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Por onde andam os jogadores da Croácia que foi 3ª colocada na Copa-98?
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Rafael Reis

Luka Modric, Ivan Rakitic e Mario Manduzic disputam nesta quarta-feira o jogo mais importante de suas carreiras. Se derrotarem a Inglaterra, em Moscou, colocarão a Croácia pela primeira vez na final de uma Copa do Mundo e superarão a lendária geração de Davor Suker, Zvonomir Boban e Robert Prosinecki.

Em 1998, menos de uma década depois da independência do país, os croatas estrearam na história dos Mundiais fazendo bonito. Derrotaram Romênia, Alemanha e Holanda e terminaram a competição na terceira posição.

A Croácia só não foi a adversária do Brasil na final da Copa porque parou em Lilian Thuram. O então lateral direito teve a grande atuação de sua carreira na semifinal e marcou os dois gols da vitória por 2 a 1 da França, anfitriã e futura campeã do torneio.

Mas a campanha foi suficiente para colocar os croatas na história. Vinte anos depois, seus nomes ainda são muito lembrados pelos torcedores do mundo todo. Mas o que será que eles estão fazendo da vida? Respondemos essa pergunta logo abaixo.

POR ONDE ANDA? – CROÁCIA (1998)

Drazen Ladic (55 anos) – O ex-goleiro é o elo entre a geração que foi terceira colocada em 1998 e o time semifinalista desta edição da Copa. Ladic é um dos auxiliares do técnico Zlatko Dalic. Esta é a terceira vez que ele trabalha para a federação croata. No começo do século, passou dois anos como preparador de goleiros da seleção principal. Depois, entre 2006 e 2011, comandou o time sub-21. Ladic foi demitido acusado de ter falsificado a documentação do seguro do seu carro em um acidente automobilístico. No começo de ano, foi recontratado.

Dario Simic (42 anos) – Um dos caçulas da equipe que foi à Copa-1998, construiu uma carreira de sucesso no futebol italiano, onde defendeu Inter de Milão e Milan. O defensor, que atuava como lateral direito e zagueiro, ainda passou pelo Monaco e jogou profissionalmente até 2010. Desde 2016, faz parte do conselho administrativo do Palermo, penúltimo colocado do Campeonato Italiano na última temporada.

Slaven Bilic (49 anos) – O ex-zagueiro de posições firmes, que se define como socialista de carteirinha e toca em uma banda de rock, construiu uma carreira bem interessante como treinador após deixar os gramados. Bilic dirigiu a seleção principal da Croácia entre 2006 e 2012 e levou a equipe até as quartas de final da Euro-2008. Depois, ainda dirigiu o Lokomotiv Moscou, o Besiktas e o West Ham.

Igor Stimac (50 anos) – Assim como Bilic, seu companheiro de zaga em 1998, o ex-jogador de West Ham e Derby County também teve a chance de dirigir a seleção. Stimac comandou a Croácia entre 2012 e 2013, mas entregou o cargo devido a uma série de resultados negativos. Como técnico, o ex-zagueiro foi campeão croata em 2005 pelo Hadjuk Split e também trabalhou no Irã e no Qatar.

Robert Jarni (49 anos) – O lateral esquerdo fez tanto sucesso na Copa da França que acabou trocando o Betis pelo Real Madrid depois da competição. Jarni ainda disputou o Mundial de 2002 antes de se aposentar e passar a jogar futsal. A carreira no outro esporte durou pouco e deu lugar a uma trajetória como técnico. Após trabalhar em times de relevância menor, o ex-atleta dirige desde o ano passado a seleção croata sub-19.

Zvonimir Soldo (50 anos) – Cão de guarda da defesa croata em 1998, o volante disputou mais de 300 partidas pelo Stuttgart, clube que defendeu por dez anos e onde se aposentou, em 2006. Dois anos depois, Soldo estreou como técnico e levou o Dínamo Zagreb à conquista do título croata. O ex-jogador também dirigiu o Colônia, mas sem o mesmo sucesso. Após seis anos de inatividade, voltou aos bancos de reserva em 2017 e foi assistente do Shandong Luneng, da China.

Aljosa Asanovic (52 anos) – O ex-meia do Napoli entrou para a história em 1990, quando marcou o primeiro gol da seleção croata após o país se separar da Iugoslávia (vitória por 2 a 1 sobre os EUA). Asanovic vestiu a camisa quadriculada por uma década e deixou os gramados em 2002. Após trabalhar como assistente técnico da seleção e do Lokomotiv Moscou, estreou como treinador no ano passado no Melbourne Knights, clube semiprofissional da Austrália, onde está até hoje.

Zvonomir Boban (49 anos) – Capitão e maestro da seleção de 1998, é um dos maiores nomes da história do futebol croata. O meia defendeu o Milan durante dez anos, conquistou quatro títulos italianos e venceu uma Liga dos Campeões com a camisa rossonera. Após a aposentadoria, Boban passou 14 anos trabalhando como comentarista de TV na Itália. Atualmente, o ex-camisa 10 é secretário-geral adjunto da Fifa.

Mario Stanic (46 anos) – Atacante de lado de campo, vestiu camisas pesadas do futebol europeu, como Benfica, Parma e Chelsea. Aposentado desde 2004, voltou ao esporte em 2011, quando foi contratado pelo Brugge para trabalhar como olheiro e observar jovens promessas do esporte. Sete anos depois, Stanic continua ocupando a mesma função.

Davor Suker (50 anos) – Nome de maior destaque na histórica campanha croata em 1998, acabou a Copa do Mundo como artilheiro e segundo melhor jogador da competição. O ex-centroavante no Real Madrid e também defendeu Sevilla, Arsenal e West Ham. Suker entrou no mundo da política esportiva depois da aposentadoria e, desde 2012, presidente da Federação Croata de Futebol. Ele também cumpre mandato como membro do comitê administrativo da Uefa.

Goran Vlaovic (45 anos) – Dividia com Suker a responsabilidade de marcar os gols croatas na Copa-1998, mas só marcou uma vez em toda a competição (na vitória por 3 a 0 sobre a Alemanha, pelas quartas de final). No total, Vlaovic disputou 52 jogos pela seleção e participou também do Mundial de 2002. Seu melhor momento em clubes foi a passagem pelo Valencia, entre 1996 e 2000.

Robert Prosinecki (49 anos) – Meio-campista de enorme talento que fez sucesso pelo Real Madrid e também defendeu o Barcelona na década de 1990, chegou a disputar uma Copa da Itália pela Iugoslávia antes da independência croata. Prosinecki trabalhou como assistente de Bilic na seleção antes de iniciar carreira solo, em 2010. Após passar por Estrela Vermelha, Kayserispor e pela seleção do Azerbaijão, assumiu neste ano o comando da Bósnia.

Silvio Maric (43 anos) – Assim como Prosinecki, também começou a semifinal contra a França no banco de reservas e só foi usado no decorrer da partida. O meia-atacante fez a maior parte de sua carreira no próprio futebol croata e defendeu a seleção em 19 partidas entre 1997 e 2002.

Miroslav Blazevic (83 anos) – O treinador de origem bósnia já tinha uma longeva carreira, com direito a títulos iugoslavo, suíço e croata, quando assumiu o comando da seleção, em 1994. Blazevic permaneceu à frente da equipe durante seis anos. Depois de 2000, ainda dirigiu as seleções do Irã e da Bósnia, além de ter trabalhado na China, na Suíça e na Eslovênia. O técnico está aposentado desde 2014.


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Vinte anos depois, há gente que jura que o Brasil “vendeu” a Copa-1998
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Rafael Reis

“É muito difícil provar alguma coisa. Mas, sempre que apresento meus argumentos para os amigos, eles concluem que minha hipótese não é totalmente descabida.”

Vinte anos depois da Copa do Mundo-1998, o bancário carioca José Henrique da Rocha, de 49 anos, jura de pés juntos que a derrota por 3 a 0 sofrida pela seleção brasileira contra a França, na decisão do torneio, pouco teve a ver com questões esportivas.

Para ele e para vários outros torcedores chegados em uma “teoria da conspiração”, o resultado da decisão foi selado nos bastidores. A crença deles é que o Brasil “vendeu” o título mundial de 1998.

“Pelo futebol que o Brasil vinha apresentando até a final, não dá para pensar em outra coisa. A França era o país-sede, e conquistar o título era muito importante para a autoestima dela. Além do placar, teve muita coisa estranha naquele jogo. Falaram que o Ronaldo passou mal, que o Dunga reclamou que o Edmundo tinha de jogar”, explica o guia turístico Ezequiel Amâncio Júnior, de Londrina (PR).

“O boato mais forte é que o Brasil tinha de perder aquela final para ganhar em 2002, o que realmente aconteceu”, completa.

A versão de que a seleção perdeu propositalmente a decisão da Copa-1998 para a França foi uma espécie de febre popular no Brasil no final da década passada e chegou até a ser analisada por uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara dos Deputados, em Brasília.

A história ganhou força depois que um e-mail assinado por Gunther Schweitzer, um suposto jornalista que trabalhava para a Globo, relatando os detalhes do acordo da manipulação de resultado na final, viralizou pelo país.

Gunther, na verdade, é professor de educação física e sempre negou a autoria do “documento”. Segundo o “denunciante”, ele apenas passou adiante um e-mail que havia recebido de conhecidos e que, por engano, ganhou sua assinatura.

Mas a negativa do homem que popularizou a expressão “Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo, ficariam enjoadas” não foi suficiente para convencer o cobrador Elton Bonfim Pereira, 22, de Curitiba (PR).

“Eu era criança na primeira vez que ouvi falar em manipulação na Copa-1998. Mas passei a levar a sério depois que li um livro chamado ‘O Lado Sujo do Futebol’ (dos jornalistas Amaury Ribeiro Jr., Luiz Carlos Azenha e Tony Chastinet). Lá não fala nada dessa questão, mas mostra o tamanho da influência que a Nike tinha nos amistosos e no calendário do Brasil. Então, é difícil não acreditar que houve fraude.”

O episódio mais citado pelos conspiracionistas como indício de uma possível fraude na decisão do Mundial é o mal-estar sofrido por Ronaldo. Antes da final, Ronaldo sofreu uma convulsão e deixou a concentração da seleção para fazer uma bateria de exames. Horas mais tarde, foi ao Stade de France e, mesmo debilitado, acabou escalado por Zagallo.

“Tudo naquela final causa muita estranheza, mas o caso Ronaldo é o mais estranho de todos”, afirma o auxiliar de escritório Uriel de Mello, 20, de Cascavel (PR).

Apesar de acreditar que a decisão da Copa-1998 foi fraudada, Uriel não vê a hora de o próximo Mundial chegar. É que, na sua opinião, a corrupção no torneio mais importante do futebol está mais para algo isolado do que para um sistema que é novamente acionado a cada quatro anos.

“Não perdi o sentimento em relação à Copa do Mundo. A existência de fraudes depende de muitas circunstâncias, como o país-sede e o que está acontecendo. Em 2002, foi estranho a Coreia do Sul chegar às semifinais. Desta vez, vai ser esquisito se a Rússia fizer uma grande campanha. Vou torcer normalmente. Mas de olho aberto para ver se não vai ter nenhuma canetada”.

Ao longo dos últimos 20 anos, a CBF e vários jogadores que fizeram parte da seleção vice-campeã mundial de 1998 foram questionados inúmeras vezes sobre uma possível manipulação de resultado da final da Copa. Todos os envolvidos sempre negaram a acusação.


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Por onde andam os jogadores da França que calou o Brasil na Copa de 1998?
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Rafael Reis

Um problema de saúde de Ronaldo, a surpreendente pré-escalação de Edmundo, o assustador retorno do Fenômeno, duas cabeçadas certeiras de Zidane, um contra-ataque mortal, toneladas de teorias da conspiração e a consagração de uma nova campeã mundial.

O dia 12 de julho de 1998 foi histórico para torcedores brasileiros e franceses. Foi nessa data que a França desbancou a camisa mais pesada do planeta e, com uma vitória por 3 a 0, conquistou em casa seu primeiro título da Copa do Mundo.

Dezenove anos se passaram desde então, e até hoje muita gente se questiona sobre o que realmente aconteceu com Ronaldo antes da decisão e levanta hipóteses das mais absurdas para justificar a derrota brasileira.

Mas, e os franceses? O que eles andam fazendo da vida? Descubra logo abaixo os destinos dos jogadores que fizeram muitos brasileiros chorarem… e isso, muito antes de qualquer 7 a 1.

POR ONDE ANDA – FRANÇA (1998)?

Fabien Barthez (45 anos) – O goleiro, que nunca foi uma unanimidade na França, tem uma vida bastante intensa desde que deixou o futebol profissional, há dez anos. Barthez virou piloto de carros, participou de competições de Porsche e até disputou a tradicional 24 horas de Le Mans. Também trabalhou como dirigente e presidente de honra do Luzenac, clube que chegou a subir para a segunda divisão francesa em 2014, mas que perdeu na Justiça o direito de disputá-la.

Lilian Thuram (45 anos) – Herói na semifinal contra a Croácia, o lateral direito se tornou uma importante nome no combate contra o racismo desde a aposentadoria, em 2008. Thuram é hoje embaixador da Unicef e uma voz relevante no cenário francês. Ao longo da carreira pós-futebol, o ex-jogador já liderou protestos contra o ex-presidente Nicolas Sarkozy e foi curador de uma exposição de museu.

Marcel Desailly (48 anos) – Apelidado de “The Rock” (A Pedra ou a Rocha, em tradução para o português), o ex-zagueiro de Milan e Chelsea emendou uma carreira de comentarista de futebol logo após pendurar as chuteiras, em 2004, e também participou de inúmeras campanhas beneficentes. Atualmente, Desailly faz parte da academia Laureus, que escolhe os vencedores e entrega o prêmio conhecido informalmente como “Oscar do esporte”.

Frank Leboeuf (49 anos) – Reserva durante a campanha francesa em 1998, ganhou a chance de disputar a final devido à suspensão de Laurent Blanc. Jogador de recursos limitados, Leboeuf passou a se dedicar à atuação depois de largar o futebol, em 2005. O francês passou dois anos estudando em Hollywood, participou de algumas peças e filmes. Seu papel mais conhecido é de um médico em “A Teoria de Tudo”, filme de 2014 que conta a história do cientista Stephen Hawking.

Bixente Lizarazu (47 anos) – O lateral esquerdo de origem basca é um dos principais comentaristas de futebol da França na atualidade. Lizarazu trabalha na TV, no rádio e também escreve para o “L’Equipe”, principal jornal esportivo do país. Nas horas vagas, ainda encontra tempo para se dedicar a duas outras paixões: o jiu-jitsu (já foi campeão europeu em 2009) e o surfe.

Didier Deschamps (48 anos) – O homem que levantou a taça do primeiro título mundial da história da França é agora quem tenta conduzir a seleção de Pogba e Griezmann a uma segunda conquista de Copa do Mundo. Ex-comandante de Monaco, Juventus e Olympique de Marselha, Deschamps é o treinador dos “Bleus” desde 2012 e foi vice-campeão europeu no ano passado.

Christian Karembeu (46 anos) – Eternizado no Brasil pela narração de Luciano do Valle no confronto entre Corinthians e Real Madrid, no Mundial de Clubes de 2000, Karembeu já trabalhou como olheiro do Portsmouth e do Arsenal, teve cargos administrativos em uma multinacional e no Olympiacos, da Grécia, e virou um autêntico “arroz de festa” em sorteios da Fifa e da Uefa.

Emmanuel Petit (46 anos) – Autor do terceiro gol da decisão contra o Brasil, o meia que usava um rabo de cavalo cortou seu longo cabelo em 2011, em um evento para caridade. Desde que se aposentou, em 2004, Petit vive do dinheiro que ganhou enquanto jogava profissionalmente e de sua imagem. O francês já foi embaixador da Copa do Mundo dos Sem-Teto e faz campanhas publicitárias para uma empresa corretora de investimentos.

Zinedine Zidane (44 anos) – O protagonista do título mundial francês é um dos técnicos do momento no futebol mundial. Ex-auxiliar de Carlo Ancelotti e técnico do Real Madrid Castilla entre 2014 e 2016, Zidane assumiu no ano passado o comando da equipe principal do clube espanhol e logo de cara conquistou o título da Liga dos Campeões da Europa. Na atual temporada, já está na semifinal e sonha com o bi.

Youri Djorkaeff (49 anos) – Um dos principais jogadores daquela equipe francesa, o ex-meia de Monaco, Paris Saint-Germain e Inter de Milão encerrou a carreira nos Estados Unidos, onde fixou residência. Djorkaeff administra atualmente uma fundação que desenvolve programas de futebol em Nova York.

Stéphane Guivarc’h (46 anos) – O discreto centroavante francês na final contra o Brasil foi um dos primeiros jogadores do elenco campeão mundial a parar de jogar. Guivarc’h abandonou a carreira em 2002 e, para dizer bem a verdade, pouca gente notou. De volta à sua cidade natal, Concarneau, ele é dono de uma loja que vende piscinas.

Laurent Blanc (51 anos) – Um dos líderes da França em 1998, perdeu a decisão por estar suspenso. Assim como Deschamps e Zidane, Blanc tem uma carreira de sucesso como treinador. Foram três anos no Bordeaux, dois na seleção francesa e mais três no Paris Saint-Germain. Demitido do PSG no ano passado, é apontado pela imprensa espanhola como favorito para dirigir o Sevilla na próxima temporada caso Jorge Sampaoli deixe o clube para dirigir a Argentina.

Alain Boghossian (46 anos) – Primeiro reserva da França que foi a campo na final, o ex-meia do Parma chegou a disputar alguns campeonatos de golfe depois da aposentadoria, em 2012, mas se encontrou mesmo foi na Federação Francesa de Futebol. Boghossian foi auxiliar da seleção entre 2008 e 2012 e, depois da nomeação de Deschamps para o cargo de treinador, ganhou um cargo de diretor-técnico da FFF.

Christophe Dugarry (45 anos) – Reserva de Guivarc’h, era tão contestado quanto o titular que substituiu no 66º minuto da final. Um dos pioneiros em se aventurar no Qatar, encerrou a carreira no Oriente Médio, há 12 anos. É figurinha carimbada nos programas esportivos da TV francesa.

Patrick Vieira (40 anos) – O mais jovem dos jogadores usados pela França na final da Copa-1998 é outro que seguiu a carreira de treinador. No entanto, ainda não alcançou o estrelato na nova função. Vieira dirigiu a equipe reserva do Manchester City durante duas temporadas e, desde o ano passado, é o treinador do New York City FC, time norte-americano pertencente ao mesmo grupo dono do clube inglês.

Aimé Jacquet (75 anos) A seleção francesa foi o último trabalho como treinador do ex-comandante de Lyon, Bordeaux, Montpellier e Nancy. Logo depois da conquista da Copa do Mundo, ele deixou o cargo para trabalhar como diretor-técnico da França, função que ocupou por oito anos. Desde 2006, está oficialmente aposentado.


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