonesa até começou a temporada atuando por um time da primeira divisão da Alemanha. Mas, sem muitas oportunidades no Hertha Berlim, acabou emprestado ao Fortuna Düsseldorf e foi importante na promoção do time para a Bundesliga. Haraguchi se deu tão bem que já foi contratado por uma nova equipe. Depois da Copa, ele se apresenta ao Hannover.


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Por que a camisa da Croácia sempre é quadriculada?
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Rafael Reis

A camisa quadriculada em vermelho e branco é inconfundível. Mesmo de longe, é fácil perceber que a Croácia é a seleção que está em campo.

Mas por que a equipe de Luka Modric, Ivan Rakitic e Mario Mandzukic, que estreia neste sábado na Copa do Mundo-2018, contra a Nigéria, em Kaliningrado, veste um uniforme tão diferente?

O xadrez é um símbolo nacional dos croatas. Ele está presente na bandeira e no brasão das forças armadas do país. E sempre nas mesmas cores do uniforme número 1 da equipe do técnico Zlatko Dalic: vermelho e branco.

Escavações realizadas em Innsbruck, na Áustria, chegaram a encontrar artefatos do século XV com o brasão croata.

Só que ninguém sabe ao certo o motivo desse povo adotar o quadriculado como uma peça essencial da sua identidade nacional.

O que existem são teorias. A mais conhecida delas afirma que o desenho é uma forma de retratar as duas principais etnias que compõem o país, os croatas brancos e os croatas vermelhos.

Há também quem defenda que a origem do povo croata está no território do atual Irã e que as bandeiras quadriculadas foram adotadas como uma forma de identificação de quem fazia parte da tribo durante a viagem rumo à Europa.

Por fim, existe até uma lenda que diz que o xadrez foi adotado como símbolo nacional da Croácia dois séculos atrás, depois que o rei Stejpan Drzislav vencer uma partida do jogo de mesmo nome contra um monarca da região onde hoje fica a Itália.

Independente da origem, o quadriculado é o padrão do uniforme da Croácia desde que o país se separou da Iugoslávia, em 1991, e fundou sua própria seleção.

A versão atual da camisa croata traz o xadrez em vermelho apenas na parte da frente. As costas do uniforme são quase que inteiramente brancas (apenas a gola e as mangas são vermelhas).

A Copa-2018 é o quarto Mundial da história da Croácia. A melhor participação aconteceu logo na estreia, em 1998, quando a equipe foi terceira colocada. Quatro anos atrás, a eliminação veio ainda na primeira fase.

Além de croatas e nigerianos, o Grupo D conta ainda com Argentina e Islândia.


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Amizade da base do Flamengo chega à Copa via seleção espanhola
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Rafael Reis

Thiago Alcântara e Rodrigo Moreno se conhecem há 17 anos. São tão íntimos que se consideram primos. Já jogaram juntos nas quadras de um colégio no Rio de Janeiro, na escolinha de futebol do Flamengo, em seleções espanholas das mais diferentes categorias e, claro, em muitas peladas seguidas por churrasco.

A partir desta sexta-feira, a dupla de amigos de infância estará reunida mais uma vez. E no maior desafio de suas carreiras: defender a Espanha na Copa do Mundo-2018.

Os dois são filhos de ex-jogadores brasileiros que fizeram sucesso durante as décadas de 1980 e 1990.

Thiago, meia do Bayern de Munique, é o primogênito de Mazinho, ex-volante de Vasco e Palmeiras, além tetracampeão mundial em 1994. Já Rodrigo, atacante do Valencia, é herdeiro de Adalberto, ex-lateral esquerdo do Flamengo, que teve de encerrar a carreira aos 25 anos devido a problemas físicos.

A dupla, que enfrenta Portugal, a partir das 15h (de Brasília), em Sochi, pela primeira rodada do Grupo B, encontrou-se pela primeira vez em 2001, quando ambos tinham dez anos e estudavam juntos no Rio.

Adalberto foi assistir a um jogo do filho na escola e se encantou com um menininho que falava espanhol em quadra. Dias depois, descobriu que aquele garoto era filho de Mazinho, um velho conhecido dos tempos em que ambos eram jogadores profissionais.

O encontro fez com que as duas famílias se aproximassem e virassem quase que uma só. Rodrigo e Thiago entraram juntos na base do Flamengo e depois se mudaram para a Espanha, quando seus pais decidiram virar sócios em um empreendimento na Europa.

Lá, cada um seguiu seu rumo. Thiago ingressou na celebrada base do Barcelona e permaneceu por lá até ser vendido ao Bayern, em 2013. Rodrigo jogou no Celta, foi para o Real Madrid, passou por Benfica e Bolton até desembarcar no Valencia, quatro anos atrás.

Os amigos de infância passaram então a só se encontrar dentro de campo pela seleção. Apesar de terem cidadania brasileira (e italiana, no caso de Thiago), ambos escolheram cedo que defenderiam a Espanha. E juntos foram vice-campeões europeus sub-19 e conquistaram o título continental sub-21.

Thiago chegou antes à seleção principal. Em 2011, aos 20 anos, já participou de um amistoso contra a Itália. O meia só não foi para a Copa-2014 devido a uma lesão no joelho. A primeira convocação de Rodrigo veio logo depois do Mundial do Brasil, para enfrentar Eslováquia e Luxemburgo.

O filho de Mazinho começou jogando nos dois amistosos pré-Mundial da Espanha. Já o de Adalberto foi titular na vitória por 1 a 0 sobre a Tunísia e saiu do banco no empate por 1 a 1 com a Suíça.

Mas o que importa para eles é que ambos estão pela primeira vez em uma Copa do Mundo. Juntos, como sempre fizeram questão de estar nos últimos 17 anos.


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De Pelé a Marcelo (contra): quem marcou o 1º gol de cada Copa do Mundo?
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Rafael Reis

Quem vai marcar o primeiro gol da Copa do Mundo-2018? Os amantes do bom futebol esperam que ele saia dos pés (ou da cabeça) de um jogador de Rússia ou Arábia Saudita, seleções que se enfrentam nesta quinta-feira, em Moscou, no jogo de abertura da competição.

Mas, nem sempre, isso acontece. Entre 1966 e 1978, a primeira partida do Mundial terminou com o placar zerado. Ou seja, foram quatro edições consecutivas tendo de esperar mais de 90 minutos para ver uma bola balançar as redes.

Só que o último 0 a 0 em abertura de Copa já faz 40 anos. Foi justamente em 1978. A Alemanha Ocidental, então campeã mundial, empacou na Polônia.

O primeiro gol da história da competição mais importante do futebol no planeta foi marcado no dia 13 de junho de 1930, quando ainda não havia esse conceito de jogo de abertura.

França x México e Estados Unidos x Bélgica jogaram simultaneamente, cada um em um canto de Montevidéu (Uruguai). Por muito, imaginou-se que o norte-americano Bart McGhee havia sido o responsável pela abertura de placar nos Mundiais.

Foi só em 1970 que a Fifa reconheceu que o verdadeiro autor do primeiro gol de uma Copa do Mundo não era McGhee, mas sim o francês Lucien Laurent, que havia marcado minutos antes do jogador dos EUA.

Ao longo da história, jogadores de 12 nacionalidades diferentes já marcaram o primeiro gol de uma edição de Mundial.

Alemanha e Brasil são os recordistas nesse feito. Quatro Copas já tiveram suas contagens de gol abertas por alemães (1938, 1974, 1994 e 2006) e outras quatro tiveram as redes inauguradas por brasileiros (1950, 1966, 1998 e 2014).

Foi de um brasileiro, inclusive, o único gol contra que abriu o placar de um Mundial. Quatro anos atrás, Marcelo falhou na tentativa de cortar um cruzamento da Croácia e acabou anotando seu nome na história da competição… mas não do jeito que ele queria.

E, desta vez, quem vai marcar o primeiro gol da Copa do Mundo?

CONHEÇA O AUTOR DO 1º GOL DE CADA COPA

1930 – Lucien Laurent (FRA)
França 4 x 1 México

1934 – Ernesto Belis (ARG)
Suécia 3 x 2 Argentina

1938 – Jupp Gauchel (ALE)
Suíça 1 x 1 Alemanha

1950 – Ademir de Menezes (BRA)
Brasil 4 x 0 México

1954 – Milos Milutinovic (SER)
Sérvia 1 x 0 França

1958 – Tore Klas Simonsson (SUE)
Suécia 3 x 0 México

1962 – Héctor Facundo (ARG)
Argentina 1 x 0 Bulgária

1966 – Pelé (BRA)
Brasil 2 x 0 Bulgária

1970 – Dinko Dermendzbiev (BUL)
Peru 3 x 2 Bulgária

1974 – Paul Breitner (ALE)
Alemanha Ocidental 1 x 0 Chile

1978 – Bernard Lacombe (FRA)
Itália 2 x 1 França

1982 – Erwin Vandenbergh (BEL)
Argentina 0 x 1 Bélgica

1986 – Alessandro Altobelli (ITA)
Bulgária 1 x 1 Itália

1990 – François Omam-Biyik (CAM)
Argentina 0 x 1 Camarões

1994 – Jürgen Klinsmann (ALE)
Alemanha 1 x 0 Bolívia

1998 – César Sampaio (BRA)
Brasil 2 x 1 Escócia

2002 – Papa Bouba Diop (SEN)
França 0 x 1 Senegal

2006 – Philipp Lahm (ALE)
Alemanha 4 x 2 Costa Rica

2010 – Lawrence Tshabalala (AFS)
África do Sul 1 x 1 México

2014 – Marcelo (BRA), contra
Brasil 3 x 1 Croácia


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Envelhecida, Rússia recebe a Copa com seleção “soviética”
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Rafael Reis

O zagueiro Sergei Ignashevich tinha 12 anos, estava completamente alfabetizado e já possuia alguma noção de política quando o país onde nasceu e viveu durante toda a infância chegou ao fim.

Assim como o veterano defensor do CSKA Moscou, outros 16 jogadores da seleção anfitriã da Copa do Mundo-2018 não foram registrados como russos quando vieram ao mundo.

Todos eles, com exceção do lateral direito Mário Fernandes, brasileiro de nascimento e naturalizado há apenas dois anos, são remanescentes da antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).

Apesar de a antiga potência dos tempos de Guerra Fria ter sido dissolvida oficialmente há quase 27 anos, no dia 25 de dezembro de 1991, para dar lugar a 15 países independentes, os soviéticos ainda são maioria na seleção que abre a Copa contra a Arábia Saudita, nesta quinta-feira, no estádio Luzhniki, em Moscou.

Prova de como o técnico Stanislav Cherchesov falhou na missão de levar à Copa um grupo rejuvenescido, cheio de gente nova e alheio às marcas dos insucessos recentes do país –parou na fase de grupos do Mundial-2014 e nas Euros-2012 e 2016.

No lugar de renovação, a Rússia chegou a 2018 com os mesmos envelhecidos rostos de sempre. Ignashevich já tem 38 anos. Aleksandr Samedov, 33. O goleiro Igor Akinfeev, 32. E há ainda os trintões Vladimir Gabulov. Fyodor Kudryashov e Vladimir Granat.

As caras realmente novas são poucas e podem ser contadas nos dedos das mãos. O meia Aleksandr Golovin, 22, maior revelação do CSKA nos últimos tempos, e os irmãos gêmeos Anton e Aleksei Miranchuk, 22, campeões nacionais pelo Lokomotiv Moscou nesta temporada.

O trio faz parte do pequeno grupo de jogadores da seleção anfitriã que são genuinamente russos. Para eles, URSS, comunismo e Guerra Fria contra os EUA foram apenas conteúdo das aulas de história e lembranças de infância dos companheiros de time.

Além de Rússia e Arábia Saudita, Egito e Uruguai também fazem parte do Grupo A da Copa do Mundo. A competição começa nesta quinta e terá a final disputada no dia 15 de julho, novamente em Moscou.


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Novo comandante da Espanha, Hierro tem 1 ano de carreira como técnico
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Rafael Reis

Quarenta e três partidas, com 17 vitórias, dez empates e 16 derrotas. É esse o resumo da ínfima carreira como treinador do comandante da seleção espanhola na Copa-2018, Fernando Hierro.

Anunciado a dois dias da estreia no Mundial da Rússia, contra Portugal, na sexta-feira, o ex-zagueiro do Real Madrid passou apenas um dos seus 50 anos de vida trabalhando como técnico. E não deu tão certo assim.

Hierro dirigiu o Oviedo na segunda divisão espanhola durante a temporada 2016/17. Sob seu comando, a equipe terminou na oitava posição e ficou a dois pontos de participar dos playoffs que definiram o acesso para a elite.

O ano do agora técnico da Espanha à frente da Asturias ficou marcado por alguns resultados decepcionantes, como a goleada por 5 a 1 sofrida contra o Alcorcón e um 4 a 0 aplicado pelo Huesca.

A passagem do ex-zagueiro pelo clube incluiu ainda uma sequência de sete jogos sem vencer, logo na reta final da temporada, ou seja, no momento da decisão dos promovidos para a primeira divisão.

Se o substituto de Julen Lopetegui no comando da Espanha não tem muito do que se vangloriar da sua trajetória como técnico, o que ele fez dentro de campo e como cartola é digno de vastos elogios.

Hierro defendeu a camisa do Real Madrid durante 14 temporadas e conquistou três títulos de Liga dos Campeões da Europa. Pela Espanha, foram 89 partidas e quatro participações em Copas do Mundo.

Apesar de ser um jogador de defesa, chegou a ser o maior artilheiro da história da seleção graças ao fato de ter sido um exímio cobrador de faltas e pênaltis. Ainda hoje, é o quinto maior goleador da Fúria, com 29 bolas nas redes.

Depois da aposentadoria, em 2005, pelo Bolton, Hierro fez sucesso como dirigente. Era ele o diretor esportivo da seleção espanhola entre 2007 e 2011, período em que a equipe se consolidou entre as maiores forças do planeta ao faturar uma Euro (2008) e uma Copa (2010).

Após a vitoriosa passagem pela seleção, foi chamado para encabeçar o projeto de transformar o Málaga em uma potencial nacional (e até continental). Permaneceu no clube durante apenas uma temporada, mas conseguiu classifica-lo para a disputa da Champions.

Hierro ainda trabalhou como assistente técnico de Carlo Ancelotti entre 2014 e 2015, período em que Zinédine Zidane dirigia o Castilla, antes de tentar um voo solo como treinador. E se dar mal.

Com a experiência mal sucedida no Oviedo, o ex-zagueiro retornou às origens e foi recontratado em novembro passado pela Real Federação Espanhola de Futebol. A ideia era ter o mesmo cargo da passagem anterior, algo semelhante ao papel que Edu Gaspar desempenha no Brasil.

A surpreendente demissão de Lopetegui, a um dia da abertura da Copa e dois da estreia espanhola, alterou todo esse plano. Agora, a campeã mundial de 2010 vai ter de se virar na Rússia-2018 com um técnico que não tem nem 50 jogos de experiência na função.


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Como políticas de Putin minaram chances da Rússia na Copa-2018
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Rafael Reis

Apenas uma vitória nos últimos dez jogos disputados, uma vergonhosa 70ª colocação no ranking da Fifa e a nada empolgante sensação de que já estará no lucro caso consiga sobreviver à primeira fase.

Definitivamente, não é assim que o torcedor russo imaginava que sua seleção chegaria à Copa do Mundo-2018 quando descobriu que seu país seria anfitrião da competição.

Oito anos atrás, quando a Fifa anunciou as sedes dos torneios de 2018 e 2022, os planos da Rússia eram ousados. Conquistar o título inédito podia ser mais um sonho que um objetivo. Mas alcançar as semifinais era tratado como uma meta bastante alcançável.

A promessa do presidente Vladimir Putin é de que haveria dinheiro de sobre para o desenvolvimento da seleção. E isso incluía a contratação de um técnico de primeiro escalão (o italiano Fabio Capello) e o fortalecimento da liga local com reforços de alto nível que ajudariam na evolução dos atletas russos.

Mas, então, o que deu errado? Por que a Rússia abre a Copa-2018 nesta quinta-feira, contra a Arábia Saudita, em Moscou, temendo protagonizar um vexame histórico?

A resposta é: faltou dinheiro. A diminuição nos preços do petróleo e do gás natural, produtos essenciais de exportação para a balança comercial russa, e a posição geopolítica agressiva adotada por Putin deixaram o país sem grana suficiente para investir no projeto da seleção.

De acordo com dados da Sipri, uma agência sueca especializada em segurança global, o governo russo ampliou em 87% os gastos militares na última década. Além disso, envolveu-se em pelo menos dois conflitos armados: a Crise da Crimeia, contra a Ucrânia, em 2014, e a luta na Síria.

O conflito com o país vizinho, o apoio ao presidente sírio, Bashar al Assad, e algumas outras intervenções geopolíticas polêmicas, como a influência nas eleições norte-americanas que elegeram Donald Trump e a acusação de envenenamento de um ex-espião que vivia na Inglaterra, fizeram a Rússia sofrer uma série de sanções econômicas do Ocidente.

E quem acabou pagando a conta do crescimento nos gastos militares e da redução do comércio russo com o exterior (que atinge não só o governo, mas também os empresários) foi o futebol.

Para começar, faltou dinheiro para bancar Capello. O treinador italiano, ex-Milan, Juventus e Real Madrid, deixou o cargo em 2015. Seu substituto, Stanislav Cherchesov, ganha o equivalente a 27% do salário do antecessor.

Além disso, as contratações que ampliariam o nível do futebol russo ficaram bem aquém do esperado. Basta olhar as convocações da Copa-2018. O único jogador de uma seleção de primeiro escalão que atua na Rússia é o meia português Manuel Fernandes, do Lokomotiv Moscou.

Os resultados internacionais dos clubes do país anfitrião do Mundial também não são nada animadores. Nos últimos cinco anos, só o Zenit São Petersburgo conseguiu passar pela fase de grupos da Champions e, nas duas oportunidades, caiu já nas oitavas de final.

Os recentes insucessos da seleção russa e a falta de esperança com uma boa campanha na Copa-2018 são apenas o reflexo desse cenário de promessas não cumpridas e ambição geopolítica.


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Mais velha da história, Copa se enche de “tiozões” e tem até quarentão
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Rafael Reis

Goleiro e capitão da seleção do Egito, Essam El-Hadary deve escrever seu nome na história das Copas nesta sexta-feira. Se entrar em campo contra o Uruguai, em Ekaterimburgo, ele se tornará o jogador mais velho a disputar uma partida da competição mais importante do futebol mundial.

El-Hadary terá 45 anos e seis meses no dia da estreia egípcia, dois anos e meio a mais que o também goleiro Faryd Mondragón, da Colômbia, que atuou no Mundial com 43 anos e três dias.

A quebra do recorde não chega a ser uma surpresa. Afinal, a Copa-2018 é “a mais velha de todos dos tempos”.

De acordo com dados disponibilizados pela Fifa, a média da idade dos 736 jogadores convocados para disputar o Mundial da Rússia beira os 28 anos e é a mais alta das 21 edições já realizadas do torneio.

Além de El-Hadary, outros 13 atletas inscritos na Copa já passaram dos 35 anos. Entre eles, estão os intermináveis Rafael Márquez, de 39 anos, zagueiro mexicano que jogará a competição pela quinta vez, e Tim Cahill, 38, atacante australiano que vai para seu quarto Mundial.

Outra prova de como a Copa da Rússia é a mais envelhecida da história são seus principais astros.

Os protagonistas do futebol mundial em 2018 são os mesmos de 2014 e 2010: os trintões Cristiano Ronaldo e Lionel Messi. O português já tem 33 anos e o argentino irá completar 31 durante a competição.

No total, 223 jogadores convocados para a Copa já entraram na casa dos 30 anos. Isso representa 30% de todos os participantes. Quatro anos atrás, no Brasil, os “veteranos” eram só 179, ou 24% do total.

Assim como aumentou o espaço dos jogadores velhos, o Mundial da Rússia também restringiu a presença de atletas em início de carreira. Desta vez, foram chamados apenas 20 garotos com menos de 21 anos, cinco a menos do que em 2014.

O jogador mais novo convocado para a Copa-2018, o meia-atacante australiano Daniel Arzani, já tem 19 anos e cinco meses. No Mundial passado, houve sete adolescentes em campo mais jovens do que ele é hoje.

A troca da garotada pelos jogadores maduros está ligada à evolução das várias ciências do esporte (nutrição, medicina, treinamentos, etc..), que ajudaram a prolongar a “vida útil” dos atletas.

Esse fenômeno não é exclusivo do futebol. Um bom exemplo vem do tênis: a dupla Rafael Nadal, 32, e Roger Federer, 36, continua dominando o circuito masculino.

Então, prepare-se, a Copa do Mundo deste ano será a “Copa dos tiozões”.

OS 5 JOGADORES MAIS VELHOS DA COPA-2018

1 – Essam El-Hadary (EGI) – 45 anos (15/01/1973)
2 – Rafael Márquez (MEX) – 39 anos (13/02/1979)
3 – Sergei Ignashevich (RUS) – 38 anos (14/07/1979)
4 – Tim Cahill (AUS) – 38 anos (06/12/1979)
5 – José de Jesús Corona (MEX) – 37 anos (26/01/1981)


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Mercado da Bola movimenta R$ 6,2 bi antes da Copa; veja clubes mais gastões
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Rafael Reis

Os clubes de futebol mais poderosos do planeta decidiram não esperar a Copa do Mundo para começarem a montar seus elencos para a próxima temporada. Apesar de a janela de transferências ainda nem estar oficialmente aberta, eles já torraram 1,4 bilhão de euros (R$ 6,2 bilhões) em reforços para 2018/19.

O valor corresponde a mais de 25% dos 5,1 bilhões de euros (R$ 22,7 bilhões) movimentados pelo Mercado da Bola na janela do verão europeu do ano passado, que foi a maior da história do esporte.

Vale lembrar que os times dos mais ricos da Europa poderão registrar novos jogadores até agosto e que, tradicionalmente, a maior parte dos negócios mais caros acontecem nas semanas finais da janela de transferências.

Parte significativa do 1,4 bilhão de euros já movimentados no período atual de transações está ligada a contratos fechados lá atrás, ainda na temporada passada.

É por isso que o Paris Saint-Germain aparece no topo da lista dos clubes mais gastões de 2018/19. Seu investimento de 180 milhões de euros (R$ 802 milhões) é relativo à contratação do atacante francês Kylian Mbappé, que defendeu o clube por empréstimo na última temporada e agora assinará contrato “definitivo”.

As idas do meia senegalês Naby Keita (ex-RB Leipzig) para o Liverpool e do meia-atacante brasileiro Vinícius Júnior (Flamengo) ao Real Madrid também foram fechadas ainda em 2017, mas só serão concretizadas em julho.

Dos negócios selados já nas últimas semanas, a transferência mais cara é a do meia brasileiro Fred, vendido pelo Shakhtar Donetsk para o Manchester United por 59 milhões de euros (R$ 263 milhões).

Chama a atenção a presença de dois clubes pequenos da Inglaterra no top 10 dos times mais gastões da temporada.

O Wolverhampton, recém-promovido para a primeira divisão, é o sexto colocado no ranking. A equipe laranja gastou 40,2 milhões de euros (R$ 179 milhões) na chegada de três reforços. O mais caro deles, o atacante Benik Afobe (ex-Bournemouth).

Já o Huddersfield Town, 16º colocado na última Premier League, é o décimo na lista de investimentos. Foram 27,5 milhões de euros (R$ 122,6 milhões) gastos para ter o zagueiro holandês Terence Kongolo (ex-Monaco), o lateral direito suíço Florent Hadergjonaj (ex-Ingolstadt) e o goleiro dinamarquês Jonas Lössl (ex-Mainz).

OS 10 CLUBES MAIS GASTÕES DA TEMPORADA 2018/19 (em euros)
1º – Paris Saint-Germain (FRA) – 180 milhões
2º – Liverpool (ING) – 110 milhões
3º – Manchester United (ING) – 81 milhões
4º – Juventus (ITA) – 52 milhões
5º – Real Madrid (ESP) – 45 milhões
6º – Wolverhampton (ING) – 40,2 milhões
7º – Bayer Leverkusen (ALE) – 38,4 milhões
8º – Roma (ITA) – 35 milhões
9º – Tianjin Quanjian (CHN) – 29 milhões
10º – Huddesfield Town (ING) – 27,5 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Kylian Mbappé (FRA/Paris Saint-Germain) – 180 milhões
2º – Naby Keita (SNG, Liverpool) – 60 milhões
3º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
4º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões
Vinícius Jr. (BRA, Real Madrid) – 45 milhões
6º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
7º – Anthony Modeste (CHN, Tianjin Quanjian) – 29 milhões
8º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 26,4 milhões
9º – Geoffrey Kondogbia (FRA, Valencia) – 25 milhões
10º – Lautaro Martínez (ARG, Inter de Milão) – 23 milhões
TOTAL: 1,4 bilhão de euros

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2018/19
1º – Fred (BRA, Manchester United) – 59 milhões
2º – Fabinho (BRA, Liverpool) – 45 milhões de euros
Vinícius Jr. (BRA, Flamengo) – 45 milhões
4º – Douglas Costa (BRA, Juventus) – 40 milhões
5º – Paulinho (BRA, Bayer Leverkusen) – 26,4 milhões
6º – Danilo (BRA, Nice) – 10 milhões
7º – Raphinha (BRA, Sporting) – 6,5 milhões
8º – Felipe Vizeu (BRA, Udinese) – 5 milhões
9º – Tchê Tchê (BRA, Dínamo de Kiev) – 4,8 milhões
10º – Rodrigo (BRA, Real Madrid Castilla) – 4,1 milhões

 


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Futuro do futebol: 7 garotos que merecem sua atenção na Copa-2018
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Rafael Reis

Lionel Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Andrés Iniesta, Sergio Ramos, Manuel Neuer, Eden Hazard, Kevin de Bruyne, Antoine Griezmann. A Copa do Mundo está cheia de estrelas consagradas, com anos e anos de sucesso no currículo.

Mas a Rússia-2018 também tem espaço para a próxima geração de protagonistas do futebol mundial. São os vários os jovens de até 21 anos que pretendem aproveitar a competição para escrever seu nome na história do esporte mais popular do planeta.

Apresentamos abaixo sete desses garotos que merecem uma atenção especial durante a Copa. Afinal, o futuro do futebol certamente passa por eles.

KYLIAN MBAPPÉ
Atacante
19 anos
Paris Saint-Germain (FRA)
França

É a grande estrela adolescente da Copa do Mundo. Apesar de só completar seu 20º aniversário em dezembro, já tem três anos de carreira como profissional, brilhou em uma Liga dos Campeões pelo Monaco, protagonizou a segunda transferência mais cara do futebol (180 milhões de euros), é titular indiscutível do Paris Saint-Germain e uma das principais esperanças da França para conquistar seu segundo título mundial. Além de tudo isso, Mbappé é candidato real a conquistar no futuro o prêmio de melhor jogador do planeta.

OUSMANE DEMBÉLÉ
Atacante
21 anos
Barcelona (ESP)
França

Foi contratado pelo Barcelona para substituir Neymar. Só isso já demonstra o tamanho do potencial de Ousmane Dembélé. A cria das categorias de base do Rennes que brilhou no Borussia Dortmund antes de se transferir para a Catalunha é um diamante bruto a ser lapidado. Extremamente rápido e habilidoso, ainda erra muito na hora de tomar decisões e sofre com problemas físicos. Por isso, oscila demais. Mas seu talento é indiscutível.

GABRIEL JESUS
Atacante
21 anos
Manchester City (ING)
Brasil

Artilheiro da seleção brasileira na “era Tite”, resolveu o problema de falta de um “camisa 9” confiável que já assombrava a equipe pentacampeã mundial há alguns anos. Campeão brasileiro pelo Palmeiras em 2016, foi contratado por Pep Guardiola para o Manchester City e se transformou em um jogador importante para o clube inglês. Apesar de se alternar entre o time titular e o banco de reservas, Jesus soma 24 gols em 53 partidas pelo vencedor da última Premier League.

MARCUS RASHFORD
Atacante
20 anos
Manchester United (ING)
Inglaterra

Maior revelação as categorias de base do Manchester United nos últimos anos, surgiu como fenômeno no time principal em 2016 e, desde então, tornou-se uma peça importante no esquema do técnico José Mourinho. Rashord é um atacante completo: movimenta-se bem, tem presença de área, é habilidoso e possui um bom chute de longa distância. Deve começar a Copa como reserva da posição inglesa, mas não será surpresa se ganhar a posição durante o torneio.

TRENT ALEXANDER-ARNOLD
Lateral direito
19 anos
Liverpool (ING)
Inglaterra

Outro integrante da jovem seleção inglesa que pode sair do banco para se destacar na Copa-2018, Alexander-Arnold vem de uma temporada dos sonhos pelo Liverpool. O garoto, que estreou como profissional há só um ano e meio, desbancou o ex-selecionável Nathaniel Clyne e se manteve como titular dos Reds até a final da Liga dos Campeões. O bom desempenho lhe rendeu a primeira convocação para a seleção principal, justamente para o Mundial da Rússia.

BREEL EMBOLO
Atacante
21 anos
Schalke 04 (ALE)
Suíça

Atacante da adversária de estreia do Brasil na Copa, Embolo até parece um veterano, já que seu nome é conhecido há anos. Parte do sucesso se deve à precocidade. O garoto nascido em Camarões e que se mudou para a Suíça na infância estreou como profissional aos 16 anos e chegou à seleção com 18. A outra parte é culpa da série de games “Fifa”.  Em seguidas edições do jogo, o suíço era uma espécie de “compra obrigatória” devido a seu preço aliado a um belo potencial de evolução.

LEE SEUNG-WOO
Meia-atacante
20 anos
Hellas Verona (ITA)
Coreia do Sul

O camisa 10 da seleção sul-coreana foi criado na base do Barcelona e passou a adolescência toda sendo comparado a Lionel Messi. Mas, sem chance na equipe principal do clube catalão, acabou negociado com o Hellas Verona no ano passado. Em sua primeira temporada como profissional, Lee Seung-woo não conseguiu justificar o apelido de “Messi sul-coreano” e fez apenas um gol em 16 partidas. Mas fez o suficiente para ganhar a chance de disputar sua primeira Copa do Mundo.


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