Blog do Rafael Reis

Arquivo : campeonato inglês

De calote a garota de programa a traições: astro do City acumula polêmicas
Comentários Comente

Rafael Reis

Segunda contratação mais cara da história do Manchester City, o atacante inglês Raheem Sterling saiu da pré-temporada do clube nos Estados Unidos com uma fama nada honrosa: a de caloteiro de garota de programa.

O jogador de 22 anos foi acusado por uma acompanhante norte-americana, descrita pelo tabloide inglês “The Sun” como sósia da socialite Kim Kardashian, de usufruir dos seus serviços e não pagar o valor combinado previamente.

Segundo a prostituta norte-americana, que não teve a identidade divulgada, o atacante se recusou a pagar os 3.300 euros (R$ 12.200 mil) referentes ao programa, alegando que “havia ficado muito bêbado e não se lembrava do que havia acontecido”.

Ainda de acordo com a garota, Sterling deixou o hotel em Los Angeles onde ocorreu o encontro e, só depois de muita discussão via Whatsapp, enviou-lhe 1.500 euros (cerca de R$ 5.600), menos da metade do valor do serviço.

Revoltada com aquilo que chamou de “atitude mesquinha” do atacante, a norte-americana resolveu contar a história para o “Sun”, um jornal famoso na Inglaterra por vasculhar a vida dos famosos, entre eles, astros do futebol mundial.

O caso repercutiu bastante na imprensa inglesa durante o último mês. Isso porque Sterling está longe de ser um novato em escândalos sexuais.

Apesar do longo relacionamento com Paige Milian, sua namorada desde a adolescência e mãe do seu filho, Thiago, o atacante já foi flagrado em pelo menos dois momentos de infidelidade.

No ano passado, quando sua mulher já estava grávida, o astro do Manchester City viajou de férias para a Jamaica ao lado de um affair, a modelo Elise Wagstaff, e sua irmã, que também trabalha no ramo da moda.

Meses antes, ele havia sido visto em um hotel de luxo ao lado da também modelo Tabby Brown, ex-namorada de Mario Balotelli.

Sterling é cria do Liverpool e foi contratado pelo City em 2015 por 62,5 milhões de euros (R$ 232 milhões, na cotação atual). De acordo com a imprensa inglesa, seu salário é de aproximadamente 196 mil euros (R$ 728 mil) semanais.

Apesar dos altos valores que o cercam, o camisa 7 está longe de ser uma unanimidade no time azul de Manchester. Na temporada passada, ele fez apenas 10 gols em 47 partidas. Na atual, começou no banco nas duas rodadas já disputadas do Campeonato Inglês.


Mais de Cidadãos do Mundo

Janela de transferências vira a maior da história e movimenta R$ 14,9 bi
5 novelas para acompanhar nos últimos 10 dias da janela de transferências
Novo Mbappé? 7 garotos que podem estourar na nova temporada europeia
Como surgiu a lenda que meia do PSG é uma mulher?


Mais que Jesus: 7 motivos para acompanhar de perto o Campeonato Inglês
Comentários Comente

Rafael Reis

Sucesso global de crítica e público, o Campeonato Inglês começa nesta sexta-feira apostando na competitividade para fidelizar os torcedores.

Enquanto as outras principais ligas nacionais da Europa têm um ou dois favoritos destacados ao título, a Premier League conta com um leque bem maior de candidatos a levantar o troféu de campeão.

Por diferentes motivos, Chelsea, Manchester City, Manchester United e Tottenham largam em vantagem. Mas Arsenal e Liverpool estão sempre rondando as primeiras colocações. E há ainda a possibilidade de uma nova zebra histórica, como a protagonizada pelo Leicester em 2016.

Por isso, quando a bola rolar nesta sexta para Arsenal x Leicester, teremos o início da mais equilibrada liga nacional de primeiro escalão do futebol europeu.

Mas essa não é a única atração da Premier League. Conheça abaixo 7 motivos para acompanhar de perto a temporada 2017/18 do Campeonato Inglês:

MENINO JESUS

Gabriel Jesus chegou ao Manchester City em janeiro e não demorou para mostrar a que veio. Foram 7 gols em 11 partidas, marca que lhe transformou em titular absoluto da equipe de Pep Guardiola. Agora, o jovem camisa 9 da seleção brasileira fará sua primeira temporada completa na Inglaterra e terá para municiá-lo um elenco bem mais recheado de opções do que o de antes das férias. Um prato cheio para quem tem fome de gol.

SHOW DO BILHÃO

Nenhum país do mundo gasta tanto em contratações quanto a Inglaterra. Faltando ainda mais de duas semanas para o fechamento da janela de transferências, os clubes da Premier League já torraram 1,12 bilhão de euros (R$ 4,1 bilhões) em novos jogadores para esta temporada. O reforço mais caro é o centroavante belga Romelu Lukaku, que trocou o Everton pelo Manchester United em um negócio que movimentou 84,7 milhões de euros (R$ 313 milhões).

A REVOLUÇÃO DE PEP

Decepcionado com a primeira temporada sem título em sua carreira como treinador, Guardiola resolveu radicalizar. Resultado, fez do Manchester City o time do planeta que mais gastou com contratações nesta temporada. Com os 240,5 milhões de euros (R$ 889 milhões) investidores pelo clube inglês, Pep levou para Manchester o goleiro Ederson, os laterais Danilo, Kyle Walker e Benjamin Mendy, além do meia-atacante Bernardo Silva e do jovem brasileiro Douglas Luiz, que foi emprestado ao Girona.

O FANTASMA DE FERGUSON

Maior campeão inglês da história, o Manchester United não conquista o título nacional desde a aposentadoria de Alex Ferguson, em 2013. O escocês David Moyes e o holandês Louis van Gaal, os dois primeiros substitutos do histórico treinador, falharam na tarefa de substituído. Desde o ano passado, essa missão cabe a José Mourinho. Em sua temporada de estreia, ele passou longe de vencer a Premier League, mas pelo menos faturou a Liga Europa e recolocou o United na Champions. Será que chegou a hora do fim do jejum?

ESTRANHO NO NINHO

Enquanto os clubes ingleses gastam milhões em busca de reforços badalados e caríssimos, o Tottenham prefere manter a base e apostar em jovens promessas formadas em casa. A estratégia tem dado certo, e o time foi vice-campeão da última Premier League. Nesta temporada, o técnico argentino Mauricio Pochettino resolveu radicalizar e ainda não gastou um centavo sequer para reforçar seu elenco.

WENGER ETERNO

Entra temporada, sai temporada, e a pergunta permanece: até quando Arsène Wenger vai continuar à frente do Arsenal. O francês dirige o clube londrino desde 1996 e, pela primeira vez, não conseguiu classificá-lo para a Liga dos Campeões da Europa. Motivo para demissão? Que nada. Wenger renovou contrato por mais duas temporadas e só deve deixar o Emirates Stadium em 2019.

BOM FILHO

Principal jogador da Inglaterra nos últimos tempos, Wayne Rooney está de volta ao clube onde começou a carreira. Treze anos depois de deixar o Everton para se tornar ídolo no Manchester United, o atacante vai voltar a vestir a camisa azul do tradicional time de Liverpool. Aos 31 anos, Rooney ainda tem muita lenha para queimar, apesar do declínio físico e técnico das temporadas mais recentes. Pelo menos, é nisso que o Everton acredita.


Mais de Clubes

– Futebol estatal? No País da Copa-2018, governos ainda são donos de times
– Chape é o 6º brasileiro em torneio amistoso do Barça; veja as participações
– Não é só Neymar: 7 motivos para acompanhar de perto o Campeonato Francês
– Sensação do Mercado da Bola, Milan vira “novo rico” pela 2ª vez


Sozinha, Inglaterra responde por 36% do valor gasto no Mercado da Bola
Comentários Comente

Rafael Reis

A cada 3 euros gastos com compra ou empréstimo de jogadores na atual janela de transferências, pelo menos 1 euro é desembolsado por um clube da Inglaterra.

Faltando ainda um mês para o encerramento do período de contratação de atletas para a próxima temporada, as duas principais divisões do futebol inglês já gastaram juntas 1,15 bilhão de euros (R$ 4,3 bilhões) em reforços.

Isso corresponde a 36% do total do 3,2 bilhões de euros (R$ 11,9 bilhões) movimentados pelo Mercado da Bola nesta janela de transferências.

O domínio inglês na balança comercial do futebol mundial é nítido quando se analisa os principais rankings que resume a movimentação de jogadores nesse período de transferências.

A Premier League, primeira divisão inglesa, é o campeonato nacional que mais gastou até o momento na obtenção de novos jogadores: 1 bilhão de euros (R$ 3,7 bilhões). Já a Championship, sua segundona, ocupa o sexto lugar nessa lista, com 153,4 milhões de euros (R$ 567,3 milhões).

Isso significa que a divisão de acesso da Inglaterra gasta mais na contratação de atletas que ligas importantes do cenário europeu, como a portuguesa, a holandesa e a russa.

Dos dez clubes que mais torraram dinheiro com reforços nesta janela, cinco são ingleses (Manchester City, Chelsea, Manchester United, Everton e Arsenal).

E, agora, o dado que talvez mais demonstre a hegemonia inglesa no Mercado da Bola. Apenas dois dos dez reforços que custaram mais dinheiro na atual janela não disputarão a próxima edição da Premier League.

O “Blog do Rafael Reis” publica semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 LIGAS EUROPEIAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Inglês – 1 bilhão de euros
2º – Campeonato Italiano – 659,1 milhões
3º – Campeonato Alemão – 467,2 milhões de euros
4º – Campeonato Espanhol – 338,7 milhões
5º – Campeonato Francês – 316,1 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 153,4 milhões
7º – Campeonato Russo – 70,1 milhões
8º – Campeonato Belga – 60,5 milhões
9º – Campeonato Português – 55,9 milhões
10º – Campeonato Holandês – 43,2 milhões
TOTAL: 3,2 bilhões de euros (R$ 11,9 bilhões)

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Manchester City (ING) – 240,5 milhões de euros
2º – Milan (ITA) – 189,5 milhões
3º – Manchester United (ING) – 164,4 milhões
4º – Chelsea (ING) – 140 milhões
5º – Juventus (ITA) – 122,2 milhões
6º – Bayern de Munique (ALE) – 100,5 milhões
7º – Everton (ING) – 98 milhões
8º – Roma (ITA) – 88 milhões
9º – Lille (FRA) – 65,5 milhões
10º– Arsenal (ING) – 53 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Monaco (FRA) – 167,5 milhões de euros
2º – Chelsea (ING) – 122,2 milhões
3º – Real Madrid (ESP) – 122 milhões
4º – Benfica (POR) – 114,1 milhões
5º – Roma (ITA) – 108,3 milhões
6º – Everton (ING) – 106,3 milhões
7º – Juventus (ITA) – 105,8 milhões
8º – Lyon (FRA) – 102,8 milhões
9º – Sevilla (ESP) – 77 milhões
10º – Porto (POR) – 61,9 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Romelu Lukaku (BEL/Manchester United) – 84,7 milhões de euros
2º – Álvaro Morata (ESP/Chelsea) – 65 milhões
3º – Benjamin Mendy (FRA/Manchester City) – 57,5 milhões
4º – Alexander Lacazette (FRA/Arsenal) – 53 milhões
5º – Kyle Walker (ING/Manchester City) – 51 milhões
6º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões
7º – Nemanja Vidic (SER/Manchester United) – 44,7 milhões
8º – Leonardo Bonucci (ITA/Milan) – 42 milhões
Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões
10º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Danilo (Manchester City) – 30 milhões
3º – Thiago Maia (Lille) – 14 milhões
4º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
5º – Douglas (Manchester City) – 12 milhões
6º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
7º – Luiz Gustavo (Olympique de Marselha) – 10 milhões
8º – Thiago Mendes (Lille) – 9 milhões
9º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
Wanderson (Krasnodar) – 8 milhões

Fonte: Transfermarkt


Mais de Clubes

– Sensação do Mercado da Bola, Milan vira “novo rico” pela 2ª vez
– Mercado da Bola já movimentou quase R$ 11 bi; veja os clubes mais gastões
– Mesmo com tropeços, arrancada do Corinthians supera Bayern e Juventus
– São Paulo entra no top 10 de maiores vendedores da atual janela; veja a lista


Mercado da Bola já movimentou R$ 9,5 bi; conheça os 10 reforços mais caros
Comentários Comente

Rafael Reis

Impulsionada pelos gastos do Milan e dos grandes clubes da Inglaterra, a janela de transferências para temporada 2017/18 já movimentou mais de 2,6 bilhões de euros, algo em torno de R$ 9,5 bilhões.

Das dez contratações mais caras fechadas ao longo das últimas semanas, nove foram feitas por times italianos ou por equipes que disputam a Premier League. O meia francês Corentin Tolisso, reforço do Bayern de Munique, é o único intruso na lista.

Os jogadores franceses são os que mais protagonizaram grandes negócios até o momento. Três transferências do “top 10” envolveram atletas do país campeão mundial de 1998: Lacazette, Bakayoko e Tolisso.

O goleiro brasileiro Ederson, que trocou o Benfica pelo Manchester City, é o único brasileiro na lista das maiores transferências. Sua mudança de clube custou 40 milhões de euros (R$ 146 milhões) ao time dirigido por Pep Guardiola.

Não à toa, os campeonatos Inglês e Italiano são as duas ligas nacionais que mais torraram dinheiro em contratações nesta janela. A Premier League lidera o ranking de competições gastonas, com investimento superior a 750 milhões de euros (R$ 2,7 bilhões), e é seguida pela Série A, que já movimentou mais de 540 milhões de euros (quase R$ 2 bilhões).

Nas principais ligas da Europa, a janela de transferências para a temporada 2017/18 vai até o dia 31 de agosto. Ou seja, ainda há muito tempo para todas essas cifras aumentaram consideravelmente.

O “Blog do Rafael Reis” publica semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Romelu Lukaku (BEL/Manchester United) – 84,7 milhões de euros
2º – Alexander Lacazette (FRA/Arsenal) – 53 milhões
3º – Kyle Walker (ING/Manchester City) – 51 milhões
4º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
5º – Leonardo Bonucci (ITA/Milan) – 42 milhões
Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões de euros
7º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões
8º – Tiemoué Bakayoko (FRA/Chelsea) – 40 milhões
Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
10º – André Silva (POR/Milan) – 38 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
3º – Douglas (Manchester City) – 12 milhões
4º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
5º – Luiz Gustavo (Olympique de Marselha) – 10 milhões
6º – Thiago Mendes (Lille) – 9 milhões
7º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
Wanderson (Krasnodar) – 8 milhões
10º – Lyanco (Torino) – 7 milhões
Maicon (Galatasaray) – 7 milhões
Marcelo (Lyon) – 7 milhões
Neto (Valencia) – 7 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Milan (ITA) – 189,5 milhões
2º – Manchester City (ING) – 153 milhões
3º – Manchester United (ING) – 119,7 milhões
4º – Bayern de Munique (ALE) – 100,5 milhões
5º – Everton (ING) – 98 milhões
6º – Roma (ITA) – 78 milhões
7º – Chelsea (ING) – 75 milhões
8º – Juventus (ITA) – 53,5 milhões
9º – Arsenal (ING) – 53 milhões
10º – Monaco (FRA) – 51 milhões
Lille (FRA) – 51 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 112,3 milhões
2º – Monaco (FRA) – 111 milhões
3º – Roma (ITA) – 108,3 milhões
4º – Everton (ING) – 106,3 milhões
5º – Lyon (FRA) – 101 milhões
6º – Juventus (ITA) – 88,2 milhões
7º – Sevilla (ESP) – 78 milhões
8º – Chelsea (ING) – 77,5 milhões
9º – Porto (POR) – 61,9 milhões
10º – Sampdoria (ITA) – 51,5 milhões

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Inglês – 754,5 milhões
2º – Campeonato Italiano – 544,3 milhões
3º – Campeonato Alemão – 441,2 milhões de euros
4º – Campeonato Espanhol – 313,3 milhões
5º – Campeonato Francês – 272,2 milhões
6º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 100,7 milhões
7º – Campeonato Russo – 68,4 milhões
8º – Campeonato Belga – 56,3 milhões
9º – Campeonato Mexicano – 49,3 milhões
10º – Campeonato Português – 43,3 milhões
TOTAL: 2,6 bilhões de euros (R$ 9,5 bilhões)

Fonte: Transfermarkt


Mais de Cidadãos do Mundo

Mais caro da temporada, belga já foi estrela de “Big Brother” adolescente
6 jogadores que são craques na seleção e “pernas de pau” em clubes
5 contratações “malucas” para seu clube fazer no 2º semestre
Por onde andam os jogadores da estreia de Messi no Barcelona?


Janela já movimentou R$ 4,5 bi em transferências; Bundesliga lidera gastos
Comentários Comente

Rafael Reis

A menos de uma semana da abertura da janela de transferências para o futebol europeu, o Mercado da Bola já movimentou mais de 1,2 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões) em compras e vendas de jogadores para a temporada 2017/18.

Apesar de o período de concretização de transferências internacionais nas principais ligas do planeta começar oficialmente apenas no sábado, os grandes clubes da Europa já estão em pleno vapor à caça de reforços para as competições dos próximos meses.

Contrariando uma tendência das últimas temporadas, o campeonato “mais gastão” de 2017/18 não é a Premier League inglesa, mas sim a Bundesliga alemã.

Até a última segunda-feira, os 18 clubes da primeira divisão do atual campeão mundial de futebol haviam gasto juntos 298 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) na chegada de novos jogadores, pouco mais que os 288,9 milhões de euros (R$ 1 bilhão) desembolsados pelos 20 times que disputam o Campeonato Inglês.

Mas, curiosamente, só dois dos dez negócios mais caros da janela haviam sido protagonizados por equipes alemãs, as compras dos franceses Corentin Tolisso e Kingsley Coman pelo Bayern de Munique.

Já os ingleses eram responsáveis por seis das dez contratações mais caras para a próxima temporada, inclusive a ida do meia-atacante português Bernardo Silva para o Manchester City, a líder do ranking dos grandes negócios de 2017/18.

Das dez ligas mais gastonas da temporada, nove são de países localizados na Europa. A exceção é o Campeonato Mexicano, que aparece na sétima colocação na lista, com investimento de 35,9 milhões de euros (R$ 134 milhões) em transferências.

O top 10 também conta com uma segunda divisão, a da Inglaterra, que já gastou 33,4 milhões de euros (R$ 124,8 milhões) em reforços e aparece no oitavo lugar entre todas as ligas nacionais do planeta.

O “Blog do Rafael Reis” publicada semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Alemão – 298,8 milhões de euros
2º – Campeonato Inglês – 288,9 milhões
3º – Campeonato Italiano – 263,9 milhões
4º – Campeonato Francês – 101,8 milhões
5º – Campeonato Espanhol – 76,1 milhões
6º – Campeonato Belga – 44,8 milhões
7º – Campeonato Mexicano – 35,9 milhões
8º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 33,4 milhões
9º – Campeonato Português – 27,8 milhões
10º – Campeonato Turco – 14,8 milhões
TOTAL:
1,2 bilhão de euros (R$ 4,5 bilhões)

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
2º – Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões de euros
3º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões
4º – Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
5º – André Silva (POR/Milan) – 38 milhões
6º – Victor Lindelöf (SUE/Manchester United) – 35 milhões
7º – Jordan Pickford (ING/Everton) – 28,5 milhões
8º – Davy Klaasen (ING/Everton) – 27 milhões
9º – Youri Tielemans (FRA/Monaco) – 25 milhões
10º – Kingsley Coman (FRA/Bayern de Munique) – 21 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
3º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
4º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
6º – Lyanco (Torino) – 6 milhões
7º – Marlon (Barcelona) – 5 milhões
William (Wolfsburg) – 5 milhões
9º – Marçal (Lyon) – 4,5 milhões
Guilherme (La Coruña) – 4,5 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Bayern de Munique (ALE) – 90,5 milhões de euros
2º – Manchester City (ING) – 90 milhões
3º – Milan (ITA) – 82 milhões
4º – Everton (ING) – 55,5 milhões
5º – Juventus (ITA) – 47,5 milhões
6º – Borussia Dortmund (ALE) – 44 milhões
7º – Liverpool (ING) – 42 milhões
8º – Monaco (FRA) – 36 milhões
9º – Roma (ITA) – 35,5 milhões
10º – Manchester United (ING) – 35 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 81,8 milhões de euros
2º – Monaco (FRA) – 62,5 milhões
3º – Porto (POR) – 45 milhões
4º – Lyon (FRA) – 43 milhões
5º – Roma (ITA) – 42 milhões
6º – Juventus (ITA) – 38,5 milhões
7º – Torino (ITA) – 36,6 milhões
8º – Anderlecht (BEL) – 27,2 milhões
9º – Freiburg (ALE) – 26,5 milhões
10º – Wolfsburg (ALE) – 25 milhões

Fonte: Transfermarkt


Mais de Clubes

Portugueses dominam ranking de clubes que mais faturam com venda de atletas
– City é quem mais investiu em reforços desde 2007; veja o top 10 dos gastões
– Conheça a temida torcida que inspirou inglês a enfrentar 3 terroristas
– Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions


City é quem mais investiu em reforços desde 2007; veja o top 10 dos gastões
Comentários Comente

Rafael Reis

Um bilhão e 430 milhões de euros, mais de R$ 5,3 bilhões. Grana suficiente para comprar mais de 3 mil Ferraris, 15 apartamentos do mais luxuoso edifício de Mônaco ou formar um time com 11 Pogbas.

Foi esse o dinheiro investido em contratações pelo Manchester City ao longo dos últimos dez anos. Desde 2007, nenhum clube gastou tanto no Mercado da Bola quanto o terceiro colocado do último Campeonato Inglês.

Foram 294 jogadores contratados. O mais caro deles, o meia belga Kevin de Bruyne, foi adquirido do Wolfsburg, dois anos atrás, por 74 milhões de euros (R$ 275 milhões).

O saldo do City no mercado de transferências desde a temporada 2007/08 é assustador: prejuízo de 1,096 bilhão (mais de R$ 4 bilhões). É disparada a maior balança comercial entre todos os clubes do planeta.

Esse prejuízo é absorvido sem reclamação pelo xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, vice primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos e proprietário do clube inglês desde agosto de 2008.

A grana investida pelo magnata tirou o City do meio da tabela da Premier League, rendeu-lhe dois títulos nacionais e uma semifinal de Liga dos Campeões da Europa. Pouco para o clube que mais contratou ao longo dos últimos dez anos.

O segundo time que mais investiu em reforços no período, o Real Madrid, com 1,06 bilhão de euros (R$ 3,94 bilhões) gastos na chegada de novos jogadores, faturou três Champions na última década e é o atual bicampeão continental.

Dos dez clubes que mais gastaram com reforços nos últimos dez anos, cinco são ingleses (Manchester City, Chelsea, Manchester United, Liverpool e Tottenham) e três fazem parte do grupo dos novos ricos, times que só passaram a ocupar o primeiro escalão do futebol mundial depois de serem adquiridos por algum magnata: City, Chelsea e Paris Saint-Germain.

Juntas, essas dez agremiações torraram mais de 9,2 bilhões de euros (R$ 34 bilhões) só com compras de jogadores desde 2007.

Chama a atenção a ausência Bayern de Munique e Atlético de Madri no top 10 do ranking dos grandes compradores do futebol europeu. Afinal, trata-se de dois dos clubes de maior regularidade nas últimas edições da Champions.

Os alemães, que conquistaram o título europeu em 2013, ocupam a 11ª colocação na lista, com 627 milhões de euros (R$ 2,3 bilhões) de investimento no Mercado da Bola e aparecem logo à frente do Atlético, 12º, com gastos na casa de 620 milhões de euros (também R$ 2,3 bilhões).

OS 10 CLUBES QUE MAIS GASTARAM COM REFORÇOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS:

1º – Manchester City (ING) – 1,43 bilhão de euros
2º – Real Madrid (ESP) – 1,06 bilhão
3º – Manchester United (ING) – 993 milhões
4º – Chelsea (ING) – 938 milhões
5º – Juventus (ITA) – 888 milhões
6º – Barcelona (ESP) – 885 milhões
7º – Liverpool (ING) – 855 milhões
8º – Paris Saint-Germain (FRA) – 759 milhões
9º – Tottenham (ING) – 710 milhões
10º – Inter de Milão (ITA) – 685 milhões


Mais de Clubes

– Conheça a temida torcida que inspirou inglês a enfrentar 3 terroristas
– Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions
Como o Ajax faturou R$ 1,5 bilhão em 15 anos só com venda de jogadores
– Rival do Real vai levar 1 mi de euros se não vencer jogo do título espanhol


Conheça a temida torcida que inspirou inglês a enfrentar 3 terroristas
Comentários Comente

Rafael Reis

Ao ver três terroristas invadirem armados com facas um bar chamado Black & Blue, no último sábado, em Londres, Roy Larner, 47, não teve dúvidas. O inglês gritou “foda-se, eu sou Millwall” e, com as mãos livres, partiu para cima dos radicais islâmicos.

Não foi à toa que o “Leão da London Bridge”, como tem sido chamado pela imprensa britânica, fez questão de evocar seu time de coração antes do confronto que salvou inúmeras vidas na capital inglesa e o levou para o hospital.

Apesar de estar fora da primeira divisão inglesa desde 1991 e de jamais ter conquistado um título realmente relevante, o Millwall é um clube conhecido mundialmente. Evidentemente, não por seus feitos dentro de campo.

O que torna o time da região leste de Londres tão famoso é justamente a ferocidade dos seus torcedores, os mais temidos de toda a Inglaterra.

O Millwall Bushwackers, torcida extremista ligado ao clube, foi o grupo de hooligans mais perigoso do auge da violência no futebol inglês (décadas de 1970 e 80) e produziu alguns dos episódios mais aterrorizantes dos estádios da terra da Rainha.

Em 1978, hooligans do Millwall proporcionaram uma verdadeira batalha campal contra torcedores do Ipswich Town antes de uma partida da Copa da Inglaterra. Os confrontos começaram do lado de fora da arena e chegaram até dentro do gramado. Pedras, garrafas e tijolos foram usados no enfrentamento, que fez o clube ficar impedido de disputar a competição por dois anos.

Sete anos mais tarde, houve um incidente ainda mais grave. Cerca de dez mil fãs da equipe londrina viajaram a Luton para outra partida da Copa da Inglaterra. O saldo da invasão mostra o tamanho da confusão na qual eles se meteram: 700 assentos foram jogados no gramado e mais de 80 pessoas ficaram feridas, sendo 33 delas policiais.

Nem mesmo a guerra aos hooligans promovida pelo governo britânico nas últimas décadas fez com que o lema “No one like us, we don’t care” (Ninguém gosta de nós, nós não nos importamos), cantado a plenos pulmões pelo Bushwackers, deixasse de ser atual.

Em 2002, torcedores do Millwall usaram até fogos de artifício para deixar 45 policiais feridos após a frustração de o time não conseguir o acesso da terceira para a segunda divisão inglesa. Já em 2009, um clássico contra o West Ham, seu arquirrival, chegou a ser interrompido três vezes devido a invasões de campo.

A rivalidade entre Millwall e West Ham é tão famosa e temida que já foi parar até nas telas de cinema. Os sangrentos confrontos entre os dois clubes fazem parte do enredo da trilogia Hooligans (Green Street), lançada entre 2005 e 2013.


Mais de Clubes

– Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions
Como o Ajax faturou R$ 1,5 bilhão em 15 anos só com venda de jogadores
– Rival do Real vai levar 1 mi de euros se não vencer jogo do título espanhol
– Manchester City tem pior custo-benefício da temporada; veja ranking


Mais comportados! Cartões a brasileiros caem 15% na temporada europeia
Comentários Comente

Rafael Reis

Os jogadores brasileiros ficaram mais comportados na temporada 2016/17 do primeiro escalão do futebol europeu.

O número de cartões amarelos mostrados a representantes do futebol pentacampeão mundial nas cinco principais ligas nacionais do Velho Continente (Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha e França) caiu 15% em relação ao ano anterior.

Foram 397 advertências dadas a 99 atletas diferentes ao longo dos últimos nove meses, 70 a menos do que o total registrado em 2015/16.

O atacante Deyverson, do Alavés, nono colocado do Campeonato Espanhol, foi o recordista brasileiro de amarelos na temporada. O atacante recebeu 14 cartões em 32 partidas disputadas na liga.

A queda no número de expulsões foi ainda mais acentuada. Os jogadores brazucas receberam 18 cartões vermelhos no somatório das cinco competições analisadas. Na temporada passada, foram 28 exclusões.

Quem se destacou negativamente nessa estatística foi um integrante da seleção. O volante Fernandinho, que também atuou improvisado como lateral direito no Manchester City, foi expulso duas vezes na Premier League inglesa.

A redução na punição a jogadores brasileiros no primeiro escalão do futebol europeu não é uma simples questão matemática. Ela demonstra que houve uma evolução disciplinar dos atletas brazucas nesta temporada.

Isso porque, ao contrário do número cartões, a presença brasileira em campo nos cinco campeonatos nacionais mais importantes do continente cresceu. Ou seja, mesmo jogando mais, nossos atletas foram menos avertidos.

Um dado deixa isso bem claro: na atual temporada, os jogadores brasileiros receberam um cartão amarelo a cada 442 minutos (4,9 partidas) que ficaram em campo. Na anterior, era uma advertência a cada 370 minutos (4,1 jogos).


Mais de Balanço da Temporada

Brasil recupera espaço e já tem mais presença em campo que antes do 7 a 1
Sinal amarelo: futebol europeu tem pior média de público em 10 anos
Europa não tinha temporada tão farta em gols desde tempos de Eusébio


Gols brasileiros na Europa crescem e atingem maior marca em 6 anos
Comentários Comente

Rafael Reis

Neymar pode até não ter tido seu melhor ano com a camisa do Barcelona. Mas isso não significa que os atacantes brasileiros ficaram devendo na temporada europeia.

Muito pelo contrário: há seis anos as cinco principais ligas nacionais do Velho Continente não viam tantas bolas serem empurradas para as redes por representantes do futebol pentacampeão mundial.

Somadas as primeiras divisões de Espanha, Inglaterra, Itália, Alemanha e França, jogadores de cidadania brasileira anotaram 223 gols em 2016/17, 11 a mais do que na temporada anterior.

Trata-se da maior marca desde 2010/11, quando foram anotados 226 tentos com DNA tupiniquim.

Apesar de ter passado longe de repetir os 24 gols feitos no Campeonato Espanhol de 2015/16, Neymar ainda dividiu com Philippe Coutinho o posto de principal artilheiro brasileiro das principais ligas nacionais da Europa.

O atacante do Barcelona e o meia do Liverpool marcaram 13 vezes cada em seus respectivos campeonatos.

Também nascido no Brasil, Diego Costa, colocou 20 bolas na rede com a camisa do Chelsea e foi o quarto colocado na artilharia da Premier League inglesa. No entanto, seus gols são oficialmente computados para a Espanha, país que decidiu defender.

Mesmo com o crescimento no número de gols anotados por brasileiros nas principais competições do planeta, a marca desta temporada ainda está distante do auge da artilharia nacional na Europa.

Em 2007/08, os brazucas marcaram 373 vezes nas cinco ligas analisadas, sendo 106 delas só no Espanhol. Na ocasião, Luís Fabiano (Sevilla) foi o terceiro na artilharia, com 24 gols, e Ricardo Oliveira (Betis) ficou em sexto, com 18.

A liga espanhola continua sendo a de maior poderio ofensivo brasileiro, ainda que os números de agora sejam bem mais modestos.

Na recém-encerrada temporada, foram 83 tentos brasileiros na primeira divisão espanhola marcados por 19 jogadores diferentes. Entre eles, estão Neymar, Marcelo, Ganso, Casemiro e Willian José, mas também Douglas (ex-São Paulo), Petros e Luciano (ex-Corinthians).


Mais de Balanço da Temporada

Brasil recupera espaço e já tem mais presença em campo que antes do 7 a 1
Sinal amarelo: futebol europeu tem pior média de público em 10 anos
Europa não tinha temporada tão farta em gols desde tempos de Eusébio


Brasil recupera espaço e já tem mais presença em campo que antes do 7 a 1
Comentários Comente

Rafael Reis

Três anos depois de ser goleado por 7 a 1 pela Alemanha, o Brasil já começou a recuperar o prestígio internacional que costumava ostentar antes do vexame na semifinal da Copa do Mundo de 2014.

Prova disso é que a participação brasileira nos gramados do primeiro escalão do futebol internacional não para de crescer e já é inclusive superior a do período anterior ao último Mundial.

De acordo com informações do banco de dados “O Gol”, atletas representantes do único país pentacampeão mundial permaneceram dentro de campo durante 175.721 minutos nas cinco principais ligas nacionais da Europa na atual temporada.

Esse dado significa um crescimento de 1,6% em relação à temporada anterior e a melhor marca desde os 200.084 minutos registrados em 2009/10.

Mais que isso: essa é a primeira vez que a participação de jogadores brasileiros nos mais importantes campeonatos nacionais do planeta chega ao patamar anterior ao do fracasso dos comandados de Luiz Felipe Scolari ante a Alemanha.

Em 2013/14, logo antes da Copa, os clubes espanhóis, ingleses, alemães, italianos e franceses usaram atletas “brazucas” durante 174.194 minutos na primeira divisão de suas ligas. Coincidência ou não, na temporada seguinte, essa utilização despencou 10%.

O déficit já começou a ser reduzido na última temporada. E a recuperação se tornou completa ao longo dos últimos nove meses.

Na recém-encerrada temporada, 108 jogadores brasileiros foram escalados para participar das cinco principais ligas nacionais do planeta. O Italiano foi o campeonato que usou a maior variedade de atletas com cidadania brasileira (39).

No entanto, foi a primeira divisão espanhola quem mais deu oportunidade para os representantes do futebol pentacampeão mundial. Foram 47.539 minutos de Neymar, Marcelo, Casemiro e cia…

O lateral esquerdo Lucas Lima, do Nantes, foi o brasileiro que mais participou dos campeonatos nacionais nesta temporada. O ex-Botafogo e Internacional ficou em campo em 3.382 dos 3.420 minutos possíveis no Francês.

Quem aparece do outro lado da tabela é o meia Matheus Pereira, revelado pelo Corinthians e hoje nas categorias de base da Juventus, que disputou apenas cinco minutos do Italiano com a camisa do Empoli.


Mais de Balanço da Temporada

Sinal amarelo: futebol europeu tem pior média de público em 10 anos
Europa não tinha temporada tão farta em gols desde tempos de Eusébio