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Por onde andam os jogadores campeões da Libertadores-1995 pelo Grêmio?
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Rafael Reis

Quatro anos depois de o Atlético-MG derrotar nos pênaltis o Olimpia (PAR), o futebol brasileiro volta nesta quarta-feira a participar de uma decisão de Libertadores.

Campeão continental em 1983 e 1995, o Grêmio recebe o Lanús (ARG) nesta noite, no primeiro jogo da decisão do torneio mais interclubes mais importante da América do Sul, para tentar igualar a marca de São Paulo e Santos, únicos brasileiros com três Libertadores no currículo.

Momento propício para relembrar a última conquista gremista. Vinte e dois anos atrás, a equipe gaúcha desbancou o Atlético Nacional por 4 a 2 no placar agregado (3 a 1, em Porto Alegre, e 1 a 1 no jogo de volta) e alçou ao estrelato nomes como Arce, Paulo Nunes, Jardel e o técnico Luiz Felipe Scolari.

Mas como será que os heróis do Grêmio de 1995 estão hoje em dia? Apresentamos abaixo os paradeiros dos jogadores que deram à metade tricolor do Rio Grande do Sul o bicampeonato da Libertadores.

POR ONDE ANDA – GRÊMIO (1995)?


Danrlei (44 anos) –
Um dos maiores ídolos da história recente do Grêmio, foi titular do clube durante quase uma década e conquistou 12 títulos com a camisa tricolor. De temperamento forte, envolveu-se em várias confusões e chegou até a agredir um companheiro de time durante um treinamento. Atualmente, cumpre seu segundo mandato como deputado federal pelo Rio Grande do Sul.

Francisco Arce (46 anos) – O lateral direito construiu uma carreira de sucesso no futebol brasileiro, onde atuou por três temporadas no Grêmio e mais cinco no Palmeiras, e disputou as Copas do Mundo de 1998 e 2002. Técnico desde 2009, já faturou um título paraguaio pelo Cerro Porteño, clube que o revelou. Está em sua segunda passagem como treinador da seleção paraguaia, que falhou nas eliminatórias da Copa-2018.

Catalino Rivarola (52 anos) – Compatriota de Arce, o zagueiro já era um veterano de 30 anos quando desembarcou no Grêmio, em 1995. Quatro anos depois, foi contratado pelo Palmeiras, onde praticamente não jogou. Rivarola ainda teve uma rápida passagem pelo América-RJ antes de voltar para casa e encerrar a carreira no Libertad, em 2001. Assim como Arce, também fez parte do elenco paraguaio na Copa-1998.

Adílson Batista (49 anos) – Capitão gremista há 22 anos, o zagueiro encerrou a carreira em 2001 e já emendou uma carreira como treinador. Seu melhor momento no novo cargo aconteceu à frente do Cruzeiro, clube pelo qual conquistou os títulos mineiro de 2008 e 2009. O ex-capitão gremista também dirigiu (sem muito sucesso) Corinthians, Santos, Atlético-PR, São Paulo e Vasco. Seu último trabalho relevante foi o de técnico do Joinville, em 2015.

Roger Machado (42 anos)  – Jogador mais jovem escalado por Felipão na final da Libertadores, o lateral esquerdo fez mais de 400 partidas pelo Grêmio antes de se aventurar por Vissel Kobe (JAP) e Fluminense. Um dos mais promissores treinadores da nova geração brasileira, Roger dirigiu entre 2015 e 2016 o clube onde se consagrou duas décadas atrás e neste ano venceu o Campeonato Mineiro pelo Atlético.

Dinho (51 anos) – Famoso pela falta de carinho com que tratava as canelas e tornozelos adversários, o volante já havia sido bicampeão da Libertadores pelo São Paulo quando chegou ao Olímpico. Dinho jogou profissionalmente até 2002 e depois de enveredou pela carreira política. O ex-gremista já disputou eleições para vereador de Porto Alegre e deputado estadual do Rio Grande do Sul, mas nunca foi eleito –só assumiu como suplente uma cadeira na câmara municipal da capital gaúcha.

Luís Carlos Goiano (49 anos) – Parceiro de Dinho no setor defensivo do meio-campo gremista, acabou expulso por dois cartões amarelos na final contra o Atlético Nacional. Goiano jogou na equipe tricolor entre 1995 e 1999 e também conquistou um título brasileiro e uma Copa do Brasil. Desde 2013, é diretor executivo do Novorizontino, clube onde despontou para o futebol brasileiro e que atualmente disputa a primeira divisão do Campeonato Paulista.

Arílson (44 anos) – Eternizado por ter fugido da concentração das seleção brasileira pré-olímpica em 1996, o meia não conseguiu construir fora da Olímpico a carreira que parecia que teria quando ajudou o Grêmio a ganhar o bi da Libertadores. No total, o meio-campista defendeu 22 clubes diferentes e passou por Alemanha, Espanha, Chile, Colômbia e Arábia Saudita. No mês passado, estreou como técnico de um time profissional à frente do Aimoré, de São Leopoldo (RS).

Carlos Miguel (45 anos) – O meia, que também passou pelo São Paulo e integrou o elenco da seleção brasileira na Copa das Confederações de 2001, foi outro integrante do vitorioso time gremista que tentou uma carreira política. Em 2012, ele disputou as eleições para vereador de Cachoeirinha (RS), mas não foi eleito. Três anos depois, tornou-se comentarista da Grêmio Rádio Umbro, onde trabalha até hoje.

Paulo Nunes (46 anos) – Carismático, também fez sucesso com as camisas de Flamengo e Palmeiras, jogou pela seleção brasileira e teve uma passagem esquecível pelo Corinthians. Após a aposentadoria, abriu uma escolinha de futebol em Goiânia e passou a trabalhar como empresário de jovens jogadores. Em 2013, participou do reality show “A Fazenda”, exibido pela Record.

Jardel (44 anos) – O artilheiro da Libertadores-1995, com 12 gols, construiu uma carreira de sucesso em Portugal (três títulos nacionais e três prêmios de melhor jogador da competição) e também passou por Inglaterra, Espanha e Itália. Após a aposentadoria, Jardel revelou ter passado por um grave caso de depressão e envolvimento com drogas. Em 2014, foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul. Dois anos depois, teve o mandato cassado por uma série de irregularidades –foi investigado por envolvimento com drogas, cobrança de parte dos salários dos servidores para uso pessoal e utilização da estrutura pública para questões particulares.

Luciano Dias (47 anos) – Formou durante muito tempo a dupla de zaga do Grêmio com Adilson Batista e substituiu o capitão aos 20 minutos do primeiro tempo do segundo jogo da final contra o Atlético Nacional. Desde 2004, trabalha como treinador, mas nunca conseguiu decolar nacionalmente nessa nova carreira. No primeiro semestre, dirigiu o Comercial de Ribeirão Preto na Série A3 do Campeonato Paulista.

Nildo (51 anos) – Vestia a camisa 10 do Grêmio na Libertadores-1995, mas era reserva na equipe de Felipão e entrou no lugar de Jardel no decorrer da segunda partida da decisão. Aposentado desde 2003, trabalha como treinador no Norte e no Nordeste.

Alexandre (48 anos) – Pouco lembrado fora do Rio Grande do Sul, o meio-campista que substituiu Paulo Nunes nos minutos finais da decisão também defendeu Internacional, Botafogo, Flamengo, Guarani e Portuguesa, entre outros. Atualmente, trabalha como empresário.

Luiz Felipe Scolari (69 anos) – Até conquistar a Libertadores-1995, Felipão era “apenas” um técnico bicampeão da Copa do Brasil por Criciúma (1991) e Grêmio (1994). A conquista internacional foi um divisor de águas para aquele que se tornaria o treinador brasileiro de maior sucesso de sua geração. Scolari entrou para a história do Palmeiras, transformou a seleção de Portugal, dirigiu o Chelsea e foi o treinador do Brasil em duas Copas. Em 2002, faturou o penta. Em 2014, ficou queimado graças ao 7 a 1. Passou as últimas três temporadas acumulando títulos e dinheiro na China. Optou por deixar o Guangzhou Evergrande e agora está sem emprego.


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Quanto custa ver no estádio um jogo do PSG?
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Rafael Reis

Liderança no Campeonato Francês, melhor campanha desta edição da fase de grupos da Liga dos Campeões da Europa, invencibilidade na temporada 2017/18 e a presença do reforço mais caro da história do futebol, Neymar.

Motivos não faltam para o Paris Saint-Germain estar se tornando uma atração turística quase que obrigatória para quem visita a capital francesa.

Mas será que o passeio ao Parc des Princes para ver in loco o futebol praticado por Edinson Cavani, Daniel Alves, Ángel di María, Marco Verratti e, claro, Neymar é um programa muito caro?

A resposta para essa pergunta é: nem tanto. Isso se você não escolher uma partida muito concorrida para assistir e nem se importar em ficar em locais menos nobres do estádio.

Em uma rápida pesquisa na plataforma oficial de vendas de ingressos para as partidas do PSG, encontra-se bilhetes que custam a partir de 25 euros (cerca de R$ 96).

É esse o preço da entrada que dá direito a assentos localizados nas curvas do Parc des Princes para a partida contra o Dijon, no dia 17 de janeiro, uma quarta-feira à noite, pelo Campeonato Francês.

Garimpando bem a plataforma, especialmente na área destinada para sobra de bilhetes (a tradicional ponta de estoque), dá para achar até uma ou outra entrada por 18 euros (R$ 69). Mas eles são escassos.

Os ingressos mais populares não estão disponíveis em todos os jogos do PSG como mandante. Confrontos mais aguardados, como clássicos e partidas da Champions, normalmente têm uma demanda maior de público e, consequentemente, preços mais salgados.

Foi o que aconteceu na vitória por 3 a 0 sobre o Bayern de Munique, em setembro, pela segunda rodada da fase de grupos da competição europeia. Na ocasião, o clube francês cobrou 134 euros (R$ 518) pelas entradas mais baratas, um recorde na atual edição do torneio. Mesmo assim, teve casa cheia.

Agora, o torcedor que deseja um serviço mais luxuoso, com direito a consumo de bebidas e alimentação, vai gastar mais, muito mais.

Na plataforma de vendas do PSG, um ingresso VIP para o confronto com o Lille, em 9 de outubro, chega a custar 420 euros (aproximadamente R$ 1.600). Na Champions, esse pacote sai por até 1.492 euros (R$ 5.770).

Aos interessados em ver de perto algum dos próximos jogos da equipe de Neymar, os ingressos (tanto os mais populares quanto os VIPs) podem ser adquiridos no site: https://billetterie.psg.fr/uk.


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Beneficiado por nova regra, Cavani vira artilheiro da temporada europeia
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Rafael Reis

Beneficiado por uma mudança nos critérios de pontuação da Chuteira de Ouro, o uruguaio Edinson Cavani assumiu a liderança do prêmio destinado ao maior artilheiro das ligas nacionais da Europa nesta temporada.

Com os dois gols marcados na goleada por 4 a 1 sobre o Nantes, no sábado, o companheiro de ataque de Neymar no Paris Saint-Germain chegou a 15 gols no Campeonato Francês e ao topo do ranking dos goleadores do continente.

Cavani soma agora 30 pontos na Chuteira de Ouro e divide a primeira colocação com o italiano Ciro Immobile, da Lazio, que também deixou sua marca na rodada deste fim de semana –marcou na derrota por 2 a 1 no clássico contra a Roma.

O centroavante uruguaio só ocupa a liderança devido a uma alteração feita nas regras do prêmio nesta temporada. Com o crescimento do Campeonato Francês, principalmente depois da contratação de Neymar, os jornais que organizam a disputa entre artilheiros decidiram aumentar o peso dos gols marcados na Ligue 1.

Agora, cada bola empurrada para dentro das redes na França vale 2 pontos, assim como é em Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha. Até a última temporada, o peso dos gols franceses era menor (1,5).

Se as regra continuasse a mesma, Cavani teria apenas 22,5 pontos e não aparecia sequer entre os dez primeiros colocados do prêmio. Na temporada passada, ele só não foi vice-campeão do troféu devido a esse critério –marcou 35 vezes no Francês, mas acabou em nono lugar no ranking.

O atual vencedor da Chuteira de Ouro é Messi, que somou 74 pontos (37 gols) na última temporada. O argentino divide com Cristiano Ronaldo (Real Madrid) o posto de maior vencedor do prêmio. Cada um deles já levou quatro troféus para casa.

O “Blog do Rafael Reis” publica a cada terça-feira uma nova parcial do prêmio.

Confira o top 10 da Chuteira de Ouro

1º – Edinson Cavani (URU, Paris Saint-Germain) – 30 pontos (15 gols)
Ciro Immobile (ITA, Lazio) – 30 pontos (15 gols)
3º – Rauno Sappinen (EST, Flora) – 27 pontos (27 gols)
Albert Prosa (EST, Tallinn) – 27 pontos (27 gols)
Mikhail Gordeichuk (BLR, BATE Borisov) – 27 pontos (18 gols)
6º – Radamel Falcao García (COL, Monaco) – 26 pontos (13 gols)
Robert Lewandowski (POL, Bayern de Munique) – 26 pontos (13 gols)
Mauro Icardi (ARG, Inter de Milão) – 26 pontos (13 gols)
9º – Igor Angulo (ESP, Gornik Zabrze) –  24 pontos (16 gols)
Lionel Messi (ARG, Barcelona) – 24 pontos (12 gols)
Paulo Dybala (ARG, Juventus) – 24 pontos (12 gols)


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Ex-pequeno, rival do Grêmio demorou 81 anos para ser campeão pela 1º vez
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Rafael Reis

Adversário do Grêmio na decisão da Copa Libertadores da América-2017, a partir desta quarta-feira, o Lanús foi durante 81 anos praticamente um peso morto no futebol argentino.

O clube, que pertence a uma cidade de mesmo nome localizada na Grande Buenos Aires, demorou mais de oito décadas para conquistar pela primeira vez o título de uma competição de primeira divisão.

Fundado em 1915, o Lanús só foi levantar sua primeira taça de uma competição de elite em 1996, quando derrotou o Independiente Santa Fé e faturou a extinta Copa Conmebol. Até então, sua sala de troféus se resumia a quatro prêmios de campeão da segunda e terceira divisão.

Após ganhar o torneio sul-americano no final do século passado, o clube ainda demorou mais 11 anos para se consagrar nacionalmente. Foi só em 2007 que a equipe grená se juntou ao grupo dos clubes campeões argentinos.

A primeira participação na Libertadores chegou no ano seguinte. Em 2008, o time argentino foi até as oitavas de final e acabou eliminado pelo Atlas (MEX).

Ao longo da última década, o Lanús deixou de lado o rótulo de pequeno que sempre o acompanhou se tornou um dos times mais organizados e bem sucedidos da terra de Maradona e Messi.

Nos últimos dez anos, o “Maior Clube de Bairro do Mundo”, como costuma se autodenominar, participou de cinco edições da Libertadores, faturou quatro títulos nacionais (Campeonato Argentino de 2007 e 2016, além da Copa do Bicentenário e da Supercopa Argentina do ano passado) e até um troféu internacional.

Em 2013, o Lanús bateu a Ponte Preta por 3 a 1 (placar agregado das duas partidas) na decisão da Copa Sul-Americana. Sim, a Ponte Preta, justamente aquele time com trajetória tão semelhante à sua e que continua em busca do primeiro título de elite em sua história 117 anos.

Na atual Libertadores, a primeira em que chega à final, o time argentino se destacou como nunca. Na fase de grupos, fez a segunda melhor campanha entre os 32 participantes (ficou atrás do Atlético-MG devido ao saldo de gols). Nos mata-matas, despachou The Strongest, San Lorenzo e River Plate.

Contra o River, aliás, aconteceu o momento mais épico de sua campanha. Depois de perder por 1 a 0 no jogo de ida e sofrer dois gols nos primeiros 22 minutos da partida de volta, veio um milagre. O Lanús conseguiu a virada, derrotou o rival por 4 a 2 e selou sua ida para decisão.

O craque do time é o meia-atacante Lautaro Acosta, ex-Sevilla e Racing Santander, que estreou pelo clube quando a Conmebol-1996 era a única conquista de sua história e esteve em campo nos dois títulos argentinos.

O veterano centroavante José Sand, 37, que teve uma rápida passagem pelo Vitória no começo dos anos 2000, e o meia uruguaio Alejando Silva são outras armas perigosas da equipe dirigida desde o ano passado por Sergio Almirón.

É assim que o clube que até 21 anos atrás era virgem de títulos pretende superar o Grêmio e se tornar o 26º campeão diferente da história da Libertadores.


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7 reforços brasileiros para seu time resgatar da China em 2018
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Rafael Reis

Principal jogador do Corinthians na conquista do seu sétimo título brasileiro, Jô desembarcou no clube paulista no finalzinho do ano passado, depois de uma passagem rápida e do pouco sucesso pela China.

Se até pouco tempo atrás o país mais populoso do mundo era temido pelos clubes brasileiros pelos jogadores que eles poderiam roubar, agora a China virou uma ótima fonte de reforços para as equipes daqui.

As novas regras para diminuir a presença de estrangeiros do futebol do Gigante Asiático e a sede insaciável dos times de lá por nomes cada vez mais conhecidos internacionalmente abre a possibilidade de as equipes brasileiras buscarem de volta alguns dos atletas que foram tentar a sorte do outro lado do mundo.

Apresentamos abaixo sete jogadores que podem ser repatriados imediatamente para reforçar o futebol pentacampeão mundial no próximo ano.

A lista exclui alvos considerados irreais, como Hulk, Oscar e Ricardo Goulart, que possuem um mercado maior no exterior e salários incompatíveis com o país.

RALF
Volante
33 anos
Beijing Guoan

Campeão da Libertadores e bi brasileiro pelo Corinthians, o volante está na China desde o ano passado e ficará sem vínculo com o Beijing Guoan no final de dezembro. Apesar de ter sumido do radar da seleção brasileira, Ralf não foi mal no Oriente e sempre foi titular absoluto de sua equipe. A tendência é que o volante retorne ao futebol brasileiro, já que é uma boa opção para quem deseja um meio-campista forte na marcação e bastante experiente.

DIEGO TARDELLI
Atacante
32 anos
Shandong Luneng

O ex-jogador do Atlético-MG não pode reclamar do seu último ano na China. Tardelli recuperou espaço no Shandong Luneng, marcou 15 gols em 18 partidas e até foi lembrado pela seleção. Apesar de ter contrato por mais um ano na Ásia, o jogador sempre tem seu nome envolvido em rumores sobre um possível retorno ao futebol brasileiro. Desta vez, quem namora o atacante é o Flamengo, um dos poucos clubes daqui que conseguiriam bancar seu salário.

GIL
Zagueiro
32 anos
Shandong Luneng

Assim como Diego Tardelli, seu companheiro no Shandong Luneng, o mais provável é que Gil permaneça no futebol chinês em 2018. Só que o defensor sempre fala que pretende voltar ao Brasil depois do fim do seu contrato (janeiro de 2020), e uma antecipação desse projeto poderia ajudá-lo em uma última tentativa de recuperar espaço na seleção e disputar a Copa do Mundo. No segundo semestre deste ano, o Palmeiras chegou a considerar a possibilidade de contratá-lo.

ALOÍSIO
Atacante
29 anos
Hebei Fortune

Um dos atacantes brasileiros mais bem-sucedidos da história do futebol chinês, o “Boi Bandido” acumula mais de 120 partidas e 60 gols por lá. Só que essa passagem pode estar chegando ao fim. O contrato de Aloísio com o Hebei Fortune termina em dezembro, e há vários clubes no Brasil que gostariam de tê-lo em seu elenco no próximo ano. A prioridade, o atacante não esconde de ninguém, é do São Paulo.

ALAN KARDEC
Atacante
28 anos
Chongqing Lifan

O ex-centroavante de Vasco, Santos, Palmeiras e São Paulo joga em um dos clubes de menor poderio financeiro da primeira divisão chinesa, vem de uma temporada cheia de altos e baixos e chegou a ficar três meses sem balançar as redes. O vínculo de Kardec com o Chongqing Lifan vai até o fim de 2018, mas pode ser negociado caso algum time brasileiro de primeiro escalão queira tê-lo em seu elenco no próximo ano.

BIRO BIRO
Meia-atacante
22 anos
Shanghai Shenxin

O meia-atacante havia acabado de fazer um grande Campeonato Brasileiro pela Ponte Preta quando foi negociado pelo Fluminense com um clube da segunda divisão chinesa, no fim de 2015. Dois anos se passaram desde então, e nada mudou. O Shanghai Shenxin continua fora da elite, situação que pode desmotivar Biro Biro a continuar por lá. Se encontrar um clube disposto a lhe pagar um bom salário por aqui, uma negociação pode acontecer.

ALAN
Meia-atacante
28 anos
Guangzhou Evergrande

Campeão das últimas três temporadas chinesas com a camisa do Guangzhou Evergrande, o ex-jogador do Fluminense chegou a frequentar o banco em algumas partidas deste ano e não terá mais o compatriota Luiz Felipe Scolari como comandante em 2018 (o italiano Fabio Cannavaro irá assumir como técnico da equipe). A situação, aliada à saudade provocada pelos sete anos atuando longe do Brasil, favorece um possível retorno.


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5 times de futebol que jogam em estádios maiores que suas cidades
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Rafael Reis

Imagine um estádio capaz de abrigar todos os habitantes da cidade onde ele está localizado… ou melhor ainda, uma arena com capacidade de público superior à população total daquele local.

Obra faraônica? Em alguns casos, pode até ser. Mas essa situação é mais normal do que você imagina e atinge até times de primeira divisão de campeonatos nacionais relevantes, como o Francês e o Português.

Nesses casos, casa cheia significa cidade vazia.

COBRESAL (CHI)

Marcelo Hernández/EFE

Em 1986, o Cobresal precisou transformar seu estádio, o El Cobre, em uma arena com capacidade 20 mil pessoas para poder jogar em casa na Libertadores. Só que o clube nunca chegou nem perto de lotar o estádio. Isso porque o Cobresal é o time de futebol nascido de uma mina de cobre localizada em uma das regiões menos convidativas do planeta, o Deserto do Atacama. A cidade onde fica sua sede, El Salvador, teve no auge da exploração do minério cerca de 12 mil habitantes. Hoje, nem 8 mil pessoas vivem por lá.

 

GUINGAMP (FRA)

Damien Meyer/AFP Photo

O Stade de Roudourou foi palco do primeiro jogo de Neymar com a camisa do Paris Saint-Germain, em agosto. Na vitória por 3 a 0 do PSG sobre o time da casa, 18.378 pessoas encheram a arena localizada no noroeste da França. Ou seja, o estádio de Guingamp está apto a receber incríveis 238% da população da cidade, que não tem nem 7.300 habitantes na atualidade.

 

MOREIRENSE (POR)

Na temporada passada, o clube fez a festa dos 4.800 habitantes da cidade de Moreira de Cónegos ao conquistar o título da Copa da Liga Portuguesa e permanecer na primeira divisão local. Se a celebração pelo melhor ano da história do Moreirense foi no estádio Parque Joaquim Almeida Freitas, ele provavelmente não ficou cheio. Isso porque a arena onde o time manda suas partidas tem capacidade para abrigar mais de 6 mil torcedores.

 

LENS (FRA)

Clive Mason/Getty Images

Campeão francês em 1998 e atualmente na segunda divisão, o Lens joga no estádio Bollaert-Delelis, que recebeu mais de 41 mil pessoas e foi reduzido para 38 mil torcedores durante a reforma que o deixou apto para receber jogos da Eurocopa-2016 (como Portugal x Croácia, na imagem acima). Só que mesmo com sua recente redução de capacidade, a arena ainda abriga um número maior de pessoas do que a população da cidade onde foi construído (cerca de 31 mil habitantes).

 

VADUZ (LIE)

Claudio Villa/Getty Images

Principal clube de Liechtenstein, o Vaduz foi rebaixado na temporada passada para a segunda divisão da Suíça e atua no Rheinpark Stadion, casa da seleção e maior arena do país. Imponente, né? Nem tanto. O estádio tem capacidade para receber só 7.584 pessoas, ainda assim mais do que os cerca de 5 mil habitantes da capital de Liechtenstein.


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Como um time de refugos e emprestados virou a ameaça ao Barça na Espanha
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Rafael Reis

Real Madrid? Atlético de Madri? Sevilla? Que nada. A maior ameaça à liderança do Barcelona na temporada 2017/18 do Campeonato Espanhol é um time formado basicamente por refugos e jogadores emprestados por outros clubes.

É exatamente por enxergar talento em atletas encostados no banco de reservas de outras equipes que o Valencia entrou na 12ª rodada ocupando a segunda colocação da liga e com uma desvantagem de apenas quatro pontos para o estrelado elenco liderado por Messi e Suárez.

Vários dos jogadores mais importantes do time dirigido por Marcelino García Toral viveram essa experiência de serem tratados como descartáveis pelo clube que defendiam antes de darem a volta por cima na Espanha.

É o caso por exemplo do português Gonçalo Guedes. Autor de três gols e cinco assistências na atual temporada, o meia-atacante foi contratado em janeiro pelo Paris Saint-Germain por 30 milhões de euros (R$ 116 milhões), mas só jogou duas vezes como titular antes de ser emprestado ao Valencia.

O goleador da equipe, Simone Zaza, tem uma história não muito diferente. O centroavante italiano nunca foi além da terceira opção de ataque da Juventus, clube que defendeu em 2015 e 2016, até ser cedido aos espanhóis na temporada passada. Deu tão certo que acabou contratado em julho.

Quem também frequentava os bancos de reservas em Turim antes de chegar à Espanha é o brasileiro Neto. O goleiro ficou dois anos inteiros à sombra de Buffon na Juve, mas cansou de esperar pela aposentadoria do ídolo italiano e se mandou para o Valencia quatro meses atrás. Depois de dez partidas, ainda está invicto no novo clube.

As trajetórias de Andreas Pereira (emprestado pelo Manchester United), Martín Montoya (ex-Barcelona e Inter de Milão), Geoffrey Kondogbia (emprestado pela Inter de Milão) e do zagueiro Gabriel Paulista (Arsenal) também são parecidas. Todos passaram por clubes do primeiro escalão do futebol mundial e não deram muito certo por lá antes de reforçarem o time espanhol.

Campeão nacional pela última vez em 2004, o Valencia volta a incomodar Barcelona, Real Madrid e Atlético depois de uma das piores temporadas de sua história recente. Em 2016/17, o time chegou a flertar com o rebaixamento, emendou quatro derrotas consecutivas, teve três técnicos diferentes e terminou o Espanhol em uma modesta 12ª colocação.

Curiosamente, o investimento para mudar essa situação e voltar a brigar na parte de cima da tabela nem foi tão alto assim.

Na última janela de transferências, o Valencia gastou 39 milhões de euros (R$ 150 milhões), menos que Barça, Real, Atlético, Sevilla e Villarreal. Mas o suficiente para garimpar refugos e montar o time que se tornou a sensação do futebol espanhol.


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Como rumor de sexo com filha do técnico minou ex-promessa do United
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Rafael Reis

Wilfried Zaha realmente acreditava que 25 de janeiro de 2013 seria o dia mais feliz de sua vida. Com 21 anos recém-completados, o atacante de origem marfinense estava protagonizando uma transferência de 11,8 milhões de euros (R$ 45 milhões) e trocando o Crystal Palace, então na segunda divisão inglesa, pelo poderoso Manchester United.

Mas aquela que tinha tudo para ser a maior oportunidade de sua carreira e seu passaporte para o estrelato no futebol mundial acabou sendo o início de uma frustração tão grande que o jogou em um quadro de depressão.

E a culpa foi de um rumor, jamais confirmado e sempre negado por ele, de que Zaha teria tido relações sexuais com a filha do seu treinador no United.

A história surgiu no Twitter no final de setembro de 2013, rapidamente viralizou na internet e apareceu nas páginas dos tabloides britânicos

De acordo com “fontes internas”, o técnico David Moyes, que acabara de assumir o comando do United com a missão nada fácil de substituir Alex Ferguson, não estava escalando Zaha porque havia flagrado o jogador na cama com sua filha, Lauren.

“Eu nunca tive relações sexuais com a filha dele e nem mesmo a conheço”, afirmou o atacante, ainda em 2013.

Apesar das constantes negativas de Zaha, o rumor foi ganhando força conforme suas oportunidades no United iam minguando.

Durante a gestão Moyes, o marfinense chegou a ser rebaixado para o time B do United, demorou quatro meses para ser usado em uma partida do Campeonato Inglês e, na janela de janeiro, acabou liberado pelo treinador para ser emprestado ao Cardiff City.

“Fiquei um pouco depressivo com essa situação. Quando alguém me vê, logo já pensa: Wilfried Zaha, um cara de má índole. Esses rumores de que dormi com a filha de David Moyes e de que sou indisciplinado me perseguiram até a saída do United”, afirmou, dois anos atrás, em entrevista ao jornal “Daily Express”.

Moyes não durou muito à frente da equipe de Manchester. Em abril, enquanto Zaha ainda cumpria seu empréstimo ao cargo, o treinador escocês deixou o cargo. Só que, mesmo após sua saída, o marfinense não conseguiu emplacar nos Red Devils.

Com a carreira marcada pelo rumor que permanece grudado ao seu nome, o marfinense ainda trabalhou com Louis van Gaal antes de ser recontratado pelo Crystal Palace, no começo de 2015.

No total, a passagem de Zaha pelo Manchester United se resumiu a 166 minutos de futebol distribuídos por quatro partidas e nenhum gol.

Já no Crystal Palace, atual lanterna do Campeonato Inglês e clube onde joga até hoje, o atacante é titular absoluto e soma duas bolas na rede na atual temporada.

O jogador de 25 anos também participou da campanha nas eliminatórias que não classificou Costa do Marfim para a próxima Copa do Mundo.


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Da morte? Brasil tem 40% de chance de ter campeão mundial em seu grupo
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Rafael Reis

A vitória do Peru sobre a Nova Zelândia na definição da última seleção classificada para a Copa do Mundo-2018 pode ter complicado um pouquinho o caminho do Brasil na competição que será disputada no próximo ano.

Graças à vaga conquistada pela equipe de Cueva, Guerrero e Trauco, as chances de a seleção brasileira enfrentar um outro país campeão mundial já na primeira fase da Rússia-2018 são de aproximadamente 40%.

Isso porque o Peru, décimo colocado no ranking da Fifa, entrará no pote 2 do sorteio das chaves do Mundial e, por pertencer à mesma confederação do Brasil, não poderá cair no mesmo grupo do time dirigido por Tite.

Outras duas seleções sul-americanas, Colômbia e Uruguai, também farão parte do segundo pote e estão sujeitas ao mesmo bloqueio no sorteio.

Ou seja, o Brasil já sabe que irá enfrentar na primeira fase da Copa uma dessas cinco seleções: Espanha, Suíça, Inglaterra, México ou Croácia. Como espanhóis e ingleses já venceram o torneio, a chance de cruzar logo de cara com um campeão mundial é de cerca de 40%.

Essa possibilidade seria menor caso a Nova Zelândia tivesse conquistado a última vaga para o Mundial. Nesse caso, a oitava integrante do segundo pote seria a Dinamarca, e não o Peru, aumentando assim o leque de possíveis adversários brasileiros.

A Fifa ainda não anunciou como será feito o sorteio da próxima Copa. No entanto, nos últimos Mundiais, ela primeiro sorteou todas as equipes do pote 1, depois os times 2 e assim sucessivamente. Caso a entidade opte por alterar a dinâmica da definição das chaves na Rússia, 2018, as possibilidades do sorte também serão alteradas.

A seleção amarelinha não enfrenta um outro campeão mundial na primeira fase da Copa desde 1970, quando caiu na mesma chave da Inglaterra e a derrotou por 1 a 0 em seu segundo jogo na competição.

Levando em consideração a divisão dos potes para o sorteio do Mundial de 2018, um possível “grupo da morte” envolvendo a seleção brasileira teria também Espanha (ou Inglaterra), Suécia e Nigéria.

Por outro lado, o Brasil pode ter também uma fase de grupos bastante tranquila, enfrentando México, Islândia e  Arábia Saudita, por exemplo.

O sorteio que irá definir a primeira fase da Copa da Rússia será realizado no dia 1º de dezembro, em Moscou. Dois países da mesma confederação não podem ficar na mesma chave, com exceção dos europeus, que podem emplacar no máximo duas seleções na mesma chave.

Veja com ficaram os potes do sorteio dos grupos da Copa-2018:

POTE 1: Rússia, Alemanha, Brasil, Portugal, Argentina, Bélgica, Polônia e França
POTE 2: Espanha, Peru, Suíça, Inglaterra, Colômbia, México, Uruguai e Croácia
POTE 3: Dinamarca, Islândia, Costa Rica, Suécia, Tunísia, Egito, Senegal e Irã
POTE 4: Sérvia, Nigéria, Austrália, Japão, Marrocos, Panamá, Coreia do Sul e Arábia Saudita


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Piqué é superdotado: verdade ou lenda urbana?
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Rafael Reis

Nascido em berço de ouro, bem-sucedido na profissão que escolheu, admirado em todo o planeta, jogador do time para o qual torce desde a infância, campeão mundial com sua seleção, ativista político, bonito, casado com um símbolo sexual… e superdotado?

Não há dúvidas de que a sorte sorriu pesado para Gerard Piqué, astro do Barcelona, da seleção espanhola e marido da cantora colombiana Shakira. Mas será verdade que o zagueiro possui inteligência compatível a de um gênio?

A história já circula nas redes sociais há algum tempo. Só que, ao contrário do autismo de Messi, da transexualidade de Verratti e da clonagem do filho de Cristiano Ronaldo, não se trata de uma mera lenda urbana.

Em entrevista concedida ao jornal catalão “La Vanguardia”, em 2013, Joan Piqué, pai do camisa 3 do Barça, revelou que o filho possui QI (Quociente de Inteligência) 170, superior até ao índice do físico britânico Stephen Hawking.

O jornal “El Pais”, também da Espanha, contestou a declaração. Segundo a publicação, o QI verdadeiro de Piqué é um pouco mais baixo, 140. Mesmo assim, o nível de inteligência do zagueiro seria maior que o de 98% da população e suficiente para classificá-lo como gênio.

A capacidade de raciocínio do espanhol não aparece apenas dentro de campo. Ele adora trabalhar com números, tem um professor particular de economia e se formou em um curso chamado “O negócio do entretenimento, os meios de comunicação e o esporte”, ministrado na aclamada Universidade de Harvard, nos EUA.

Além disso, Piqué é uma espécie de bandeira política da Catalunha e sempre defendeu que a região deveria escolher se gostaria de se tornar independente ou continuar fazendo parte da Espanha.

Mas o jogador, que não esconde de ninguém o desejo de se tornar presidente do Barcelona depois da aposentadoria, não é o único integrante da sua família que pode ser considerado superdotado.

Sua mulher também tem uma inteligência acima do normal. Segundo a Mensa Internacional, uma agência especializada na medição do potencial das pessoas, Shakira tem QI 140. A colombiana escreve músicas desde os oito anos e é fluente em cinco idiomas.

O filho mais velho do casal, Milan, segue os mesmos passos dos pais. Em 2015, Shakira publicou um vídeo em que mostrava que o menino, na época com apenas dois anos, já estava aprendendo a ler.

Piqué não é só rico, bonito, bem-sucedido e bem-casado. Ele também é superdotado.


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