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Champions pré-Copa tem aumento na presença brasileira e 70% da seleção
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Rafael Reis

A nove meses do pontapé inicial da Copa do Mundo, a fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa começa nesta terça-feira (12) com uma participação maior de jogadores brasileiros e presença de 70% da seleção de Tite.

A 63ª edição da competição interclubes mais badalada do planeta conta com 67 representantes do futebol pentacampeão mundial inscritos em 26 dos 32 clubes que disputam sua etapa principal.

A lista não inclui outros nove atletas que, apesar de terem nascido no Brasil ou serem filhos de brasileiros, optaram por outras nacionalidades no mundo do futebol, como o português Pepe (Besiktas), o espanhol Thiago Alcántara (Bayern de Munique), o italiano Thiago Motta (Paris Saint-Germain) e o grego Leonardo Koutris (Olympiacos).

Em relação à temporada passada, o número de jogadores brasileiros inscritos na fase de grupos teve um ligeiro crescimento de quase 5%. Em 2016/17, 64 atletas classificados pela Uefa como representantes do Brasil disputaram a Champions.

Com o crescimento deste ano, a participação brasileira na competição continental é a maior das últimas três temporadas. A marca, porém ainda está longe da de 2014, quando 79 brazucas foram inscritos.

A volta do Shakhtar Donetsk à Champions é o principal fator responsável pela turbinada no número de brasileiros na competição. O clube ucraniano, que andou em baixa nos últimos anos, conta com oito representantes tupiniquins: Ismaily, Márcio Azevedo, Taison, Fred, Dentinho, Bernard, Alan Patrick e Marlos.

Benfica (sete), Paris Saint-Germain (seis, incluindo o craque Neymar), além de Monaco, Porto e Manchester City (quatro, cada) são os outros clubes que possuem um número maior de brasileiros na fase de grupos.

Ao contrário das últimas temporadas, quando parte considerável da seleção brasileira estava na China ou em times momentaneamente em um segundo escalão da Europa, desta vez a maioria dos jogadores que vestem a camisa amarela vai disputar a Champions.

Dos 25 convocados por Tite para a última rodada dupla das eliminatórias da Copa do Mundo, entre o fim do mês passado e o começo de setembro, 18 estão inscritos na competição que reúne os times e elencos mais fortes do planeta.

As exceções são Cássio, Rodrigo Caio, Fagner e Luan, que jogam no Brasil, Renato Augusto, atualmente na China, além de Giuliano e Miranda, que defendem clubes que não se classificaram para a Champions –Fenerbahce e Inter de Milão, respectivamente.


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Qual o tamanho do favoritismo do Brasil na Copa-2018?
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Rafael Reis

Liderança do ranking da Fifa, primeira seleção a se classificar dentro de campo para a Copa do Mundo-2018 e nove vitórias em nove rodadas das eliminatórias desde a troca de Dunga por Tite.

O jogador mais caro da história do futebol (Neymar), o sonho não concretizado do Barcelona (Philippe Coutinho) e duas peças essenciais no funcionamento do clube mais vitorioso da atualidade (Marcelo e Casemiro).

Três anos depois do vexame histórico de ser goleado por 7 a 1 dentro de casa pela Alemanha, na semifinal da Copa-2014, a seleção brasileira renasceu e voltou a ser admirada e respeitada por torcedores e adversários.

A campanha irrepreensível nas eliminatórias sul-americanas, as vitórias tranquilas sobre Argentina, Colômbia e Uruguai, todos times do primeiro escalão mundial e o futebol consistente mostrado ao longo do último ano criaram no brasileiro uma certeza: a seleção chegará como favorita à Rússia-2018.

Mas qual será o verdadeiro tamanho do favoritismo brasileiro no Mundial do próximo ano? Será que o time de Tite é realmente melhor que seus adversários para levantar a taça em Moscou, no dia 15 de julho?

A primeira constatação importante a se fazer é que, sim, o Brasil desembarca na Rússia como favorito ao hexacampeonato mundial. Tão favorito quanto era em 2006, 2010 e 2014, de tristes recordações para o futebol canarinho.

Mas isso não significa que o Brasil é o favorito para ganhar a Copa do Mundo, mas sim que é um dos favoritos para conquistá-la.

Faltando nove meses para o início do Mundial da Rússia, hoje é possível identificar três seleções que estão adiante das adversárias e, consequentemente, possuem chances mais elevadas de faturarem o título. E o Brasil é uma delas.

A Alemanha, atual campeã mundial e recém-saída da conquista da Copa das Confederações, e a França, provavelmente a equipe do planeta com maior oferta de bons jogadores na atualidade, fazem companhia aos comandados de Tite neste trio de favoritos.

Os alemães têm 100% de aproveitamento nas eliminatórias europeias, aproveitam-se de uma base que se conhece há muito tempo, carrega a experiência do título mundial de 2014 e são dirigidos por um treinador mestre na arte de promover a renovação constante da equipe, impedindo assim que ela envelheça e perca vigor físico.

Já os franceses possuem um talento bruto de fazer inveja a qualquer outra seleção do planeta, inclusive ao Brasil, e podem se dar ao luxo de ignorar Karim Benzema, camisa 9 do Real Madrid. Isso porque contam com Griezmann, Pogba, Mbappé, Dembélé, Kanté, Lemar, Bakayoko, Mendy, todos muito jovens e capazes de dar um salto de evolução a qualquer momento.

Isso não significa, é claro, que Espanha, Itália, Argentina ou qualquer outra seleção não possa vencer a Copa. Mas isso seria uma surpresinha. Afinal, o Mundial da Rússia já tem favoritos. E o Brasil é um deles.


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Brasil foi a seleção que mais movimentou dinheiro na janela; veja top 10
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Rafael Reis

Impulsionado pela venda de Neymar para o Paris Saint-Germain, o Brasil foi a seleção que mais dinheiro movimentou na janela de transferências da temporada 2017/18.

Considerando apenas os jogadores convocados para esta Data Fifa, com partidas espalhadas entre o fim de agosto e o início de setembro, nenhum time nacional do planeta superou os 309 milhões de euros (R$ 1,1 bilhão) movimentados em negociações de atletas da equipe pentacampeã mundial.

O valor engloba as transações de quatro atletas chamados por Tite para as partidas contra Equador e Colômbia, pelas eliminatórias da Copa do Mundo-2018: Neymar (222 milhões de euros/PSG), Ederson (40 milhões de euros/Manchester City), Paulinho (40 milhões de euros/Barcelona) e Giuliano (7 milhões de euros/Fenerbahce).

O lateral direito Daniel Alves também trocou de clube nesta janela. No entanto, sua transferência da Juventus para o PSG não teve nenhum custo.

O dinheiro das transações envolvendo selecionáveis brasileiros só não foi maior porque o Liverpool se recusou a vender Philippe Coutinho para o Barcelona, mesmo com uma proposta de 160 milhões de euros (quase R$ 600 milhões) em mãos, e Luan não aceitou deixar para o Grêmio para defender o Spartak Moscou –o negócio movimentaria cerca de 22 milhões de euros (R$ 82 milhões).

Sem esses negócios, a liderança do Brasil no ranking das seleções mais ativas na janela de transferências só foi possível devido a uma série de decisões envolvendo a França.

A campeã mundial de 1998 ocupa a segunda colocação no ranking, com 129,5 milhões de euros (R$ 484 milhões) movimentados.

O valor seria muito maior se o técnico Didier Deschamps não tivesse deixado fora da convocação desta data Fifa o lateral esquerdo Benjamin Mendy (57,5 milhões de euros/Manchester City), o volante Tiemoué Bakayoko (40 milhões de euros/Chelsea) e o atacante Ousmane Dembélé (105 milhões de euros/Barcelona).

Além disso, Kylian Mbappé, novo companheiro de ataque de Neymar no Paris Saint-Germain, só terá os 180 milhões de euros (R$ 673 milhões) de sua saída do Monaco contabilizados na janela de 2018/19, devido a uma manobra contábil feita pelo PSG para driblar o fair-play financeiro da Uefa –por enquanto, o jogador está apenas emprestado ao time da capital.

Das dez seleções que mais dinheiro movimentaram nesta janela de transferências, oito são europeias. Além do Brasil, apenas a Colômbia representa a América do Sul no top 10 do ranking.

AS 10 SELEÇÕES QUE MAIS MOVIMENTARAM DINHEIRO NA JANELA

1 – Brasil – 309 milhões de euros
2 – França – 129,5 milhões
3 – Itália – 117 milhões
4 – Bélgica – 116,2 milhões
5 – Espanha – 110 milhões
6 – Portugal – 109,1 milhões
7 – Colômbia – 95,8 milhões
8 – Inglaterra – 88,8 milhões
9 – Alemanha – 72 milhões
10 – Sérvia – 69,7 milhões


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Eliminatórias podem derrubar Brasil para 3º lugar de ranking da Fifa
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Rafael Reis

Já classificada para a Copa do Mundo-2018, a seleção brasileira fará sua volta a campo nesta quinta-feira, contra o Equador, em Porto Alegre, e na próxima terça, ante a Colômbia, em Barranquilla.

Amistosos de luxo? Que nada. Os confrontos da 15ª e da 16ª rodadas das eliminatórias sul-americanas para o Mundial da Rússia valem a manutenção do time de Tite na liderança do ranking da Fifa.

Atualmente, o Brasil ocupa a primeira colocação da classificação de seleções feita pela entidade que gerencia o futebol mundial. A equipe pentacampeã tem 1.604 pontos e é seguida por Alemanha (1.549) e Argentina (1.399).

Para continuarem no topo da lista na próxima edição do ranking, que será divulgado no dia 14 de setembro, Neymar e cia. precisam vencer suas duas partidas nesta Data Fifa. Caso cumpram esse objetivo, irão a 1.677 pontos e não poderão ser alcançados por nenhuma outra equipe.

No entanto, qualquer tropeço pode custar ao Brasil o posto de seleção número 1 do planeta. Se deixar de vencer algum compromisso, o time canarinho chegará no máximo a 1.601 pontos e correrá risco de ser ultrapassado pela Alemanha.

Isso porque, segundo o simulador disponibilizado pela Fifa, os atuais campeões mundiais alcançarão 1.606 pontos se vencerem seus dois próximos compromissos: contra República Tcheca, nesta sexta-feira, fora de casa, e Noruega, segunda, em Stuttgart.

O Brasil ainda corre risco de ser superado pela Argentina e cair para o terceiro lugar do ranking, mas só se não vencer nenhum dos seus jogos nesta Data Fifa.

Nessa situação, o time dirigido por Tite ficaria no máximo com 1.475 pontos e poderia ser deixado para trás pelos argentinos, que podem chegar a 1.482 pontos se baterem Uruguai, nesta quinta, como visitantes, e Venezuela, na terça, em casa.

Brasil, Alemanha e Argentina têm se revezado no pódio do ranking desde outubro do ano passado. Os três times chegaram a ocupar a liderança da lista em algum momento de 2017.

Criado em 1993, o ranking da Fifa não é uma classificação histórica das seleções, mas sim um compilado dos resultados dos últimos quatro anos –jogos disputados antes desse período têm a pontuação descartada.

A pontuação de cada time é uma média que leva em consideração o resultado, a importância da partida, o nível do adversário e de qual confederação ele é. Ou seja, partidas válidas pelas eliminatórias têm peso maior que simples amistosos. E enfrentar a Argentina rende bem mais pontos do que um confronto com Benin ou Andorra.

A expectativa é que, assim como aconteceu em 2014, o ranking da Fifa seja o critério de definição dos cabeças de chave para a Copa-2018. Por isso, é importante para qualquer seleção tentar ocupar uma das sete primeiras colocações da lista.

Caso esse critério seja mantido, Brasil, Alemanha, Argentina, Suíça, Polônia, Portugal e Chile, além da anfitriã, Rússia, encabeçariam as chaves no sorteio de grupos do próximo Mundial.


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Final da C. das Confederações pode tirar Brasil do topo do ranking da Fifa
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Rafael Reis

Líder do ranking da Fifa desde abril, o Brasil corre risco de ter vida curta no posto de seleção número um do planeta.

O fim da invencibilidade na “era Tite” e a ausência na principal competição da temporada, podem custar à equipe o primeiro lugar na lista organizada pela entidade.

Atual campeã mundial e terceira colocada na classificação da Fifa, a Alemanha deve ser a nova líder do ranking caso derrote o Chile, no tempo normal ou na prorrogação, neste domingo, e conquiste o título da Copa das Confederações.

Com o resultado, os germânicos saltarão dos atuais 1.511 pontos para cerca de 1.610 pontos e tendem a deixar para trás Brasil e Argentina, que hoje ocupam respectivamente os primeiro e segundo lugares na lista.

Agora, se conquistar o título na disputa de pênaltis ou acabar derrotado pelos chilenos, a seleção Joachim Löw não conseguirá ultrapassar o Brasil e será máximo a vice-líder na próxima edição do ranking, na próxima edição do ranking, prevista para ser divulgada na quinta-feira (6).

Apesar de ter vencido a última Copa do Mundo e de estar mantendo uma sequência razoável de resultados desde então, a Alemanha não lidera a classificação de seleções desde junho de 2015.

O salto dos alemães para o topo do ranking só será possível porque, de acordo com o simulador disponibilizado pela Fifa em seu site oficial, a pontuação do Brasil cairá de 1.715 para 1.603 pontos na lista de julho.

A queda está ligada principalmente a três fatores: o primeiro tropeço da seleção desde a troca de Dunga por Tite, a não participação na Copa das Confederações, torneio oficial que oferece a seus participantes a possibilidade de somar muitos pontos, e a própria dinâmica do ranking, que vai descartando ou diminuindo a pontuação de partidas mais antigas.

Em junho, o Brasil disputou dois amistosos. Primeiro, perdeu para a Argentina por 1 a 0 e viu o fim da sequência de nove vitórias consecutivas desde a contratação do técnico Tite. Depois, goleou a Austrália por 4 a 0.

Atual tricampeã da Copa das Confederações, a seleção não disputa a competição neste ano porque não é o país-sede da próxima Copa do Mundo e nem campeã mundial e ou da Copa América.


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5 seleções que estão próximas da classificação para a Copa do Mundo-2018
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Rafael Reis

A um ano e três meses do início da próxima Copa do Mundo e com as eliminatórias correndo a todo vapor em todos os cantos do mundo, já há seleções que estão prestes a comemorar a classificação para a Rússia-2018.

Listamos abaixo os cinco países com a vaga mais encaminhada, aqueles que devem carimbar já nos próximos meses mais uma participação no Mundial.

Vale lembrar que apenas uma das 32 vagas para a Copa já tem dono. Por ser anfitriã, a Rússia é a única seleção já confirmada na competição.

O próximo Mundial será disputado entre os dias 14 de junho e 15 de julho de 2018. A decisão será jogada no estádio Luzhiniki, em Moscou.

BRASIL

A seleção de Tite lidera as eliminatórias sul-americanas, com 27 pontos e tem oito de vantagem para a Argentina, quinta colocada e o primeiro time fora da zona de classificação direta para a Copa. Desde que o qualificatório da Conmebol começou a ter esse formato, todas as equipes que chegaram a 28 pontos conquistaram a vaga sem terem de passar pela repescagem. Joga nesta quinta-feira contra o Uruguai em busca do ponto que falta para atingir a conta mágica.

Apesar disso, matematicamente, a vaga só poderá ser garantida se os brasileiros vencerem o duelo contra os uruguaios e o jogo contra o Paraguai, no próximo dia 28, e ainda contarem com uma combinação de resultados, como tropeços de Colômbia e Argentina nos seus respectivos confrontos.

NIGÉRIA

É a seleção mais bem posicionada das eliminatórias africanas. Como foi a única equipe a vencer nas duas primeiras rodadas do Grupo B da fase final do qualificatório, já abriu quatro pontos de vantagem para Camarões, a segunda colocada da chave. Se vencer o confronto com o atual campeão continental, em casa, em agosto, a diferença para os outros rivais da chave pode aumentar para até sete pontos. E isso faltando só três rodadas…

URUGUAI

Adversário do Brasil nesta quinta, o vice-líder das eliminatórias da Conmebol também pode atingir os 28 pontos que dão a classificação moral, ainda que não matemática, na atual rodada dupla das Eliminatórias. Atualmente, os uruguaios têm 23 pontos. Além da seleção de Neymar, os uruguaios enfrentam neste mês o Peru. A partida será disputada na próxima terça, em Lima.

ALEMANHA

A atual campeã mundial é outra que dificilmente ficará fora da próxima Copa. Time de melhor campanha das eliminatórias europeias, venceu os quatro jogos que disputou, marcou 16 gols e não sofreu nenhum. Enfrenta o Azerbaijão, fora de casa, neste domingo, em uma partida de pouco risco. Deve ir para o segundo turno com pelo menos cinco pontos de vantagem para os principais oponentes do seu grupo.

IRÃ

Foi a seleção que mais pontuou no primeiro turno da fase final das eliminatórias asiáticas. Com três vitórias e dois empates, somou 11 pontos e tem dois de vantagem para o Uzbequistão, terceiro colocado do Grupo 3, que disputaria a repescagem. Duas vitórias e um empate nos últimos cinco jogos devem ser suficientes para assegurar sua classificação.


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Saiba o que o Brasil precisa fazer para virar líder do ranking da Fifa
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Rafael Reis

Com sete vitórias em sete jogos desde a demissão de Dunga e a contratação de Tite, no meio do ano passado, a seleção está a um passo de retornar à liderança do ranking da Fifa depois de quase sete anos de ausência.

Atual número dois da lista, com 1.534 pontos, o Brasil enfrenta o Uruguai, nesta quinta-feira, em Montevidéu, e o Paraguai, na próxima terça, na Arena Corinthians, pelas eliminatórias da Copa do Mundo-2018.

E há uma série de combinações de resultados que pode fazer com que ele apareça à frente da Argentina, atual líder, com 1.644 pontos, na próxima edição do ranking, que será divulgada em 6 de abril.

Seleção que mais ocupou a liderança da lista da Fifa na história, o Brasil está fora da primeira colocação desde julho de 2010. Nos últimos anos, acumulou resultados negativos que chegaram a colocá-lo no 22º lugar, sua pior posição em todos os tempos.

Conheça abaixo os diferentes cenários desta Data Fifa que podem colocar a equipe pentacampeã mundial no topo do ranking mundial:

SE VENCER URUGUAI E PARAGUAI: Será a seleção número um do mundo, não importa o que aconteça com a Argentina. De acordo com a ferramenta de simulação de resultados, existente do próprio site da Fifa, o Brasil chegará a 1.661 pontos caso vença seus dois próximos compromissos. Mesmo que derrote Chile (22 de março) e Bolívia (27 de março), os argentinos não passarão de 1.655 pontos.

SE VENCER O URUGUAI E EMPATAR COM O PARAGUAI: Chegará a 1.601 pontos e ultrapassará a Argentina caso a equipe de Messi não consiga vencer o Chile. Nesse caso, a seleção dirigida por Edgardo Bauza alcançaria no máximo 1.589 pontos. Mas, se os argentinos baterem os chilenos, então nada feito para o Brasil.

SE VENCER O PARAGUAI E EMPATAR COM O URUGUAI: Alcançará 1.587 pontos e tomará a ponta da Argentina caso ela perca para o Chile ou não vença nenhum dos seus dois compromissos de março. Nesse cenário, a Argentina iria no máximo a 1.557 pontos (vitória sobre a Bolívia e derrota ante os chilenos).

SE VENCER O URUGUAI E PERDER PARA O PARAGUAI: Irá a 1.570 pontos e deixará a Argentina para trás caso ela perca para o Chile ou não vença nenhum dos seus dois compromissos de março. Nesse cenário, a Argentina iria no máximo a 1.557 pontos (vitória sobre a Bolívia e derrota ante os chilenos).

SE VENCER O PARAGUAI E PERDER PARA O URUGUAI: Ficará com 1.551 pontos e terá de torcer demais contra a Argentina para alcançar o primeiro posto. O Brasil só será líder caso a seleção bicampeã mundial (1978 e 1986) some no máximo um ponto nos jogos de março. Nesse cenário, os argentinos não passariam de 1.538 pontos.

SE EMPATAR COM URUGUAI E PARAGUAI: Aparecerá com 1.527 pontos no próximo ranking e só estará à frente da Argentina se ela perder para o Chile e não conseguir mais do que um empate contra a Bolívia. Com essa combinação de resultados, a seleção de Messi terá no máximo 1.522 pontos na lista de abril.

Caso consiga apenas um ponto na soma dos confrontos com Uruguai e Paraguai, o Brasil não terá como assumir a primeira colocação do ranking nesta Data Fifa. Se for derrotado pelos dois, poderá ainda perder a vice-liderança do ranking para o Chile, atualmente quarto colocado.


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Crise após o 7 a 1? Brasil pode fechar ano na liderança do ranking da Fifa
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Rafael Reis

Dois anos e quatro meses depois de ser humilhada em casa pela Alemanha e ver o sonho do hexacampeonato mundial acabar com uma goleada por 7 a 1, o Brasil tem agora a chance de voltar a ser a seleção número um do planeta.

Em alta desde que demitiu Dunga e passou a ser dirigida por Tite, a equipe canarinho pode sair da Data Fifa de novembro como líder do ranking da entidade.

Tite

Atual número três da lista, o Brasil precisa necessariamente vencer seus dois compromissos das eliminatórias da Copa do Mundo-2018 (Argentina, nesta quinta-feira, em Belo Horizonte, e Peru, na terça, em Lima) para poder dar o salto na classificação.

Caso isso aconteça, a seleção subirá dos atuais 1410 para 1544 pontos e aparecerá pelo menos na segunda posição na próxima edição do ranking –a Alemanha, atual vice-líder, só pode chegar a 1456 neste mês.

Para ser o número um do planeta, o time de Tite ainda dependerá de mais um tropeço da Argentina. A equipe de Messi só sairá da dianteira do ranking se também for batida pela Colômbia, terça, em casa.

Com duas derrotas, o argentinos cairão de 1621 para 1537 pontos e serão ultrapassados pelos seus arquirrivais, de acordo com o simulador do ranking da Fifa, disponibilizado pela entidade em seu site oficial.

Seleção que mais ocupou a liderança da lista na história, o Brasil está fora da primeira colocação desde julho de 2010. Nos últimos anos, acumulou resultados negativos que chegaram a colocá-lo no 22º lugar, sua pior posição em todos os tempos.

Desde que Tite foi contratado, após o fracasso na Copa América, em junho, o time pentacampeão mundial vem reagindo. As quatro vitórias consecutivas e o 100% de aproveitamento com o novo treinador fizeram a equipe saltar da nona colocação para o terceiro lugar.

Criado em 1993, o ranking da Fifa não é uma classificação histórica das seleções, mas sim um compilado dos resultados dos últimos quatro anos –jogos disputados antes desse período têm a pontuação descartada.

A pontuação de cada time é uma média que leva em consideração o resultado, a importância da partida, o nível do adversário e de qual confederação ele é. Ou seja, partidas válidas pelas eliminatórias têm peso maior que simples amistosos. E enfrentar a Argentina rende bem mais pontos do que um confronto com Benin ou Andorra.


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Rafael Reis

Embalado pelas três vitórias consecutivas desde a troca do técnico Dunga por Tite, o Brasil pode ser até segundo colocado na próxima edição do ranking da Fifa, que será divulgado no dia 20 de outubro.

Caso derrote a Venezuela, nesta terça-feira, fora de casa, na primeira rodada do segundo turno das eliminatórias da Copa do Mundo-2018, a seleção terá chance de aparecer atrás apenas da Argentina na lista classificatória da entidade.

Gabriel Jesus

Para isso, depende de tropeços de outras duas seleções na terça. A Alemanha não pode vencer a Irlanda do Norte, em Hannover, e a Colômbia não pode ir além do empate ante o Uruguai, em Barranquilla.

Caso a combinação de resultados aconteça, o Brasil aparecerá na próxima edição do ranking com 1410 pontos, enquanto alemães e colombianos não passarão de 1409 e 1362 pontos, respectivamente. A Bélgica, atual vice-líder, ficará com 1382.

A única seleção ainda inalcançável para os comandados de Tite é a Argentina. O time de Messi, Di María, Agüero e Higuaín terá de 1621 a 1703 pontos na lista de outubro, dependendo do resultado do seu confronto com o Paraguai, também na terça.

Atual quarto colocado no ranking da Fifa, posto que divide com a Colômbia, com 1323 pontos, o Brasil chegou a ser 22º em 2013, quando ocupou sua pior classificação na história. Desde então, vem recuperando espaço e galgando posições na lista.

Contratado para o lugar de Dunga, demitido após o fracasso na Copa América, em junho, Tite estreou na seleção na nona colocação do ranking.

O ex-comandante do Corinthians venceu seus três primeiros jogos pelo Brasil, sempre com atuações convincentes: 3 a 0 sobre o Equador, fora, e 2 a 1 contra a Colômbia, além da goleada por 5 a 0 ante a Bolívia, em casa.

Nesta terça, contra a Venezuela e desfalcado de Neymar, suspenso, pode virar a seleção número 2 do planeta e também assumir a liderança das eliminatórias sul-americanas. Com 18 pontos ganhos, está apenas um atrás do Uruguai.


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Mês das seleções pode colocar Brasil atrás de Gales no ranking da Fifa
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Rafael Reis

Eliminada na primeira fase da Copa América Centenário, a seleção brasileira pode aparecer atrás de País de Gales na próxima edição do ranking da Fifa.

De acordo com o simulador disponibilizado pelo site da entidade, o time pentacampeão mundial deve cair da sétima colocação que ocupa atualmente para a nona ou décima posição na lista que será divulgada no dia 14 de julho.

Com o empate com o Equador, a vitória sobre o Haiti e a derrota para o Peru, o Brasil verá sua pontuação reduzir de 1.257 para 1.156 pontos.

Bale

Com isso, será superado por pelo menos duas dessas três seleções, França, Portugal e País de Gales, todas semifinalistas da Eurocopa.

Sensação do torneio continental, Gales dará um grande salto no ranking. A equipe de Gareth Bale, que era a 26ª colocada na lista da Fida no mês passado, deve entrar no top 10.

Para deixar o Brasil para trás, os galeses precisam de apenas um empate contra Portugal na semifinal de quarta-feira (decisões por pênalti não valem pontos).

Portugal e França, as outras equipes que podem passar o Brasil, estavam mais próximas da equipe amarelinha no ranking. Os lusos ocupavam a oitava posição na última lista, e os anfitriões da Euro estavam em 17º.

Apesar do jejum de 23 anos sem títulos com seu time adulto e de ter sido derrotada pelo Chile na final da Copa América, a Argentina continuará como a melhor seleção do mundo, de acordo com a classificação da Fifa –subirá de 1.503 para 1.585 pontos.

Semifinalista da Euro mais bem posicionada no ranking, a Alemanha, atual campeã mundial e quarta colocada na última lista, pode no máximo chegar à vice-liderança que hoje é ocupada pela Bélgica.

O ranking da Fifa considera todos os resultados obtidos pelas seleções filiadas à entidade nos últimos quatro anos. No entanto, o peso dos jogos na classificação vai diminuindo com o passar do tempo.

A pontuação também depende do tipo de partida que uma equipe disputou. Amistosos valem menos que eliminatórias, que possuem um peso inferior a partidas de Copa do Mundo, por exemplo.


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