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Por onde andam os jogadores da Alemanha que foi tri mundial na Copa-1990?
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Rafael Reis

Em 2014, a Alemanha faturou o quarto título de Copa do Mundo de sua história. O enredo da conquista ainda está bem presente na nossa memória: goleada por 7 a 1 sobre o anfitrião Brasil na semifinal e um magro 1 a 0, gol de Götze, na prorrogação, sobre a Argentina na decisão.

Mas para poder ser tetracampeã mundial, a seleção alvinegra antes teve de se sagrar tri. E isso aconteceu em 1990.

Vinte e sete anos atrás, a Alemanha, comandada por Franz Beckenbauer e liderada em campo por Lothar Matthäus, venceu aquela que é considerada até hoje a mais chata e entediante de todas as edições da Copa do Mundo.

Curiosamente, a adversária na final também foi a Argentina. E o placar foi o mesmo: 1 a 0.

Saiba abaixo quais os paradeiros dos jogadores que deram ao futebol alemão o seu terceiro título mundial.

POR ONDE ANDA – ALEMANHA (1990)

Bodo Illgner (50 anos) – Defendeu apenas dois clubes em toda a carreira, o Colônia e o Real Madrid, onde chegou em 1996 e permaneceu até a aposentadoria, cinco anos mais tarde. Comentarista da Sky holandesa e da espanhola beIN Sports, costuma usar as redes sociais para falar de futebol e também para declarar seu amor à esposa, Bianca.

Thomas Berthold (52 anos) – Lateral direito da equipe tricampeã mundial, o ex-jogador de Bayern de Munique, Roma e Stuttgart tem lugar cativo na TV alemã. Berthold trabalha como apresentador e comentarista para dois canais e participou de uma cobertura quadrlíngue na Euro feminina de 2013.

Guido Buchwald (56 anos) – O zagueiro que anulou Maradona na decisão da Copa esboçou uma carreira como treinador e até foi campeão japonês do Urawa Reds (atualmente Urawa Red Diamonds). Entre 2013 e 2013, foi dirigente do Stuttgart Kickers, clube que o revelou para o futebol alemão. Há dois anos, ocupa vaga de olheiro na comissão técnica do Stuttgart.

Klaus Augenthaler (59 anos) – Líbero com mais de 400 partidas pelo Bayern de Munique, único clube que defendeu durante toda a carreira, deixou o futebol profissional um ano depois do título mundial. Augenthaler trabalhou durante cinco anos na comissão técnica do Bayern antes de se lançar na carreira de treinador. O ex-defensor passou por Nuremberg, Bayer Leverkusen e Wolfsburg. Na última temporada, dirigiu o Donaustauf, de uma liga amadora da Baviera.

Jürgen Kohler (51 anos) – Mais um campeão mundial de 1990 que tem se revezado entre os bancos de reservas e a administração de clubes de futebol. Kohler dirigiu o Duisburg e a seleção alemã sub-21. Também foi diretor esportivo do Bayer Leverkusen e de equipes pequenas do país. Desde o ano passado, é o treinador do Vfl Alfter, que disputa a quinta divisão da Alemanha.

Andreas Brehme (56 anos) – Autor do gol de pênalti que deu o título à Alemanha, o ex-lateral esquerdo famoso por ser ambidestro pelo ótimo aproveitamento nas bolas paradas chegou a dirigir o Kaiserslautern e a trabalhar no Stuttgart depois da aposentadoria, mas se atolou em dívidas e vive em dificuldades financeiras. Em 2014, chegou a receber uma oferta para trabalhar na limpeza de banheiros da empresa de um amigo para conseguir quitar os débitos.

Lothar Matthäus (56 anos) – Líder e cérebro da Alemanha na conquista do tricampeonato mundial, foi técnico de poucos resultados expressivos entre 2001 e 2011 e, desde então, tem trabalhado como comentarista esportivo ao redor do planeta –participou inclusive da cobertura da Copa-2014 pela SporTV.  Ainda como treinador, teve uma passagem de dois meses pelo Atlético-PR em 2006.

Thomas Hässler (51 anos) – Veterano de três Copas do Mundo (1990, 1994 e 1998) e escolhido para a seleção da Euro-1992, o ex-meia entrou no mundo da música e fundou, ainda em 1996, uma gravadora. Hässler também trabalhou como auxiliar técnico na Nigéria, no Irã e no Colônia. No ano passado, assinou contrato de duas temporadas para treinar o Club Italia, que atua nas divisões inferiores do futebol germânico.

Pierre Littbarski (57 anos) – Famosos pelos dribles, uma habilidade rara entre os jogadores alemães, Littbarski foi treinador no Japão, na Austrália, no Irã e até em Liechtestein. Desde 2010, trabalha no Wolfsburg. Já foi assistente, técnico interino e hoje comanda o setor de olheiros do clube da Volkswagen.

Rudi Völler (57 anos) – Homem-gol da seleção alemã durante mais de uma década, participou das Copas do Mundo de 1986, 1990 e 1994. Como treinador, dirigiu a Roma, o Bayer Leverkusen e levou a Alemanha ao vice-campeonato mundial em 2002. Aposentado do banco de reservas, é há 12 anos o diretor esportivo do Leverkusen, clube onde é ídolo.

Jürgen Klinsmann (52 anos) – Um dos principais nomes do futebol alemão nos anos 1990, é lembrado pelas gerações mais novas pelos cinco anos em que esteve à frente da seleção dos Estados Unidos (entre 2011 e 2016). Mas Klinsmann também dirigiu a Alemanha (2004 a 2006) e o Bayern de Munique (2008 a 2009). Seu filho Jonathan acabou de disputar o Mundial sub-20 como goleiro da seleção norte-americana.

Stefan Reuter (50 anos) – Único reserva utilizado na decisão, o ex-lateral direito substituiu Berhold no segundo tempo da decisão contra a Argentina. Reuter já trabalhou nas comissões técnicas de Borussia Dortmund e 1860 Munique. Desde 2013, é diretor de futebol do Augbsurg, 13º colocado na última Bundesliga.

Franz Beckenbauer (71 anos) – Maior nome da história da futebol alemão, conquistou uma Copa do Mundo como jogador (1974) e outra como técnico (1990). Beckenbauer também chefiou o comitê organizador da Copa do Mundo-2006 e fez parte do comitê executivo da Fifa. Seu nome, no entanto, caiu em desgraça nos últimos anos devido a denúncias de corrupção, lavagem de dinheiro e suposta venda de voto para a escolha do Qatar como sede do Mundial-2022.


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City é quem mais investiu em reforços desde 2007; veja o top 10 dos gastões
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Rafael Reis

Um bilhão e 430 milhões de euros, mais de R$ 5,3 bilhões. Grana suficiente para comprar mais de 3 mil Ferraris, 15 apartamentos do mais luxuoso edifício de Mônaco ou formar um time com 11 Pogbas.

Foi esse o dinheiro investido em contratações pelo Manchester City ao longo dos últimos dez anos. Desde 2007, nenhum clube gastou tanto no Mercado da Bola quanto o terceiro colocado do último Campeonato Inglês.

Foram 294 jogadores contratados. O mais caro deles, o meia belga Kevin de Bruyne, foi adquirido do Wolfsburg, dois anos atrás, por 74 milhões de euros (R$ 275 milhões).

O saldo do City no mercado de transferências desde a temporada 2007/08 é assustador: prejuízo de 1,096 bilhão (mais de R$ 4 bilhões). É disparada a maior balança comercial entre todos os clubes do planeta.

Esse prejuízo é absorvido sem reclamação pelo xeque Mansour bin Zayed Al Nahyan, vice primeiro-ministro dos Emirados Árabes Unidos e proprietário do clube inglês desde agosto de 2008.

A grana investida pelo magnata tirou o City do meio da tabela da Premier League, rendeu-lhe dois títulos nacionais e uma semifinal de Liga dos Campeões da Europa. Pouco para o clube que mais contratou ao longo dos últimos dez anos.

O segundo time que mais investiu em reforços no período, o Real Madrid, com 1,06 bilhão de euros (R$ 3,94 bilhões) gastos na chegada de novos jogadores, faturou três Champions na última década e é o atual bicampeão continental.

Dos dez clubes que mais gastaram com reforços nos últimos dez anos, cinco são ingleses (Manchester City, Chelsea, Manchester United, Liverpool e Tottenham) e três fazem parte do grupo dos novos ricos, times que só passaram a ocupar o primeiro escalão do futebol mundial depois de serem adquiridos por algum magnata: City, Chelsea e Paris Saint-Germain.

Juntas, essas dez agremiações torraram mais de 9,2 bilhões de euros (R$ 34 bilhões) só com compras de jogadores desde 2007.

Chama a atenção a ausência Bayern de Munique e Atlético de Madri no top 10 do ranking dos grandes compradores do futebol europeu. Afinal, trata-se de dois dos clubes de maior regularidade nas últimas edições da Champions.

Os alemães, que conquistaram o título europeu em 2013, ocupam a 11ª colocação na lista, com 627 milhões de euros (R$ 2,3 bilhões) de investimento no Mercado da Bola e aparecem logo à frente do Atlético, 12º, com gastos na casa de 620 milhões de euros (também R$ 2,3 bilhões).

OS 10 CLUBES QUE MAIS GASTARAM COM REFORÇOS NOS ÚLTIMOS 10 ANOS:

1º – Manchester City (ING) – 1,43 bilhão de euros
2º – Real Madrid (ESP) – 1,06 bilhão
3º – Manchester United (ING) – 993 milhões
4º – Chelsea (ING) – 938 milhões
5º – Juventus (ITA) – 888 milhões
6º – Barcelona (ESP) – 885 milhões
7º – Liverpool (ING) – 855 milhões
8º – Paris Saint-Germain (FRA) – 759 milhões
9º – Tottenham (ING) – 710 milhões
10º – Inter de Milão (ITA) – 685 milhões


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Rafael Reis

Até o próximo dia 31 de agosto, os jornais e sites esportivos europeus pouco vão falar de futebol dentro de campo. Em compensação, vão usar páginas e mais páginas para apresentar e discutir reforços e possíveis contratações dos clubes cobertos por eles.

É assim em toda janela de transferências, o período entre julho e agosto (e também em janeiro), em que os times das principais ligas nacionais do planeta podem realizar transações e adquirir novos atletas para seus elencos.

Esse período é sempre bastante movimentado e repleto de expectativa, esperança e até medo para os torcedores. Conheça abaixo as sete negociações mais esperadas da janela para a temporada 2017/18 do futebol europeu:

KYLIAN MBAPPÉ
Atacante
18 anos
Francês
Monaco (FRA)

O garoto sensação da última edição da Liga dos Campeões está na lista de compras de Real Madrid, Arsenal, Chelsea, Paris Saint-Germain e Manchester City. Só que tirar Mbappé do Monaco vai custar caro, muito caro. Se o atacante francês trocar de clube para a próxima temporada, certamente será por um valor superior a 105 milhões de euros (R$ 388 milhões), o que fará dele a contratação mais cara da história do futebol, superando seu compatriota Paul Pogba.

MARCO VERRATTI
Meia
24 anos
Italiano
Paris Saint-Germain (FRA)

O talentoso e baixinho meio-campista italiano é a prioridade de mercado do Barcelona para a próxima temporada. O clube catalão vê em Verratti o nome certo para substituir Andrés Iniesta, capitão da equipe, mas que está na reta final da carreira. De acordo com a imprensa espanhola, o Barça está disposto a pagar até 100 milhões de euros (R$ 370 milhões) para ter o jogador em seu elenco.

ÁLVARO MORATA
Atacante
24 anos
Espanhol
Real Madrid (ESP)

Reserva de luxo do Real Madrid na última temporada, o centroavante espanhol não quer passar mais um ano sentado no banco e já avisou ao clube que não pretende voltar à Espanha depois das férias. Depois de a transferência para o Milan não se concretizar, seu destino mais provável é o Manchester United, que aceita pagar até 70 milhões de euros (R$ 258 milhões) por Morata.

PIERRE-EMERICK AUBAMEYANG
Atacante
27 anos
Gabonês
Borussia Dortmund (ALE)

Um dos artilheiros mais regulares do futebol mundial, já criou raízes no Borussia Dortmund, clube que defende desde 2013. Mas os dias de Aubameyang na Alemanha parecem estar chegando ao fim. O atacante já é tratado na França como provável reforço do Paris Saint-Germain para a próxima temporada, em um negócio de 70 milhões de euros (R$ 258 milhões) por Morata. Mas o Chelsea também tem interesse em contratá-lo.

ROMELU LUKAKU
Atacante
24 anos
Belga
Everton (ING)

Vice-artilheiro do último Campeonato Inglês, o centroavante belga já avisou o Everton que deseja jogar no Chelsea na próxima temporada. Falta o clube de Liverpool liberar, o que deve acontecer se o atual campeão da Premier League depositar em sua conta inacreditáveis 115 milhões de euros (R$ 425 milhões). A obsessão do Chelsea por Lukaku está ligada à saída de Diego Costa, seu centroavante titular, e também ao fato de o belga já ter passado por Stamford Bridge e ter sido desperdiçado no clube.

EDEN HAZARD
Meia-atacante
26 anos
Belga
Chelsea (ING)

Apesar de ter sofrido uma fratura no joelho direito e da previsão de retorno ao futebol apenas em outubro, Hazard é outro que pode mudar de clube nesta janela de transferências. O camisa 10 do Chelsea negocia há anos sua transação para o Real Madrid. O belga é o outro que pode se transformar no jogador mais caro de todos os tempos, já que os espanhóis admitem oferecer até 113 milhões de euros (R$ 417 milhões) pelo astro.

GARETH BALE
Meia-atacante
27 anos
Galês
Real Madrid (Espanha)

Se o Real Madrid contratar Mbappé e Hazard, dificilmente terá espaço dentro de campo e também no orçamento para tantas estrelas. Caso esse cenário se concretize, é provável que o clube se desfaça de Gareth Bale. Apesar de o galês ter manifestado intenção de permanecer no Real, ele faz parte da lista de compras do Manchester United, que o deseja desde os tempos de Tottenham.


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Rafael Reis

Trinta e oito milhões de euros (R$ 140 milhões) pela revelação portuguesa André Silva. Mais 44 milhões de euros (R$ 163 milhões) investidos nas contratações de Ricardo Rodríguez, Mateo Musachio e Franck Kessié. E o sonho da chegada de um reforço do peso de Cesc Fàbregas ou Kylian Mbappé.

Depois de anos relegado ao segundo escalão até mesmo do futebol italiano, o Milan se tornou o protagonista do início do período de transferências na Europa. E tudo isso graças ao dinheiro do seu novo proprietário.

Mas, afinal, quem é Li Yonghong, o homem que encabeça o Rossoneri Sport Investment Luxembourg, fundo de investimento que adquiriu em abril 99,92973% das ações do clube italiano e sucedeu Silvio Berlusconi na administração milanista?

O problema é que quase ninguém sabe responder com exatidão essa pergunta.

Até o início das negociações de compra do Milan, Li era um desconhecido até mesmo para a imprensa da China, país onde nasceu. O novo proprietário do clube rossonero não faz parte da lista de bilionários da revista “Forbes”, jamais foi acionista majoritário de uma empresa de porte global e nem ocupou cargo diretivo de um grande conglomerado asiático.

O que se sabe sobre ele é muito pouco. Tem 47 anos, nasceu na China e migrou para Hong Kong duas décadas atrás, é casado com Miss Huang, dona de parte considerável das ações de múltiplas empresas dadas como garantia na compra do clube italiano… Nem mesmo o local de sua residência é conhecido.

Quase todas as outras informações sobre o novo presidente do Milan são histórias que circulam pela imprensa europeia, rumores de redes sociais ou dados que padecem de uma comprovação oficial.

Li é um homem do mercado financeiro, que aparentemente fez fortuna especulando com compra e venda de ações na Bolsa de Hong Kong –trabalhou em duas empresas do setor, a Enson Enterprises Limited e a Grand Dragon International Holdings Co. Ltd.

Seus principais investimentos estariam concentrados em fábricas de embalagens, minas de fosfato e na construção de um prédio em Guangzhou, na China.

O novo dono do Milan também teria sua história marcada por pelo menos três casos de fraudes.

Na década de 1990, Li teria aplicado um golpe em 18 mil clientes de um fundo de investimento que haviam lhe confiado suas economias. O empresário, no entanto, nega que essa história seja verídica.

Além disso, um dos seus irmãos, Li Yongfei, foi preso em 2003 por uma outra fraude financeira. Os rumores dizem que o agora proprietário do Milan escapou de ter o mesmo destino porque fugiu para Honduras.

Já em 2012, Li foi condenado a pagar uma multa de 80 mil euros (R$ 295 mil) por violar as regras da Bolsa de Xangai que preveem a divulgação de dados das empresas que participam do mercado financeiro chinês.

São essas mãos, misteriosas e, no mínimo, polêmicas, que fazem o torcedor do Milan sonhar novamente com a volta de um tempo em que o clube era um dos mais temidos do futebol mundial. O dinheiro para isso já tem sido gasto.


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Rafael Reis

A janela de transferências para a temporada 2017/18 do futebol europeu só será aberta oficialmente no dia 1º de julho. Mas, na prática, as negociações para as contratações de reforços para a próxima edição dos campeonatos nacionais do Velho Continente já estão rolando há bastante tempo.

Faltando ainda quase 20 dias para o início do período de transação de jogadores, as cinco principais ligas nacionais do planeta (Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália e França) já movimentaram mais de 605 milhões de euros (algo em torno de R$ 2,2 bilhões) no mercado de compra e venda de atletas para a vindoura temporada.

A partir desta segunda-feira e até o fim de agosto, o Blog do Rafael Reis publicará semanalmente um resumo de tudo que já rolou e está acontecendo nesta janela de transferências.

Para começar, é hora de saber quais são os dez negócios mais caros já fechados para a temporada 2017/18 e também quais são os clubes que mais investiram em novos jogadores e também os que mais faturaram com transferências até o momento.

AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA TEMPORADA 2017/18
1º – Bernardo Silva (POR/Manchester City) – 50 milhões de euros
2º – Ederson (BRA/Manchester City) – 40 milhões
3º – Victor Lindelöf (SUE/Manchester United) – 35 milhões
4º – Youri Tielemans (FRA/Monaco) – 25 milhões
5º – Kingsley Coman (FRA/Bayern de Munique) – 21 milhões
6º – Juan Cuadrado (COL/Juventus) – 20 milhões
Maximilian Philipp (ALE/Borussia Dortmund) – 20 milhões
Niklas Süle (ALE/Bayern de Munique) – 20 milhões
Nikola Maksimovic (SER/Napoli) – 20 milhões
10º – Nabil Bentaleb (ALG/Schalke 04) – 19 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS CONTRATARAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Manchester City (ING) – 90 milhões de euros
2º – Bayern de Munique (ALE) – 51 milhões
3º – Juventus (ITA) – 47,5 milhões
4º – Borussia Dortmund (ALE) – 44 milhões
Milan (ITA) – 44 milhões
6º – Manchester United (ING) – 35 milhões
7º – Napoli (ITA) – 33 milhões
8º – Schalke 04 (ALE) – 31,5 milhões
9º – Villarreal (ESP) – 28 milhões
10º – Monaco (FRA) – 25 milhões

OS 10 CLUBES QUE MAIS VENDERAM NA TEMPORADA 2017/18
1º – Benfica (POR) – 76,5 milhões de euros
2º – Monaco (FRA) – 50 milhões de euros
3º – Juventus (ITA) – 38,5 milhões
4º – Freiburg (ALE) – 26,5 milhões
5º – Anderlecht (BEL) – 25 milhões
Wolfsburg (ALE) – 25 milhões
7º – Torino (ITA) – 24,1 milhões
8º – Villarreal (ESP) – 18 milhões
9º – Bayern de Munique (ALE) – 17 milhões
Hertha Berlim (ALE) – 17 milhões

Fonte: Transfermarkt


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Show dos Milhões: entenda por que o mercado da bola inflacionou tanto
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Rafael Reis

O Manchester City pagou 50 milhões de euros (R$ 183 milhões) por Bernardo Silva, meia-atacante que é reserva de Portugal. Ederson, que nunca jogou pela seleção brasileira, custou 40 milhões de euros (R$ 146 milhões) e se tornou o segundo goleiro mais caro da história. Caso decidam trocar de clube, as possíveis transferências de Griezmann e Mbappé devem romper a casa dos 100 milhões (R$ 366 milhões).

A janela de transferências para a temporada 2017/18 do futebol europeu ainda nem foi oficialmente aberta, mas já é possível cravar que ela movimentará uma quantidade de dinheiro jamais vista no mundo do futebol.

Culpa da inflação que tomou conta do mercado da bola e levou o preço dos jogadores de primeiro e até de segundo escalão às alturas. O atleta que há três anos valia 20 milhões de euros (R$ 73 milhões), hoje dificilmente trocará de clube por menos de 30 milhões de euros (R$ 110 milhões).

A tendência já pode ser percebida em alguns negócios isolados da temporada passada: Pogba virou a maior transferência da história ao assinar com o Manchester United por 105 milhões de euros (R$ 384,7 milhões) e Higuaín, atacante que jamais vislumbrou a chance de um dia ser o melhor do mundo, foi para a Juventus por 90 milhões de euros (R$ 330 milhões). Agora, virou regra.

Mas, afinal, o que aconteceu para a inflação bater tão forte no mercado da bola e transformá-lo em um verdadeiro “show dos milhões”?

Não há apenas uma explicação para esse superaquecimento, mas sim uma soma de fatores que alavancaram os preços dos atletas ao longo das últimas temporadas e que culminaram nos valores exorbitantes previstos para esta janela.

Para começar, o faturamento dos principais clubes do planeta não para de crescer. Turbinado por novos contratos de direitos de transmissão, o Manchester United, time mais rico do mundo, arrecadou 689 milhões de euros (R$ 2,5 bilhões) em 2015/16. Sete anos atrás, nenhuma equipe ultrapassava a casa dos 400 milhões de euros (R$ 1,5 bilhões) de faturamento.

O crescimento do mercado chinês é outro fator responsável pela inflação. A disposição dos clubes asiáticos em gastar pesado na aquisição de reforços consagrados teve como efeito colateral um aumento nos salários e nos valores desembolsados em transferências na Europa. Afinal, quanto maior a quantidade de compradores, maior o preço dos produtos disputados.

Especificamente nesta temporada, há ainda dois fatores que contribuem para a alavancada dos valores.

Um deles é a necessidade de alguns dos clubes mais ricos do planeta de reformularem seus elencos. O City, por exemplo, planeja montar um time praticamente novo para Pep Guardiola. O United disponibilizou um orçamento de 230 milhões de euros (R$ 842 milhões) para a janela de transferências. E até o Real Madrid, atual bicampeão europeu, considera necessária a contratação de um ou dois novos titulares.

Por fim, há a injeção de dinheiro de investidores em clubes tradicionais, mas que andaram em baixa nas últimas temporadas. Milan e Inter de Milão trocaram de proprietários recentemente, e os novos donos prometeram abrir os bolsos para fazer com que suas equipes voltem a fazer frente à Juventus no futebol italiano.


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Ídolo na Europa, zagueiro brasileiro admite chance de jogar pela Holanda
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Rafael Reis

Em meio a uma crise que já dura pelo menos dois anos e correndo sério risco de não se classificar para a Copa do Mundo de 2018, depois de já ter ficado fora da última Eurocopa, a seleção holandesa pode ganhar em breve um reforço brasileiro.

Campeão nacional pelo Feyenoord e eleito o segundo melhor jogador da competição, o zagueiro paulistano Eric Botteghin, 29, tem tido sua convocação pedida pela imprensa local e está no radar do técnico Dick Advocaat.

Revelado nas categorias de base do Grêmio Barueri e com passagem pelo time B do Internacional, o defensor vive na Holanda desde 2007 e passou por três clubes menores (Zwolle, NAC Breda e Groningen) até chegar ao time de Roterdã, em 2015.

“Ainda não tirei passaporte holandês porque nunca precisei, mas já tenho condições legais. Tive de responder muitas perguntas sobre uma possível convocação durante a temporada. A imprensa tem comentado bastante sobre essa possibilidade”, disse Eric, antes de admitir que solicitará a cidadania caso receba um convite para vestir a tradicional camisa laranja.

“Todo mundo tem o sonho de jogar por uma seleção. Claro que sou brasileiro, mas tenho que lembrar que minha carreira foi toda aqui. Se eles precisarem de mim e me convidarem, é claro que vou aceitar''.

Chamado de “De Rots” (A Rocha, em tradução para o português) pela torcida do Feyenoord, Eric começou a ser cogitado na seleção holandesa em um momento em que a tradicional escola de futebol questiona quais são as principais qualidades que deve exigir dos seus defensores.

A principal dúvida é se vale a pena continuar cobrando dos zagueiros mais qualidade na saída de bola do que poder de marcação, como vem acontecendo nos últimos anos.

''A forma de jogar dos zagueiros tem sido muito discutida por aqui. É isso que acabam elogiando em mim. Consegui me adaptar ao jogo holandês, então faço bem a saída de bola. Mas não esqueci que sou zagueiro e que o principal é sempre estar bem na defesa''.

Além de jogar pela seleção e quem sabe até disputar uma Copa do Mundo ou uma Euro pela Holanda, Eric tem um outro objetivo em vista. Apesar de ter com o Feyenoord até 2019, ele não esconde que gostaria de atuar em uma liga mais competitiva e com maior competitividade.

''Todo mundo tem desejo de jogar em uma Premier League ou no Campeonato Espanhol. Tenho evitado pensar muito sobre isso porque ainda tenho dois anos de contrato. Mas só Deus sabe o que vai acontecer''.


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“Novo Hulk”, revelação do Porto é o brasileiro mais faltoso da Europa
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Rafael Reis

Apelidado de “novo Hulk” pela imprensa portuguesa, Tiquinho Soares andou abusando do uso do corpanzil nas divididas com zagueiros durante a recém-encerrada temporada europeia.

O atacante, que se destacou no Vitória de Guimarães e acabou contratado em janeiro pelo Porto, foi o jogador brasileiro que mais cometeu faltas em 2016/17 na soma das sete principais ligas nacionais do Velho Continente.

O jogador de 26 anos, que passou a maior parte da carreira no futebol paraibano até se mandar para Portugal, em 2015, cometeu em 3,3 faltas por partida ao longo dos últimos nove meses, segundo o “Who Scored?“, site especializado nas estatísticas do futebol.

Tiquinho foi uma das revelações da temporada portuguesa. Contratado no início de 2017 pelo Porto por 3,5 milhões de euros (R$ 13 milhões), marcou 12 vezes em 17 partidas pelo novo clube e possui uma cláusula de rescisão de 40 milhões de euros (R$ 147 milhões).

O “novo Hulk” lidera o batalhão português na lista dos jogadores brasileiros mais faltosos na Europa. Dos dez primeiros colocados da lista, nada menos que oito atuam na nossa antiga metrópole.

As duas únicas exceções vêm da Espanha.

Campeão nacional e europeu com a camisa do Real Madrid, o volante Casemiro aparece na sétima colocação da lista.

O ex-jogador do São Paulo, que bateu demais em confrontos decisivos da Champions, como contra o Bayern de Munique e o Atlético de Madrid, teve uma média de 2,1 faltas por partida ao longo da temporada.

O outro “intruso” no domínio português no ranking dos maiores caçadores brasileiros de 2016/17 é o meia-atacante Gabriel Pires, ex-jogador das categorias de base do Vasco, que cometeu em média 2 faltas por jogo com a camisa do Leganés.

OS BRASILEIROS MAIS FALTOSOS DA TEMPORADA EUROPEIA

1º – Tiquinho Soares (Porto) – 3,3 faltas por jogo
2º – Mateus da Silva (Paços de Ferreira) – 3,2
3º – Kléber (Estoril) – 2,9
4º – Aílton (Estoril) – 2,6
5º – Baiano (Braga) – 2,3
6º – Éber Bessa (Marítimo) – 2,2
7º – Anderson Carvalho (Boavista) – 2,1
Casemiro (Real Madrid) – 2,1
Rafael Assis (Chaves) – 2,1
10º – Gabriel Pires (Leganés) – 2


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“Vinícius Jr. dos anos 2000”, Lulinha cita choro e depressão no Corinthians
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Rafael Reis

Aos 27 anos, Lulinha encontrou a paz na Ásia. Na Coreia do Sul, ele é apenas o camisa 10 do Pohang Steelers, um dos times mais tradicionais do país, e não aquele garoto que jamais conseguiu se transformar no craque de proporção global que o torcedor brasileiro imaginava.

A sensação é libertadora. Tão boa que fez a ex-eterna promessa do Corinthians se transformar em um dos destaques do futebol sul-coreano. Apesar de jogar no meio-campo, já marcou cinco gols em 13 rodadas da K-League, a primeira divisão local.

“Quando chego em algum clube no Brasil, fica sempre aquela questão: será que ele vai vingar? Na Ásia, é diferente. Os torcedores têm mais paciência, entendem que não dá para você jogar bem todos os jogos. Dá tempo de você se adaptar e assimilar a cultura”, afirmou, por telefone.

Para quem não se lembra, Lulinha foi uma espécie de Vinícius Júnior da década passada. Fenômeno das categorias de base do Corinthians, ele marcou inacreditáveis 297 gols pela equipe sub-17 do clube até ser promovido, com apenas 16 anos, para o time profissional.

Sua multa rescisória, de US$ 50 milhões (R$ 164 milhões) não foi suficiente para afastar o interesse de gigantes do futebol mundial, como Chelsea, Real Madrid e Barcelona.

Mas, ao contrário do novo astro do Flamengo, já negociado com o Real, Lulinha não transformou a fama juvenil em uma transferência internacional. Ele optou por permanecer no Corinthians e viu sua vida se transformar em um martírio no Parque São Jorge.

O momento da sua promoção não poderia ter sido pior. Afinal, o clube paulistano frequentava as páginas policiais por escândalos ligados à MSI e ao presidente Alberto Dualib e acabaria rebaixado para a Série B do Brasileiro em 2007. A torcida não perdoou aquele garoto que imaginava que seria seu salvador.

“Tive meus momentos de depressão e choro, evitava assistir aos programas de TV para não ver as pancadas que davam em mim. Mas a pior lembrança foi um jogo contra o Palmeiras, em 2008, aquele em que o Valdivia comemorou o gol fazendo o chororô. Na saída do Morumbi, quando passei, ouvi a torcida xingando o meu nome. Nem no rebaixamento, tinham me xingado diretamente.”

“Aquilo doeu demais. Meu pai tinha feito um churrasco em casa para acompanhar a partida. Mas cheguei e fui direto para o quarto chorar. Fiquei muito mal porque perdi a bola no lance que originou o gol.”

Com a imagem manchada no Corinthians, Lulinha passou os últimos três anos do seu contrato sendo emprestado para equipes menores de Portugal, como Estoril e Olhanense. O meia foi emprestado também para o Bahia.

Depois, rodou por Ceará, Criciúma, Red Bull Brasil, Botafogo e Mogi Mirim, até se mudar para a Coreia do Sul, no ano passado. O meia até teve alguns momentos de destaque, mas nada que lembrasse um garoto que um dia valeu US$ 50 milhões.

É do alto dessa experiência que Lulinha faz questão de aconselhar Vinícius Júnior e o Flamengo. Afinal, ele não quer que sua história se repita com outro garoto cheio de talento e sonhos para o futuro.

“Vão querer que ele arrebente logo, mas a adaptação com o profissional não é tão simples. O mais importante é o Flamengo não jogar ele na fogueira e querer que ele resolva rapidamente os problemas do time”, completa.


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Nenhum brasileiro apanhou mais que Neymar na Europa; ex-Corinthians é o 2º
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Rafael Reis

Quem foi o jogador brasileiro mais caçado pelos marcadores adversários durante a recém-encerrada temporada 2016/17 do futebol europeu? A resposta mais óbvia para essa pergunta é também a correta.

Mas Neymar não foi apenas o representante do futebol pentacampeão mundial que mais apanhou nos gramados do Velho Continente ao longo dos últimos nove meses.

Entre todos os jogadores de qualquer nacionalidade inscritos em uma das sete ligas mais importantes da Europa na última temporada, ninguém sofreu mais faltas que o camisa 11 do Barcelona.

De acordo com o “Who Scored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, Neymar recebeu em média 4,2 faltas por jogo disputado em 2016/17, o número mais alto desde sua chegada à Espanha, em 2013.

O segundo jogador mais caçado da Europa no período foi o paraguaio Darío Lezcano, do nanico Ingolstadt, da Alemanha, com 4,1 infrações sofridas por partida. O terceiro colocado na lista é o espanhol Dani Ceballos, revelação do Betis, com 3,9 pancadas recebidas.

Já entre os brasileiros, ninguém se aproxima da quantidade de porradas levadas por Neymar.

O ex-corintiano Petros, atualmente no Betis, e o atacante Welthon, que fez grande temporada em Portugal com a camisa do Paços de Ferreira e pode pintar em breve no Porto ou no Sporting, dividem o posto de segundo brasileiro mais caçado. Cada um deles sofreu 2,6 faltas por partida.

O restante do top 10 de brasileiros que mais sofrem com os marcados é formado basicamente por jogadores que são quase desconhecidos do torcedor nacional.

Fazem parte dessa lista nomes como Rafael Assis (Paços de Ferreira), Éber Bessa (Marítimo), Djavan e Patrick Oliveira (todos do Marítimo).

OS BRASILEIROS MAIS CAÇADOS DA TEMPORADA EUROPEIA

1º – Neymar (Barcelona) – 4,2 faltas sofridas por jogo
2º – Petros (Betis) – 2,6
Welthon (Paços de Ferreira) – 2,6
4º – Rafael Assis (Chaves) – 2,5
5º – Éber Bessa (Marítimo) – 2,3
João Pedro (Cagliari) – 2,3
7º – Djavan (Marítimo) – 2,2
Otávio (Porto) – 2,2
9º – Deyverson (Alavés) – 2,1
Patrick Oliveira (Marítimo) – 2,1


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