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7 crias do Botafogo que estão bombando (ou se perderam) fora do Brasil
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Rafael Reis

Por onde anda aquele garoto que brilhou nas categorias de base do meu time e logo foi vendido para o exterior? Será que ele virou um jogador importante por lá? Ou será que se tornou apenas mais um dentre tantos brasileiros espalhados pelo Mundo da Bola?

É para responder perguntas como essas que o “Blog do Rafael Reis” mostra desde julho os paradeiros das crias dos 12 maiores clubes do Brasil.

No sétimo capítulo da série, localizamos sete jogadores formados no Botafogo, um time que não vem mostrando nos últimos anos um trabalho sólido na revelação de jovens valores. Na próxima quarta-feira, será a vez do Grêmio.

DÓRIA
Zagueiro
22 anos
Olympique de Marselha (FRA)

Talvez o jogador mais conhecido que saiu das categorias de base do Botafogo neste século, o zagueiro foi um dos destaques do Estadual do Rio de Janeiro de 2013 e, antes mesmo de completar 20 anos, foi negociado com o Olympique de Marselha. Com dificuldade de adaptação ao clube francês, já foi emprestado duas vezes, para São Paulo e Granada. Atualmente, é reserva do time dirigido por Rudi Garcia.

VITINHO
Atacante
23 anos
CSKA Moscou (RUS)

De trajetória semelhante à de Dória, surgiu como um furacão no Botafogo em 2013 e foi vendido para o CSKA Moscou no mesmo ano. Depois de uma temporada e meia na Rússia, acabou cedido por empréstimo ao Internacional, onde jogou em 2015 e 2016. Após o rebaixamento do clube gaúcho, retornou para o país da Copa-2018. Tem sido titular na maioria das partidas do CSKA neste início de temporada.

LYANCO
Zagueiro
20 anos
Torino (ITA)

Apesar de conhecido por sua passagem pelo São Paulo, o zagueiro foi formado nas categorias de base do Botafogo. Lyanco deixou o clube carioca em 2015, antes mesmo de estrear entre os profissionais, devido a atrasos salariais. Negociado pelo São Paulo com o Torino por 7 milhões de euros (quase R$ 26 milhões), ele irá estrear no futebol europeu nesta temporada.

LUIS HENRIQUE
Atacante
19 anos
Feirense (POR)

Surgiu como uma grata revelação na Série B de 2015 e chegou a disputar o Mundial sub-17 daquele ano. Só que na temporada seguinte, Luis Henrique perdeu espaço no Botafogo, rescindiu seu contrato e foi parar no Atlético-PR. Também muito sucesso no Paraná, acabou desembarcando na Europa para defender o nanico Feirense. Na primeira rodada do Campeonato Português, ficou no banco.

CIDINHO
Meia-atacante
24 anos
Béziers (FRA)

Fez muito sucesso nas categorias de base do Botafogo, mas nunca conseguiu explodir no time profissional, apesar de ter feito parte do elenco campeão estadual de 2013. Depois de uma rápida experiência no ano passado pelo futebol iraniano, assinou no começo de 2017 com o AS Béziers para disputar a terceira divisão do Campeonato Francês.

RENAN
Goleiro
28 anos
Ludogorets (BUL)

Estreou no time profissional do Botafogo com 18 anos, conquistou dois títulos estaduais e foi reserva de Jefferson durante a maior parte de sua passagem pelo clube. Em 2016, resolveu se aventurar no Avaí e, no início deste ano, mudou-se para a Bulgária. Atualmente, é o primeiro reserva do gol do Ludogorets, atual hexacampeão nacional e que conta com oito brasileiros no elenco.

GERSON
Zagueiro
25 anos
Gangwon (CDS)

Jogador de sucesso nas categorias de base do Botafogo, negociou ainda adolescente com alguns dos clubes mais poderosos do mundo chegou a passar por PSV Eindhoven e Atlético de Madri. Desde 2015, é contratado do Lechia Gdansk, quarto colocado do Campeonato Polonês. Mas, nesta temporada, está emprestado ao Gangwon, um time de meio de tabela na liga sul-coreana.


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Chape é o 6º brasileiro em torneio amistoso do Barça; veja as participações
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Rafael Reis

Oito meses e meio depois do trágico acidente aéreo na Colômbia que matou 71 pessoas, inclusive boa parte dos seus jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes, a Chapecoense enfrenta nesta segunda-feira o Barcelona, às 15h30 (horário de Brasília).

O clube catarinense é o convidado deste ano do Troféu Joan Gamper, competição amistosa realizada anualmente no Camp Nou desde 1966, que serve para o time catalão apresentar à torcida seu elenco para a nova temporada espanhola e europeia.

A partida também marcará a volta de Alan Ruschel aos gramados. O jogador foi um dos seis sobreviventes do acidente aéreo na Colômbia. O zagueiro Neto (que ainda está em processo de recuperação para voltar a jogar), o ex-goleiro Follmann, o jornalista Rafael Henzel e dois integrantes da tripulação foram os outros sobreviventes.

Nos primeiros 30 anos, o torneio, que leva o nome do fundador do Barça, era disputado por quatro times e contava com semifinais e final. Desde 1997, no entanto, ele é jogado em uma partida única.

Convidada pelo Barcelona a jogar no Camp Nou devido à tragédia, a Chape não é o primeiro time brasileiro a disputar o Joan Gamper.

Relembre abaixo os cinco representantes do futebol pentacampeão mundial que já participaram da competição:

SANTOS
2 participações (1998 e 2013)
De todos os brasileiros, é o que tem a presença no Joan Gamper mais lembrada pelos torcedores, principalmente pelos rivais. Isso porque o Santos acabou goleado por 8 a 0 pelo Barcelona na edição de 2013 do torneio, que serviu como parte do pagamento pela transferência de Neymar para a Espanha. Em 1998, quando estreou na competição, o time brasileiro foi um adversário bem mais duro e só foi derrotado nos pênaltis, após empate por 2 a 2 no tempo normal.

INTERNACIONAL
3 participações (1982, 1989 e 1991)
É o único time não-europeu que já conquistou o Joan Gamper. O Inter se sagrou campeão em 1982, edição marcada pela estreia de Diego Maradona com a camisa do Barcelona. Os gaúchos bateram o time da casa, com o astro argentino e tudo, nas semifinais e meteram 3 a 1 no Manchester City na decisão. O sucesso naquele ano rendeu outros dois convites ao Inter, que não passou da semi em 1989 e 1991.

FLAMENGO
1 participação (1968)
Foi o primeiro time brasileiro a disputar o torneio amistoso. Em 1968, na terceira edição do Joan Gamper, fez um partida com contornos épicos contra o Barcelona, mas acabou derrotado por 5 a 4. Antes, na semifinal, o Flamengo havia batido o Athletic Bilbao por 1 a 0.

VASCO
3 participações (1972, 1980 e 1981)
Assim como o Internacional, disputou três edições do Joan Gamper, todas entre 1972 e 1981. Os vários convites têm uma explicação: Roberto Dinamite, que defendeu o Barcelona na temporada 1980/81. O Vasco só conseguiu chegar à decisão do torneio em 1980, quando acabou derrotado por 2 a 1 pelo Barça. Nas outras participações, perdeu já na semifinal.

BOTAFOGO
1 participação (1978)
Foi último colocado em sua única participação no torneio. Em 1978, perdeu para 2 a 1 para o Colônia na semifinal do Joan Gamper. Na disputa pelo terceiro lugar, nova derrota, desta vez por 3 a 2 ante o anfitrião Barcelona.


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Na nova Libertadores, brilhar na fase de grupos é armadilha para clubes
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Rafael Reis

Começar bem uma competição é sempre bom, já que enche os jogadores de confiança, faz com que os torcedores se sintam motivados a ir ao estádio e coloca aquele medo extra nos adversários, certo?

Na maioria das competições, é assim mesmo que funciona. Mas, na Libertadores-2017, brilhar demais logo no início do torneio pode acabar se tornando um problema.

A ampliação no período de disputa da principal competição interclubes da América do Sul, que agora terá a final jogada apenas em novembro, fará com que ela atravesse as janelas de transferências do meio do ano da Europa e da China.

Não precisa ser nenhum Nostradamus para saber que os clubes sul-americanos não passarão ilesos por esses períodos de transações e sofrerão sim desfalques em seus elencos para o segundo semestre.

E quem serão os times mais atingidos pela cobiça dos mercados mais ricos? Justamente aqueles que mais estiverem se destacando e apresentando melhor futebol na Libertadores, é claro.

No ano passado, a bola da vez da janela de transferências foi o Atlético Nacional. O clube colombiano negociou dois dos seus principais jogadores para o futebol europeu. No entanto, Davinson Sánchez e Marlos Moreno ainda puderam jogar a final da Libertadores porque ela foi disputada em julho, antes do início da temporada no Velho Continente.

Mas agora, com o novo calendário, os clubes europeus não poderão mais esperar. A janela de transferências da Europa (e também da China) abrirá após encerramento da fase de grupos da Libertadores e fechará depois das oitavas de final.

E, por isso, destacar-se na etapa de grupos pode acabar sendo uma armadilha capaz de afastar um time da briga pelo título continental, no fim do ano.

Vamos supor que o empate contra o Atlético Tucumán seja o único tropeço do Palmeiras no Grupo 5 e que o atual campeão brasileiro emende nas próximas rodadas grandes atuações. Nesse cenário, quais as chances de jogadores como Tchê Tchê, Borja e Mina continuarem no clube no segundo semestre e disputarem a reta final da Libertadores?

E no caso do Flamengo: será que Diego, Willian Arão e Berrío não receberão propostas milionárias irrecusáveis da Europa e/ou da China caso atuações como a da estreia contra o San Lorenzo se repitam?

O mesmo vale para Luan, Vitor Bueno e tantos outros jogadores espalhados pelos oito representantes brasileiros na Libertadores-2017.

Por isso, se você não gostou da atuação do seu time na primeira rodada do torneio sul-americano, não se desespere. Talvez seja melhor assim. O importante, por enquanto, é passar de fase. E guardar o bom futebol para a reta final, depois que as janelas de transferências fecharem.


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River tem elenco mais caro da Libertadores-17; Brasil põe 6 times no top 10
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Rafael Reis

Pelo segundo ano consecutivo, o dono do elenco mais caro da Taça Libertadores da América não é um clube brasileiro, mas sim, um argentino.

Depois de o Boca Juniors encabeçar a lista de times mais valiosos da edição anterior da competição continental, agora quem possui o grupo de jogadores com maior valor de mercado é seu arquirrival, o River Plate.

De acordo com o “Transfermarkt”, site especializado no Mercado da Bola, a soma dos valores estimados do atletas do clube campeão da Libertadores-2015 chega a 72,7 milhões de euros (R$ 237,9 milhões).

A liderança do River não chega a ser uma surpresa, já que o time argentino conta com três dos dez jogadores mais caros que disputarão o torneio: os atacantes Lucas Alario e Sebastián Driussi, além do meia Gonzalo Martínez.

Outros três representantes da terra de Lionel Messi aparecem no top 10 dos elencos mais valiosos: o Estudiantes é o oitavo, o San Lorenzo ocupa a nona colocação e o Lanús fecha a lista.

O clube brasileiro com o grupo de atletas mais caro é o Atlético-MG. Com valor estimado de 65 milhões de euros (R$ 212,7 milhões), a equipe comandada por Roger só é mais barata que o River.

Palmeiras, Grêmio, Flamengo, Santos e Atlético-PR também estão no top 10. O Botafogo é o 11º, com elenco avaliado em 29,4 milhões de euros (R$ 96,2 milhões). Já a Chapecoense, que teve de reconstruir completamente seu grupo de jogadores após o acidente aéreo de novembro, ocupa a 15ª colocação, com 22,1 milhões de euros (R$ 72,3 milhões).

Atual campeão, o Atlético Nacional é o time da Libertadores-2017 com elenco mais rico, excluindo os brasileiros e argentinos. A equipe colombiana tem valor estimado em 28,1 milhões (R$ 91,9 milhões), a 12ª mais cara da competição.

Até 2015, a lista de clubes com elencos mais valiosos da principal competição interclubes da América do Sul costumava ser dominada pelos clubes brasileiros.

Foram quatro anos consecutivos com representantes do futebol pentacampeão mundial encabeçando o ranking: Santos (2012), Corinthians (2013), Cruzeiro (2014) e São Paulo (2015).

A fase de grupos da Libertadores-2017 começa nesta terça-feira e vai até o fim de maio. A decisão do título continental está prevista para 29 de novembro.

CONHEÇA DOS 10 ELENCOS MAIS VALIOSOS DA LIBERTADORES-2017

1º – River Plate (ARG) – 72,7 milhões de euros (R$ 237,9 milhões)
2º – Atlético-MG (BRA) – 65 milhões de euros (R$ 212,7 milhões)
3º – Palmeiras (BRA) – 59,1 milhões de euros (R$ 193,4 milhões)
4º – Grêmio (BRA) – 57,2 milhões de euros (R$ 187,2 milhões)
Flamengo (BRA) – 57,2 milhões de euros (R$ 187,2 milhões)
6º – Santos (BRA) – 47,1 milhões de euros (R$ 154,1 milhões)
7º – Atlético-PR (BRA) – 40,5 milhões de euros (R$ 132,5 milhões)
8º – Estudiantes (ARG) – 33,9 milhões de euros (R$ 110,9 milhões)
9º – San Lorenzo (ARG) – 33,4 milhões de euros (R$ 109,3 milhões)
10º – Lanús (ARG) – 31,4 milhões de euros (R$ 102,7 milhões)


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Rival de estreia do Botafogo na Libertadores já faliu e tem ações na Bolsa
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Rafael Reis

Você gostaria de ser tornar proprietário do seu clube de coração? Os torcedores do Colo Colo, adversário de estreia do Botafogo na Libertadores, nesta quarta-feira, nem precisam gastar muito para concretizar esse sonho.

Por cerca de 150 pesos, o equivalente a R$ 0,72, é possível comprar uma ação do atual campeão da Copa Chile na Bolsa de Santiago e se tornar um dos donos do clube alvinegro.

Colo Colo

Esse modelo de gestão, praticamente inexistente no Brasil, mas bastante popular na Europa, teve no Colo Colo seu pioneiro na América do Sul.

Em 2005, o maior vencedor da história do futebol chileno se tornou o primeiro clube do continente a ingressar na Bolsa de Valores e disponibilizar a venda de ações para torcedores e investidores externos. Os outros dois maiores times do país (Universidad de Chile e Universidad Católica) rapidamente seguiram o mesmo caminho.

No caso do Colo Colo, as ações vendidas não são propriamente do clube, mas sim da “Blanco y Negro S/A”, empresa criada para receber o aporte econômico dos acionistas e que tem contrato para administrar o departamento de futebol até 2035. Mas, na prática, Colo Colo e Blanco y Negro são uma coisa só.

A decisão de se tornar uma empresa, ir à Bolsa e abrir capital não foi uma grande sacada administrativa para se descolar financeiramente dos rivais no Chile, mas sim a solução encontrada pelo clube para não ter de fechar as portas.

Atolado em dívidas, o Colo Colo entrou em processo de falência 15 anos atrás e teve até um interventor nomeado pela Justiça para cuidar de suas contas no auge da crise.

Com os US$ 31,7 milhões (R$ 99,2 milhões, na cotação atual) arrecadados com a abertura de capital, o clube saiu do buraco e criou uma hegemonia no futebol chileno na segunda metade da década passada –conquistou seis dos oito títulos nacionais disputados entre 2006 e 2009.

Atualmente, a principal acionista do Colo Colo é justamente uma corretora de ações, a Larrain Vial S/A. Mas a pessoa física mais poderosa no clube é o empresário Hernán Levy, dono de 24,5% das ações, cujo filho é casado com a filha de Sebastián Piñera, presidente chileno entre 2010 e 2014 e ex-acionista do time.

Quinto colocado no último Campeonato Chileno e vencedor da Copa Chile, o adversário do Botafogo tem como jogadores mais conhecidos o goleiro paraguaio Justo Villar e os meias Mark González e Gonzalo Fierro, de passagens por Sport e Flamengo, respectivamente.

O confronto entre Colo Colo e Botafogo, nesta e na próxima quarta-feira, é um dos oito válidos pela segunda rodada da fase preliminar da Libertadores. O vencedor disputará uma vaga na fase de grupos contra Independiente del Valle (EQU) ou Olimpia (PAR).


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Do Qatar ao Bangu: onde estão os gringos que defenderam o Botafogo
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Rafael Reis

A série “Por onde andam 5 estrangeiros inesquecíveis” mostra os paradeiros dos gringos que, para o bem ou para o mal, destacaram-se nos últimos anos vestindo as camisas dos 12 maiores clubes do Brasil.

Neste oitavo episódio, listamos 5 nomes nascidos fora do Brasil que estão na história do Botafogo e continuam em atividade.

Na sexta-feira, será a vez de apresentarmos os estrangeiros do Atlético-MG.

SEBASTIÁN ABREU
Atacante
40 anos
Uruguaio
No Botafogo: De 2010 a 2012
Bangu (RJ)
Loco Abreu
Ídolo da torcida botafoguense pela qualidade técnica e o comportamento ímpar para um jogador de futebol, personificados na sua mais que tradicional cavadinha nas cobranças de pênalti, Loco passou por cinco clubes diferentes e chegou até a jogar em El Salvador antes de acertar duas semanas atrás a volta ao Rio de Janeiro. O veterano uruguaio será a principal atração do Bangu no Estadual de 2017.

GERMÁN HERRERA
Atacante
33 anos
Argentino
No Botafogo: De 2010 a 2012
Rosario Central (ARG)
Herrera
Apelidado de “Quase-Gol” e com passagens também por Grêmio, Corinthians e Vasco, o argentino formou uma empolgante dupla de ataque com Loco Abreu e conquistou o Estadual do Rio de 2010 pelo Botafogo. Em janeiro, retornou para a Argentina e para Rosario Central, clube onde iniciou a carreira. Depois de ser titular durante praticamente toda a campanha na Libertadores, perdeu a posição no time com a contratação do colombiano Teo Gutiérrez.

PABLO ZEBALLOS
Atacante
30 anos
Paraguaio
No Botafogo: 2014
Al-Wakrah (QAT)
Zeballos
Parte do elenco do Botafogo que foi rebaixado para a segunda divisão do Brasileiro em 2014, o paraguaio teve um bom início no clube, mas depois perdeu espaço e desapareceu do time. De volta ao Paraguai, passou por três times diferentes (Olimpia, Libertad e Sportivo Luqueño) até ser emprestado ao futebol do Qatar. No Al-Wakrah, apesar de não ser titular absoluto, é o artilheiro do clube no Nacional.

CACHITO RAMÍREZ
Meia
32 anos
Peruano
No Botafogo: 2014
Alianza Lima (PER)
Ramirez
Também lembrado por suas passagens por Corinthians e Ponte Preta, é outro que participou da campanha do rebaixamento do Botafogo em 2014. Após ficar desempregado por oito meses no ano passado, voltou ao Peru e defendeu o Universidad San Martín. Em janeiro, acertou com o Alianza Lima, um dos principais clubes do seu país. Vive um incômodo jejum de gols e não balança as redes há quatro meses.

MARIO BOLATTI
Volante
31 anos
Argentino
No Botafogo: 2014
Belgrano (ARG)
Bolatti
Contratado com o status de um jogador com passagem pela seleção de Messi e por times importantes da Europa, como Porto e Fiorentina, o volante fracassou no Internacional e também no Botafogo, os dois times que defendeu no futebol brasileiro. Sem espaço por aqui, ficou parado por cinco meses no ano passado até assinar com o Belgrano, antepenúltimo colocado no Campeonato Argentino.


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Por que esses 5 jogadores sul-americanos estão na mira de times brasileiros
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Rafael Reis

Destaques do futebol sul-americano são alvos costumeiros dos clubes brasileiros na hora de montarem seus elencos para a próxima temporada.

A diferença de poderio econômico entre os clubes do futebol pentacampeão mundial e os do restante do continente, como Argentina, Chile e Colômbia, explicam a facilidade que os brasileiros têm de contratar nos países vizinhos.

Em resumo, jogadores do restante da América do Sul são mais baratos na hora de contratar e também recebem salários menores que os brasileiros.

Conheça agora cinco sul-americanos que estão na lista de desejos de times daqui para o próximo ano e entenda o porquê de eles serem tão desejados.

MIGUEL BORJA
Atacante
23 anos
Colombiano
Atlético Nacional (COL)
Miguel Borja
Sonho do Palmeiras para substituir Gabriel Jesus em 2017, Borja foi o destaque da reta final da campanha vitoriosa do Atlético Nacional na Libertadores. Apesar de ter disputado apenas os últimos quatro jogos da competição, marcou cinco gols, só quatro a menos do que o artilheiro, Calleri. Goleador do Campeonato Colombiano no primeiro semestre, disputou os Jogos Olímpicos do Rio, acabou de estrear na seleção principal e já fez 39 gols em 2016. “Miguel Ángel Borja é um homem nascido para o gol”, define o jornalista colombiano Jesús Miguel de la Hoz, do jornal “El Espectador”.

ALEJANDRO GUERRA
Meia
31 anos
Venezuelano
Atlético Nacional (COL)
Guerra
Meio-campista clássico, com estilo e futebol de camisa 10, o cérebro do Atlético Nacional na conquista da Libertadores reúne características que tanto encantam torcedores e dirigente de clubes brasileiros. Não à toa, Palmeiras, Flamengo e Santos andaram buscando informações sobre como tirá-lo do futebol colombiano depois do Mundial de Clubes. Revelação tardia e eleito para a seleção da última Libertadores, o já trintão meia tem 8 gols em 28 partidas na temporada, uma marca considerável para sua posição. “Quando os colombianos têm a bola, Guerra funciona como o criador e é o jogador que dá os passes claros para os companheiros ficarem em condição de finalizar”, afirma o venezuelano Gabriel López, do blog “La Pizarra del DT”.

MIGUEL TRAUCO
Lateral esquerdo
24 anos
Peruano
Universitario (PER)
Trauco
Talvez a principal novidade do futebol peruano em 2016, o lateral esquerdo do Universitario voltou à seleção depois de dois anos de ausência e virou dono da posição. Em junho, foi oferecido ao Atlético-MG para ser o substituto de Douglas Santos, mas a negociação não evoluiu. Agora, de acordo com a imprensa local, já acertou contrato com o Flamengo. O técnico Zé Ricardo disse não saber sobre a contratação, mas em entrevista ao jornal “Depor”, do Peru, mostrou conhecer muito bem o possível reforço. “Miguel Trauco tem demonstrado uma boa leitura do jogo ofensivo e defensivo. É um atleta com boa pegada. Tem muito futuro, pois é um jovem de valor que seguirá crescendo.”

CARLOS AUZQUI
Meia-atacante
25 anos
Argentino
Estudiantes (ARG)
Auzqui
Jogador revelado nas categorias de base do Estudiantes de la Plata, o meia-atacante argentino vive, em seu oitavo ano como profissional, a melhor fase da carreira. Prova disso é que, apesar de só ter atuado oito vezes, a temporada 2016/17 do Campeonato Argentino já é aquela em que mais balançou as redes: quatro vezes. O bom momento do jogador no líder da competição fez a imprensa local publicar que Auzqui está na mira do Botafogo para o próximo ano.

RÓBINSON APONZÁ
Meia-atacante
27 anos
Colômbia
Alianza Atlético (PER)
Aponza
Artilheiro do Campeonato Peruano, com 24 gols, pelo modesto Alianza Atlético, Aponzá é um daqueles peregrinos do futebol que explode quando menos se espera. O jogador, que já passou por América de Cali, Olimpia e Cortuluá, entre outros, é uma opção ofensiva barata para os clubes brasileiros, já que fica sem contrato no fim do ano e atua em uma das ligas mais pobres do continente. A situação despertou o interesse do Botafogo, que está analisando o colombiano. Aponzá ficou famoso no exterior ao tentar imitar o pênalti curto cobrado por Messi e Suárez no Barcelona. Mas seu companheiro que recebeu o passe acertou a trave.


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