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Rival do Palmeiras, “Guardiola uruguaio” montou time histórico do Barcelona
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Rafael Reis

Adversário do Palmeiras nas oitavas de final da Copa Libertadores da América-2017, Guillermo Almada tem um apelido significativo para um treinador que dirige um time chamado Barcelona.

O ex-jogador de 48 anos, que comanda o Barcelona de Guayaquil, desde 2015, é chamado de “Pep Guardiola uruguaio”.

O apelido está ligado ao estilo de futebol de valorização da posse de bola e marcação agressiva praticado pelo River Plate uruguaio durante sua passagem de quatro anos pelo clube, entre 2011 e 2015, e que foi replicado na equipe equatoriana.

“Sou admirador de Guardiola, assim como de outros treinadores. Vamos tentar que o Barcelona jogue melhor que seus rivais. É claro que a prioridade é ganhar. Queremos ser campeões, temos essa expectativa. Mas, para isso, é preciso trabalhar, evoluir e jogar da melhor forma possível”, disse Almada, logo em sua chegada a Guayaquil.

Assim como os do Pep original, os objetivos de sua versão uruguaia no Barcelona foram rapidamente alcançados. Apesar de ser o maior vencedor da história do futebol equatoriano, o clube só havia conquistado um título nos últimos 18 anos quando apostou no ex-treinador do River.

Logo em sua primeira temporada, Almada fez história. A equipe de Guayaquil não apenas foi campeã equatoriana, como estabeleceu a maior pontuação da competição em todos os tempos (99 pontos, com aproveitamento de 75%).

Duas vezes vice-campeão da Libertadores (1990 e 1998), o Barcelona também voltou a fazer bonito na esfera continental.

O time, que recebe o Palmeiras nesta quarta no jogo de ida das oitavas, não passava da fase de grupos da competição sul-americana há 13 anos. Nas duas últimas participações, havia sido lanterna de sua chave.

Desta vez, a campanha foi bem diferente. O Barcelona estreou derrotando o Atlético Nacional, atual campeão da Libertadores, e conseguiu vitórias marcantes fora de casa contra Estudiantes e Botafogo.

O time dava toda pinta de que faria a melhor campanha do Grupo 1, mas acabou derrotado nas duas últimas rodadas, perdeu a liderança da chave para o Botafogo e foi parar na rota do Palmeiras.

Tropeços que não minimizam o trabalho de Guillermo Almada, o “Pep Guardiola” uruguaio, eleito no mês passado pela revista inglesa “Four Four Two” o 45º melhor treinador do futebol mundial.

A propósito, o Guardiola original, hoje à frente do Manchester City, ficou na oitava colocação na lista.


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São Paulo entra no top 10 de maiores vendedores da atual janela; veja lista
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Rafael Reis

Em meio a um processo de desmanche do elenco e ocupando um lugar dentro da zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o São Paulo entrou no top 10 dos clubes do mundo que mais venderam jogadores na atual janela de transferências.

De acordo com o Transfermarkt, site especializado no Mercado da Bola, o time do Morumbi é o oitavo do planeta que mais dinheiro levantou com transações de atletas para a temporada 2017/18.

Com as vendas de Luiz Araújo e Thiago Mendes (Lille), Maicon (Galatasaray) e Lianco (Torino), o São Paulo arrecadou 32,4 milhões de euros (R$ 122,3 milhões) e entrou para o grupo que conta ainda com Benfica, Roma, Monaco, Lyon, Porto, Juventus, Torino, Anderlecht e Ajax.

O maior vendedor da atual janela é o Benfica, que já faturou 81,8 milhões de euros (R$ 308,8 milhões) com transferências. Curiosamente, quase metade desse valor foi levantado com a venda para o Manchester City do goleiro Ederson, outro ex-jogador do São Paulo.

Ederson, negociado por 40 milhões de euros (R$ 151 milhões) é o único brasileiro na lista das dez maiores transferências do planeta visando a próxima temporada.

Até momento, o período de transferências para 2017/18 já movimentou mais de 1,5 bilhão de euros (nada menos que R$ 5,6 bilhões).

O “Blog do Rafael Reis” publica semanalmente, sempre às terças-feiras, um balanço da janela de transferências da temporada 2017/18, com as principais negociações e valores desembolsados em compras e vendas de jogadores.

Saiba agora tudo que está rolando no Mercado da Bola.

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 81,8 milhões de euros
2º – Roma (ITA) – 69,5 milhões
3º – Monaco (FRA) – 58 milhões
4º – Lyon (FRA) – 48 milhões
5º – Porto (POR) – 44 milhões
6º – Juventus (ITA) – 40,4 milhões
7º – Torino (ITA) – 37,1 milhões
8º – São Paulo (BRA) – 32,4 milhões
9º – Anderlecht (BEL) – 27,2 milhões
10º – Ajax (HOL) – 27 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Bayern de Munique (ALE) – 90,5 milhões de euros
2º – Manchester City (ING) – 90 milhões
3º – Milan (ITA) – 82 milhões
4º – Roma (ITA) – 64,9 milhões
5º – Everton (ING) – 63,5 milhões
6º – Juventus (ITA) – 47,5 milhões
7º – Borussia Dortmund (ALE) – 44 milhões
8º – Liverpool (ING) – 42 milhões
9º – Monaco (FRA) – 36 milhões
10º – Manchester United (ING) – 35 milhões
Schalke 04 (ALE) – 35 milhões
Wolfsburg (ALE) – 35 milhões

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
2º – Mohamed Salah (EGI, Liverpool) – 42 milhões de euros
3º – Corentin Tolisso (FRA/Bayern de Munique) – 41,5 milhões
4º – Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
5º – André Silva (POR/Milan) – 38 milhões
6º – Victor Lindelöf (SUE/Manchester United) – 35 milhões
7º – Jordan Pickford (ING/Everton) – 28,5 milhões
8º – Davy Klaasen (ING/Everton) – 27 milhões
9º – Youri Tielemans (FRA/Monaco) – 25 milhões
10º – Leandro Paredes (ARG/Zenit) – 23 milhões

OS 10 BRASILEIROS MAIS CAROS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Ederson (Manchester City) – 40 milhões de euros
2º – Bruno Peres (Roma) – 12,5 milhões
3º – Luiz Araújo (Lille) – 10,5 milhões
4º – Thiago Mendes (Lille) – 9 milhões
5º – Vitor Hugo (Fiorentina) – 8 milhões
Juan Jesus (Roma) – 8 milhões
Wanderson (Krasnodar) – 8 milhões
8º – Maicon (Galatasaray) – 7 milhões
9º – Lyanco (Torino) – 5,9 milhões
10º – Marlon (Barcelona) – 5 milhões
William (Wolfsburg) – 5 milhões

AS 10 LIGAS QUE MAIS GASTARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Campeonato Alemão – 355,2 milhões de euros
2º – Campeonato Inglês – 347,4 milhões
3º – Campeonato Italiano – 343,6 milhões
4º – Campeonato Francês – 141,8 milhões
5º – Campeonato Espanhol – 109,8 milhões
6º – Campeonato Belga – 48,5 milhões
7º – Campeonato Russo – 48,1 milhões
8º – Campeonato Inglês (2ª divisão) – 45 milhões
9º – Campeonato Português – 38,1 milhões
10º – Campeonato Mexicano – 35,9 milhões
TOTAL: 1,5 bilhão de euros (R$ 5,6 bilhões)

Fonte: Transfermarkt


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Após férias, Libertadores dá início à fase final. E ainda não tem favorito
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Rafael Reis

Quarentas dias depois do encerramento da fase de grupos, a Copa Libertadores da América-2017 entra nesta terça-feira em sua reta final ainda sem a definição de um time favorito ao título.

Ao contrário do ano passado, quando o Atlético Nacional passou pela etapa classificatória com cinco vitórias e um empate e saiu de lá como o maior candidato ao troféu, desta vez nenhuma equipe teve um aproveitamento tão alto dentro do seu grupo.

E mesmo as equipes que mais se destacaram na fase anterior têm motivos de sobra para não merecer o rótulo de favorito nos mata-matas decisivos da principal competição interclubes da América do Sul.

Dono da melhor campanha da fase de grupos da Libertadores, com 13 pontos e 11 gols de saldo, o Atlético-MG está fora do G6 do Campeonato Brasileiro e até poucos dias atrás tinha seu técnico, Roger Machado, com o cargo sob ameaça devido à ausência de bons resultados.

Ao contrário dos mineiros, Palmeiras e Grêmio, os outros brasileiros que somaram 13 pontos na etapa anterior, vivem bons momentos na competição nacional, mas ainda não foram devidamente testados no torneio sul-americano.

A equipe gaúcha se destacou no mais fraco dos oito grupos da Libertadores. Ou você acha que ganhar de Guaraní, do Paraguai, Deportes Iquique, do Chile, e Zamora, da Venezuela, credencia alguém ao título?

O Palmeiras teve adversários um pouco mais qualificados, mas nem tanto assim: Jorge Wilstermann, da Bolívia, Atlético Tucumán, da Argentina, e Peñarol, do Uruguai. E, apesar do primeiro lugar da chave, sofreu demais para conseguir cada uma das quatro vitórias que obteve até o momento.

Assim como Atlético-MG, Grêmio e Palmeiras, River Plate e Lanús também somaram 13 pontos na fase de grupos. Só que pesadas dúvidas também pairam sobre o verdadeiro potencial dos argentinos.

O River até parecia um time capaz de carregar o rótulo de favorito. Conta com uma base que foi campeã continental dois anos atrás, vinha praticando um futebol consistente e é comandado há três temporadas pelo mesmo técnico, Marcelo Gallardo.

Mas um escândalo abalou as estruturas dos Millonarios. Dois dos seus titulares, o lateral direito Camilo Mayada e o zagueiro Lucas Martínez, foram pegos em exames antidoping. E mais cinco jogadores são suspeitos de terem utilizado substâncias proibidas.

O clube argentino é também dos sobreviventes da Libertadores que mais corre risco de perder nomes importantes nesta janela de transferências. O atacante Sebastián Driussi, um dos supostamente envolvidos no caso de doping coletivo, deve ir para o Zenit. O meia Gonzalo Martínez e o centroavante Lucas Alario também interessam ao futebol europeu.

Já o Lanús só chegou aos 13 pontos porque herdou três pontos de uma derrota para a Chapecoense, punida pela Conmebol pela escalação irregular de um jogador. O time, campeão nacional de 2016, fez uma campanha discreta no último Campeonato Argentino e foi apenas o oitavo colocado.

Libertadores-2017 – Oitavas de Final

Guaraní (PAR) x River Plate (ARG)
Jorge Wilstermann (BOL) x Atlético-MG (BRA)
Emelec (EQU) x San Lorenzo (ARG)
The Strongest (BOL) x Lanús (ARG)
Atlético-PR (BRA) x Santos (BRA)
Barcelona (EQU) x Palmeiras (BRA)
Nacional (URU) x Botafogo (BRA)
Godoy Cruz (ARG) x Grêmio (BRA)


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Árbitro de vídeo passa em teste, mas não livra apito de erros e polêmicas
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Rafael Reis

Uma boa notícia para aqueles que defendem o uso da tecnologia no futebol: de acordo com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, a arbitragem com apoio do vídeo passou no teste na Copa das Confederações e deve ser usada novamente na Copa do Mundo do próximo ano, na Rússia.

Mas a notícia é que, pelo menos por enquanto, o auxílio das imagens está longe de livrar a modalidade dos erros de apito e evitar que os juízes cometam lambanças e interfiram direta e indiretamente no placar.

Por orientação da Fifa, limitação técnica ou escolha dos árbitros principais, aqueles que ficam em campo e são os responsáveis finais pelas decisões da arbitragem, o VAR (Vídeo Assistant Referee) não mostrou todo seu potencial na Copa das Confedações.

A análise das imagens foi usada com razoável frequência em lances capitais da partida, como a existência ou não de impedimento em um lance de gol, a marcação de um pênalti ou a definição da expulsão de um jogador.

Mas o futebol não é feito apenas de lances capitais. Faltas na intermediária, escanteios e cartões amarelos também influenciam o placar de um jogo.

Só que, durante a Copa das Confederações, essas decisões foram tomadas quase que exclusivamente pelo árbitro principal. A tecnologia estava à disposição, mas pouco se recorreu a ela.

Medo de um excesso de paralisações e da perda da dinâmica usual do futebol? Temor de uma certa banalização do sistema de vídeo? Ou apenas o orgulho de um juiz que quer provar que não precisa de ajuda externa para tomar as decisões corretas? Difícil responder com precisão.

O certo é que os erros de arbitragem continuam fazendo parte do cotidiano do futebol. Às vezes, até mesmo quando o VAR é acionado.

Na decisão da Copa das Confederaçõeso árbitro recorreu ao vídeo para analisar uma agressão de Jara a Werner. Mesmo depois de ver imagens que mostravam uma cotovelada clara do zagueiro chileno no rosto do atacante alemão, optou por mostrar apenas o cartão amarelo para o defensor. Questão de interpretação, mas também um erro crasso do seu apito.

Não há dúvidas que o sistema de vídeo será aprimorado e, com o passar do tempo, conseguirá reduzir o número de erros de arbitragem e tornar mais justo o resultado final de uma partida de futebol.

Mas até que isso aconteça, os juízes continuarão sendo os vilões do esporte. Com acertos, é claro, mas também com muitos erros.


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Como obsessão de Löw salvou a Alemanha da “maldição dos campeões mundiais”
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Rafael Reis

França, Brasil, Itália e Espanha. Todas as seleções campeãs mundiais entre 1998 e 2010 padeceram do mesmo mal na hora de defenderem seus títulos: com elencos envelhecidos, cheio de medalhões intocáveis, fracassaram no Mundial seguinte à conquista.

É claro que a Alemanha, que decide neste domingo a Copa das Confederações contra o Chile, também pode ter um resultado desastroso na Rússia-2018. Mas, certamente, não pelos mesmos motivos.

A campeã da Copa-2014 está protegida da maior maldição que costuma atingir as seleções vencedoras de Mundiais: a de não conseguir trocar a safra vencedora por uma nova. E a culpa é toda de uma certa obsessão do seu treinador, Joachim Löw.

“Se eu tenho dois jogadores de qualidade técnica similar, vou sempre escolher o mais jovem, porque ele será mais útil no futuro”. É essa espécie de mantra que guia o trabalho do treinador, que está há 11 anos no comando do time germânico.

A obsessão de Löw pela renovação constante da seleção é facilmente provada. Em todas as grandes competições que disputou desde sua ascensão ao cargo, o treinador convocou pelo menos seis jogadores com até 23 anos.

Dos 23 campeões mundiais em 2014, pouco mais da metade (12) tem chances reais de participarem também do grupo que vai à Rússia no próximo ano. O restante se aposentou ou simplesmente sumiu das convocações do comandante alemão.

A filosofia do treinador faz todo sentido. Sua ideia é nunca ter em campo uma equipe muito velha, que não tenha pernas para competir contra rivais bem mais jovens e fortes fisicamente, e nem precisar recorrer a garotos pouco experimentados internacionalmente, que possam sentir o peso de uma partida importante.

Foi exatamente para dar bagagem a garotos que certamente lhe serão úteis no futuro (e também para dar descanso aos titulares antes da temporada do Mundial) que Löw optou por levar para a Copa das Confederações uma espécie de seleção B, formada na maioria por atletas que ainda buscam espeço na seleção.

E a estratégia deu muito certo. A Alemanha não apenas chegou à decisão do torneio pela primeira vez na história, como encontrou também algumas peças que certamente farão parte do seu elenco no próximo ano.

Uma delas é o meia Leon Goretzka, 22, do Schalke 04, que marcou duas vezes na semifinal contra o México. Outra é o atacante Timo Werner, 21, do RB Leipzig, com quem ele divide a artilharia da competição. E há ainda Benjamin Henrichs, Niklas Süle, Sebastian Rudy, Julian Brandt.

Uma coisa é certa: você não verá no próximo ano uma Alemanha envelhecida tentando defender seu título de campeã mundial. E a culpa é de Joachim Löw.


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Final da C. das Confederações pode tirar Brasil do topo do ranking da Fifa
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Rafael Reis

Líder do ranking da Fifa desde abril, o Brasil corre risco de ter vida curta no posto de seleção número um do planeta.

O fim da invencibilidade na ''era Tite'' e a ausência na principal competição da temporada, podem custar à equipe o primeiro lugar na lista organizada pela entidade.

Atual campeã mundial e terceira colocada na classificação da Fifa, a Alemanha deve ser a nova líder do ranking caso derrote o Chile, no tempo normal ou na prorrogação, neste domingo, e conquiste o título da Copa das Confederações.

Com o resultado, os germânicos saltarão dos atuais 1.511 pontos para cerca de 1.610 pontos e tendem a deixar para trás Brasil e Argentina, que hoje ocupam respectivamente os primeiro e segundo lugares na lista.

Agora, se conquistar o título na disputa de pênaltis ou acabar derrotado pelos chilenos, a seleção Joachim Löw não conseguirá ultrapassar o Brasil e será máximo a vice-líder na próxima edição do ranking, na próxima edição do ranking, prevista para ser divulgada na quinta-feira (6).

Apesar de ter vencido a última Copa do Mundo e de estar mantendo uma sequência razoável de resultados desde então, a Alemanha não lidera a classificação de seleções desde junho de 2015.

O salto dos alemães para o topo do ranking só será possível porque, de acordo com o simulador disponibilizado pela Fifa em seu site oficial, a pontuação do Brasil cairá de 1.715 para 1.603 pontos na lista de julho.

A queda está ligada principalmente a três fatores: o primeiro tropeço da seleção desde a troca de Dunga por Tite, a não participação na Copa das Confederações, torneio oficial que oferece a seus participantes a possibilidade de somar muitos pontos, e a própria dinâmica do ranking, que vai descartando ou diminuindo a pontuação de partidas mais antigas.

Em junho, o Brasil disputou dois amistosos. Primeiro, perdeu para a Argentina por 1 a 0 e viu o fim da sequência de nove vitórias consecutivas desde a contratação do técnico Tite. Depois, goleou a Austrália por 4 a 0.

Atual tricampeã da Copa das Confederações, a seleção não disputa a competição neste ano porque não é o país-sede da próxima Copa do Mundo e nem campeã mundial e ou da Copa América.


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Conheça os reforços mais caros da história dos 20 maiores clubes da Europa
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Rafael Reis

Paul Pogba lidera o ranking de contratação mais cara da história. Sua ida para Manchester United, no ano passado, custou 105 milhões de euros (R$ 395 milhões). Gareth Bale e Neymar não custaram tanto quanto o meia francês, mas são os reforços mais caros já adquiridos por Real Madrid e Barcelona, respectivamente.

Esses recordes do Mercado da Bola são bem conhecidos. Mas você sabe qual foi a maior transferência da história do Bayern de Munique? E a do Atlético de Madri? Algum palpite sobre quem é o maior reforço que já fechou com o Borussia Dortmund?

Foi pensando nisso que o “Blog do Rafael Reis” preparou uma lista com a contratação mais cara já realizada por cada um dos 20 clubes mais bem classificados no ranking da Uefa, o mesmo que define os potes do sorteio dos grupos da Liga dos Campeões da Europa.

Alguma informações desse levantamento chamam a atenção.

Para começar, Neymar não é o único brasileiro que detém o posto de maior contratação de um clube do primeiro escalão do futebol europeu.

Dois dos seus companheiros de seleção na última Copa do Mundo também ostentam essa marca: Hulk, hoje no futebol chinês, lidera o ranking de transferências do Zenit São Petesburgo, e Bernard é o reforço mais caro já anunciado pelo Shakhtar Donetsk, clube onde está até hoje.

Outra curiosidade da lista é que Gonzalo Higuaín aparece no topo das maiores contratações de dois clubes diferentes. Em 2013, o centroavante argentino quebrou o recorde do Napoli. Três anos depois, virou a transferência mais cara da Juventus.

Por fim, dois dos 20 clubes mais fortes da Europa realizaram já nesta janela de transferências a maior transação de suas histórias.

O Bayern de Munique quebrou seu recorde particular ao pagar 41,5 milhões de euros (R$ 156 milhões) pelo meia francês Corentin Tolisso, que estava no Lyon. Já o Porto igualou sua maior marca de todos os tempos ao exercer a opção de compra do meia Óliver Torres, que estava emprestado ao clube, e pagar 20 milhões de euros ao Atlético de Madrid pelo jogador espanhol.

Confira a lista logo abaixo:

O REFORÇO MAIS CARO DA HISTÓRIA DOS 20 MAIORES CLUBES DA EUROPA

MANCHESTER UNITED (ING) – Paul Pogba (FRA, 2016) – 105 milhões de euros
REAL MADRID (ESP) – Gareth Bale (GAL, 2013) – 101 milhões
JUVENTUS (ITA) – Gonzalo Higuaín (ARG, 2016) – 90 milhões
BARCELONA (ESP) – Neymar (BRA, 2013) – 88,2 milhões
MANCHESTER CITY (ING) – Kevin de Bruyne (BEL, 2015) – 74 milhões
PARIS SAINT-GERMAIN (FRA) – Edinson Cavani (URU, 2013) – 64,5 milhões
CHELSEA (ING) – Fernando Torres (ESP, 2010) – 58,5 milhões
ARSENAL (ING) – Mesut Özil (ALE, 2013) – 47 milhões
BAYERN DE MUNIQUE (ALE) – Corentin Tolisso (FRA, 2017) – 41,5 milhões
ATLÉTICO DE MADRI (ESP) – Radamel Falcao García (COL, 2011) – 40 milhões
ZENIT (RUS) – Hulk (BRA, 2012) e Axel Witsel (BEL, 2012) – 40 milhões
NAPOLI (ITA) – Gonzalo Higuaín (ARG, 2013) – 39 milhões
TOTTENHAM (ING) – Moussa Sissoko (FRA, 2016) – 35 milhões
BORUSSIA DORTMUND (ALE) – André Schürrle (ALE, 2016) – 30 milhões
SHAKHTAR DONETSK (UCR) – Bernard (BRA, 2013) – 25 milhões
SCHALKE 04 (ALE) – Breel Embolo (SUI, 2016) – 22,5 milhões
BENFICA (POR) – Raúl Jiménez (MEX, 2015) – 22 milhões
PORTO (POR) – Óliver Torres (ESP, 2017) e Giannelli Imbula (FRA, 2015) – 20 milhões
BAYER LEVERKUSEN (ALE) – Kevin Volland (ALE, 2016) – 20 milhões
SEVILLA (ESP) – Franco Vázquez (ITA, 2016) e Álvaro Negredo (ESP, 2009) – 15 milhões

Fonte: Transfermarkt


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Por onde andam os jogadores da estreia de Cristiano Ronaldo no Real?
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Por onde andam os jogadores da estreia de Cristiano Ronaldo no Real?
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Rafael Reis

A possibilidade de deixar o Real Madrid e o namoro com o Paris Saint-Germain transformaram Cristiano Ronaldo no protagonista da janela de transferências para a temporada 2017/18 do futebol europeu.

Oito anos atrás, o português também foi a estrela máxima do Mercado da Bola do Velho Continente ao trocar o Manchester United pelo clube espanhol por 94 milhões de euros (R$ 353 milhões), naquela que na época era a contratação mais cara da história.

Ronaldo ainda vestia a camisa 9 quando estreou no Real. Sua primeira partida oficial com o uniforme branco que lhe renderia três títulos europeus foi a vitória por 3 a 2 sobre o La Coruña, na rodada inaugural do Campeonato Espanhol. O reforço madridista deixou sua marca. Raúl e Lassana Diarra marcaram os outros gols do triunfo.

Conheça abaixo o paradeiro dos primeiros companheiros do atual melhor jogador do mundo no Real Madrid.

POR ONDE ANDA –REAL MADRID (2009)

Iker Casillas (36 anos) – Dono da meta do Real Madrid por mais de uma década e meia, o prata da casa continua em atividade, mas já não goza mais do posto de um dos melhores do mundo na posição. O goleiro, campeão mundial (2010) e bi europeu (2008 e 2012) com a Espanha, defendeu o Porto nas duas últimas temporadas, mas fica sem contrato a partir de sábado. Após a Euro-2016, deixou de ser convocado para a seleção.

Álvaro Arbeloa (34 anos) – Também campeão mundial com a Espanha em 2010 e bi da Eurocopa, anunciou a aposentadoria no início da semana. Arbeloa permaneceu no Real até agosto do ano passado e disputou a última temporada de sua carreira na Inglaterra, vestindo a camisa do West Ham.

Raúl Albiol (31 anos) – Uma espécie de “patinho feio” da geração multicampeã da seleção espanhola, o zagueiro passou a maior parte da sua carreira no Real como opção no banco de reservas. Em 2013, transferiu-se para o Napoli, onde é titular absoluto e um dos líderes da equipe.

Ezequiel Garay (30 anos) – Vice-campeão da Copa-2014 com a seleção argentina, o zagueiro vem perdendo espaço no futebol mundial nos últimos anos. Na última temporada, oscilou demais com o Valencia, que foi apenas o 12º colocado no Campeonato Espanhol.

Marcelo (29 anos) – O caçula do time de 2009 se transformou em um dos principais laterais esquerdos do mundo e em uma das maiores armas ofensivas do Real Madrid de 2017. O brasileiro fez gol na final da Liga dos Campeões de 2014 e é o segundo estrangeiro na história com mais partidas pelo clube.

Lassana Diarra (32 anos) – Camisa 10 na estreia de Cristiano Ronaldo, o volante francês caminha para um discreto fim de carreira. Depois de se destacar na temporada 2015/16 no Olympique de Marselha, Diarra optou por deixar a Europa e assinou em abril com Al-Jazira, dos Emirados Árabes.

Xabi Alonso (35 anos) – Assim como Arbeloa, acaba de entrar para o time dos aposentados. Xabi Alonso disputou sua última partida como profissional no dia 20 de maio, quando seu Bayern de Munique goleou o Freibrug por 4 a 1, na derradeira rodada do Campeonato Alemão.

Cristiano Ronaldo (32 anos) – Em oito anos de Real Madrid, tornou-se o maior artilheiro da história do clube, com 406 gols em partidas oficiais. Já foi eleito o melhor jogador do mundo em quatro oportunidades (três com a camisa branca) e caminha para a quinta Bola de Ouro da sua carreira.

Kaká (35 anos) – A outra contratação bombástica do Real Madrid para a temporada 2009/10, não passou nem perto de ter o mesmo sucesso de Cristiano Ronaldo na Espanha. Kaká retornou para o Milan quatro anos depois de ser contratado e atualmente é uma das estrelas da MLS (Major League Soccer) nos Estados Unidos.

Raúl (40 anos) – Maior artilheiro do Real até a aparição de Cristiano Ronaldo, Raúl Madrid, como ficou conhecido, deixou o clube em 2010 e defendeu Schalke 04, Al Sadd (Qatar) e New York Cosmos nos últimos cinco anos de sua carreira. De volta à Espanha após alguns anos morando nos EUA, o autor de um dos gols da partida contra o Vasco trabalhará como assessor presidencial do Real na próxima temporada.

Karim Benzema (29 anos) – Apesar dos problemas extracampo que o afastaram da seleção francesa e do futebol abaixo do esperado na última temporada, continua como titular do Real Madrid. Benzema teve seu nome especulado em várias equipes para 2017/18, mas deve renovar contrato com o clube espanhol.

Esteban Granero (29 anos) – Criado nas categorias de base do Real, foi resgatado em 2009 pelo clube depois de uma passagem de sucesso pelo Getafe. No entanto, o meia não vingou no Santiago Bernabéu. Três anos depois, foi embora para nunca mais voltar. Na última temporada, foi reserva da Real Sociedad.

Guti (40 anos) – Jogador presente na estreia de Cristiano Ronaldo há mais tempo aposentado, o ex-meia abandonou o futebol em 2011, quando defendia o Besiktas, da Turquia. Guti está no início da carreira de treinador e atualmente comanda a equipe sub-18 do Real.

Gonzalo Higuaín (29 anos) – Reserva de luxo de Benzema no fim da década passada, passou pelo Napoli, foi contratado pela Juventus na quarta transferência mais cara da história do futebol e reencontrou o Real na decisão da última edição da Liga dos Campeões. HIguaín voltou para casa como vice.

Manuel Pellegrini (63 anos) – O chileno durou só uma temporada no Real Madrid e costuma ser mais lembrado pelos três anos que passou à frente do Manchester City, com direito à conquista do título inglês de 2014. Atraído pelos salários milionários pagos pela China, dirige atualmente o Hebei Fortune, time dos brasileiros Hernanes e Aloísio.


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Rafael Reis

Maior artilheiro da história do México e uma das esperanças da seleção azteca na semifinal da Copa das Confederações, contra a Alemanha, nesta quinta-feira, Chicharito Hernández por pouco não construiu sua carreira no futebol brasileiro.

Em 2005, quando tinha apenas 16 anos, o hoje atacante do Bayer Leverkusen veio ao país para disputar uma competição de base, a Copa Promissão, no interior de São Paulo, com a equipe sub-17 do Chivas Guadalajara.

Apesar de não ter balançado as redes no campeonato, Chicharito chamou a atenção do Internacional, que procurou o clube mexicano para conversar sobre uma possível transferência.

O negócio só não saiu porque os dirigentes gaúchos se assustaram com o valor pedido pelo Chivas na época, algo em torno de US$ 1 milhão (R$ 3,3 milhões, na cotação atual).

Cinco anos mais tarde, o time de Guadalajara acabou negociando Chicharito com o Manchester United por uma quantia muito maior, 7,5 milhões de euros (R$ 28 milhões). A última transação do atacante mexicano, para o Leverkusen, foi ainda mais elevada: 12 milhões de euros (aproximadamente R$ 40 milhões).

A passagem do centroavante pela Copa Promissão ficou marcada por um curioso incidente na derrota por 1 a 0 para o Corinthians. Na ocasião, quatro jogadores do Chivas foram expulsos. Chicharito, ainda que por engano de um árbitro que errou na hora de identificar o jogador que cometeu a falta digna de cartão vermelho, foi um deles.

Em sua primeira experiência em território brasileiro, o atacante do Leverkusen teve a companhia de Carlos Vela, hoje jogador da Real Sociedad, que atua ao seu lado no setor ofensivo do México.

Chicharito se profissionalizou em 2006 e estreou na seleção principal três anos mais tarde. Ele disputou as duas últimas Copas do Mundo (2010 e 2014) e já fez 94 partidas com a camisa mexicana.

Em maio, o atacante se tornou o artilheiro da história da equipe dirigida por Juan Carlos Osorio. O camisa 14 soma 48 gols pela seleção, dois a mais do que Jared Borgetti, o antigo detentor do recorde.

Na Copa das Confederações, Chicharito marcou apenas uma vez, no empate por 2 a 2 com Portugal, pela primeira rodada da competição.


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Rafael Reis

A janela de transferências não está aberta apenas na Europa. O futebol brasileiro também vive um período em que é permitida a inscrição de novos jogadores.

Por isso, é hora dos clubes daqui analisarem bem seus elencos e partirem em busca de reforços para as retas finais da Libertadores e da Copa do Brasil, assim como para a sequência do Campeonato Brasileiro.

Mostramos abaixo cinco opções de jogadores brasileiros que estavam no exterior e estão sem contrato para a próxima temporada. Ou seja, que podem ser contratados sem a necessidade de pagamento dos direitos econômicos.

Quem sabe algum deles apareça no seu clube de coração no segundo semestre…

NILMAR
Atacante
32 anos
Último clube: Al-Nasr (EAU)

Um dos campeões de especulações em quase todas as janelas de transferências, o atacante não deve continuar nos Emirados Árabes. Em litígio com o Al-Nasr, Nilmar chegou a ameaçar acionar a Fifa para antecipar o fim do seu contrato antes de receber os salários atrasados que o clube lhe devia. O Internacional, clube onde o jogador despontou para o cenário brasileiro, conversa sobre a possibilidade de contratá-lo.

LUCAS LEIVA
Volante
30 anos
Último clube: Liverpool (ING)

A passagem de dez anos do volante brasileiro pelo Liverpool está perto de um ponto final. Como o clube inglês não renovou seu contrato, Lucas Leiva tem corrido em busca de um novo clube para defender a partir de julho. No Brasil, o jogador vem conversando há meses com o Grêmio, time que o fez despontar para o futebol. O Trabzonspor, da Turquia, é outra opção para seu futuro.

JÚLIO BAPTISTA
Meia
35 anos
Último clube: Orlando City (EUA)

Jogador com passagens por Real Madrid, Arsenal e Roma, a cria das categorias de base do São Paulo está parada desde outubro do ano passado, quando não teve seu contrato com o Orlando City renovado. Na temporada em que atuou ao lado do seu amigo Kaká no futebol dos EUA, Júlio Baptista disputou 24 partidas e fez seis gols.

CHARLES
Atacante
33 anos
Último clube: Málaga (ESP)

O centroavante paraense tem experiência internacional de sobra. Afinal, foram 14 anos atuando no futebol espanhol, as duas últimas com a camisa do Málaga. Charles, que teve seu desempenho na última temporada prejudicado por uma contusão no joelho, está fora do Brasil desde 2001. Talvez seja a hora de voltar para casa.

LÚCIO
Zagueiro
39 anos
Último clube: FC Goa (IND)

O ex-capitão da seleção brasileira disputou as duas últimas temporadas da Superliga Indiana pelo FC Goa, time dirigido por Zico. Mas a competição, que não tem nem três meses de duração, foi a única atividade física profissional do zagueiro desde a rescisão do contrato com Palmeiras, no primeiro semestre de 2015. É necessário também saber se Lúcio ainda deseja ter uma vida usual de jogador profissional em seu país natal.


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