Blog do Rafael Reis

Arquivo : real madrid

Real e Juve gastaram R$ 3,8 bi para montar elencos finalistas da Champions
Comentários Comente

Rafael Reis

Adversários na decisão da Liga dos Campeões da Europa, Real Madrid e Juventus levarão 1,05 bilhão de euros (R$ 3,8 bilhões) ao gramado do Millennium Stadium, em Cardiff, no próximo sábado.

É essa a soma dos investimentos em contratações feitos pelos dois melhores clubes da Europa na temporada 2016/17 para montar seus elencos atuais.

O Real, atual campeão e candidato a se tornar o primeiro time a emendar dois títulos de Champions em 27 anos, gastou mais.

Foram 624 milhões de euros (quase R$ 2,3 bilhões) torrados na chegada de 21 reforços –o restante do grupo dirigido por Zinédine Zidane foi formado em casa e não exigiu compra de direitos econômicos.

Três dos dez jogadores mais caros da história fazem parte do bilionário elenco espanhol: o galês Gareth Bale é o segundo colocado no ranking, o português Cristiano Ronaldo é o terceiro e o colombiano James Rodríguez, um reserva luxo do banco merengue, ocupa o oitavo lugar.

A Juventus, que busca o terceiro título europeu de sua história e o fim de um tabu de 21 anos sem a mais cobiçada taça do futebol mundial, pode até ter gasto menos que o Real. Mas isso não significa que seu investimento tenha sido modesto.

Para montar o elenco mais poderoso da Itália e um dos mais temidos do continente, o clube de Turim abriu os cofres e investiu mais de 424 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,5 bilhão).

A Juve também conta com um top 10 das maiores transferências do futebol mundial em todos os tempos: o centroavante argentino Gonzalo Higuaín, quarto colocado no ranking.

Além disso, conta com o goleiro mais caro da história, o capitão e ídolo Gianluigi Buffon, que foi contratado 16 anos atrás por quase 53 milhões de euros (R$ 193 milhões, na conversão atual).

O gasto da Juventus na montagem do seu elenco só não foi maior porque o clube soube aproveitar algumas situações de pechincha no mercado para captar bons jogadores.

O lateral direito brasileiro Daniel Alves e o meia alemão Sami Khedira, dois dos principais nomes do time dirigido por Massimiliano Allegri, chegaram a Turim depois de ficarem sem contrato no Barcelona e no Real Madrid, respectivamente. Ou seja, foram contratações que não obrigaram a Juve a colocar a mão no bolso para pagar por direitos econômicos.

5 REFORÇOS MAIS CAROS DO ELENCO DO REAL MADRID
1º – Gareth Bale – 101 milhões de euros, em 2013
2º – Cristiano Ronaldo – 94 milhões de euros, em 2009
3º – James Rodríguez – 75 milhões de euros, em 2014
4º – Karim Benzema – 35 milhões de euros, em 2009
5º – Danilo – 31,5 milhões de euros, em 2015

5 REFORÇOS MAIS CAROS DO ELENCO DA
1º – Gonzalo Higuaín – 90 milhões de euros, em 2016
2º – Gianluigi Buffon – 52,9 milhões de euros, em 2001
3º – Paulo Dybala – 40 milhões de euros, em 2015
4º – Miralem Pjanic – 32 milhões de euros, em 2016
5º – Alex Sandro, 26 milhões de euros, em 2015


Mais de Clubes

Como o Ajax faturou R$ 1,5 bilhão em 15 anos só com venda de jogadores
– Rival do Real vai levar 1 mi de euros se não vencer jogo do título espanhol
– Manchester City tem pior custo-benefício da temporada; veja ranking
– 9 times que disputam campeonatos nacionais fora dos seus países


Por onde andam os jogadores do Real que impediu Mundial do Vasco em 1998?
Comentários Comente

Rafael Reis

Maior campeão da história da Liga dos Campeões, o Real Madrid enfrenta a Juventus no próximo dia 3 de junho, em Cardiff, País de Gales, em busca do seu 12º título europeu na história.

Mas muita gente vai secar o time de Cristiano Ronaldo na decisão da Champions: os torcedores da Juve, os apoiadores do Barcelona, os fanáticos pelo futebol italiano e também boa parte dos vascaínos.

Afinal, 19 anos atrás, o Real tirou do Vasco a possibilidade de se sagrar campeão mundial. A derrota brasileira por 2 a 1 no Mundial Interclubes de 1998 ficou marcada pelo gol contra anotado pelo volante Nasa.

Saiba logo abaixo os paradeiros dos jogadores que impediram aquele que seria o maior título da centenária história vascaína.

POR ONDE ANDA – REAL MADRID (1998)

Bodo Illgner (50 anos) – Campeão mundial com a seleção alemã na Copa de 1990 e antecessor de Casillas no gol do Real Madrid, deixou o clube espanhol para se aposentar em 2001. Comentarista da Sky holandesa e da espanhola beIN Sports, costuma usar as redes sociais para falar de futebol e declarar seu amor à esposa, Bianca.

Christian Panucci (44 anos) Um dos melhores laterais direitos da década de 1990, o italiano defendeu Milan, Inter de Milão, Chelsea, Monaco e Roma, além do Real. Depois da aposentadoria, participou da versão local da “Dança dos Famosos” e ingressou na carreira de treinador. Panucci já dirigiu Livorno e Ternana. Também trabalhou como assistente técnico da seleção da Rússia.

Manuel Sanchís (52 anos) – Uma lenda madridista, o capitão do Real na decisão contra o Vasco jogou no clube durante toda sua carreira e vestiu a camisa branca em mais de 700 partidas oficiais. Aposentado desde 2001, Sanchís conquistou incríveis oito títulos espanhóis, duas Ligas dos Campeões e um Mundial Interclubes.

Fernando Sanz (43 anos) – O menos conhecido dos titulares do Real no Mundial não era um grande zagueiro, mas tinha um “paitrocinador” forte, Lorenzo Sanz, então presidente do clube. Fernando jogou até 2006, quando seu pai comprou 97% das ações do Málaga e o colocou para administrar a equipe. O ex-defensor permaneceu na presidência até a venda da agremiação para um fundo do Qatar, em 2010.

Roberto Carlos (44 anos) – Estrangeiro que mais vestiu a camisa Real Madrid (527 partidas) em todos os tempos, o lateral esquerdo que marcou época na Espanha e na seleção brasileira se aposentou em 2012. Desde então, trabalhou como técnico do Anzhi, da Rússia, de dois times da Turquia (Sivasspor e Belediyespor) e do Dehli Dynamos (Índia). Atualmente, desempenha a função de embaixador do Real no exterior.

Clarence Seedorf (41 anos) – Camisa 10 do Real no Mundial, o meia holandês chegou a se aventurar no futebol brasileiro no fim da carreira e foi ídolo do Botafogo. Em 2014, deixou o clube brasileiro e pendurou as chuteiras para estrear como técnico do Milan. A experiência durou só 22 partidas. No ano passado, conseguiu seu segundo emprego como treinador, mas também não conquistou grandes resultados à frente do Shenzhen, da segunda divisão chinesa.

Fernando Hierro (49 anos) – Um dos grandes nomes da história do futebol espanhol, vestiu a camisa do Real por 14 anos e substituiu Sanchís como capitão do clube. Aposentado desde 2005, Hierro foi diretor-esportivo da seleção espanhola entre 2007 e 2011, quando ela conquistou uma Euro e o inédito título da Copa do Mundo. Em 2014, decidiu trocar os escritórios pelo banco de reservas e foi auxiliar de Carlo Ancelotti no Real. Na atual temporada, estreou em voo solo no comando do Oviedo, oitavo colocado na segunda divisão espanhola.

Fernando Redondo (47 anos) – Volante de refinada classe e elegância, o argentino teve a carreira prejudicada por lesões e praticamente não jogou nos últimos quatro anos de sua carreira, entre 2000 e 2004, quando defendeu o Milan. Atualmente, Redondo é aluno do curso de formação de treinadores ofertado pela Uefa.

Sávio (43 anos) – O “Anjo Loiro da Gávea”, como era chamado pelo narrador Januário de Oliveira quando despontou para o futebol com a camisa do Flamengo, jogou por cinco anos no Real Madrid e fez parte do elenco no início do “Projeto Galáctico”. Hoje em dia, dedica-se ao mercado imobiliário e ao agenciamento de jogadores, além de ser comentarista no canal Esporte Interativo.

Raúl González (39 anos) – Maior artilheiro do Real até a aparição de Cristiano Ronaldo, Raúl Madrid, como ficou conhecido, deixou o clube em 2010 e defendeu Schalke 04, Al Sadd (Qatar) e New York Cosmos nos últimos cinco anos de sua carreira. De volta à Espanha após alguns anos morando nos EUA, o autor de um dos gols da partida contra o Vasco trabalhará como assessor presidencial do Real a partir da próxima temporada.

Predrag Mijatovic (48 anos) Integrante da geração de ouro da Iugoslávia na década de 1990, foi segundo colocado na Bola de Ouro de 1997 (perdeu o prêmio para Ronaldo). Pedja, como é conhecido, exerceu o cargo de diretor de futebol do Real Madrid entre 2006 e 2009 e, mesmo destituído da função, permanece bastante identificado com o clube.

Robert Jarni (48 anos) – Substituto de Mijatovic nos minutos finais do Mundial, jogou futsal profissionalmente durante cinco anos depois da aposentadoria nos gramados. Uma celebridade na Croácia, é comentarista em jogos da seleção e também participa de comerciais na TV. Também trabalha como técnico, mas ainda não obteve nenhum resultado relevante nessa carreira.

Davor Suker (49 anos) Artilheiro da Copa do Mundo de 1998 e eleito o segundo melhor jogador da competição, o centroavante não conseguiu se firmar no Real Madrid e passou a maior parte do tempo no banco de reservas. Desde 2012, Suker é o presidente da Federação Croata de Futebol.

Guus Hiddink (70 anos) Chegou ao Real Madrid depois de levar a Holanda à semifinal da Copa do Mundo de 1998, mas durou só uma temporada na Espanha. Já dirigiu cinco seleções diferentes (Coreia do Sul, Austrália, Rússia e Turquia, além do time de sua terra natal). Seu trabalho mais recente foi como interino do Chelsea na temporada passada.


Mais de Cidadãos do Mundo

Buffon largou casamento para viver com apresentador esportiva de TV
7 aspirantes a craque para acompanhar de perto no Mundial sub-20
Por onde andam os jogadores da Itália que fez o Brasil chorar na Copa-1982?
Livres para assinar: 7 astros que ficam sem contrato no fim da temporada


Rival do Real vai levar 1 mi de euros se não vencer jogo do título espanhol
Comentários Comente

Rafael Reis

Adversário do Real Madrid na última rodada do Campeonato Espanhol e peça chave na definição da competição, o Málaga irá faturar 1 milhão de euros (R$ 3,43 milhões) caso seu rival de domingo conquiste o título.

E o pior: o pagamento será feito justamente pela equipe de Zinedine Zidane, Cristiano Ronaldo e Marcelo.

Por mais estranho que possa parecer, o incentivo financeiro para que o Málaga não se esforce em campo para derrotar o Real e assim o ajude a ser campeão espanhol de 2016/17 não tem nada de ilegal.

A “mala preta” faz parte do contrato de transferência de Isco para o atual campeão europeu, selado quatro anos atrás.  Nele, o clube da capital se comprometeu a pagar 27 milhões de euros (R$ 93 milhões, na cotação atual) pelos direitos econômicos do meia, além de bonificar o time vendedor de acordo com os objetivos alcançados pelo meia.

De acordo com o jornal “As”, uma das cláusulas desse acordo prevê o pagamento de 1 milhão de euros adicional ao Málaga por cada título espanhol conquistado por Isco durante os cinco anos do seu primeiro contrato na nova equipe.

A insólita situação só aumenta o clima de dúvidas que paira sobre o comportamento do Málaga na rodada decisiva do Espanhol.

O time vem sendo acusado publicamente pelo Barcelona, a outra equipe na disputa pelo título espanhol, de estar mais interessado em ajudar o Real a ser campeão nacional do que de dificultar a vida do adversário no confronto de domingo.

A guerra entre os dois clubes começou quando o técnico do Málaga, Míchel, um ídolo histórico do Real, declarou ser “muito mais madridista que Valdano” quando questionado sobre a possibilidade de sua equipe impedir o título do clube –em 1993, o Tenerife, então dirigido por Jorge Valdano, bateu o Real na última rodada do Espanhol e “entregou” a taça para o Barcelona.

Dias depois, o presidente do Málaga, Abdullah Al-Thani, tratou de incendiar ainda mais o clima ao postar no Twitter uma mensagem em árabe dizendo que “a escória da Catalunha não vai sentir o cheiro do campeonato, após ter fabricado mentiras sobre o treinador Míchel”.

O Barça contra-atacou: denunciou o dirigente por “manifestações que violam os princípios do fair play, a ética e a legalidade que devem reger uma competição esportiva” e teme uma manipulação de resultado que o prejudique na última rodada.

Para ser campeão espanhol, o clube catalão precisa bater o Eibar e torcer para que seu arquirrival seja derrotado pelo Málaga. Qualquer outra combinação de resultados leva o troféu para Madri.

Uma situação que deixa o Barcelona desesperado… não só pelas dificuldades técnicas, mas também por não confiar que o Real terá dificuldades impostas pelo rival no domingo.


Mais de Clubes

– Manchester City tem pior custo-benefício da temporada; veja ranking
– 9 times que disputam campeonatos nacionais fora dos seus países
– Ex-Corinthians, Zizado agora é líder do Chinês… e com um time “pobre”
– Por que gigantes europeus, como o Dortmund, tem ações na Bolsa?


Manchester City tem pior custo-benefício da temporada; veja ranking
Comentários Comente

Rafael Reis

Ameaçado de não conseguir a classificação para a Liga dos Campeões no ano de estreia de Pep Guardiola no futebol inglês, o Manchester City é o clube com pior custo-benefício do futebol europeu nesta temporada.

Levando em consideração apenas o valor investido na chegada de reforços para 2016/17, cada ponto conquistado pelos Citizens na atual edição da Premier League custou incríveis 3,09 milhões de euros (mais de R$ 10,7 milhões).

Afinal, nenhum clube do planeta torrou mais dinheiro com novos jogadores que o City nesta temporada. Foram 213 milhões de euros (R$ 737 milhões) gastos em contratações feitas a pedido do treinador espanhol, como o brasileiro Gabriel Jesus, o goleiro chileno Claudio Bravo e o alemão Leroy Sané.

Só que os resultados não foram tão bons quanto Guardiola imaginava. Seu time não só ficou distante da briga pelo título inglês, como, a três rodadas do fim da temporada, ainda corre risco de não se classificar para a Champions.

O City ocupa a quarta colocação da Premier League, a última que dá vaga para o torneio continental. Tem 69 pontos, três a mais que o Arsenal, que vem logo na sequência.

Arquirrival de cidade, o Manchester United é o segundo colocado no ranking dos clubes com pior custo-benefício da temporada. O time de José Mourinho, que gastou mais de 100 milhões de euros só na contratação de Paul Pogba, investiu 2,85 milhões de euros (R$ 9,8 milhões) para cada ponto ganho.

Dos dez clubes com pontos mais caros desta temporada, seis são ingleses. Esse resultado já era previsível, já que nenhuma liga do planeta chega sequer perto do investimento feito em contratações pela Premier League.

O top 10 conta ainda com dois clubes da Alemanha (Wolfsburg, que está ameaçado de rebaixamento, e Borussia Dortmund) e mais dois da Itália (Inter de Milão e Juventus).

A Juve, aliás, é a prova de que ter uma relação investimento/ponto alto não é necessariamente sinônimo de fracasso. A atual pentacampeã italiana aparece na lista porque gastou quase 192 milhões de euros (R$ 664 milhões) em reforços. Mas, em compensação, chegou à decisão da Liga dos Campeões.

Seu adversário na decisão no dia 3 de junho, no entanto, teve um custo-benefício bem melhor. Como investiu pouco em contratações nesta temporada (só 30 milhões de euros) e briga pela ponta do Espanhol com o Barcelona, o Real Madrid gastou apenas 357 mil euros (R$ 1,2 milhão) por ponto obtido em seu campeonato nacional.

Entre os clubes de primeiro escalão do futebol europeu, nenhum tem o ponto tão barato quando a equipe de Zidane –nem mesmo o Monaco, líder do Francês e semifinalista da Champions, que gastou 587 mil euros (R$ 2 milhões) por ponto conquistado.

OS 10 CLUBES COM PONTO MAIS CARO DA TEMPORADA
1º – Manchester City (ING) – 3,09 milhões de euros
2º – Manchester United (ING) – 2,85 milhões de euros
3º – Inter de Milão (ITA) – 2,75 milhões de euros
4º – Crystal Palace (ING) – 2,64 milhões de euros
5º – Juventus (ITA) – 2,25 milhões de euros
6º – Wolfsburg (ALE) – 2,14 milhões de euros
7º – Leicester (ING) – 2,12 milhões de euros
8º – Borussia Dortmund (ALE) – 2,02 milhões de euros
9º – West Ham (ING) – 1,99 milhões de euros
10º – Middlesbrough (ING) – 1,88 milhões de euros


Mais de Clubes

– 9 times que disputam campeonatos nacionais fora dos seus países
– Ex-Corinthians, Zizado agora é líder do Chinês… e com um time “pobre”
– Por que gigantes europeus, como o Dortmund, tem ações na Bolsa?
– Fim das retrancas: Europa vê a maior “chuva de gols” dos últimos 39 anos


Acusação de estupro é mais uma na lista de polêmicas extracampo de CR7
Comentários Comente

Rafael Reis

Eleito quatro vezes o melhor do mundo, vice-artilheiro da Liga dos Campeões e autor de oito gols nas últimas três partidas do Real Madrid na competição europeia, Cristiano Ronaldo é um dos dois maiores jogadores de futebol de sua geração.

Mas a vida do atacante português, que enfrenta nesta quarta-feira o Atlético de Madri por vaga na decisão da Champions, não é intensa só dentro de campo.

O astro coleciona polêmicas, a maioria de cunho sexual, e faz a festa dos paraparazzi e tabloides desde que era um garoto prodígio que vestia as cores do Manchester United, há mais de uma década.

A mais recente delas veio a público no mês passado e tem arranhado a imagem do atacante, em grande fase na Liga dos Campeões e favorito para a conquista da quinta Bola de Ouro de sua carreira.

De acordo com a revista alemã “Der Spiegel”, Cristiano Ronaldo pagou 375 mil dólares (R$ 1,2 milhão, na cotação atual) a uma jovem norte-americana em 2010 para que ela se calasse sobre um estupro praticado por ele no ano anterior.

O caso, segundo a publicação, foi descoberto no meio de uma investigação sobre jogadores que praticavam sonegação fiscal e através de documentos cedidos pelo site “Football Leaks”. A estrela do Real, por meio de seu advogado e da empresa que gerencia sua imagem, negou a acusação.

Relembre abaixo outras quatro polêmicas protagonizadas por CR7:

SUPOSTO ABUSO SEXUAL

Essa não é a primeira vez que Cristiano Ronaldo enfrenta uma acusação de estupro. Em 2005, quando tinha 20 anos e jogava pelo Manchester United, o português precisou depor em uma delegacia de Londres sob um suposto abuso sexual cometido por ele contra uma mulher em um hotel de luxo inglês. CR7 alegou que a acusação não passava de uma “armação”, e o caso acabou arquivado.

QUEM É A MÃE?


Cristiano Ronaldo tem um filho, mas quase ninguém no mundo sabe quem é a mãe de Cristianinho, de apenas seis anos. Sua identidade é um mistério porque o astro do Real Madrid pagou para que ela se afastasse do garoto e não vendesse a história para nenhum veículo de imprensa. De acordo com o jornal britânico “Daily MIrror”, o silêncio dela, supostamente uma garçonete que vivia nos EUA, custou 12 milhões de euros (R$ 42 milhões) ao jogador.

AMEAÇAS CONTRA URACH

De acordo com a subcelebridade brasileira Andressa Urach, Cristiano Ronaldo ameaçou “mandar gente atrás dela” depois que a modelo revelou à imprensa inglesa que havia tido relações sexuais com o astro português. Urach também afirmou ter sido trancada durante três horas e meia pelos seguranças de CR7 para que não tirasse uma foto ao lado do jogador. Após se tornar evangélica, a subcelebridade admitiu ter inventado várias histórias para aumentar sua fama, mas até hoje faz questão de frisar que tudo que falou sobre o camisa 7 do Real Madrid é verdade.

RUMORES SOBRE SEXUALIDADE

Apesar de estar sempre cercado de mulheres lindas, Cristiano Ronaldo é um alvo costumeiro de rumores sobre sua sexualidade. O mais intenso aconteceu em 2015, quando a imprensa espanhola revelou que o jogador português estava viajando frequentemente a Marrocos para encontrar um amigo, o kickboxer Badr Hari. Em fevereiro deste ano, o lutador foi condenado a dois anos de prisão por brigas e atos de violência em Amsterdã.


Mais de Cidadãos do Mundo

Perto do tetra, Messi só bate 1 dos últimos 6 campeões da Chuteira de Ouro
Por onde andam os jogadores do Mazembe que surpreenderam o Inter em 2010?
Como Falcao enterrou piadas para se tornar líder de time sensação da Europa
Geração saúde: 7 jogadores de sucesso que foram flagrados fumando cigarro


Raio-X da semi: o que mudou em Real e Atlético desde a final da Champions?
Comentários Comente

Rafael Reis

Trezentos e trinta e nove dias depois de decidirem pela segunda vez em três anos o título da Liga dos Campeões da Europa, Real Madrid e Atlético de Madri voltam a se encontrar nesta terça-feira pela competição interclubes mais valiosa do planeta.

Mas o que está em jogo desta vez ainda não é o posto de campeão continental, conquistado nos pênaltis pelo Real em 2016, mas sim o direito de disputar a final no dia 3 de junho, em Cardiff, País de Gales.

Confira um raio-x do que mudou e do que permanece igual nos dois maiores clubes da capital espanhola em relação à decisão da Liga dos Campeões da temporada passada.

ESCALAÇÃO

Os 22 jogadores que foram titulares em San Siro, no ano passado, continuam nos elencos de Atlético e Real Madrid. Mas isso não significa que as equipes irão repetir as escalações da decisão nesta terça-feira. No caso do Atlético, o volante Augusto Fernández e o lateral direito Juanfran estão machucados e não têm condições de jogo. Além disso, o meia-atacante belga Yannick Ferreira-Carrasco, reserva em 2016, é hoje peça fundamental na equipe. Já o Real ainda tem o mesmo time base de 12 meses atrás. No entanto, dois dos titulares usuais do time, o zagueiro Pepe e o galês Gareth Bale, estão no departamento médico.

TÉCNICO

Continuam os mesmos de um ano atrás. Diego Simeone segue intocável à frente do Atleti, time que assumiu o comando em 2011 e transformou em um gigante europeu. Já Zidane, agora em sua segunda temporada à frente do Real, começou a deixar de ser visto como um ex-jogador de sucesso que dirige um dos maiores clubes do mundo para ser reconhecido como um treinador vitorioso, que mal estreou na carreira e já levantou uma Champions.

CAMPANHA EUROPEIA

Na edição anterior da Champions, o Real Madrid foi a equipe de melhor campanha da fase de grupos, com cinco vitórias e um empate. Já desta vez, o Atlético dividiu com o Barcelona o posto de time de mais sucesso da etapa de grupos (cada um somou 15 pontos). No geral, já contando os mata-matas, a campanha europeia atleticana em 2016/17 é ligeiramente superior a do Real: 7 vitórias, 2 empates e 1 derrota, contra 6 vitórias, 3 empates e 1 derrota (no tempo normal) do adversário.

TEMPORADA

Após conquistar o título europeu, o Real Madrid encorpou e ficou mais forte. Já o Atlético continua poderoso nos confrontos mais importantes, mas já não mantém mais uma regularidade de bons resultados. Enquanto o aproveitamento merengue subiu de 76,3% para 78,6% na atual temporada, o colchonero caiu de 70,7% para 67,9%. Isso fica claro na classificação do Espanhol. No ano passado, Atlético e Real disputaram o título ponto a ponto com o Barcelona. Desta vez, a briga está apenas entre Barça e os atuais campeões continentais –o Atleti luta pelo terceiro lugar com o Sevilla.

PODER DE FOGO

A maior diferença do Atleti da temporada passada para atual está na parte ofensiva. A equipe colchonera, que era conhecida pela dificuldade em balançar as redes, principalmente quando precisava tomar a iniciativa do jogo, aprendeu nos últimos meses a atacar mais e melhor. Com isso sua média de gols subiu de 1,56 para 1,81 por partida. O Real também melhor seu poderio de fogo, que já era alto: na atual temporada, marca em média 2,86 gols por jogo, contra 2,71 da anterior.

DEPENDÊNCIA

Griezmann e Cristiano Ronaldo ainda são os grandes jogadores de Atlético e Real, respectivamente. No entanto, os semifinalistas da Champions já não são mais tão dependentes dos seus camisas 7 quanto eram um ano atrás. Entre gols e assistências, Griezmann participou ativamente de 36,3% dos gols do Atleti na atual temporada, contra 43,8% de participação em 2015/16. No caso do Real, a queda foi muito mais impressionante. A participação de CR7 nos gols do campeão europeu despencou de 46,8% para 29,1%.

DEFESA

As duas equipes reduziram a eficiência defensiva nos últimos meses. No caso do Real, a retaguarda piorou demais. Não à toa, o time, que sofreu em média 0,73 gol por jogo na temporada passada, agora vê seus adversários balançarem a rede 1,26 vez por partida. Tradicional ponto alto do trabalho de Simeone, a defesa do Atleti também piorou, mas nem tanto quanto a do rival. Sua média de gols recebidos subiu de 0,54 para 0,75 por apresentação.


Mais de Clubes

– Ex-Corinthians, Zizao agora é líder do Chinês… e com um time “pobre”
– Por que gigantes europeus, como o Dortmund, tem ações na Bolsa?
– Fim das retrancas: Europa vê a maior “chuva de gols” dos últimos 39 anos
– Quem foi Jorge Wilstermann, que dá nome a rival do Palmeiras nesta quarta?


Quem é a modelo que acusa Cristiano Ronaldo de usar enchimento na cueca?
Comentários Comente

Rafael Reis

Uma declaração dada pela modelo Elisa de Panicis a um programa de televisão no Chile, duas semanas atrás, tem feito a festa dos tabloides e veículos interessados na vida pessoal de Cristiano Ronaldo.

Durante as gravações do reality show “Doble Tentación”, exibido na emissora Mega, a modelo afirmou que o melhor jogador do mundo costuma usar enchimento na cueca para deixar a genitália mais volumosa, principalmente quando fotografa ou grava comerciais de roupas íntimas.

Mas, afinal, quem é Elisa de Panicis? E como ela poderia saber (se é que realmente sabe) algo tão íntimo a respeito do craque do Real Madrid?

Nascida na Itália, a beldade de 24 anos afirma em sua conta no Instagram (295 mil seguidores) que é “atriz, cantora, modelo e dançarina”.

No entanto, sua fama vem de incontáveis participações em programas de TV, especialmente reality shows, em três países diferentes: Itália, Espanha e Chile.

Elisa já estrelou o “Superviventes”, versão espanhola de “Survivor”, reality show que gerou o brasileiro “No Limite”; o “MYHYV” (Mujeres y Hombres y Viceversa), um programa de formação de casais; o “I’m a Celebrity… Get Me Out of Here”, de convivência entre famosos na selva, e atualmente está no ar com o “Doble Tentación”, onde solteiros, como ela, devem seduzir pessoas comprometidas e destruir casais já existentes.

Subcelebridade, forma como seria tratada no Brasil, a modelo foi apontada no ano passado como affair de Cristiano Ronaldo. Os dois tiveram um caso durante as férias do astro português em Ibiza, pouco antes da Eurocopa-2016, em junho.

Segundo Elisa, CR7 a descobriu enquanto ela participava do “I’m a Celebrity… Get Me Out of Here”. Mas o primeiro contato aconteceu apenas em Ibiza.

“Eu estava em um barco com alguns amigos e, obviamente, eu tinha o número dele [Cristiano Ronaldo] porque tínhamos amigos em comum. Então, mandei uma mensagem para ele perguntando como ele estava”, disse, durante o “Doble Tentación”.

Pouco depois desse primeiro contato, a modelo foi flagrada por paparazzi no iate do jogador. “Nós nos divertimos, mas não foi nada de especial. Temos uma boa amizade”, completou.

Cristiano Ronaldo possui desde 2013 uma linha de roupas íntimas masculinas, a CR7 Underwear. A última campanha publicitária da marca foi protagonizada pelo próprio jogador… com ou sem enchimento.


Mais de Cidadãos do Mundo

Por onde andam os jogadores do time dos “galácticos” do Real Madrid?
Árbitro que prejudicou Bayern foi o 1º a marcar pênalti com ajuda de vídeo
Piqué pertence à “nobreza” do Bayern, mas carrega símbolo do Real no nome
“Show” no Espanhol faz Messi retomar liderança isolada da Chuteira de Ouro


6 jogadores que já marcaram em Real Madrid x Barça e você não lembrava
Comentários Comente

Rafael Reis

Lionel Messi já marcou 21 vezes e é o maior artilheiro da história dos confrontos entre Barcelona e Real Madrid. Cristiano Ronaldo não fica muito atrás. Com 16 gols, é o terceiro colocado no ranking, logo atrás de outra lenda, Alfredo Di Stéfano.

Mas nem só de Messi, Cristiano Ronaldo, Di Stéfano e outras estrelas do primeiro escalão do futebol mundial vive a lista de principais goleadores do maior clássico do futebol espanhol.

Muitos jogadores não tão consagrados como os citados acima, ou mesmo Zidane, Ronaldo, Ronaldinho, Romário ou Eto’o, já deixaram sua marca nos encontros entre duas das camisas mais encantadoras do planeta.

Relembre abaixo 6 jogadores que estão longe de serem super astros, mas que também já mexeram no placar de um Barcelona x Real Madrid:

JÚLIO BAPTISTA
Barcelona 0 x 1 Real Madrid
23/12/2007

O gol anotado dois dias antes do Natal de 2007 foi certamente o mais inesquecível dos 13 que o brasileiro marcou em 77 partidas espalhadas por três anos no Real Madrid. Após tabelar com Van Nistelrooy, Júlio Baptista decidiu o clássico espanhol, fez o Real conseguir uma rara vitória sobre o Barcelona no Camp Nou e ajudou sua equipe no caminho que levaria à conquista do título nacional daquela temporada.

JEFFRÉN SUÁREZ
Barcelona 5 x 0 Real Madrid
29/11/2010

O atacante, que hoje defende o Eupen (Bélgica) e joga pela seleção da Venezuela, era só uma promessa da base do Barcelona quando ganhou de Pep Guardiola a oportunidade de jogar por menos de cinco minutos o clássico contra o Real Madrid. A partida já estava decidida, e o Barcelona era aclamado pela torcida eufórica com a goleada por 4 a 0. Mas havia ainda tempo para mais um gol, o que colocou o nome de Jeffrén na história.

SANTIAGO SOLARI
Real Madrid 1 x 2 Barcelona
25/04/2004

O meia jogou no Real Madrid por cinco anos e passou praticamente todo o tempo no banco de reservas. Apesar da vida longa com a camisa merengue, nunca se destacou a ponto de virar uma peça importante na seleção argentina (disputou apenas 11 partidas com a equipe nacional). Em 2004, marcou o primeiro gol do clássico contra o Barcelona. Para seu azar, a equipe catalã conseguiu a virada.

JÉRÉMY MATHIEU
Barcelona 2 x 1 Real Madrid
22/03/2015

Não é segredo para ninguém que o zagueiro e lateral esquerdo francês é um dos jogadores mais limitados tecnicamente do atual elenco do Barcelona. Mas, apesar da falta de categoria, ele também já teve seus momentos de glória. Em sua primeira temporada na Catalunha, a 2014/15, ele foi essencial para que o Barça conseguisse derrotar seu arquirrival. De cabeça, ele abriu o caminho para a vitória por 2 a 1 dos catalães.

JESÉ
Barcelona 2 x 1 Real Madrid
26/10/2013

Atualmente emprestado pelo PSG aos Las Palmas, o atacante espanhol viveu um momento mágico logo em sua primeira temporada no elenco principal do Real Madrid. Três meses após a promoção do Castilla para o time de cima, Jesé deixou sua marca contra o Barcelona. Tudo bem que o gol foi nos acréscimos e clássico já estava decidido em favor dos rivais. Mas, mesmo assim, aquele 26 de outubro foi histórico para Jesé.

MEHO KODRO
Barcelona 3 x 0 Real Madrid
10/02/1996

O centroavante bósnio passou um ano no Barcelona e fez apenas oito gols com a camisa blaugrana. Mas dois deles foram contra o Real Madrid. E na mesma partida. Kodro, que viria a ser substituído por Ronaldo no elenco do Barça na temporada seguinte, foi o grande nome do 3 a 0 aplicado no clássico do segundo turno do Campeonato Espanhol. O português Figo, que mais tarde trocaria de lado e jogaria pelo Real, fez o outro gol.


Mais de Cidadãos do Mundo

Por onde andam os jogadores do time dos “galácticos” do Real Madrid?
Árbitro que prejudicou Bayern foi o 1º a marcar pênalti com ajuda de vídeo
Piqué pertence à “nobreza” do Bayern, mas carrega símbolo do Real no nome
“Show” no Espanhol faz Messi retomar liderança isolada da Chuteira de Ouro


Cão de guarda, Casemiro é o recordista de carrinhos no futebol europeu
Comentários Comente

Rafael Reis

Messi, Luis Suárez e os outros jogadores de frente do Barcelona não terão vida fácil no confronto decisivo com o Real Madrid, neste domingo. E um dos motivos atende pelo nome de Casemiro.

O volante brasileiro de 25 anos é o “rei dos carrinhos” na elite do futebol europeu nesta temporada.

De acordo com o “Who Scored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, o ex-jogador do São Paulo distribuiu em média 4,6 carrinhos em cada partida que disputa no Campeonato Espanhol.

Nenhum outro atleta inscrito nas seis principais ligas nacionais da Europa (Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália, França e Portugal) usa mais esse recurso que Casemiro. O único que o iguala é o também volante Maxime Gonalons, capitão do Lyon.

A dedicação na marcação mostrada em campo hoje em dia pelo brasileiro contrasta com a fama de displicente que marcou o início de sua carreira. No São Paulo, o volante era visto como um jogador talentoso, mas que não era muito chegado em se esforçar pelo time.

Na Europa desde 2013, quando foi contratado pelo Real Madrid Castilla, time B do gigante espanhol, Casemiro amadureceu e perdeu o pudor de “se matar” para roubar a bola do adversário.

Titular absoluto da equipe principal do Real há quase duas temporadas (e agora também da seleção brasileira), deu balanço defensivo ao time e se tornou uma espécie de “cão de guarda” para o técnico Zinédine Zidane.

Não à toa, Casemiro é hoje o recordista de faltas da equipe da capital (2,2 por partida, em média, no Espanhol) e o segundo brasileiro dos principais campeonatos nacionais da Europa que mais dá porrada (Gabriel Pires, do Leganés, tem média de 2,3 faltas por jogo).

Às vezes, ele exagera, como na vitória por 4 a 2 sobre o Bayern de Munique, terça-feira, que colocou o Real nas semifinais da Liga dos Campeões.

Na ocasião, o volante cometeu cinco das sete faltas do seu time na partida e só não foi expulso devido a uma tolerância extrema do árbitro húngaro Viktor Kassai, muito cobrado pelos jogadores alemães e pela imprensa internacional após a partida.

Mas é claro que Suárez, Messi e qualquer outro jogador do Barcelona preferiam não ter Casemiro pela frente neste domingo. Não com tantos carrinhos…


Mais de Brasileiros pelo Mundo

– Faz falta? Barcelona é 13% melhor sem Neymar nesta temporada
– Para cada gol, futebol brasileiro leva 2 cartões amarelos na Europa
Diego Alves não quer ser “só” o goleiro que pega pênaltis e mira seleção
– Precisando de zagueiro? 5 beques brasileiros para seu time buscar na Europa


Faz falta? Barcelona é 13% melhor sem Neymar nesta temporada
Comentários Comente

Rafael Reis

Suspenso por três jogos pelo cartão vermelho recebido contra o Málaga, no dia 8 de abril, Neymar será o principal desfalque do Barcelona no clássico contra o Real Madrid, neste domingo, que define se o clube catalão permanecerá com chances razoáveis na disputa pelo título espanhol.

Mas, se depender do histórico da equipe de Luis Enrique nesta temporada, a ausência do atacante brasileiro talvez não seja tão sentida assim. O Barcelona da temporada 2016/17 tem resultados melhores sem Neymar do que quando escala o camisa 11. E a diferença é bem considerável: supera a casa dos 13%.

Com o brasileiro em campo, o Barça disputou 40 partidas e obteve 26 vitórias, sete empates e sete derrotas. No total, conseguiu 85 dos 120 pontos que disputou: um aproveitamento de 70,8%.

Já nas partidas em que não pode (ou não quis) usar Neymar, a equipe blaugrana conquistou 80,5% dos pontos que estavam em jogo. Foram 12 confrontos, com nove vitórias, dois empates e uma derrota para o La Coruña, em março.

Mesmo sem o camisa 11, o Barcelona conseguiu alguns resultados expressivos na temporada, como as vitórias por 3 a 0 e 2 a 0 sobre o Sevilla, na Supercopa Espanhola, e o empate por 1 a 1 ante o Atlético de Madri que o classificou para a decisão da Copa do Rei.

No primeiro jogo da suspensão de Neymar no Espanhol, o time de Luis Enrique também não sentiu a ausência do brasileiro e venceu a Real Sociedad por 3 a 2. Paco Alcácer, que substituiu o atacante, fez um dos gols e Messi, os outros dois.

O clássico de domingo será o primeiro confronto contra o Real Madrid que o camisa 11 perde desde sua chegada ao Barcelona, em 2013.

No total, Neymar já participou de oito partidas contra o arquirrival culé e venceu a metade delas (teve ainda um empate e três derrotas). No empate por 1 a 1 no primeiro turno desta temporada, foi dele o passe para Suárez marcar o gol do Barça.

Eliminado da Liga dos Campeões pela Juventus na última quarta-feira, o time catalão tem no confronto com o Real a sua última esperança para evitar que esta temporada receba um rótulo de fracasso.

Vice-líder do Espanhol, o Barcelona está três pontos atrás da equipe da capital, que ainda tem um jogo a mais para disputar. Ou seja, se perder o clássico, a diferença “virtual” para o primeiro colocado chegará a nove pontos. Uma desvantagem quase impossível de ser tirada em cinco rodadas.


Mais de Brasileiros pelo Mundo

– Para cada gol, futebol brasileiro leva 2 cartões amarelos na Europa
Diego Alves não quer ser “só” o goleiro que pega pênaltis e mira seleção
– Precisando de zagueiro? 5 beques brasileiros para seu time buscar na Europa
– Não é só na seleção: Como Paulinho virou “homem-gol” na China