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Arquivo : real madrid

Quem é a modelo que acusa Cristiano Ronaldo de usar enchimento na cueca?
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Rafael Reis

Uma declaração dada pela modelo Elisa de Panicis a um programa de televisão no Chile, duas semanas atrás, tem feito a festa dos tabloides e veículos interessados na vida pessoal de Cristiano Ronaldo.

Durante as gravações do reality show “Doble Tentación”, exibido na emissora Mega, a modelo afirmou que o melhor jogador do mundo costuma usar enchimento na cueca para deixar a genitália mais volumosa, principalmente quando fotografa ou grava comerciais de roupas íntimas.

Mas, afinal, quem é Elisa de Panicis? E como ela poderia saber (se é que realmente sabe) algo tão íntimo a respeito do craque do Real Madrid?

Nascida na Itália, a beldade de 24 anos afirma em sua conta no Instagram (295 mil seguidores) que é “atriz, cantora, modelo e dançarina”.

No entanto, sua fama vem de incontáveis participações em programas de TV, especialmente reality shows, em três países diferentes: Itália, Espanha e Chile.

Elisa já estrelou o “Superviventes”, versão espanhola de “Survivor”, reality show que gerou o brasileiro “No Limite”; o “MYHYV” (Mujeres y Hombres y Viceversa), um programa de formação de casais; o “I’m a Celebrity… Get Me Out of Here”, de convivência entre famosos na selva, e atualmente está no ar com o “Doble Tentación”, onde solteiros, como ela, devem seduzir pessoas comprometidas e destruir casais já existentes.

Subcelebridade, forma como seria tratada no Brasil, a modelo foi apontada no ano passado como affair de Cristiano Ronaldo. Os dois tiveram um caso durante as férias do astro português em Ibiza, pouco antes da Eurocopa-2016, em junho.

Segundo Elisa, CR7 a descobriu enquanto ela participava do “I’m a Celebrity… Get Me Out of Here”. Mas o primeiro contato aconteceu apenas em Ibiza.

“Eu estava em um barco com alguns amigos e, obviamente, eu tinha o número dele [Cristiano Ronaldo] porque tínhamos amigos em comum. Então, mandei uma mensagem para ele perguntando como ele estava”, disse, durante o “Doble Tentación”.

Pouco depois desse primeiro contato, a modelo foi flagrada por paparazzi no iate do jogador. “Nós nos divertimos, mas não foi nada de especial. Temos uma boa amizade”, completou.

Cristiano Ronaldo possui desde 2013 uma linha de roupas íntimas masculinas, a CR7 Underwear. A última campanha publicitária da marca foi protagonizada pelo próprio jogador… com ou sem enchimento.


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6 jogadores que já marcaram em Real Madrid x Barça e você não lembrava
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Rafael Reis

Lionel Messi já marcou 21 vezes e é o maior artilheiro da história dos confrontos entre Barcelona e Real Madrid. Cristiano Ronaldo não fica muito atrás. Com 16 gols, é o terceiro colocado no ranking, logo atrás de outra lenda, Alfredo Di Stéfano.

Mas nem só de Messi, Cristiano Ronaldo, Di Stéfano e outras estrelas do primeiro escalão do futebol mundial vive a lista de principais goleadores do maior clássico do futebol espanhol.

Muitos jogadores não tão consagrados como os citados acima, ou mesmo Zidane, Ronaldo, Ronaldinho, Romário ou Eto’o, já deixaram sua marca nos encontros entre duas das camisas mais encantadoras do planeta.

Relembre abaixo 6 jogadores que estão longe de serem super astros, mas que também já mexeram no placar de um Barcelona x Real Madrid:

JÚLIO BAPTISTA
Barcelona 0 x 1 Real Madrid
23/12/2007

O gol anotado dois dias antes do Natal de 2007 foi certamente o mais inesquecível dos 13 que o brasileiro marcou em 77 partidas espalhadas por três anos no Real Madrid. Após tabelar com Van Nistelrooy, Júlio Baptista decidiu o clássico espanhol, fez o Real conseguir uma rara vitória sobre o Barcelona no Camp Nou e ajudou sua equipe no caminho que levaria à conquista do título nacional daquela temporada.

JEFFRÉN SUÁREZ
Barcelona 5 x 0 Real Madrid
29/11/2010

O atacante, que hoje defende o Eupen (Bélgica) e joga pela seleção da Venezuela, era só uma promessa da base do Barcelona quando ganhou de Pep Guardiola a oportunidade de jogar por menos de cinco minutos o clássico contra o Real Madrid. A partida já estava decidida, e o Barcelona era aclamado pela torcida eufórica com a goleada por 4 a 0. Mas havia ainda tempo para mais um gol, o que colocou o nome de Jeffrén na história.

SANTIAGO SOLARI
Real Madrid 1 x 2 Barcelona
25/04/2004

O meia jogou no Real Madrid por cinco anos e passou praticamente todo o tempo no banco de reservas. Apesar da vida longa com a camisa merengue, nunca se destacou a ponto de virar uma peça importante na seleção argentina (disputou apenas 11 partidas com a equipe nacional). Em 2004, marcou o primeiro gol do clássico contra o Barcelona. Para seu azar, a equipe catalã conseguiu a virada.

JÉRÉMY MATHIEU
Barcelona 2 x 1 Real Madrid
22/03/2015

Não é segredo para ninguém que o zagueiro e lateral esquerdo francês é um dos jogadores mais limitados tecnicamente do atual elenco do Barcelona. Mas, apesar da falta de categoria, ele também já teve seus momentos de glória. Em sua primeira temporada na Catalunha, a 2014/15, ele foi essencial para que o Barça conseguisse derrotar seu arquirrival. De cabeça, ele abriu o caminho para a vitória por 2 a 1 dos catalães.

JESÉ
Barcelona 2 x 1 Real Madrid
26/10/2013

Atualmente emprestado pelo PSG aos Las Palmas, o atacante espanhol viveu um momento mágico logo em sua primeira temporada no elenco principal do Real Madrid. Três meses após a promoção do Castilla para o time de cima, Jesé deixou sua marca contra o Barcelona. Tudo bem que o gol foi nos acréscimos e clássico já estava decidido em favor dos rivais. Mas, mesmo assim, aquele 26 de outubro foi histórico para Jesé.

MEHO KODRO
Barcelona 3 x 0 Real Madrid
10/02/1996

O centroavante bósnio passou um ano no Barcelona e fez apenas oito gols com a camisa blaugrana. Mas dois deles foram contra o Real Madrid. E na mesma partida. Kodro, que viria a ser substituído por Ronaldo no elenco do Barça na temporada seguinte, foi o grande nome do 3 a 0 aplicado no clássico do segundo turno do Campeonato Espanhol. O português Figo, que mais tarde trocaria de lado e jogaria pelo Real, fez o outro gol.


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Cão de guarda, Casemiro é o recordista de carrinhos no futebol europeu
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Rafael Reis

Messi, Luis Suárez e os outros jogadores de frente do Barcelona não terão vida fácil no confronto decisivo com o Real Madrid, neste domingo. E um dos motivos atende pelo nome de Casemiro.

O volante brasileiro de 25 anos é o “rei dos carrinhos” na elite do futebol europeu nesta temporada.

De acordo com o “Who Scored?”, site especializado nas estatísticas do futebol, o ex-jogador do São Paulo distribuiu em média 4,6 carrinhos em cada partida que disputa no Campeonato Espanhol.

Nenhum outro atleta inscrito nas seis principais ligas nacionais da Europa (Espanha, Inglaterra, Alemanha, Itália, França e Portugal) usa mais esse recurso que Casemiro. O único que o iguala é o também volante Maxime Gonalons, capitão do Lyon.

A dedicação na marcação mostrada em campo hoje em dia pelo brasileiro contrasta com a fama de displicente que marcou o início de sua carreira. No São Paulo, o volante era visto como um jogador talentoso, mas que não era muito chegado em se esforçar pelo time.

Na Europa desde 2013, quando foi contratado pelo Real Madrid Castilla, time B do gigante espanhol, Casemiro amadureceu e perdeu o pudor de “se matar” para roubar a bola do adversário.

Titular absoluto da equipe principal do Real há quase duas temporadas (e agora também da seleção brasileira), deu balanço defensivo ao time e se tornou uma espécie de “cão de guarda” para o técnico Zinédine Zidane.

Não à toa, Casemiro é hoje o recordista de faltas da equipe da capital (2,2 por partida, em média, no Espanhol) e o segundo brasileiro dos principais campeonatos nacionais da Europa que mais dá porrada (Gabriel Pires, do Leganés, tem média de 2,3 faltas por jogo).

Às vezes, ele exagera, como na vitória por 4 a 2 sobre o Bayern de Munique, terça-feira, que colocou o Real nas semifinais da Liga dos Campeões.

Na ocasião, o volante cometeu cinco das sete faltas do seu time na partida e só não foi expulso devido a uma tolerância extrema do árbitro húngaro Viktor Kassai, muito cobrado pelos jogadores alemães e pela imprensa internacional após a partida.

Mas é claro que Suárez, Messi e qualquer outro jogador do Barcelona preferiam não ter Casemiro pela frente neste domingo. Não com tantos carrinhos…


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Faz falta? Barcelona é 13% melhor sem Neymar nesta temporada
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Rafael Reis

Suspenso por três jogos pelo cartão vermelho recebido contra o Málaga, no dia 8 de abril, Neymar será o principal desfalque do Barcelona no clássico contra o Real Madrid, neste domingo, que define se o clube catalão permanecerá com chances razoáveis na disputa pelo título espanhol.

Mas, se depender do histórico da equipe de Luis Enrique nesta temporada, a ausência do atacante brasileiro talvez não seja tão sentida assim. O Barcelona da temporada 2016/17 tem resultados melhores sem Neymar do que quando escala o camisa 11. E a diferença é bem considerável: supera a casa dos 13%.

Com o brasileiro em campo, o Barça disputou 40 partidas e obteve 26 vitórias, sete empates e sete derrotas. No total, conseguiu 85 dos 120 pontos que disputou: um aproveitamento de 70,8%.

Já nas partidas em que não pode (ou não quis) usar Neymar, a equipe blaugrana conquistou 80,5% dos pontos que estavam em jogo. Foram 12 confrontos, com nove vitórias, dois empates e uma derrota para o La Coruña, em março.

Mesmo sem o camisa 11, o Barcelona conseguiu alguns resultados expressivos na temporada, como as vitórias por 3 a 0 e 2 a 0 sobre o Sevilla, na Supercopa Espanhola, e o empate por 1 a 1 ante o Atlético de Madri que o classificou para a decisão da Copa do Rei.

No primeiro jogo da suspensão de Neymar no Espanhol, o time de Luis Enrique também não sentiu a ausência do brasileiro e venceu a Real Sociedad por 3 a 2. Paco Alcácer, que substituiu o atacante, fez um dos gols e Messi, os outros dois.

O clássico de domingo será o primeiro confronto contra o Real Madrid que o camisa 11 perde desde sua chegada ao Barcelona, em 2013.

No total, Neymar já participou de oito partidas contra o arquirrival culé e venceu a metade delas (teve ainda um empate e três derrotas). No empate por 1 a 1 no primeiro turno desta temporada, foi dele o passe para Suárez marcar o gol do Barça.

Eliminado da Liga dos Campeões pela Juventus na última quarta-feira, o time catalão tem no confronto com o Real a sua última esperança para evitar que esta temporada receba um rótulo de fracasso.

Vice-líder do Espanhol, o Barcelona está três pontos atrás da equipe da capital, que ainda tem um jogo a mais para disputar. Ou seja, se perder o clássico, a diferença “virtual” para o primeiro colocado chegará a nove pontos. Uma desvantagem quase impossível de ser tirada em cinco rodadas.


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Por onde andam os jogadores do time dos “galácticos” do Real Madrid?
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Rafael Reis

Pode um único clube concentrar os jogadores mais caros e conhecidos do futebol mundial? O empresário espanhol do ramo da construção civil Florentino Pérez, presidente do Real Madrid, acreditava que sim e tratou de transformar seu projeto em realidade.

Durante seis anos, de 2000 a 2006, o dirigente tratou de levar para a capital espanhola todo jogador que considerasse ter potencial para ser eleito o melhor do planeta ou, pelo menos, vender alguns milhões de camisas.

Os “galácticos” do Real Madrid nem conquistaram tantos títulos assim (uma Liga dos Campeões e dois Espanhóis, apenas), mas ajudaram a consolidar o marketing do clube como um fenômeno global e o paraíso das estrelas da bola.

O “Por Onde Anda” desta quinta-feira não irá mostrar os paradeiros dos jogadores de um time de sucesso em uma determinada temporada ou competição, mas sim dos atletas mais importantes que fizeram parte deste projeto megalomaníaco, o Real Madrid dos “galácticos”.

POR ONDE ANDA – REAL MADRID GALÁCTICO (2000 a 2006)?

Iker Casillas (35 anos) – Dono da meta do Real Madrid por mais de uma década e meia, o prata da casa é um dos poucos integrantes do “projeto galáctico” que ainda continua em atividade. O goleiro, campeão mundial (2010) e bi europeu (2008 e 2012) com a Espanha, defende o Porto desde que deixou seu clube formador, em 2015. Após a Euro-2016, deixou de ser convocado para a seleção.

Roberto Carlos (44 anos) – Estrangeiro que mais vestiu a camisa Real Madrid (527) em todos os tempos, o lateral esquerdo que marcou época na Espanha e na seleção brasileira se aposentou em 2012. Desde então, trabalhou como técnico do Anzhi, da Rússia, de dois times da Turquia (Sivasspor e Belediyespor) e do Dehli Dynamos (Índia). Atualmente, desempenha a função de embaixador do Real no exterior.

Raúl González (39 anos) – Maior artilheiro do Real até a aparição de Cristiano Ronaldo, Raúl Madrid, como ficou conhecido, deixou o clube em 2010 e defendeu Schalke 04, Al Sadd (Qatar) e New York Cosmos nos últimos cinco anos de sua carreira. De volta à Espanha após alguns anos morando nos EUA, ele trabalhará como assessor presidencial do Real a partir da próxima temporada.

Luís Figo (44 anos) – O melhor jogador do mundo em 2001, cuja transferência do Barcelona para o Real Madrid é considerada como o pontapé inicial do projeto galáctico, está aposentado há oito anos. Hoje em dia, Figo é um empresário com investimentos em diferentes áreas em Portugal. Dois anos atrás, lançou-se candidato à presidência da Fifa, mas desistiu da campanha às vésperas da eleição.

Zinedine Zidane (44 anos) – O autor do gol mais emblemático da “era galáctica” (o sem-pulo contra o Bayer Leverkusen, na decisão da Liga dos Campeões de 2002) é também aquele que vive o melhor momento na carreira. Ex-auxiliar de Carlo Ancelotti e técnico do Real Madrid Castilla entre 2014 e 2016, Zidane assumiu no ano passado o comando da equipe principal do clube espanhol e logo de cara conquistou o título da Champions.

Ronaldo (40 anos) – O Fenômeno desembarcou no Real Madrid logo depois da conquista da Copa-2002 com a seleção brasileira e vestiu por cinco temporadas a vitoriosa camisa branca. Aposentado desde o fim de sua passagem pelo Corinthians, em 2011, possui uma vasta gama de negócios e investimentos. Também comenta os jogos da seleção brasileira na TV Globo e é embaixador do Real.

David Beckham (41 anos) – O popstar daquela equipe, ficou conhecido como sinônimo de homem elegante e bonito, foi durante anos o jogador de futebol que mais ganhou dinheiro no planeta e até hoje estrela incontáveis campanhas publicitárias. Casado com Victoria Beckham, ex-integrante do Spice Girls, está aposentado há quatro anos. Pretende estrear em 2019 como dono de time – é um dos acionistas da nova equipe de Miami que planeja entrar na MLS.

Michael Owen (37 anos) – O garoto de ouro do futebol inglês no fim dos anos 1990 chegou ao Real Madrid em 2004, já debilitado por uma série de problemas físicos que impediram sua carreira de alcançar todo potencial que possuía. Sem jogar profissionalmente desde 2013, é um dos proprietários de uma rede social esportiva.

Robinho (33 anos) – Um dos últimos grandes investimentos da “era galáctica” era para ter sido o jogador capaz de fazer a transição do Real Madrid dos anos 2000 para a equipe da década de 2010. Mas, no meio do caminho, Robinho decidiu trocar a Espanha pelo projeto de novo rico do Manchester City. No ano passado, reencontrou o bom futebol no Atlético-MG e foi um dos artilheiros do Brasileiro.

Antonio Cassano (34 anos) – Uma espécie de Mario Balotelli da década passada, o atacante italiano teve no Real Madrid a oportunidade de ouro para se firmar como um dos grandes jogadores do futebol mundial. Mas a cabeça pequena e a barriga grande atrapalharam. Cassano está desempregado desde janeiro, mas promete que voltará à primeira divisão italiana na próxima temporada.

Vicente del Bosque (66 anos) – Único treinador que conseguiu domar a fogueira das vaidades do vestiário do Real Madrid durante os anos galácticos, conquistou a Liga dos Campeões em 2002 e deixou o clube no ano seguinte. Encontrou a consagração na seleção espanhola, onde permaneceu por oito anos e faturou o inédito título mundial (2010). Está aposentado desde o fim da Euro-2016.


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10 contratações que viraram um fracasso na história de Barça e Real Madrid
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Rafael Reis

Só nos últimos dez anos, Real Madrid e Barcelona, que fazem no próximo domingo o maior clássico do futebol espanhol e uma das partidas mais esperadas do planeta, gastaram quase 2 bilhões de euros (R$ 6,6 bilhões) só em contratações.

Foi graças a essa dinheirama toda que eles conseguiram atrair estrelas de primeira grandeza do futebol mundial, como Cristiano Ronaldo, Bale, Suárez, Neymar e, em um passado recente, Zidane, Ronaldo, Ronaldinho e Figo.

Mas os dois maiores clubes do futebol espanhol também erram (e muito) na hora de escolher seus reforços.

Conheça abaixo 10 contratações que se mostraram entre as mais equivocadas da história de Barça e Real. E tenha certeza: eles não deixaram nenhuma saudade no Camp Nou e no Santiago Bernabéu.

KEIRRISON
Atacante
Brasileiro
Contratado pelo Barcelona em 2009, por 14 milhões de euros

A foto logo acima é uma das poucas provas de que o atacante brasileiro realmente foi jogador do Barcelona em algum momento de sua carreira. Keirrison foi contratado pelo clube catalão depois de um semestre dos sonhos pelo Palmeiras, no começo de 2009, mas jamais vestiu a camisa blaugrana. Assim que chegou à Espanha, foi cedido ao Benfica e iniciou uma sequência interminável de empréstimos: Fiorentina, Santos, Cruzeiro e Coritiba. Enquanto era contratado do Barça, K9 não deu conseguiu destaque em lugar nenhum. Hoje, já sem vínculo com os catalães, é reserva do Arouca, de Portugal.

NICOLAS ANELKA
Atacante
Francês
Contratado pelo Real Madrid em 1999, por 35 milhões de euros

Anelka não foi do Galo, mas foi do Real Madrid… apesar de pouca gente lembrar. O centroavante francês tinha só 20 anos quando foi tirado do Arsenal pela então maior quantia já paga pelo clube espanhol por um jogador, 35 milhões de euros (R$ 116 milhões, na cotação atual). Depois de apenas uma temporada, 32 jogos, sete gols e vários problemas comportamentais, o Real decidiu abrir mão da sua aposta para o futuro e mandou Anelka para o PSG. Detalhe: por um valor menor do que havia pago por ele.

HENRIQUE
Zagueiro
Brasileiro
Contratado pelo Barcelona em 2008, por 8 milhões de euros

Assim como Keirrison, o zagueiro também foi revelado pelo Coritiba, acabou contratado pelo Barcelona depois de se destacar pelo Palmeiras e passou seu período inteiro de contrato com o clube catalão sendo emprestado para outras equipes (Bayer Leverkusen, Racing Santander e Palmeiras). Mas, ao contrário do atacante, Henrique chegou a vestir a camisa do Barça em alguns amistosos de pré-temporada.

RODRIGO FABRI
Meia
Brasileiro
Contratado pelo Real Madrid em 1998, por 1 milhão de euros

Revelação da Portuguesa, surgiu como um possível novo fenômeno do futebol brasileiro em meados da década de 1990. O Real Madrid não perdeu tempo e tratou rapidamente de contratá-lo. Mas, o clube espanhol era grande demais para seu futebol. Rodrigo não jogou nem uma partida oficial pela equipe principal e se revezou entre vários empréstimos para outros times (Flamengo, Santos, Valladolid, Sporting e Grêmio).

DMYTRO CHYGRYNSKIY
Zagueiro
Ucraniano
Contratado pelo Barcelona em 2009, por 25 milhões de euros

Destaque do Shakhtar Donetsk, o zagueiro foi um pedido de Pep Guardiola e custou o quíntuplo de Gerard Piqué, que havia sido contratado apenas um ano antes. Mas o ucraniano foi um fiasco na única temporada em que vestiu a camisa do Barcelona (participou de só 14 partidas). No ano seguinte, acabou devolvido ao Shakhtar. E o Barça ficou com o prejuízo de 10 milhões de euros (R$ 33 milhões) da diferença entre os valores de compra e venda do jogador.

FÁBIO COENTRÃO
Lateral esquerdo
Português
Contratado pelo Real Madrid em 2011, por 30 milhões de euros

O português faz parte do elenco do Real há seis anos e chegou a rivalizar com Marcelo pela titularidade da lateral esquerda. Dadas essas informações, ele nem parece um fiasco. Mas, um defensor que custou 30 milhões de euros (R$ 100 milhões) precisava ter feito muito mais do que Coentrão fez para justificar todo esse investimento. Depois de ter sido emprestado ao Monaco em 2015/16, o jogador disputou só cinco partidas nesta temporada.

ZLATAN IBRAHIMOVIC
Atacante
Sueco
Contratado pelo Barcelona em 2009, por 69,5 milhões de euros

Trata-se, sem dúvida, do maior prejuízo financeiro da história do Barcelona. Ibrahimovic chegou com pinta de craque ao Camp Nou, até fez seus golzinhos, mas não se adaptou ao estilo de jogo do Barça e se desentendeu com Guardiola, Xavi e Messi. Com tantos inimigos, não durou mais que uma temporada. Acabou sendo repassado ao Milan por 24 milhões de euros (R$ 80 milhões), só 34% dos 69,5 milhões de euros (R$ 230 milhões) que havia custado 12 meses antes.

ASIER ILLARRAMENDI
Volante
Espanhol
Contratado pelo Real Madrid em 2013, por 32 milhões de euros

Pelo planejamento do Real Madrid, quem deveria jogar hoje à frente da zaga seria o volante basco, não Casemiro. Quatro anos atrás, Illarramedi foi buscado a peso de ouro na Real Sociedad, tanto que até hoje permanece como o segundo reforço espanhol mais caro da história do clube (fica atrás de Xabi Alonso). Mas o volante não se firmou na capital e foi devolvido ao time de origem duas temporadas atrás.

GEOVANNI
Meia-atacante
Brasileiro
Contratado pelo Barcelona em 2002, por 21 milhões de euros

Outra revelação do futebol brasileiro que naufragou no Camp Nou e nunca mais conseguiu ser o mesmo. Cria do Cruzeiro, mudou para a Espanha no começo de 2002 e afundou com um dos piores times da história recente do Barcelona. Com apenas dois gols em 50 jogos pelo time catalão, foi cedido ao Benfica depois de um ano e meio.

ROYSTON DRENTHE
Meia
Holandês
Contratado pelo Real Madrid em 2007, por 14 milhões de euros

O cara tem apenas 30 anos e já abandonou o futebol profissional para se dedicar a uma carreira como rapper. Essa informação basta para mostrar o quanto o Real Madrid se equivocou dez anos atrás ao levar para seu elenco o meia holandês Royston Drenthe, revelação do Feyenoord. O clube se impressionou com as atuações do jogador na Eurocopa sub-21 de 2007 e resolveu investir no garoto, que fracassou por lá e terminou precocemente a carreira jogando nos Emirados Árabes.


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Rafael Reis

De atuação desastrosa na vitória por 4 a 2 do Real Madrid sobre o Bayern de Munique, na terça-feira, que classificou o time espanhol para as semifinais da Liga dos Campeões da Europa, Viktor Kassai tem seu nome marcado na história da arbitragem mundial.

O húngaro foi o primeiro árbitro a recorrer ao uso do vídeo em uma partida oficial, pelo menos com aval da Fifa, para solucionar um lance polêmico.

O acontecimento histórico se deu em dezembro do ano passado, na semifinal do Mundial de Clubes entre Atlético Nacional e Kashima Antlers. Foi só depois de recorrer às imagens que o juiz percebeu um esbarrão dentro da área e marcou pênalti para os japoneses.

A marcação acabou sendo decisiva para o resultado da partida. Ao converter a cobrança, o Kashima abriu caminho para a vitória por 3 a 0 que o colocou na decisão do torneio.

Apesar de totalmente amparada pela Fifa, que usou o Mundial de Clubes para testar a arbitragem com auxílio de vídeo, o comportamento de Kassai rendeu várias críticas.

Isso porque o jogo ficou parado por mais de um minuto enquanto ele assistia. Além disso, o húngaro ignorou que o atacante japonês que sofreu o pênalti estava em posição de impedimento, o que poderia invalidar a falta sofrida.

O curioso é que foi justamente um erro cometido por Kassai que acabou sendo determinante para que a Fifa passasse a aceitar o uso de recursos eletrônicos na arbitragem.

Na fase de grupos da Eurocopa de 2012, a Inglaterra venceu a Ucrânia por 1 a 0 e eliminou a equipe da casa da competição. O resultado poderia ter sido completamente diferente se o árbitro tivesse notado que uma bola salva pelo zagueiro inglês John Terry já havia ultrapassado a linha do gol.

Após a partida, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou que a “tecnologia da linha do gol é uma necessidade para o futebol” e passou a trabalhar para que o mecanismo que determina se a bola entrou ou não fosse utilizada.

No encontro entre Real e Bayern, na terça, Kassai tinha à disposição essa tecnologia, que vem sendo largamente utilizada nas principais competições do futebol mundial desde a Copa-2014, mas não o auxílio de vídeos.

Sem a possibilidade de recorrer ao replay para resolver lances duvidosos, ele expulsou Vidal por um lance em que o chileno nem cometeu falta, deixou Casemiro cometer várias faltas passíveis de cartão vermelho sem ser penalizado e validou um gol do Real em que Cristiano Ronaldo estava em posição de impedimento.

A atuação do húngaro levou à loucura o técnico do Bayern, Carlo Ancelotti, que disse à Sky Sports após a partida: “O desempenho do juiz hoje foi pior que o nosso. Eu sei que é futebol, que acontece às vezes, mas não um número tão grande de erros. É um jogo de quartas de final, você precisa ter um árbitro com mais qualidade, ou ter o vídeo.”


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Rafael Reis

Piqué nasceu dentro do Barcelona, cresceu nas categorias de base em La Masía, pertence a uma família que faz parte da “nobreza” do clube, sonha ser presidente da agremiação catalã e não perde uma oportunidade de provocar o Real Madrid.

Mas uma curiosa coincidência conecta o camisa 3 do Barça à história do maior rival culé.

O zagueiro de 30 anos herdou do avô materno, Amador, o mesmo sobrenome do homem que batiza o estádio que serve como casa ao Real Madrid, Santiago Bernabéu.

Até onde se sabe, Gerard Piqué Bernabéu não possui nenhum vínculo familiar com o ex-jogador, técnico e presidente do Real por mais de três décadas, que arquitetou a construção da arena nos anos 1940 e, desde 1955, dá nome à ela.

Mas a coincidência é suficiente para aguçar ainda mais o clima de constante e mútua provocação existente entre o zagueiro e a torcida madridista.

Piqué é barcelonista desde o berço. Tal afirmação pode até parecer exagerada, mas não é. Suas data de nascimento e inscrição como associado do clube são as mesmas: 2 de fevereiro de 1987.

Quando o zagueiro nasceu, Amador, o mesmo avô que lhe passou o sobrenome Bernabéu, era um dos homens mais influentes do Barcelona e fez questão de lhe dar uma carteirinha de sócio – ritual que repetiu com os bisnetos, Milan e Sasha, filhos de Gerard com a cantora colombiana Shakira.

O patriarca era amigo pessoal de Johan Cruyff, fez parte da diretoria de Josep Lluís Núñez, mandatário do Barça entre 1978 e 2000, e ocupou o cargo de vice-presidente do clube durante a gestão Joan Gaspart (2000 a 2003).

Foi do avô, aliás, que Piqué herdou o gosto por metralhar o Real sempre que possível. “O gol marcado por meu neto que mais me fez vibrar foi, sem dúvida, o da goleada por 6 a 2 [em 2009]”, costuma dizer, em tom de provocação.

Amador Bernabéu também é responsável direto por um dos grandes objetivos de vida do zagueiro: tornar-se presidente do Barcelona depois de pendurar as chuteiras.

Um sonho plantado pelo avô quando o neto não passava de um pequeno bebê e que foi sendo cultivado e regado com o passar dos anos. Um sonho que Piqué pretende transformar em realidade.

Sim, é bem possível que, em um futuro não tão distante assim, o Barcelona seja presidido por um Bernabéu. E um Bernabéu que não faz questão nenhuma de nutrir simpatia pelo Real Madrid.


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Rafael Reis

Capitão do Real Madrid desde a saída de Iker Casillas, há dois anos, Sergio Ramos foi o herói da conquista da Liga dos Campeões de 2014 e é hoje um dos maiores ídolos da torcida do clube espanhol.

Mas, se a filosofia madridista tivesse sido seguida à risca, o zagueiro de 31 anos jamais teria desembarcado no Santiago Bernabéu e construído essa história de sucesso com o uniforme branco.

Preocupado em encher seu elenco de jogadores consagrados no mundo todo, os chamados galácticos, e em internacionalizar sua marca para ganhar mercados como o asiático e o sul-americano, o Real desistiu de contratar jogadores espanhóis na década passada.

Entre 2002 e 2008, somente um atleta nascido na Espanha teve seus direitos econômicos adquiridos pelo clube da capital e foi levado diretamente para a equipe principal: Sergio Ramos.

Só esse detalhe já é suficiente para demonstrar como a contratação do defensor fugiu do padrão do Real Madrid. Mas essa não foi a única polêmica que envolveu sua chegada ao clube mais vitorioso do país.

O então lateral direito do Sevilla era um garoto de 19 anos, que não havia disputado nem 50 partidas como profissional e que não passava de um anônimo fora da Espanha. Mesmo assim, custou 27 milhões de euros (R$ 90 milhões), uma fortuna para a época.

Sergio Ramos foi mais caro que Robinho (24 milhões), Michael Owen (12 milhões), Cannavaro (7 milhões) e Cassano (5,5 milhões), só para citar alguns jogadores já bem mais conhecidos do que ele que foram contratados no período.

Apesar da polêmica em torno de sua contratação, o camisa 4 teve sucesso quase imeditado no Bernabéu. Logo na primeira temporada no novo clube, já assumiu um lugar no time titular –revezando-se entre a lateral, a zaga e o posto de primeiro volante.

Fixado no miolo da zaga desde o fim de 2011, virou um dos principais nomes na posição. Desde então, entrou em todas as seleções do mundo organizadas anualmente pela FifPro, o sindicato mundial dos jogadores de futebol.

Em 11 anos de Real Madrid, conquistou 13 títulos. O mais inesquecível? A Champions de 2014, chamada de “La Decima”, na qual marcou, já nos acréscimos, o gol que levou a decisão contra o Atlético de Madri para a prorrogação.

Nesta terça-feira, Sergio Ramos tem uma missão especial. Ajudar a defesa espanhola a segurar o ataque do Bayern de Munique e se classificar para a semifinal da Champions. No jogo de ida, semana passada, na Alemanha, o Real levou a melhor: 2 a 1.


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Artilheiro? CR7 vive sua maior seca de gols na Champions em 8 anos
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Rafael Reis

Cristiano Ronaldo é o maior artilheiro da história da Liga dos Campeões da Europa, com 95 gols. Mas, quem olhar apenas para seu desempenho na atual temporada da Champions é bem capaz de duvidar dessa estatística.

O astro português do Real Madrid, que enfrenta nesta quarta-feira o Bayern de Munique, no jogo de ida das quartas de final, passou em branco em suas últimas seis apresentações na torneio interclubes mais badalado do planeta.

Essa marca é histórica. Trata-se do maior jejum de CR7 na competição continental nos últimos oito anos. Desde o início de 2009, o hoje melhor jogador do mundo não ficava tanto tempo distante do gol.

Na ocasião, Cristiano Ronaldo não marcou em cinco partidas da fase de grupos (Celtic e Villarreal, duas vezes cada, além de Aalborg) e nem no primeiro jogo das oitavas contra a Inter de Milão. Foi só no confronto de volta contra os italianos que ele pôs fim ao tabu.

Na atual temporada, o artilheiro das quatro últimas edições da Champions só anotou dois gols. O português deixou sua marca nos dois primeiros jogos do Real na competição, ante Sporting e Borussia Dortmund.

Depois, passou em branco em duas partidas contra o Legia Varsóvia, mais uma contra o Sporting, outra ante o Dortmund e nos dois confrontos de oitavas de final, contra Napoli.

Curiosamente, não é por falta de tentativas que as bolas de Cristiano Ronaldo não estão chegando às redes. Até o início das quartas de final, o português era o jogador que mais havia chutado a gol nesta temporada da Liga dos Campeões.

Em oito partidas, CR7 arriscou 31 finalizações. Dezessete foram para fora, três acertaram a trave, nove foram defendidas pelos goleiros e só duas se transformaram em gols.

Resultado: o português corre risco de terminar 2016/17 com o menor número de gols na Champions desde que marcou pela primeira vez no torneio europeu, em 2006/07. Naquela temporada, ele foi à rede três vezes. Depois, nunca fez menos de quatro gols em uma edição da competição.

Gols de CR7 na Liga dos Campeões (temporada por temporada)

2006/07 – 3
2007/08 – 8
2008/09 – 4
2009/10 – 7
2010/11 – 6
2011/12 – 10
2012/13 – 12
2013/14 – 17
2014/15 – 10
2015/16 – 16
2016/17 – 2


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